Pular para o conteúdo principal

Tabela Cronológica 7 - Carmo da Cachoeira

Tabela 7
- de 1770 até a Inconfidência Mineira -

1770

ü 23/Mar – Padre Francisco Alves Torres recebeu provisão para capela de São Tomé, na serra das Letras;

ü 18/Jul – sesmaria na paragem do Servo e em Barra do Bom Caldo (SC. 172pp. 46. Seção Colonial, no Arquivo Público Mineiro);

ü o conde de Valadares informou em carta que fez várias pessoas entrarem em Campo Grande e as instruiu para que aí estabelecessem uma igreja;

ü primeiros registros da família Rates na região de Carmo da Cachoeira;

ü sesmaria em nome de Mathias Gonçalves Moinho, em Vargem Grande do Servo, e junto ao ribeirão Pirapitinga;

ü sesmaria em nome de João Marques Padilha no ribeirão de Perepitinga, vizinho da serra Branca;

ü sesmaria em nome de Manoel da Silva de Jesus, sacerdote na paragem do Servo e em Barra do Bom Caldo;

ü sesmaria em nome de Manoel Ferreira Guimarães em Duas Barras, confrontando com Luiz Corrêa Lourenço; e

ü provisão para ampliar a capela existente sob a invocação de Nossa Senhora da Ajuda, na jurisdição de Nossa Senhora das Lavras das Carrancas.

1771

ü 20/Jun – foi batizado pelo Padre Bento Ferreira, na ermida do Campo Belo, Manoel, filho de Manoel Antônio Rates e de Maria da Costa, moradores do sítio Cachoeira;

ü 5/Jul – sesmaria em nome de Francisco Xavier da Cruz, tendo como divisas; pela nascente com Francisco Pimenta, pelo norte com Amaro Ferreira de Araújo; pelo sul, com Gaspar José de Abreu, terras que houve por compra que fez a Antônio Carneiro há dezesseis anos;

ü João Costa Manso era tido como sesmeiro mineiro, vizinho de Ignácio Caetano Vieira de Carvalho, numa área em que eram tênues os limites e divisas entre Minas e São Paulo;

ü outros nomes que aparecem nos documentos da época aqui na região são: Terra, do Valle, Vale Ribeiro, Ramos, Barreiro, Ribeiro da Silva, Valim, Moraes, Siqueira, Costa, Galante, Toledo, Alves Pedrosa, entre muitos outros;

ü sesmaria a Francisco Xavier da Cruz nas paragens denominadas Catandubas, hoje Varginha;

ü sesmaria em nome de Amaro Pereira de Araújo; e

ü início do funcionamento da intendência de diamantes no Brasil.

1772

ü Nasceu Joaquim José dos Reis, sesmeiro; e

ü o sertão do rio Pardo estava em disputa: geralistas que queriam tomar posse dos descobertos sob posse dos paulistas de Mogi-Guaçu.

1773

ü 29/Jan – Foi enterrada no cemitério do Campo Belo, Josefa Maria da Rocha Antão, casada com José Manso; e

ü foi proibido abrir caminhos para Minas Gerais.

1774

O marquês de Pombal unificou a administração do Brasil, com capital única no Rio de Janeiro.

1775

ü 25/Jul – Instalação do Regimento de Cavalaria de Minas Gerais;

ü 25/Dez – Manoel de Souza Dinis apareceu como procurador de Luís José de Oliveira, no inventário de Ignácia Ribeira do Evangelho;

ü foi batizado Felix, filho de Rita, solteira, filha de Luís Pimenta, em casa de Manoel Antônio Rates, no sítio Cachoeira; e

ü instalação do Registro do Ouro na paragem do Mandu.

1776

ü 16/Jun – José Joaquim Gomes Branquinho casou-se com Maria Vitória dos Reis; moravam na fazenda Boa Vista, freguesia de Santana das Lavras; entre os filhos do casal estava Joaquim Fernandes Ribeiro de Rezende;

ü o vigário de Baependi, João Lopes de Matos, registrou em Lavras ato eclesiástico na capela de São José;

ü destacamento da Picada de Iorooca foi encarregado de reprimir o contrabando de ouro para o Rio de Janeiro, localizado a sul–sudoeste de Aiuruoca;

ü capela edificada pelo capitão Mateus Luiz Garcia, na fazenda Congonhal, hoje Nepomuceno, tendo como capelão João Alves Preto; e

ü sesmaria em nome de José Marcelino de Azevedo, Santa Fé.

