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Mostrando postagens de Abril, 2008

O Tropeiro de Carmo da Cachoeira.

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- Antônio Carlos Reis da Rocha -
André, o tropeiro desta história é filho de Joaquim Fernandes Reis, o Quinzinho e Mariana Reis
Certa feita, em um pouso, com a tropa a descansar
Estava André o velho tropeiro
Junto ao fogo, seu café a passar
Ia para o Rio de Janeiro
Levando produtos de Carmo da Cachoeira
Lá do interior da terra mineira

De repente um tropel de cavalo ouviu
E à sua frente um cavaleiro surgiu
Disse-lhe o homem; tropeiro, bom dia
A ferragem de meu animal pode verificar?
E apeando com elegância e fidalguia
Começou com ele a prosear

Bem à frente de sua comitiva, o cavaleiro solitário
Querendo sua saudade matar
Pede ao tropeiro para em um couro repousar

Após ter repousado
E o café do tropeiro tomado
Senta-se junto ao fogo e sua história foi contando
E após um bom tempo, sua comitiva foi chegando

Com seu jeito matreiro, educado, característica do povo mineiro
Pergunta André ao nobre cavaleiro
Quem é o Senhor que não teme andar por esta serra sozinho
Deixando sua comitiva tão longe em seu caminho?

Pel…

Tabela Cronológica 16 - Carmo da Cachoeira

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1870üLançamento do Manifesto Republicano;üLavras se tornou comarca; eüassumiu como juiz de paz em Carmo da Cachoeira, o Dr. Custódio Villela Palmeira.1870 a 1930- Ciclo do Café -1871ü28/Abril – Morreu Maria Teresa Villela, viúva de Francisco Inácio de Souza. Em seu inventário, Rita Vitalina pede para ser substituída como inventariante de Maria Teresa por Inácio Lopes Guimarães fazendeiro estabelecido em Carmo da Cachoeira, ou na sua recusa que apontava um segundo nome para substituí-lo: Francisco de Assis de Souza. (Lavras, arquivo CEMEC.cx 171);ü28/Set – Lei 2.040: Lei do Ventre Livre, proposto pelo visconde do Rio Branco; eü19/Nov até 3/9/1873 – paroquiato do Padre Baltazar Corrêa Simões de Barros em Carmo da Cachoeira.18731873-1878 – construção de Escola Pública em Carmo da Cachoeira.ü14/Jul – divisão das fazendas no espolio de Martinho e Mariana. João Alves Gouvêa, o Barão de Lavras passou a ser o único proprietário da fazenda Chamusca, dos Comuns e Cachoeira, e entraram também no…
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De: MGQUILOMBO - O Quilombo Minas Gerais
Prezados colegas. Agradecemos pelo envio do link de seu site, "Carmodacachoeira". Pedimos sua autorização para incluir seu link na nossa lista de linksquilombolas. Quanto à matéria "O Quilombo da Chamusca", pedimos ao colega pesquisador que nos envie uma cópia "traduzida" para o português atual do documento "APM, SC 56" para publicarmos no mgquilombo e, assim, dar mais subsídios para que ele receba opiniões de nossos quilombolas sobre a matéria publicada no site "Carmodacachoeira". De uma forma ou de outra, parabenizammos esse site e toda sua equipe. Um abraço da Equipe MGQUILOMBO Quilombo Minas.

A capela...

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Clique na tarja acima e veja foto de uma antiga capela.
Aproveite a oportunidade para discutir sobre história deste local.

Vital Brazil, um Mineiro de Campanha.

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Clique na imagem acima e conheça esta obra:
VITAL BRAZIL, Mineiro da Campanha, uma genealogia brasileira.

Quatro fatos na fazenda Pinheiros.

