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Mostrando postagens de Setembro, 2008

O Padre Manoel Francisco Maciel e as crianças.

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Ajude-nos a contar a história de Carmo da Cachoeira. Aproveite o espaço "comentários" para relatar algo sobre esta foto, histórias, fatos e curiosidades. Assim como casos, fatos e dados históricos referentes a nossa cidade e região.
Próxima imagem: A antiga escola particular de Carmo da Cachoeira.
Imagem anterior: Ancestrais dos Garcias e Custódios Cachoeirenses.

Sinopse biográfica de Desise Cassia Garcia.

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O Projeto Partilha gostaria de prestar homenagem a Denise Cassia Garcia, através da publicação de alguns pontos que marcaram sua vida. Denise Cassia, receba-a, como manifestação de profunda gratidão pelo seu trabalho, que envolve também nossa gente, nossa terra. Luz e Harmonia.Denise Cassia Garcia, é autora de um trabalho em genealogia: Os Garcia "Frades".Nascida em Campo Belo, Minas Gerais fez o primeiro grau escolar no Colégio São José e o segundo grau (curso científico e auxiliar de contabilidade) no Colégio Dom Cabral naquela cidade. Após a conclusão do segundo grau, foi para São João Del Rei, Minas Gerais, onde tendo passado em primeiro lugar no concurso vestibular, cursou Administração de Empresas, na Faculdade de Ciências Econômicas, Administrativas e Contábeis de São João Del Rei - FACEAC. No primeiro ano da faculdade, em uma turma de 200 alunos, foi agraciada com medalha de ouro na cadeira de Introdução à Economia. Paralelamente, fez cursos profissionalizantes: Mark…

Correspondência recebida.

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de: Maria José Naves Costa e família.Fiquei emocionada com o seu reconhecimento em resgatar a história da família. Realmente a família marcou presença muito forte no muncípio de Carmo da Cachoeira.Sinto ter perdido algumas anotações sobre fatos acontecidos politicamente envolvendo o meu bisavô Artur Alves Costa e meu avô Antonio Alves da Costa (Antoinzinho Piruca).Desde de pequena eu ouvia as histórias, achando que o meu bisavô era uma figura um pouco político e engraçado, pois com jeitinho conseguia certas regalias, como por exemplo: acompanhar grandes políticos cidades vizinhas. O meu pai Antônio Alves da Costa também tinha esse lado politíco, trabalhou como autonômo, funcionário público municipal e por último funcionário estadual. Bom lembrar que Nenê Piruca ou Nenê do Antoinzinho como era conhecido, muito "colaborou" (nunca foi muito apegado ao dinheiro) com a formação da municipalidade, sabia nome completo de todos os habitantes da cidade, endereço e até metragem dos te…

Declaração dos Direitos dos Animais.

Ancestrais dos Garcias e Custódios Cachoeirenses.

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Ajude-nos a contar a história de Carmo da Cachoeira. Aproveite o espaço "comentários" para relatar algo sobre esta foto, histórias, fatos e curiosidades. Assim como casos, fatos e dados históricos referentes a nossa cidade e região. Próxima imagem: O Padre Manoel Francisco Maciel e as crianças.
Imagem anterior: Maria Silveria do Nascimento, a madrinha da outra banda.

Padre Izidoro Guilmin, um instrumento de Deus.

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De um autor anônimo, basedo na obra de Otávio J. Alvarenga:O Pe. Izidoro Guilmin era, exímio musicólogo. Compositor, educador, dramaturgo, severo. Excessivamente franco, porém generoso e amigo devotado de seus paroquianos, máxime das crianças. A estas distribuía quase todas as espórtulas que ganhava. Com elas, passava a maior parte de seu tempo disponível. Ensinava-lhes a música com a mesma apostolar devoção com que lhes ministrava o catecismo. Conservava muitos meninos pobres em sua casa (paroquial), sobre cujo amplo forro lhes dava dormida.Como São João Crisóstomo, encontrava, nesse infantil convívio, "o mais alto grau de filosofia": Philosophiae culmen, lembrou D. Aquino Corrêa. E ainda, "vida angélica": Simplicem esse cum prudentia, hace est vida angelica.O seu espírito altamente caritativo, e seu total despreendimento às coisas temporais deste mundo formaram o binômio que lhe perpetuo o núnus sacerdota, como o grande apóstolo dos gentio, da caridade lhe sabia …

Um cadinho da história de São João Nepomuceno.

