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Mostrando postagens de Maio, 2008

Praça do Carmo de Carmo da Cachoeira.

Foto da praça do Carmo, ajude-nos a contar a história de Carmo da Cachoeira. Utilize nosso espaço de comentários para nos escrever sobre esta foto ou outros assuntos relacionados.

Canção de Minha Cidade.

Letra da música Canção de Minha Cidade, classificada em 2º lugar no Primeiro Festival Encanto da Viola, em Carmo da Cachoeira em1986.
Joel Garcia Pereira é o autor destas singelas e doces palavras, que ilustram com certeza sua terra amada. A música que a acompanha também foi escrita por ele, e ficou imortalizada nas vozes dos irmãos Joel, Jovâne e Jobinho, filhos de Antônio Garcia Pereira, o Tuniquinho, e Maria da Conceição Garcia. Minha cidade tão pequena,
Minha gente trabalhadora,
Gente que trabalha no campo,
Tombando terra formando lavouras;
E é assim minha cidade no sul de Minas Gerais,
Vejo terras cobertas pelos lindos cafezais.

Já procurei em outras estâncias,
Outra terra melhor não há,
O sol aqui é tão lindo mais é nosso luar;
Minha cidade muito calma poluição jamais se vê,
Não tem fumaça pelo ar atrapalhando o sol nascer.

Desde o momento em que te deixei,
Nunca mais eu fui feliz,
É um berço abençoado,
No sudeste do meu país;
Suas matas verdejantes
Representam corredeiras
Não há cidade mais bonit…

Os mitos e as expedições.

Existindo ouro ou não, o mito da Lagoa Dourada permaneceu no imaginário colonial e em pleno século XVIII havia uma região no Sertão Oeste de Minas Gerais chamada por este nome. É sintomático que Pamplona, líder de várias expedições que foram enviadas em busca dentre outras coisas de ouro, possuísse neste lugar uma fazenda e de lá exercia seu poder sobre a região.
Gabriel Soares de Souza (1587) foi um dos que também acreditava ser o Sertão uma área rica. Sua crença foi tal que partiu em busca da mesma lagoa. A expedição foi um fracasso e quase todos morreram, inclusive ele. Frei Vicente do Salvador(1627) via a questão sob um outro prisma: além de possuir ouro e prata esta parte de terra retinha também uma outra riqueza - os índios que poderiam ser escravizados. “... Um soldado de crédito me disse que, indo de São Vicente com outros, entraram muitas léguas pelo Sertão, donde trouxeram muitos índios, e em certa paragem lhes disse um que dali a três jornadas estava uma mina de muito ouro l…
de Paulo Costa Campos:
Antônio Aureliano Chaves de Mendonça, político brasileiro, nascido em Três Pontas. Filho de José Vieira de Mendonça e Luzia Chaves de Mendonça, casado com Minervina Sanches de Mendonça. Engenheiro eletrecista e mecânico, pela Escola Federal de Engenharia de Itajubá - MG, exerceu o magistério na EFEI e no Instituto Politécnico da Universidade Federal de Minas Gerais, em Belo Horizonte - MG. Em sua vida pública, como político e administrador, exerceu os seguintes cargos: Suplente de deputado estadual por Minas Gerais pela UDN (1958), assumindo a vaga em 1961; Diretor da Eletrobrás e de Centrais Elétricas Brasileiras (1961); deputado Estadual por Minas Gerais pela UDN (1962), e líder do Governo na Assembléia Legislativa; Secretário de Estado de Minas Gerais, no Governo Magalhães Pinto, ocupando as pastas de Educação (1964) e de Viação e Obras Públicas (1965); eleito deputado federal por Minas Gerais (1966); reeleito na legislatura seguinte (1970). Em 1972 em pronunc…
Ajude-nos a contar um pouco sobre a história de Carmo da Cachoeira. Aproveite o espaço "comentários" para nos contar algo sobre esta foto, histórias, fatos e curiosidades.

Manoel Pereira de Carvalho.