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Ø Inventário de Maria Vitória de Resende, tendo como inventariante seu marido João Vilela Fialho, nafreguesia de Luminárias, termo de Lavras, em 1884, tendo como louvados: José Vilela de Resende e Severino Ribeiro de Resende. Declarou em casa de residência do inventariante, na fazenda dos Pinheiros, que faleceu sua mulher no dia 31 de julho de 1884 deixando cinco filhos: João Tomas de Aquino Vilela, casado com Amélia Augusta Vilela da Silva; Ana Emidia Vilela casada com João de Resende Branquinho; Maria Balbina Vilela, casada com João Vilela de Resende; Mariana Eudoxia Vilela, solteira 21 anos e Antônio de Resende Vilela, órfão com 16 anos. Deixou vinte e seis escravos e como bens de raiz:
- Terras na fazenda dos Pinheiros que divide com Custódio Vilela Palmeira, José Vilela de Resende, Francisco de Paula Resende, Antônio Severiano de Gouveia e Antônio dos Reis e Silva;
- terreiro da fazenda e suas benfeitorias;
- benfeitorias da fazenda na estrada que vai para o Rio Verde no lugar deno…

Água, uma dádiva.

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atenção: imagem gigante


Clique na tarja acima e veja este documento de 18 de fevereiro de 1926, em papel timbrado com o símbolo doEstado de Minas Gerais e os termos nele contido "Libertas Quae Sera Tamen", a Camara Muncipal de Varginha, em 18 de fevereiro de 1926 passa "escriptura particular de cessão da servidão de um manancial para o abastecimento da séde do districto do Carmo da Cachoeira". No ato da referida cessão esteve presente como cedente Gabriel Justiniano dos Reise sua mulher, dona Anna Reis, e como outorgada cessionária, a Camara Municipal de Varginha. Consta do termo, "(...) por elles foi dito que eram senhores e possuidores, a juto título, de um manancial nas corcunsvisinhanças da séde do districto, no logar denominado "Capitinga", de onde parte a água que abastece o mesmo districto, cuja servidão cedem como cedido tem a Camara Municipal de Varginha(...). A Camara estava representada pelo farmaceutico Álvaro de Paula Costa, seu …

Suas mensagens...

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de Jovem a caminho da ordenação:Jesus disse: "Ninguém vem ao Pai, senão por mim". Pela fé que Padre Bernardo alimentava em Jesus e em Santo Sacrifício em prol da humanidade, hoje, goza da Vida Eterna junto ao Pai. de Projeto Partilha@:Diomar. O Projeto Partilha agradece seu trabalho voluntário. Acordou cedinho, e fez o registro da procisão, gravando-a em vídeo. Hoje podemos rever a procissão, e perceber o quão devoto é o povo cachoeirense. Não só hoje, também no futuro proximo, e futuro. Diomar, você entrou para a história de Carmo da Cachoeira. Parabéns por mais esta participação. de Conselho:Obrigado por nos fazer relembrar este maravilhoso hino que marcou o ano do Sesquicentenário de nossa Paróquia. Parabéns a todos os participantes deste Projeto. de Leonor Rizzi:Aproveite e vejam descendentes de gente de nossa região em São José de Capitinga (MG), em Mariana de Souza Monteiro. Esclarecimento: a troca do termo Capitenga por Capetenga foi devido ao "uso tradicional lo…

Aos que partiram desta vida.

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A todos esses irmãos, e seus familiares, aqui representados por alguém que viveu dentro da Igreja, dedicando a ela sua vida. Na fé, reafirmamos novos encontros, em outras estações de embarque e desembarque, presentes em nossas existências. A meta, integrar-se à luz, fundindo-se no Triângulo Sagrado: Pai, Filho e Espírito Santo. Para representar a todos chamamos a lembrança de Maria Pereira, nossa irmã em Cristo Salvador.

Anna Reis e outras histórias.