1777

1777-1786 – reinado de Dom Pedro III, Reino Unido, em Portugal.

1777-1792 – reinado de Dona Maria I, Reino Unido, em Portugal.

ü 1/Ago - sesmaria na paragem do ribeirão das Três Pontes, do outro lado do rio Grande, em nome de Maria Teresa do Carmo;

ü 22/Ago – sesmaria na paragem do ribeirão das Três Pontes, em nome de João da Mota Coelho;

ü foi batizado o filho do casal Francisco Gomes da Silva e Bárbara Maria da Luz; e

ü Pedro Garcia Leal, pai de Januário Garcia, assinou procuração dizendo-se morador de Rio Grande.

1778

ü Mapa geográfico de José Joaquim da Rocha. Entre os caminhos que atravessavam a picada de Goiás havia um que saindo de Brumado passava por Oliveira, desviava-se para Candeia e findava em Piuhí;

ü sesmaria em nome de Manoel Pinto da Fonseca, freguesia de Santana das Carrancas; e

ü sesmaria em nome de Cipriano Lourenço de Jesus, Santa das Lavras do Funil, no capão das Abelhas, caminho de Campanha do Rio Verde.

1779

Sesmaria em nome de Antônio Gonçalves Penha, em Bom Jardim.

1780

ü Primeiros documentos que comprovam a ocupação da região de Varginha, que já era há tempos utilizada como ponto de descanso dos tropeiros;

ü a fazenda Boa Vista, que ficaria em região próxima ao rio Verde, segundo a tradição, já pertenceria ao capitão-mor Manoel dos Reis Silva, e por lá já residiriam as famílias: Reis, Rezende, Vilela e Garcia. Nesse ano o capitão-mor teria morrido, e por não haver condições climáticas para o transporte do corpo, teriam optado pela construção de um cemitério na área da propriedade dos Rates; e

ü morreu Pedro Garcia Leal, pai do capitão de ordenanças Januário Garcia Leal.

1782

ü 2/Novtestamento do capitão José Vieira de Almeida: “ordeno que meu corpo seja sepultado na capela de São José, da minha própria fazenda, da freguesia de Baependi, chamada Favacho”;

ü 5/Nov – foi erigida no sertão do Jacuí a primitiva capela de São Sebastião, ao redor da qual se formou o povoado de São Sebastião da Ventania, atual Alpinópolis; e

ü inventário do capitão José Vieira de Almeida informava que, antes desta data era morador no sítio do Ingaí.

1783

Provisão para a ermida Nossa Senhora do Carmo, na fazenda Prepetinga ou Parapetinga, na comarca de Rio das Mortes, ao Padre José Antônio da Silva Resende.

1784

1784-1814 – elevação a vila de sete povoados, estes mais distantes do núcleo central minerador, com vocação agropastoril.

ü Morreu o Padre José Ferreira Vila Nova, ficando abandonadas: a capela de São Bento e o antigo distrito da Boa Vista.

1785

ü 5/Jan – Dona Maria I, de Portugal proibiu a atividade industrial no Brasil com o objetivo evitar concorrência aos produtos ingleses;

ü o barão de Alfenas ergueu a capela de São Tomé onde viria a ser São Tomé das Letras; e

ü foi erguida uma pequena capela de pau-a-pique na estrada de ligação da vila de Campanha ao sertão das Três Pontas, local onde hoje é Varginha.

1787

Sesmaria em nome de João Francisco Junqueira na fazenda Bom Jardim.

1788

ü Provisão para o tenente João Pinto de Magalhães; e

ü mapa da Capitania de Minas Gerais, que faz parte do acervo histórico do exército, aponta no território ocupado hoje pelo município de São Bento Abade, a denominação “Padre Bento”, localizado próximo ao rio Verde, assinalando também Lavras e Curralinho.

Comentários

Anônimo disse…
Gente. Agora vejo que não sabemos nada, nadinha de nada disso. Pô, que bom que percebi. Melhor ainda foi a coragem de escrever. O próximo passo é assinar o que escrevi. Dá um tempo, pô. Vou chegar lá, sem pressão, claro...