Manoel Pereira de Carvalho inventeario em 1781 os bens de sua mulher Ana Branca de Toledo, que segundo Ary Florenzano era descendente de "Amador Bueno". Dezoito anos depois, em 1797, teve por sua vez seu inventário aberto por sua esposa Águida Maria, filha de Manoel Antônio Rates
“Manoel Pereira de Carvalho, natural de São João del Rey, filho natural de João Pereira de Carvalho já falecido e de Joana Pereira de Carvalho, preta forra escrava que havia sido de seu pai João, também já falecida, casado com Aguida Maria de quem tive cinco filhos, um deles já falecido. Estão vivos: João, Manoel, Aguida e Luzia que todos vivem em minha companhia.”
Bens: - oito escravos; - sítio onde vive (300$000); - outro sítio em sociedade com Manoel da Silveira Goularte (800$000); e - herança do pai da inventariante Manoel Antônio Rates (88$890).
Dotes: - a Luzia Pereira de Carvalho, casada com Antônio Ferreira de Morais (dois escravos); e - a Aguida Maria casada com Manoel José Rodrigues, moradores na …

O palco da barbárie: o Sertão

Para os portugueses da época das Grandes Navegações, “Sertões” eram identificados em quase todas as partes do mundo. Já na Carta de Pero Vaz de Caminha a idéia está presente. No dia 1 de maio de 1500, ele escrevia que: “... Esta terra senhor, me parece que da ponta que mais contra o sul vimos até outra ponta que contra o norte vem, de que nós deste porto houvemos visto, será tamanha que haverá nela bem vinte ou vinte e cinco léguas por costa. Tem, ao longo do mar, nalgumas partes, grandes barreiras, delas vermelhas, delas. Esta publicação já se encontra em sua totalidade gravada em brancas; e a terra por cima toda é chã e muito cheia de grandes arvoredos. De ponta a ponta, é tudo praia-calma, muito chã e muito formosa. Pelo sertão nos pareceu, vista do mar, muito grande, porque a estender os olhos, não podíamos ver senão terra com arvoredos, que nos parecei muito longa...”.Referindo-se às aves, afirmava que “...os arvoredos são muitos e grandes e de infinitas maneiras, não duvido que …
de Figueiredo Júnior: Ei, posso ajudar na busca? Tive uma ancestral daí. Estou fazendo minha árvore genealógica e feliz porque, além de amar o mangalarga tenho uma ancestral aí, vizinha da Fazenda Chamusca, onde morou a Jóia da Chamusca. A Jóia como animal de meus amores, e dona Ana Eliza de Figueiredo, moradora na Freguesia da Cachoeira dos Rattes, minha ancestral. Encestando mais uma vez. de voluntários na busca: Esse não conheceu a Jóia, acho. Mas, certamente conhecia sua história e ... ... outras histórias. Ele nasceu no Quilombo do Maranhão, êta fazenda Maranhão do Monsenhor Lefort prá ter história... .... ... ... ... ... Conheça uma pessoa nascida neste Quilombinho. Seu nome é Reduzino Flauzino do Nascimento e foi casado com Maria de Nazare - MG. Só que esta Maria de Nazaré não é Nossa Senhora mãe de Jesus, né....rrrrrsssss Vá no google buscar reposta que você encontra todo o povo desse pessoal.....

A vargem das boiadas na Cachoeira dos Rates.

Os anos passaram, no entanto, o termo “Vargem das Boiadas”, continua sendo citado, como o local onde antigamente ficavam as tropas que passavam pelo sítio Cachoeira, e naquele local por muito tempo ainda houve a presença de animais:
Escriptura de Compra e Venda no ano do Nascimento de Nosso Senhor Jesus Christo de mil nove centos e dezoito. Aos dezenove dias do mês de novembro do mesmo anno, neste districto do Carmo da Cachoeira, Comarca da Varginha, Estado de Minas Gerais. ... João Pedro da Silva e sua mulher Ernestina Olina d’Azevedo, possuidores de uma casa e seu terreno dividida e compreendida nas divizas seguintes: iniciando no Ribeirão até encontrar a moita de bambu em divisa com o falecido Thomé Monteiro da Costa, e desta com os fundos das casa do fallecido Camillo João Martins, e dos herdeiros do finado Antônio dos Santos, do fallecido Domingos – vulgo Guará do fallecido João Rodrigues de Lima até encontrar a cerca d’arame de Godofredo José Caldeira,na Vargem das boiadas, segu…

Ausência de uma ermida.