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A devota da divina providênciaAnna Reis, mãe de dona Zilah, casada com o senhor Percy. Ela, filha de Antônio dos Reis Silva, batizado em 05/09/1808, e Maria Cândida Branquinho, filha de João Damasceno Branquinho, da fazenda Boa Vista. Estudiosos da família têm encontrado respostas navegando, dada a existência de farto material disponibilizado pela Internet. O Projeto Partilha utiliza-se este recurso e encomenda ainda pesquisas, para nomes ainda não disponibilizados, neste esforço ainda estamos estudando a ligação de nomes e fatos que ainda não se encaixam perfeitamente na história de Carmo da Cachoeira. Alguns exemplos:
- Nas raízes dos "Branquinhos" está dona Ângela Ribeiro de Moraes;
- no engenho do Peixe em 1821, a presença de Juliana Maria de Almeida(também é encontrada como Juliana de Almeida e Silva ou só Almeida). Filha de dona Genoveva de Almeida e Silva, casada com Manoel Coelho dos Santos. Inv. SJDR, ano 1840. Juliana casou-se com Thomaz (Tomaz) Mendes (dos Santos), …

A banda.

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Clique na tarja acima e veja esta antiga foto deste grupo musical, aproveite para dar a sua opinião em nossos comentários.

À Esméria por relevantes serviços...

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senha: gapaatenção: imagem gigante Clique na tarja acima e veja um interessante documento de 04 de janeiro de 1889, em que Rita Vitalina de Souza (Rita Victalina), casada com José Fernandes Avelino e filha de Teresa Villela, declara doar à sua escrava Esméria um terreno em Carmo da Cachoeira. Foram testemunhas: Antônio Dias Pereira de Oliveira e Domingos José Pereira de Carvalho. Disponibilizamos também uma versão em baixa qualidade em nosso arquivo de documentos.

Suas mensagens...

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de: Gilberto Silva Lemes
Luciana Maria Rosa aos 19-10-1785 casou-se com Antonio de Araújo de Abreu, filho de João de Araújo de Abreu e Cipriana Antonia Rates.
Campanha-MG - casamentos -. aos 19-10-1785 Antonio de Araujo de Abreu, f.l. de João de Araujo de Abreu e deCipriana Antonia Rates, n/b na freguesia de S. João del Rei; = Luciana Maria Roza, filha natural do Alferes Thome Martins Ribeiro e de Maria Correa de S. Anna, n/b nesta freguesia.
conforme discriminação abaixo:
web: http://geocities.yahoo.com.br/projetocompartilhar/
e-mail: projetocompartilhar@yahoo.com.br
inventário de Maria Alves porciúncula: http://br.geocities.com/projetocompartilhar5/mariaalvesdaporciuncula1789.htm
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de: Raty
Digo sempre. Cada dia uma surpresa. Essa Carmo da Cachoeira é realmente muito, muito especial. Aglutina gente muito interessante e voltada a qualidade de vida. Parabéns Pe. André por estar a frente desta paróquia, sob o manto de Nossa Senhora. # de: Projeto Partilha@ Nossos votos são a de que essas faixas e…

fazenda Capitinga

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Afazenda Capitinga entra na história como benemérita, pois seus proprietários, Gabriel Justiniano dos Reis e sua esposa Anna Reis, num ato nobre, digno e altruísta, cederam para uso do distrito, a água de seu manancial e da qual a população faz uso até hoje.Gratidão e amor incondicional, a Mãe Natureza e aos seus filhos altruístas.
"Biézinho da Capitinga", pai de Dona Zilá, da Bahia e da Lulu, eis como era conhecido este altruista doador das águas, que serviram num primeiro momento o Arraial do Carmo da Cachoeira. Biézinho, foi o construtor da casa da "Lulú da Capitinga", in memoriam.

Os Lemes.

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Clique na tarja a cima e conheça este interessante blog. Aproveite para discutir em nossos comentários a importância ou não desta família em nossa região !@!

Honra.