Arquivo

Mostrar mais

Postagens mais visitadas deste blog

Tabela Cronológica 10 - Carmo da Cachoeira

Tabela 10 - de 1800 até o Reino Unido - 1815 - Elevação do Brasil a Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves - 1815 ü 30/Jan – capitão Manuel de Jesus Pereira foi nomeado comandante da Cia. de Ordenanças da ermida de Campo Lindo; e ü instalada a vila de Jacuí . 1816 1816-1826 – Reinado de Dom João VI – após a Independência em 1822, D. João VI assumiu a qualidade e dignidade de imperador titular do Brasil de jure , abdicando simultaneamente dessa coroa para seu filho Dom Pedro I . ü Miguel Antônio Rates disse que pretendia se mudar para a paragem do Mandu . 1817 17/Dez – Antônio Dias de Gouveia deixou viúva Ana Teresa de Jesus . A família foi convocada por peritos para a divisão dos bens, feita e assinada na paragem da Ponte Falsa . 1818 ü Fazendeiros sul-mineiros requereram a licença para implementação da “ Estrada do Picu ”, atravessando a serra da Mantiqueira e encontrando-se com a que vinha da Província de São Paulo pelo vale do Paraíba em direção ao Rio de Janeiro, na alt

A organização do quilombo.

O quilombo funcionava de maneira organizada, suas leis eram severas e os atos mais sérios eram julgados na Aldeia de Sant’Anna pelos religiosos. O trabalho era repartido com igualdade entre os membros do quilombo, e de acordo com as qualidades de que eram dotados, “... os habitantes eram divididos e subdivididos em classes... assim havia os excursionistas ou exploradores; os negociantes, exportadores e importadores; os caçadores e magarefes; os campeiro s ou criadores; os que cuidavam dos engenhos, o fabrico do açúcar, aguardente, azeite, farinha; e os agricultores ou trabalhadores de roça propriamente ditos...” T odos deviam obediência irrestrita a Ambrósio. O casamento era geral e obrigatório na idade apropriada. A religião era a católica e os quilombolas, “...Todas as manhãs, ao romper o dia, os quilombolas iam rezar, na igreja da frente, a de perto do portão, por que a outra, como sendo a matriz, era destinada ás grandes festas, e ninguém podia sair para o trabalho antes de cump

A família do Pe. Manoel Francisco Maciel em Minas.

A jude-nos a contar a história de Carmo da Cachoeira. Aproveite o espaço " comentários " para relatar algo sobre esta foto, histórias, fatos e curiosidades. Assim como casos, fatos e dados históricos referentes a nossa cidade e região. Próxima imagem: Sete de Setembro em Carmo da Cachoeira em 1977. Imagem anterior: Uma antiga família de Carmo da Cachoeira.

Postagens mais visitadas deste blog

Tabela Cronológica 10 - Carmo da Cachoeira

Tabela 10 - de 1800 até o Reino Unido - 1815 - Elevação do Brasil a Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves - 1815 ü 30/Jan – capitão Manuel de Jesus Pereira foi nomeado comandante da Cia. de Ordenanças da ermida de Campo Lindo; e ü instalada a vila de Jacuí . 1816 1816-1826 – Reinado de Dom João VI – após a Independência em 1822, D. João VI assumiu a qualidade e dignidade de imperador titular do Brasil de jure , abdicando simultaneamente dessa coroa para seu filho Dom Pedro I . ü Miguel Antônio Rates disse que pretendia se mudar para a paragem do Mandu . 1817 17/Dez – Antônio Dias de Gouveia deixou viúva Ana Teresa de Jesus . A família foi convocada por peritos para a divisão dos bens, feita e assinada na paragem da Ponte Falsa . 1818 ü Fazendeiros sul-mineiros requereram a licença para implementação da “ Estrada do Picu ”, atravessando a serra da Mantiqueira e encontrando-se com a que vinha da Província de São Paulo pelo vale do Paraíba em direção ao Rio de Janeiro, na alt