Não há como não estranhar a ausência de uma ermida no sítio Cachoeira, mas entendendo a visão da Igreja que sempre foi cuidadosa em não permitir a influência do material sobre o sacro, e analisando o ambiente que era a casa dos Rates, chegamos ao um entendimento. A presença dos símbolos sagrados não podiam conviver com a situação daquele local, onde as filhas do patriarca possuíam diversos filhos fora de matrimônio, o que contraria as regras da Igreja. Além deste fato o local era um ponto comercial que servia como arranchação, chegando a ser conhecida como Vargem das Boiadas, com a constante presença dos tropeiros e boiadeiros, homens aproveitavam estas paradas para ingerirem as bebidas espirituosas, como eram chamadas em alguns processos canônicos da época.

Com muito amor nos respaldamos no Evangelho de João que nos conta as admiráveis palavras que Jesus disse à samaritina:

Mas a hora virá, e já chegou, em que os verdadeiros adoradores hão de adorar o PAI em espírito e verdade, pois t…

Definição de sertão.

As diferentes imagens criadas sobre os Sertões revestiram-se não apenas de significados geográficos mostrados sempre como áreas distantes do litoral e no interior de uma dada região, como também carregaram consigo representações com sentidos mais sutis, que de uma forma ou de outra acabaram por personificar estas regiões. A principal imagem criada para o Sertão foi, via de regra, a de uma área rebelde que precisava ser controlada e domesticada. Era assim também que os habitantes de Minas Gerais no século XVIII viam o Sertão. Entretanto, para se construir uma idéia sobre o que seria esta área neste momento é necessário recuar no tempo e resgatar os primórdios destas concepções. Etimologicamente, Sertão é um local inculto, distante de povoações ou de terras cultivadas e longe da costa. É oriundo do radical latino “desertanu” que se traduz como uma idéia geográfica e espacial de deserto, de interior e de vazio. Em fontes de procedências variadas, o fato do Sertão ser identificado enquant…
de Projeto Partilha: Bem Viver: audiência do dia 22/06/1868. Juiz de Paz Antônio Dias Pereira de Oliveira. "Apareceu André Martins de Andrade e procurador de major Gabriel José Junqueira (..) outros nomes presentes: Francisco de Paula Mafra Sobrinho; José Paulino Mafra e sua mulher Francisca Ignácia; João Capistrano (de menor idade); Antônio da Silva Machado e sua mulher Maria Paulina e Antônio Heroíno Pereira e sua mulher Marianna, a fim dos mesmos anuirem-se amigavelmente a divisão e partinharem a fazenda Retiro (depois Couro do Cervo), segundo os títulos legais que cada um d'estes em Juizo,(...)". Obs: os citados como "outros nomes presentes" tinham uma posição no caso e que estava assim verbalizado através de Antônio da Silva Machado: "que estão promptos a anuirem-se a respectiva divizão com tanto que seja bazeada na sentença, que obtiverão seos avós pela relação de Pernambuco, único documento que os mesmos tem, e por isso o Juiz deo a estes (...) corre…

Um leitor atento.

O maior orgulho de carmodacachoeira.blogspot.com é de longe a qualidade de seus leitores. A atenção dispensada por vocês a este blog se reflete em números: enquanto o leitor médio dos blogs de cunho histórico ficam em média dois minutos, aqui ficam quase seis. Isto significa que não estão simplesmente navegando, e sim param e lêem as matérias.
Obrigado a todos.

O casamento de Joaquim e Rita.

“23 de junho de 1864 casamento de Joaquim Praxedes da Costa, com Rita Cândida de Souza, filha de José Pedro Fernandes e Generosa da Costa, no Altar da Casa Nova”.
A ermida da casa nova dos Rates ficava do lado direito da casa, com uma porta independente e duas janelas, nesta Ermida realizaram-se diversas cerimônias da comunidade cachoeirense. A segunda casa construída pela família Rates estava localizada entre a casa do sítio Cachoeira e o futuro arraial, onde hoje é a rua denominada Domingos Ribeiro de Rezende esquina com a rua Odilon Pereira, no terreno vago em frente ao prédio onde hoje funciona o Programa Social Familiar.
Após família deixar a residência, ela serviu para o exercício de funções civis e religiosas. Uma subdivisão interna possibilitava o exercício de religiosidade na ermida da Casa Nova, enquanto em outra ala o subdelegado exercia suas funções para assinar os processos judiciais de “Bem Viver”.