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O início do Arraial de São João Nepomuceno das Lavrasse deu em torno da capela edificada pelo Capitão Mateus Luiz Garcia, em 1776, na sua propriedade rural denominada Congonhal, cujo capelão foi o Padre José Alves Preto1.O povoado foi elevado a distrito, termo da vila das Lavras do Funil, pela resolução de 13 de outubro de 1831. A lei n.209, de 7 de abril de 1841, criou a freguesia, até então sob a jurisdição da freguesia da vila de Lavras do Funil.Com o crescimento e progresso do povoado, este foi elevado à vila e município, pela lei n.556, de 30 de agosto de 1911, sob a denominação de Nepomuceno. A câmara Municipal foi instalada em 1 de junho de 1912, mas, inexplicavelmente, o distrito administrativo permaneceu com a denominação de São João Nepomuceno de Lavras. Somente, em 7 de setembro de 1923, pela lei n.843, foi feita a alteração para simplesmente Nepomuceno. Artigo de Paulo Costa CamposPróxima matéria: A Companhia Viação Ferrea Três Pontana.
Matéria Anterior: A localidade de Por…

O ilumidado Padre Izidoro em Carmo da Cachoeira.

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O Projeto Partilha alinha-se para as felicitações ao Pe. Izidoro, 13º Pároco de Carmo da Cachoeira, no sul de Minas Gerais. E é com profunda satisfação e gratidão ao criador que acolhe em suas páginas, uma das mais belas. Esta, deixada pelo anônimo colaborador que, no desempenho de seu voluntariado e em pura doação, nos oferta uma monografia, que só virá engrandecer nossa Cultura.Luz e Harmonia a todos, em especial, a este colaborador, que em seu anonimado lança nos ares da universalidade, o suave perfume primaveril, reflexo de aromas celestes captados da imensidão do eterno e permanente Cosmos.Projeto Partilha - Leonor RizziPróxima matéria: Sinopse biográfica de Desise Cassia Garcia.
Artigo Anterior: A venda da Cava por João Gomes do Nascimento.

Correspondência recebida.

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de: MarinetteTS Bovaris. Arte é Arte e, evidentemente, emerge no forte silêncio de sua mensagem. Indescritível. Parabéns.

Anjos.

Maria Silveria do Nascimento, a madrinha da outra banda.

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Imagem anterior: Antonio Justiniano dos Reis e Dona Leocádia Lima.

Amor e sabotagem em um circo no Sul de Minas.

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Circos de cavalinhos são coisas comuns e só mesmo no passado, quando o povo não tinha outras diversões, constituíam novidades que davam motivo a comentários até muito tempo depois que se iam embora. Se aqui vamos falar sobre circos é tão somente para dizer o que significavam eles na vida cachoeirense do passado.Os circos, em Carmo da Cachoeira, eram armados na praça, atrás da igreja e, tanto como me lembro, de cavalinhos só tinha o nome, talvez por tradição, porque não me recordo de ter visto nenhum cavalo nos circos que aqui vieram.O circo "Aliados", cujo proprietários era um Samuel Levi, foi o primeiro de que guardei recordação e aqui esteve ali pelos fins de 1917 ou princípios de 1918. Plantou-se no arraial por vários meses, creio que em consequência das chuvas que impediam sua transferências para outra localidade e, assim, por muito tempo o povo cachoeirense teve distração para as noites de sábado e domingo. Seus artistas integraram-se na vida do arraial e tornaram-se am…

Correspondência recebida:

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de: Manoel A. G. de R. B.Sou brasileiro e moro em Portugal faz bastante tempo. Meu ramo é Arqueologia e sigo diariamente este blog. Gostaria de lhes dar uma sugestão para leitura. Não se assustem com a época. Remonta-se aos séculos IX - VII a. C. Trata-se de "Lusitani". "... seria um coletivo que englobaria diversos populati". (...) Em que territórios estariam eles distribuídos. Uns em territórios actualmente português, outros na província espanhola de Cáceres. Examina-se a religião dos Lusitani, que os identifica como"um conjunto etnicamente afim(...)". Sarmento (1883, p.7) contesta a situação de que estariam localizados na Serra da Estrela (estou falando de Portugal). Cachoeirenses e afins, confiram na Revista Portuguesa de Arqueologia. Autor do texto: Jorge de Alarcão.Boa leitura e entretenimento a todos. Será a luz no fim do túnel?