Carmo da Cachoeira — uma mistura de raças

Mulatos, negros africanos e criolos em finais do século XVII e meados do século XVIII Os idos anos de 1995 e o posterior 2008 nos presenteou com duas obras, resultadas de pesquisas históricas de autoria de Tarcísio José Martins : Quilombo do Campo Grande , a história de Minas, roubada do povo Quilombo do Campo Grande, a história de Minas que se devolve ao povo Na duas obras, vimo-nos inseridos como “Quilombo do Gondu com 80 casas” , e somos informados de que “não consta do mapa do capitão Antônio Francisco França a indicação (roteiro) de que este quilombo de Carmo da Cachoeira tenha sido atacado em 1760 ”.  A localização do referido quilombo, ou seja, à latitude 21° 27’ Sul e longitude 45° 23’ 25” Oeste era um espaço periférico. Diz o prof. Wanderley Ferreira de Rezende : “Sabemos que as terras localizadas mais ou menos a noroeste do DESERTO DOURADO e onde se encontra situado o município de Carmo da Cachoeira eram conhecidas pelo nome de DESERTO DESNUDO ”. No entanto, antecipando

As três ilhoas de José Guimarães

Fazenda do Paraíso de Francisco Garcia de Figueiredo Francisco Garcia de Figueiredo é citado como um dos condôminos / herdeiros da tradicional família formada por Manuel Gonçalves Corrêa (o Burgão) e Maria Nunes. Linhagistas conspícuos, como Ary Florenzano, Mons. José Patrocínio Lefort, José Guimarães, Amélio Garcia de Miranda afirmam que as Famílias Figueiredo, Vilela, Andrade Reis, Junqueira existentes nesta região tem a sua ascendência mais remota neste casal, naturais da Freguesia de Nossa Senhora das Angústias, Vila de Horta, Ilha do Fayal, Arquipélago dos Açores, Bispado de Angra. Deixaram três filhos que, para o Brasil, por volta de 1723, imigraram. Eram as três célebres ILHOAS. Júlia Maria da Caridade era uma delas, nascida em 8.2.1707 e que foi casada com Diogo Garcia. Diogo Garcia deixou solene testamento assinado em 23.3.1762. Diz ele, entre tantas outras ordenações: E para darem empreendimento a tudo aqui declarado, torno a pedir a minha mulher Julia Maria da Caridade e mai

Cemitério dos Escravos em Carmo da Cachoeira no Sul de Minas Gerais

Nosso passado quilombola Jorge Villela Não há como negar a origem quilombola do povoado do Gundú , nome primitivo do Sítio da Cachoeira dos Rates , atual município de Carmo da Cachoeira. O quilombo do Gundú aparece no mapa elaborado pelo Capitão Francisco França em 1760 , por ocasião da destruição do quilombo do Cascalho , na região de Paraguaçu . No mapa o povoado do Gundú está localizado nas proximidades do encontro do ribeirão do Carmo com o ribeirão do Salto , formadores do ribeirão Couro do Cervo , este também representado no mapa do Capitão França. Qual teria sido a origem do quilombo do Gundú? Quem teria sido seu chefe? Qual é o significado da expressão Gundú? Quando o quilombo teria sido destruído? Porque ele sobreviveu na forma de povoado com 80 casas? Para responder tais questões temos que recuar no tempo, reportando-nos a um documento mais antigo que o mapa do Capitão França. Trata-se de uma carta do Capitão Mor de Baependi, Thomé Rodrigues Nogueira do Ó , dirigida ao gove

Distrito do Palmital em Carmo da Cachoeira-MG.

A jude-nos a contar a história de Carmo da Cachoeira. Aproveite o espaço " comentários " para relatar algo sobre esta foto, histórias, fatos e curiosidades. Assim como casos, fatos e dados históricos referentes a nossa cidade e região. O importante Guia do Município de Carmo da Cachoeira , periódico de informações e instrumento de consulta de todos os cidadãos cachoeirenses, publicou um grupo de fotos onde mostra os principais pontos turísticos, culturais da cidade. Próxima imagem: O Porto dos Mendes de Nepomuceno e sua Capela. Imagem anterior: Prédio da Câmara Municipal de Varginha em 1920.

O livro da família Reis, coragem e trabalho.