O Sertão das Minas Gerais.

As definições para o termo Sertão são vastas e sofreram, desde o século XVI, processos que buscaram incorporar concepções diversas aos significados primários do termo. Entretanto, algumas características intrínsecas a este conceito podem ser identificadas, ainda que em momentos históricos diferentes. Uma delas remete ao aspecto geográfico, associando Sertão à região oposta ao litoral. Todavia, esta definição não delimita onde começaria o Sertão, apenas o relaciona com o interior do continente. A segunda, identifica-o como sendo um lugar onde a civilização ainda não teria chegado, ou o processo civilizatório não estaria totalmente efetuado. Esta região, portanto, não seria nem uma área civilizada e nem impossível de ser conquistada e trazida à civilização.
O sertão tem uma característica: a de ser uma área de fronteira, assim definida por Amado: “ ... regiões em processo de conquista e de integração à nação, onde foi comum duas ou mais culturas se encontrarem ou confrontarem...”
Assim, o…
de Carlos Alberto:
Respondendo aos Amantes da Cachoeira dos Rates: O clima de Carmo da Cachoeira é o clima da maioria das cidades do sul de minas, ou seja, muito calor no verão e muito frio no inverno. Infelizmente não temos festival de inverno, como também não temos serestas com o Zola. Em julho, por comemoração do aniversário da criação do distrito, é realizada uma festa que se tornou tradicional. Dura em torno de 10 dias, termina no dia da Padroeira Nª Sª do Carmo (16/07). Várias bandas e artistas se apresentam, tem barracas com bebidas e alimentação. Quanto ao Jovane e Jobinho, estes formam uma dupla que realiza shows pela região com estilos musicais diversificados, e o Tiãozinho também é músico e cantor e se apresenta pela região. Um grande abraço aos amantes da Cachoeira dos Rates.

Expedição Villas-Bôas.

Conheça mais sobre nossos povos indígenas neste interessante site.

Tabela Cronológica 18 - Carmo da Cachoeira

1890ü24/Jan – obrigatoriedade do casamento civil;ü1/Abr – “... compareceu o inspetor do 1° quarteirão Eugênio Benedicto da Silva e declarou haver nascido uma filha de Constantino de tal e Cândida Teodora de Jesus”; (Livro n° 1 de Cachoeira, fl45);ü20/Mai – a cidade de Varginha foi elevada à Comarca, tendo como primeiro juiz de direito o doutor José Maria Pinto Coelho e juiz municipal o doutor João Evangelista da Silva Frota;ü27/Ago – Decreto Provincial n° 789: secularizou os cemitérios, passando da Igreja para as municipalidades usando o termo Cemitério Municipal;üeleita a Assembléia Constituinte;üfundado o primeiro jornal em Varginha a Gazeta de Varginha; eüfoi presidente da Câmara de Varginha o coronel José Justiniano de Rezende e Silva.1891ü24/Fev – promulgada a Constituição da República dos Estados Unidos do Brasil, na qual o catolicismo deixou de ser a religião oficial do Estado;ü13/Mai – “Evaristo Gomes de Paiva vende a Augusto Ribeiro Naves, nesta freguesia de Carmo da Cachoeir…

Do mito à guerra.

De acordo com diferentes documentos, Ambrósio teria sido o chefe do quilombo destruído em 1746. Para alguns estudiosos teria morrido na batalha; outros afirmam que não só escapou, como fundou o segundo Quilombo do Ambrósio ou Quilombo do Campo Grande. Novamente, o que importa é que Ambrósio conseguiu permanecer no imaginário da população não só negra como também branca, e está presente como sendo o grande líder. Esta mesma história informa que a razão para o ataque ao quilombo foi a traição de Pedro Rebolo que, ao fugir, contou sobre a estrutura quilombola. As razões oficiais que constam na documentação mineira do século XVIII, relatam a existência de um plano geral dos escravos e dos quilombolas para se rebelarem no dia de Endoenças (3.4.1756) e matarem todos os brancos. A rebelião não ocorreu e não se sabe nem se ela teria sido planejada de fato. Mas, em 1757 o governador Gomes Freire Andrade confirmava que ainda estava reunindo forças para destruir o quilombo: “Às Câmaras da Capita…

Álbum de fotos da fazenda Córrego das Pedras.