Não compre, adote!

Antonio Justiniano dos Reis e Dona Idalina de Oliveira Costa Reis.

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Photografhia Volpe - Lavras Próxima imagem: Maria Silveria do Nascimento, a madrinha da outra banda.
Imagem anterior: Alguns dos descendentes de Artur Alves Costa.

A localidade de Porteira de Tábuas em Três Pontas.

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Porteira de Tábuas é uma localidade situada ao Sul da Serra de Três Pontas, próxima à Fazenda do Triunfo. Em cartas geográficas mais antigas figura com o nome e Ponte de Tábua. Existia lá uma ponte de táboas, na passagem de um curso d'água que era conhecido como Córrego da Ponte de Tábua. Equivocadamente, muitos passaram a chamar a região de Porteira de Tábuas e, ao que o parece, ficará assim conhecida.Artigo de Paulo Costa CamposPróxima matéria: Um cadinho da história de São João Nepomuceno.
Matéria Anterior: Padre Victor, o cônego mineiro filho de escravos.

A dificuldade de distinguir entre pobres e bandidos.

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Em carta de junho de 1782, Pedro Gomes Barbosa informava sobre o estado em que achava o garimpo clandestino, repleto de negros que os senhores fingiam estar fugidos e/ou de quilombolas. A Laura de Mello e Souza conclui observando que “...No Distrito Diamantino as autoridades locais fingiam que os garimpeiros eram quilombolas para assim dar continuidade ao extravio e poupar os senhores do confisco de escravos postos de caso pensado na mineração clandestina de diamantes...”1Machado Filho salienta que “... ao garimpeiro se aliou o quilombola, pois um e outro fora da lei, ainda que por motivos diversos, não tardou se encontrassem solidários, buscando a subsistência nas minerações furtivas...”2Esta fluidez entre as camadas sociais mais baixas da sociedade foi percebida também na análise das devassas eclesiásticas existentes no Arquivo de Mariana, tornando-se “... amiúde difícil distinguir os homens livres pobres dos escravos e dos quilombolas, sobretudo se os primeiros são forros...”3O mes…

Correspondência recebida:

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de: Carlyle Faria Florenzano Sou filho de Ary Florenzano e é muito gratificante quando se vê que a sua memória não foi esquecida.Também tenho essa casa em minha memória pois aí passava sempre minhas féria escolares.

Denuncie 2.

Alguns dos descendentes de Artur Alves Costa.

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Próxima imagem: Casal Veiga Lima de Carmo da Cachoeira.
Imagem anterior: Antigas paredes de uma fazenda cachoeirense.

Marx e Warner e as hordas de quilombolas.

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Ainda que estas estruturas fossem bastante complexas, a maior parte dos quilombos mineiros pode ser classificada no segundo tipo, ou seja, são Quilombos Dependentes ou ainda, Hordas Quilombolas. As Hordas teriam uma relação completamente diferente com a terra, vista apenas como um objeto de trabalho. Segundo Marx, suas principais características: a) a exploração sobre a terra seria direta, ou seja, não haveria investimento de energia humana;
b) os que nela viviam, obtinham o sustento por meio de caça, pesca, coleta e razias;
c) eram grupos pequenos e nômades, com uma grande mobilidade entre os diferentes bandos;
d) a existência do grupo se fazia basicamente por adesão e possuíam uma organização social precária, isto é, seus elementos só se mantinham unidos por necessidades momentâneas, como auxílio, busca de alimentos, fuga etc...
e) estes grupos não necessitavam de um líder para dirigi-los. Uma outra visão sobre as hordas foi fornecida por Warner. Segundo ele, “...a horda é um grupo econ…

A primeira escola: aulas na cadeia e palmatória.