A jude-nos a contar a história de Carmo da Cachoeira. Aproveite o espaço " comentários " para relatar algo sobre esta foto, histórias, fatos e curiosidades. Assim como casos, fatos e dados históricos referentes a nossa cidade e região. Próxima imagem: 24º Anuário Eclesiástico - Diocese da Campanha Imagem anterior: A fuga dos colonizadores da Capitania de S. Paulo

A origem do sobrenome da família Rattes

Fico inclinado a considerar duas possibilidades para a origem do sobrenome Rates ou Rattes : se toponímica, deriva da freguesia portuguesa de Rates, no concelho de Póvoa de Varzim; se antropomórfica, advém da palavra ratto (ou ratti , no plural), que em italiano e significa “rato”, designando agilidade e rapidez em heráldica. Parecendo certo que as referências mais remotas que se tem no Brasil apontam a Pedro de Rates Henequim e Manoel Antonio Rates . Na Europa antiga, de um modo geral, não existia o sobrenome (patronímico ou nome de família). Muitas pessoas eram conhecidas pelo seu nome associado à sua origem geográfica, seja o nome de sua cidade ou do seu feudo: Pedro de Rates, Juan de Toledo; Louis de Borgonha; John York, entre outros. No Brasil, imigrantes adotaram como patronímico o nome da região de origem. Por conta disso, concentrarei as pesquisas em Portugal, direção que me parece mais coerente com a história. Carmo da Cachoeira não é a única localidade cujo nome está vincul

A Paróquia Nª. Srª. do Carmo completa 155 anos.

O decreto de criação da Paróquia foi assinado pela Assembléia Legislativa Provincial no dia 3 de julho de 1857. Pela Lei nº 805 , a Capela foi elevada para Freguesia, pertencendo ao Município de Lavras do Funil e ficando suas atividades sob a responsabilidade dos Conselhos Paroquiais. O Primeiro prédio da Igreja foi construído em estilo barroco , em cujo altar celebraram 18 párocos . No ano de 1929, esse templo foi demolido, durante a administração do Cônego José Dias Machado . Padre Godinho , cachoeirense, nascido em 23 de janeiro de 1920, em sua obra " Todas as Montanhas são Azuis ", conta-nos: "Nasci em meio a montanhas e serras em uma aldeia que, ao tempo, levava o nome de arraial. (...) Nâo me sentia cidadão por não ser oriundo de cidade. A montanha é velha guardiã de mistérios. Os dias eram vazios de qualquer acontecimento." Ao se referir ao Templo físico dizia: "Minha mãe cuidava do jardim pensando em colher o melhor para os altares da Matriz

O distrito de São Pedro de Rates em Guaçuí-ES..

Localizado no Estado do Espírito Santo . A sede do distrito é Guaçuí e sua história diz: “ ... procedentes de Minas Gerais, os desbravadores da região comandados pelo capitão-mor Manoel José Esteves Lima, ultrapassaram os contrafortes da serra do Caparão , de norte para sul e promoveram a instalação de uma povoação, às margens do rio do Veado, início do século XIX ”.

A família Faria no Sul de Minas Gerais.

Trecho da obra de Otávio J. Alvarenga : - TERRA DOS COQUEIROS (Reminiscências) - A família Faria tem aqui raiz mais afastada na pessoa do capitão Bento de Faria Neves , o velho. Era natural da Freguesia de São Miguel, termo de Bastos, do Arcebispado de Braga (Portugal). Filho de Antônio de Faria e de Maria da Mota. Casou-se com Ana Maria de Oliveira que era natural de São João del-Rei, e filha de Antônio Rodrigues do Prado e de Francisca Cordeiro de Lima. Levou esse casal à pia batismal, em Lavras , os seguintes filhos: - Maria Theresa de Faria, casada com José Ferreira de Brito; - Francisco José de Faria, a 21-9-1765; - Ana Jacinta de Faria, casada com Francisco Afonso da Rosa; - João de Faria, a 24-8-1767; - Amaro de Faria, a 24-6-1771; - Bento de Faria de Neves Júnior, a 27-3-1769; - Thereza Maria, casada com Francisco Pereira da Silva; e - Brígida, a 8-4-1776 (ou Brizida de Faria) (ou Brizida Angélica) , casada com Simão Martins Ferreira. B ento de Faria Neves Júnior , casou-se