Uma carta ao pastor.

Ao Reverendíssimo Dom Diamantino Prata de Carvalho.
Digníssimo Bispo da Diocese da Campanha.

OConselho Paroquial Pastoral da Carmo da Cachoeira”, CPP, em reunião de estudos, reflete e discute a partir de algumas questões norteadoras.
São elas: Missão da Igreja, apreciação da realidade e discernimentos sobre os novos desafios. Em Carmo da Cachoeira optou-se por estes temas surgidos da 41ª Assembléia-Geral da CNBB, realizada em Itaici de 30 de abril a 9 de maio de 2003. Foi a reunião que traçou as “diretrizes” da ação evangelizadora da Igreja no Brasil e cujo conteúdo ainda não foi totalmente explorado.
Com o livro em mãos, lê-se a nota introdutória, (p.q.): “A Igreja inserida na história e atenta à realidade, mantendo sua identidade, procura discernir os desígnios nos sinais do tempo.” Foi a partir deste impulso que o Conselho reunido sintetizou sua percepção da “realidade” neste ano de 2008 em Carmo da Cachoeira. Foca sua reflexão em quatro pontos: “os medos”; “a reação das pessoas diant…

O importante é resgatar e perceber.

O manuscrito de Januário Pinto Moreira - que teria ouvido a história de seu mestre, o Padre Caturra - as narrativas voltam-se para o século XVIII. Isto, porém, não significa que Carmo Gama não tenha também colocado seus valores e sua visão de mundo do final do século XIX no relato que ora temos em mãos. A Lenda Quilombola resgata vários elementos presentes na documentação do século XVIII, e através do discurso de Gama percebe-se algumas continuidades importantes para identificar a compreensão que a sociedade tinha sobre os escravos e, principalmente, sobre os quilombolas.

A segunda questão-problema que surge ao lidarmos com este tipo de fonte é a veracidade dos fatos apresentados. Como identificar no emaranhado de informações prestadas pelo texto aquilo que realmente ocorreu, a opinião de Carmo Gama, o que foi escrito por Januário P. Moreira , o contado por Caturra e o que seria senso comum? Esta questão apresenta-se bastante complexa, mas o real problema não está localizado na falsida…
de Correia de Mello:
... Foi com a leveza de seu comentário que iniciei este meu domingo ensolarado e outonal de maio. Abri a janela que dá para o mar, e senti sua brisa gelada. Passou pela minha mente a realidade urbana de hoje. Fragmentada, multifacelada, descomprometida. Da linguagem atual nem se fala. Há uma implosão de informações. São modernos, inquestionavelmente. Falam em espaçonaves, guerrilhas, crimes, fenônemos climáticos irreversívies, ciclones, presidentes, aumento da temperatura global do planeta, presidentes, artistas, pernas, braços, dentes, rostos, mãos. Tudo em comunicação rápida. Me pergunto sobre o caminho inverso, que foi percorrido pelos adeptos da boa leitura e da formação como a sua, com um mundo povoado pelas pureza de seus personagens. Lembrei-me das bandinhas e dos coretos, da viola e ... ... ... seretas. Hoje, só fragmentos. Um ótimo domingo a você, a mim e a toda humanidade em seu fragmento globalizado. de Ana Carolina:
Muita gente acha que os animais são br…

Álbum de fotos da Fazenda Córrego das Pedras.

Os Conselhos e a Igreja.