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Entre as coisas do passado de Carmo da Cachoeira, uma houve que nos deixou as mais gratas recordações: A Escola Pública.Não sei a data exata em que foi criada a primeira escola do arraial, nem qual o Governo que a criou, mas deve ter sido lá por 1877 ou 1878. De acordo com alguns dados que conseguimos, a escola funcionava em uma casa construída pelos Rattes e estava localizada um pouco para cima do local onde se acha agora o Matadouro Municipal1. O primeiro professor foi conseguido em Congonhas do Campo pelo Capitão Antônio Naves e chamava-se Francisco de Paula Cândido. Na primeira noite passada no arraial, por falta de cama, dormiu no chão; construiu depois uma tarimba, colocou nela um colchão feito de sacos cheios de capim, onde passou a dormir.Nos princípios de 1903 começou a funcionar a Escola Pública Feminina, regida pela Profª. d. Ana Evangelina Ximenes e, mais ou menos na mesma data, iniciava-se a Escola Pública Masculina, que teve como professor o Sr. Pedro Juvêncio de Souza. …

Se você faz parte da turma, procure ajuda. Você é doente.

Antigas paredes de uma fazenda cachoeirense.

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Imagem anterior: O cachoeirense Evaristo Brasiliense Naves.

A importância e o trabalho dos ferreiros.

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Pode-se perceber nos mapasfeitos sobre os quilombos que o espaço interno da estrutura era usado de maneira a indicar uma provável especialização das diferentes construções. Esta espacialidade poderia indicar uma certa hierarquia social dentro da comunidade. O fato de que a casa de ferreiro (São Gonçalo), a Casa do Conselho e do Tear (Perdição), a Casa de audiência (Samambaia) e a Casa do Rei (Braço da Perdição), estarem sempre em local destacado é sugestivo. O que isto pode indicar? É possível a partir destes dados, pressupor que houvesse no interior das comunidades quilombolas uma hierarquização política e social, já que elementos que desempenhavam um papel de destaque para a manutenção dos grupos claramente tinham seu espaço físico igualmente destacado.
O caso das Casas de ferreiro que aparecem no quilombo da Samambaia e no de São Gonçalo é curioso porque pode nos remete à uma prática antiga na África, ou seja, o uso do metal. É provável que os quilombolas utilizaram-se desse conhec…

A venda da Cava por João Gomes do Nascimento.

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"Escriptura de compra e venda que faz João Gomes do Nascimento e sua mulher Luciana Cândida de Jesus, em 04/10/1884". Comprador Manoel Antonio Teixeira, morador no lugar denominado Cava da freguesia do Carmo da Cachoeira. Divisa: por um lado com Domingos Teixeira de Resende e Manoel de Carvalho Bastos, por outro com José Custódio Ribeiro, Antonio Teixeira de Resende e José Justiniano de Resende. A venda traz a assinatura do senhor João Gomes do Nascimento, e há uma anotação, de que dona Luciana não sabe ler e escrever.Projeto Partilha - Leonor RizziPróxima matéria: O ilumidado Padre Izidoro em Carmo da Cachoeira.
Artigo Anterior: Hino ao Padre Victor, o Cônego Francisco de Paula Victor.

As visitas pastorais, a banda, o menino e o médico.

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As visitas pastorais dos bispos diocesanos, que constituíam também motivos de grande regozijo popular e movimentação no arraial.Em tempos passados, contavam os velhos, visitaram Carmo da Cachoeira D. Silvério Gomes Pimenta, de Mariana e D. João Batista Corrêa Nery, de Pouso Alegre. Criada a diocese de Campanha, tivemos por várias vezes a visita de D. João de Almeida Ferrão, que já contava aqui muitos amigos de tempos anteriores.Nas vésperas da chegada do bispo, como acontecia em qualquer festa religiosa, os fazendeiros vinham para o arraial, as ruas eram enfeitadas e geralmente preparava-se uma casa que tivesse desabitada, onde se hospedavam o bispo e sua comitiva.Aproximando-se a hora da chegada, o povo reunia-se nas proximidades da Igreja dos Passos. Ficavam a postos o vigário, o orador, a banda de música e as pessoas convidadas para carregarem o palio. O bispo vinha de Três Corações, a cavalo, com o seu secretário e outras pessoas que o acompanhavam ou iam esperá-lo fora do arraial…

Correspondência recebida:

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de: Sala de ImprensaSempre existiram ativistas, esse professor Wanderley foi um deles. Para ele, não importava o que iriam fizeram com o documentos. Queria que o pedido fosse aceito, se não foi, fez sua parte - juntou o pessoal em assinaturas, organização e encaminhamento. Não deram atenção ao pedido, devido ao autoritarismo e desrespeito vigente no momento, no entanto, ele deixou tudo escrito. A história julga os atos de seus heróis anônimos, cujas vozes foram abafadas pela força e pelo poder. Tudo passa, a história julga.