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Dicionário Michaelis:
dignidadedig.ni.da.desf (lat dignitate) 1 Modo de proceder que infunde respeito. 2 Elevação ou grandeza moral. 3 Honra. 4 Autoridade, gravidade. 5 Qualidade daquele ou daquilo que é nobre e grande. ... 8 Respeitabilidade. 9 Pundonor, seriedade...
Esta é em síntese o objetivo deste programa pioneiro, que tem como meta "executar a ações legítimas de combate ao desemprego, ao ócio, a fome, ao abandono e a desumanidade". O Programa foi o meio mais simples e acessível encontrado para criar uma condição viável e imediata de amenizar o sofrimento de grande parte da população obrigada a sobreviver de forma miserável, às margens da sociedade; valorizando o trabalho voluntário como ação efetiva de combate à ociosidade, ao abandono e à desumanidade , consequentemente, ao desemprego e à fome. Metas 1 - para os homens e mulheres de boa vontade - criar alternativas honestas e seguras para pessoas físicas e jurídicas, que motivadas pelo amor ao próximo, possam contribuir pa…

O arraial na Cachoeira dos Rates.

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O antigo arraial da Cachoeira encontra seus primeiros documentos registrados em Carrancas e vinculado a Lavras do Funil. Na fazenda Boa Vista, sede do distrito de Carmo da Boa Vista1 morava José Joaquim Gomes Branquinho2, devoto de Nossa Senhora do Carmo, conforme consta em seu inventário3:

“...ordeno que meu corpo seja amortalhado no hábito da Senhora do Carmo de quem sou irmão terceiro e sepultado na igreja matriz ou capela mais vizinha do meu falecimento...” - deixando a cada afilhado 50$000 e a para as obras da Senhora do Carmo 100$000. 4

O antigo distrito de Carmo da Boa Vista deixou de existir a capela de São Bento foi abandonada com a morte do Padre José Ferreira, em 17845. Mais ou menos nos meados do Século XVIII o Padre Bento Ferreira construiu uma capela dedicada a São Bento e deu-lhe como patrimônio parte de suas terras. O restante ficou constituindo a fazenda do Campo Belo. Em 1739, Marta Amato, genealogista, encontra informações de que pertenciam a Igreja de Nossa Senhora d…

Congregação das Irmãs Auxiliares.

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Congregação das Irmãs Auxiliares de Nossa Senhora da Piedade
ØIrmã Iracema Lazara Santiago – Belo Horizonte
ØTerezinha Santiago Silva – Casa de Retiros – Caeté/MG – Filha de João Batista Santiago e Laudomira Libania da Silva
ØMaria Aparecida Santiago – Instituto São Luis Serra da Piedade – Caeté/MG – Filha de Sebastião José Santiago e Maria do Carmo Sales Santiago
ØMárcia Almeida Santiago – Rio de Janeiro – Filha de Lázaro Batista de Santiago e Filha de Lucy Almeida
ØTatiane de Jesus Alves – Irmã Vera – Carmo da Cachoeira/MG - Filha de Jair Alves e Carmem de Jesus das Dores.


Tabela Cronológica 15 - Carmo da Cachoeira

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1860ü20/Mai – foi nomeado o tenente-coronel João Ferreira de Aquino, residente na vila de Lavras, para acompanhar e inspecionar a execução do contrato de cruzamento para o aprimoramento das raças entre o cavalo Mortimer e éguas das fazendas: Chamusca, Atalho e Campo Belo. (Arquivo Público Mineiro - Seção Provincial, SP548, pp.120-124, Ofícios sobre a agricultura e comércio); eüdenominação oficial da Paróquia do Santíssimo Coração de Jesus à vila de Três Corações do Rio Verde.1861üNasceu João Baptista Ribeiro da Luz, que foi casado com Mariana Clara de Mello; eüo fabriqueiro José Selestino Terra e o Vigário Joaquim Antônio de Rezende registram no Livro Fábrica as primeiras notas: Balbino Francisco Xavier, Claudina Maria Terra e contribuem para sepultura da sogra de João Villela Fialho com 6$000.1862ü16/Ago – morreu Francisco Inácio de Souza, pai de Rita Vitalina de Souza, em Carmo da Cachoeira;üFrancisco de Paula Cândido era o escrivão interino de notas na freguesia do Carmo da Cachoei…

As Novas Gerações e aos jovens da Melhor Idade

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Homenageamos aqui na figura de Vovó Maria, a Maria do Omar, cidadã de 85 anos, a todos os jovens da Melhor Idade da Paróquia Nossa Senhora do Carmo de Carmo da Cachoeira. E através de Luiz Paulo, enviamos impulso transformador, que deverá conduzir as novas gerações, no sentido de conhecer o passado da terra que lhes serviu de berço, e assim aprendam a preservar este fantástico patrimônio cultural e religioso.

