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Paulo Sérgio da Silva, um pai, um exemplo de vida.

O Projeto Partilha pede que Paulo Sérgio da Silva a receba esta homenagem em nome do pai cachoeirense.

Certamente, na pessoa dele, a figura idealizada de pai se verá preenchida. Homem simples, digno, honesto, trabalhador, elevado espírito fraterno, fiel aos princípios religiosos, educa seus filhos dentro dos mais puros preceitos religiosos e ministrando a eles ética e civilidade.

Os instrumentos de trabalho utilizados por Paulo são a colher de pedreiro e a argamassa , que correspondem aos ideais por ele buscados e partilhados no seio de sua vida familiar: a integridade, a compreensão, a tolerância, a dedicação, a persistência.

Com altruísmo, enfrenta os desafios que a profissão lhe impõe no dia-a-dia. Tendo nas mãos a pequena colher de pedreiro e argamassa, ordenada e pacientemente, como numa alquimia transformadora e a semelhança do amor fraterno, junta partes de diferentes espécies, corrige imperfeições e transforma tudo numa outra unidade - a casa, portanto, com outro significado.

Este é o Paulo que está sendo convidado a receber a homenagem em nome de todos os pais em Carmo da Cachoeira, no Sul de Minas Gerais.

Projeto Partilha - Leonor Rizzi

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Comentários

Junior disse…
Ei, Paulo. Sua mãe deve estar rindo à toa, né? Pudera, como você consiguiu chegar na mídia?
os do lado disse…
O que? o irmão do Pe. Rogério?
bola no pé disse…
Aliás, não tenho visto o Paulo nos últimos tempos. Todo o domingo apitava o jogo e faz 2 domingos que não tenho notícias dele. Por onde anda essa gente?
Jeffinho disse…
Tava construindo uma casa na Pça de Esporte, uai.
robertinho disse…
Eu vi o Paulo dentro da Igreja pintando as paredes onde tem o túmulo de um padre.
bel disse…
Na festa de Nossa Senhora do Carmo tava armando a barraca que a Silvinha colocou na praça.
adélia disse…
É só perguntar pro Rosan. Ele sabe do Paulo, gente.
saudoso disse…
Pudera o Paulo ser popular como é, seu pai já tinha a fama de juntar a meninada para bater bola. Foi contaminado pela idéia e pronto.
papai faz um ano e de cachoeira disse…
que escolha genial. Sinto que estou bem representado.
crioulo de varginha disse…
Como essa gente tem criatividade. Eu nunca iria falar do Paulo como pedreiro. Contaria história dos jogos que apita aqui e em outras cidades.
por Norma Emiliano disse…
"Pai, "pai herói", na infância parecia-me perfeito. Com seu carinho sentia-me amada. Com seu olhar orgulhoso, sentia-me única e bela. Sob seus olhos criei minha auto-estima. Contudo, na adolescência pareceu-me enfraquecido e não reconhecia mais o meu herói. Dei-me conta da sua humanidade. No transcorrer do tempo, as perdas de emprego, da juventude, da mãe. De perda em perda o vi transformando-se. A dignidade e humor intactos, mas o corpo curvado e o olhar embaçado. O meu orgulho pelo pai herói transformou-se em orgulho pelo homem e em imensa gratidão e ternura".
Laura Limeira disse…
Dia dos Pais.


"Do seu exemplo, guardo a persistência
Dos bons conselhos para prosseguir
Só deixar rastros de dignidade
Que sirvam de exemplos no dia-a-dia
Da minha existência, no meu ir e vir".
colaborador disse…
Trecho de "Histórias para pais, filhos e netos":


"Os verdadeiros heróis são aqueles que ofertam o que tem, o que sabem, e, mais do que tudo, ofertam seus sentimentos, suas lágrimas aos outros".

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Próximo Texto: O negro aquilombado e a população colonial.
Texto Anterior: Padre Vieira e a legítima sua organização dos quilombos.
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