Os direitos e a violência.

O cachoeirense Evaristo Brasiliense Naves.

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Ajude-nos a contar a história de Carmo da Cachoeira. Aproveite o espaço "comentários" para relatar algo sobre esta foto, histórias, fatos e curiosidades. Assim como casos, fatos e dados históricos referentes a nossa cidade e região.
Próxima imagem: Antigas paredes de uma fazenda cachoeirense.
Imagem anterior: A cachoeirense Jacinta Rezende Naves.

Movimento Fé e Cidadania e os candidatos 2008.

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"Novos tempos necessitam de novos homens, novos homens constroem novos tempos".A idéia de uma sociedade justa, solidária e participativa tem alguma coisa a ver com você?Uma comunidade liderada por pessoas éticas e comprometida com as causas sociais faz parte dos seus sonhos?Então, venha participar da entrevista com os candidatos de Carmo da Cachoeira, dia 26/08/2008 às 19h30, no Salão Paroquial. São três os candidatos a prefeito em Carmo da Cachoeira.

Palanques e trincheiras na defesa dos quilombos.

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Observando os mapas do Quilombo de São Gonçalo, o da Samambaia e o do Ambrózio, todos com uma duração temporal grande permitindo, em última instância, uma certa estabilidade populacional e social capaz de gerar uma sociedade mais complexa, propiciadora de elementos materiais mais duráveis, percebe-se que eles possuíam muitas semelhanças e dentre elas, a delimitação de seus territórios por fossos, estrepes e trincheiras. Neste território se dava a vida social do grupo, ou seja, as relações econômicas, sociais e provavelmente políticas. As casas dos quilombos estavam divididas entre moradias e casas para atividades específicas, como por exemplo, ferraria, casa do curtume e a casa dos pilões. No Quilombo do Campo Grande, em 1746, foi localizado mais de 600 negros vivendo com “... fortaleza, cautelas e petrechos tais que se entende pretendem se defender-se...”1Uma outra referência sobre o mesmo quilombo, afirma que os quilombolas se defenderam por mais de 24 horas, protegidos por um palan…

Carmo da Cachoeira por um Brasil melhor.

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"Novos tempos necessitam de novos homes, novos homes constroem novos tempos".O Movimento Fé e Cidadania, entendendo que só o amor e a paciência, e não a força, constroem, arregaçou as mangas e foi a campo. Contatou os candidatos aos cargos eletivos que irão formar a administração 2009 a 2012 e os representantes do povo na Câmara Municipal.Vivendo ares de um novo tempo, mais interativo, todos os candidatos a prefeito confirmaram sua presença. Fizeram sua parte, e estão preparados para responder as perguntas que vierem dos entrevistadores. Cabe, no entanto, os cidadãos eleitores, fazerem a sua. Isentos de preconceitos, ouvir as propostas e ponderar sobre elas. A massa que é formada de cada um de nós, que somos eleitores, necessita conhecer, a fim de decidir conscientemente, e longe de emotividades e paixões incontidas. Cada candidato, democraticamente fará suas colocações e nós, cachoeirenses, iremos refletir por nós mesmos.Temos que exercitar os dons Divinos da Inteligência e…

Semana Santa, folguedos e fé em Minas Gerais.