Retrato de minha terra

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– Marília de Lourdes Rezende Bittencourt -


Cachoeira de Nossa Senhora do Carmo
Da família Rates
De gente
Que sempre honrou seu nome.

Cachoeira de escritores, poetas,
De políticos, coronéis,
Que contam e cantam a sua história.

Cachoeira dos grandes cafezais,
De apanhadores de café
De mãos calejadas,
Que ao alvor da aurora
Saem cantando
Pra ganhar o pão de cada dia.
Cachoeira de gente confiante, trabalhadora,
Que luta pelo seu progresso,
Para vê-la brilhando
No cenário dos pais.

Cachoeira de jovens esperançosos,
Que confiam e esperam, um dia,
Estudar, lutar, vencer,
Pra no futuro,
Engrandecer o nome de sua terra.

Cachoeira alegre, hospitaleira,
De gente amiga e acolhedora
Que recebe o visitante
De braços abertos.

Cachoeira de todos nós,
Velhos, jovens, crianças,
Que trazem dentro do coração,
A esperança de dias melhores.

É por isso e muito mais
Que eu te amo,
Minha Carmo da Cachoeira!
Pequenina, mas gigante,
Porque o amor de seu povo
É maior que o céu, que o mar,
Que o infinito!

Carmo da Cachoeira,
Minha terra natal,
Como me…

Sítio da Cachoeira.

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A presença da família de Manoel Antônio Rates nos levou a uma busca de informações. Pelo material levantado, percebeu-se uma intensa ligação da família com vários outros locais sul-mineiros, A atividade comercial do pioneiro facilitava esta articulação. Pela sua origem freqüentava Carrancas, São João del Rey, e demais regiões.
Seus filhos e netos foram batizados em diferentes ermidas presentes em várias fazendas. Foram padrinhos em casamentos e batizados em diversas localidades. O nome de Manoel Antônio Rates, bem como de seus filhos, são citados em diversos documentos e inventários.
Apadrinhamentos entre esses antigos moradores nos mostram a interligação existente do sítio Cachoeira, de Manoel Antônio Rates às outras fazendas. Lá ia o Manoel à Padre Bento, hoje São Bento Abade; ia às Lavras do Funil; ia aos Farias; e ia também aos: Garcias, Figueiredos, Gouveias. Nesta época, Carmo nada mais era que um ponto próximo a Lavras do Funil, que por sua vez pertencia a freguesia de Carrancas.…

A igreja e a casa do subdelegado.

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Com as vistas voltadas para o poente, o arraial deixa amostra ao fundo, a casa do subdelegado José Fernandes Avelino, que doou terras para a formação do Patrimônio da Paróquia Nossa Senhora do Carmo. Ele foi casado duas vezes, uma com Maria Clara Umbelina e enviuvando-se, José Avelino casou-se com Rita Victalina de Souza, encontramos alguns documentos assinados nesta residência e correspondem ao exercício a sua função de subdelegado. Hoje moram n residência dos herdeiros de Julio Garcia, ficando a casa na esquina das ruas Dr. Veiga Lima com Dr. Tiburcio.
A casa a direita é de Mathias Antônio Moinhos de Vilhena e Maria Carolina Gouvêa de Vilhena, pais do Doutor Mathias Moinhos de Vilhena, que nasceu na Fazenda Chamusca, fez seus estudos no Colégio Cachoeirense e casou-se com Iraydes Paiva de Vilhena.
A chamada vila da Cachoeira, na gestão do presidente da câmara municipal de Varginha, cargo correspondente hoje a de prefeito, no período de 1895 a 1897, tinha uma representação ou sub-admin…