A Igreja de Deus em ação é formada por discípulos integrados e com conhecimento de suas responsabilidades religiosas. Um ponto de ligação de seu ser com o sagrado, com divino na face da terra. Segundo a parábola doBom Pastor, discípulos se alimentam da palavra: "As ovelhas o seguem porque conhecem sua voz." (Jo 10,4). A harmonia entre as ações dos membros da comunidade de Deus se faz graças ao envolvimento de todos. As diretrizes traçadas pelo Episcopado atentam para anseios da comunidade, e a ele são transmitidas pelos Conselhos de Base. AV Conferência Geral do Episcopado Latino-Americano e do Caribe redigiu o texto conclusivo de seu encontro que aconteceu em Aparecida, São Paulo, de 13 a 31 de maio de 2007, e que está sendo divulgado como, Documento de Aparecida. Este documento é o norteador atual das açoes da Diocese da Campanha, e das Paróquias a ela ligada. Ele estimula a ação evangelizadora da Igreja, chamada a fazer de todos os seus membros, discípulos e missíonários de…

Uma lenda quilomba.

Em março de 1900 Carmo Gama concluía esta história intitulada “Lenda Quilombola”, relatando a saga dos jesuítas em fuga pelos Sertões Mineiros quando foram expulsos por Pombal, em 1759, e a posterior criação de uma cidadela, ou quilombo, para abrigar os negros e assassinos que os auxiliaram nas lutas travadas com as autoridades. O texto é marcadamente favorável aos jesuítas, mostrando a harmoniosa sociedade quilombola criada sob as ordens dos religiosos e mantida sob o domínio do grande líder negro Ambrósio.

Completando o quadro, Gama afirma que os escravos dos Jesuítas eram seres de boas índoles porque haviam sido educados, catequizados e purificados da barbárie em que viviam. Comentando sobre o tratamento que os Jesuítas dispensavam aos seus cativos, assim se refere: “...pretendendo fazer do escravo, senão um sócio, pelo menos um amigo e um braço forte e pronto para as emergências da vida, os jesuítas educaram-nos, ilustrando-os quanto possível, aproveitando as boas qualidades que re…
de Rogerio Vilela:
Padre Figueiredo era meu primo, me lembro quando veio celebrar sua primeira missa em carmo da cachoeira, fez uma visita aos parentes e quando chegou em nossa casa ninguem acreditou, pois foi a primeira vez que vimos um padre fora da batina, foi um susto. O padrinho de batismo dele mencionado era o meu avo, pai de meu pai, casado com Ercilia Dias Oliveira, irmã de Olga Dias Oliveira mãe do Padre Figueiredo e tambem irmã de Ema Dias Oliveira, madrinha de batismo do mesmo. Homenagem merecida. de Anjos do Bem: Consciências do amor puro - aquelas que não estão contaminadas com as emoções que se manifestam sob a forma de mêdo, angustia, ódio, rancor, ciúme, orgulho, afeição, carinho, proteção, dedicação, entre tantas outras formas positivas, olhai e guiai as ações dos filhos do planeta Terra. Eles são bem intencionados, porém imaturos. de Greepeace: "Minas na rota dos terremotos". O jornal Minas (e-mail: minas@hojeemdia.com.br) do dia 8/10/2002, p.13 publica um aler…
Ajude-nos a contar a história de nossa cidade. Aproveite este espaço para comentar sobre esta foto e sobre as outras de nosso álbum de fotos.

O Batismo de Antônio.

Ao chegar a Santa Igreja e receber o sacramento do batismo, líquido de luz, inaugura-se o levante dos meios, corações que carregamos, esperanças, arco-íris que brilham nesse etéreo, tão real, tão espiritual, tão próximos de Deus Pai.
Mais que um símbolo do nascimento para a vida espiritual. A imersão d’alma em um balsamo de luz divina.
Um dia eu volto e também aqui serei fiel filho de Deus e pai de tantos filhos desta terra.


Aos oito dias de outubro de mil novecentos e trinta e oito, nesta matriz de Carmo da Cachoeira, batizei solenemente a Antônio, nascido nesta Freguesia aos três dias de março de mil novecentos e trinta e oito, filho legítimo de João Batista Vilela de Figueiredo e Olga Dias de Oliveira, moradores nesta paróquia. Foram padrinhos: Custódio Vilela Palmeira e Ema Dias de Oliveira”.


Antônio foi o Padre Antônio Braz de Figueiredo, falecido em 2004. No exercício de seu pastorado, rezou, aqui em Carmo da Cachoeira missas e realizou vários casamentos. Seus pais que viviam na z…