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Vinha depois a Semana Santa. Eram solenidades que nós, crianças então, adorávamos, porque tornavam-se para nós dias de satisfação, visto que não faltavam motivos para nossas traquinadas.Metidos nas calcinhas novas, sapatos apertando os dedos acostumados à liberdade do ar livre, não tinhamos parada, na procura de novidades. Aqui, era um botequim que se abria pra vender doces, pastéis, broas, etc.; ali, uma banca de jogos com seus dados, roletas, tiro ao alvo em maços de cigarro; mais adiante, uma outra coisa qualquer inventada por algum espertalhão, com a finalidade de apanhar dinheiro aos trouxas das roças ou do arraial. Como não havia policiamento que proibisse Às crianças a permanência junto a tais arapucas, percorríamos todas elas e não raro arriscávamos também o nosso tostãozinho numa roda qualquer.As solenidades da Semana Santa sempre atraíam a Carmo da Cachoeira um grande número de pessoas das cidades vizinhas porque, desde tempos anteriores, eram famosas pela ordem, pelos prega…

Mensagem do Padre André.

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Mensagem do Padre André Luiz da Cruz:A obra do Projeto Partilha é uma contribuição às comemorações dos 150 anos da instituição canônica desta paróquia. Buscamos informações esparsas em fontes variadas de consultas espalhadas por este imenso território em seu período colonial, e em arquivos do Conselho Ultramarino. Vasculhamos também livros documentais da paróquia e outras fontes diocesanas. Ouvimos a população e registramos as imagens presentes em sua memória. Lemos poesias, contos e publicações que nos dizem respeito. Conseguimos assim recompor em parte a arquitetura que abrigava as ermidas e outros pontos de manifestação religiosa neste local, no fim do século XVIII e início do século XIX. Convencionamos chamar de “Resgate” o resultado desta busca que ora registramos elevamos ao conhecimento público. Nossa comunidade terá a oportunidade de visualizar como esta cidade se desenvolveu e o que nela existiu. Saberá perceber, vendo nos desenhos artísticos a forma de moradia de nossos ance…

A procissão de Sexta-Feira Santa em Minas Gerais.

A cachoeirense Jacinta Rezende Naves.

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Ajude-nos a contar a história de Carmo da Cachoeira. Aproveite o espaço "comentários" para relatar algo sobre esta foto, histórias, fatos e curiosidades. Assim como casos, fatos e dados históricos referentes a nossa cidade e região.
Próxima imagem: O cachoeirense Evaristo Brasiliense Naves.
Imagem anterior: A Photographia Allemã dos dois irmãos Passig.
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Programação - 23/09/08
3h 30 min
- Procissão da Penitência -
- Roteiro: Matriz N. Sra. Aparecida até à Faxina.
Coordenação Paróquia Nossa Senhora Aparecida

5 h
- Alvorada -
Corporação Musical Luiz Antônio Ribeiro

6h
- Missa na Capela Santa Cruz
(Capela do Padre Victor)
presidida por Dom Diamantino Prata de Carvalho na
- Faxina (Paróquia Nossa Senhora Aparecida)

8h
- Ação Cívica na Praça Cônego Victor

9 h
- Missa no Parque da Mina.

Horário de missas na Matriz: Igreja Nossa Senhora D'Ajuda de Três Pontas, Minas Gerais. 5h/ 6h30min/ 8h30min/ 10h30min/ 12h30min/ 14h30min/ 16h/ 17h30min/ 19h.

Os ataques aos brancos e os quilombos fortificados.

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Em 1746 Gomes Freire de Andradeafirmava que os quilombolas do Campo Grande estavam entrando nos sítios e nos povoados e levavam deles “... não só os bons escravos e escravas mas matando os senhores... cuidando que tudo em tirar negros em lotes de 10-12 de cada sítio os quais hoje com pouca violência os seguem...”1Em uma outra de suas várias cartas a respeito do Quilombo do Campo Grande, Gomes Freire de Andrade afirmava que precisava socorrer “... os miseráveis a que não só os tais negros tem levado os escravos, mas insultando-lhes suas famílias, lhes roubarão, sem deixar-lhes uma camisa...”2Em 1770, a situação ainda era a mesma. Ignácio Correia de Pamplona, escrevendo para o Conde de Valadares, informa que o vigário de Bambui havia lhe escrito contando sobre o “...vexame a aflição em que estão...”. Os quilombolas estavam atacando as fazendas , “destruindo tudo, pondo-o em miserável estado, ultimamente levando os seus escravos e escravas, sem um só lhe deixarem...” 3Ao atacarem sabiam …