Padre José Procópio Júnior em Carmo da Cachoeira

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Paróquia Nossa Senhora do Carmo sob nova guiança Editorial Sai Pe. Daniel Menezes, e assume como administrador paroquial da acolhedora cidade de Carmo da Cachoeira, em fevereiro de 2019, o Pe. José  Procópio Júnior.
"Não cabe à pedra escolher o lugar que deve ocupar no edifício. Assim também não cabe à nós criaturas ditar ao Criador o que deve acontecer em nossa vida, pois Deus é quem sabe e dispõe com sabedoria própria." − Dom Servílio Conti, IMC Como página que observa os acontecimentos neste pedaço de chão mineiro, limitado por montanhas e que, segundo o cachoeirense Padre Godinho, “todas são azuis”, registramos o remanejamento ocorrido entre padres ligados a Diocese da Campanha no ano de 2019. Entre as mudanças encontra-se a Paróquia Nossa Senhora do Carmo/Carmo da Cachoeira – MG.

Sai nosso querido Padre Daniel Menezes. Por ele continuamos a rezar e o devolvemos, entre lágrimas e a esperança de um dia tê-lo entre nós. Somos eternamente gratos e devedores. Entra, aureola…

Quase uma década do Programa Trabalho e Dignidade.



“A vida é uma missão... a morte ilusão!”
(Getúlio – Trabalho e Dignidade)

Na manhã do dia 13 de Abril de 2013, ocorreu um pequeno diálogo com o senhor Getúlio, presidente do Programa “Trabalho e Dignidade”, sobre o projeto e o sistema de Volus (modo econômico utilizado para os integrantes).

Desde 2004, o Projeto faz-se presente em Carmo da Cachoeira, embora do início até os dias atuais, reduziram o número de voluntários e até mesmo de doações. Dos voluntários, muitos deixam o projeto por conta da colheita de café, muito forte na região. São valorizados os trabalhos de boa vontade no combate à fome, desemprego, abandono e desumanidade.

Além das doações de algumas pessoas, “Trabalho e Dignidade” tem um convênio anual com a Prefeitura, pela Assistência Social e, um determinado valor é passado ao projeto, de acordo com a disponibilidade da mesma. Este valor é usado para o aluguel do espaço do “Mercado do Voluntário” e o restante utilizado nos pagamentos de gás, água e luz dos trabalhadores voluntários, além dos produtos de mercado como o arroz, feijão, óleo, macarrão e produtos de limpeza. Além disso, há uma prestação de contas de todos os gastos, seja com voluntários ou produtos, para evitar transtornos com futuras fiscalizações.

Para todo o processo, há um cadastramento do indivíduo, onde é preenchida uma ficha e então faz-se uma análise de suas condições e necessidades reais. Esta ficha esta voltada também à cautela com o próprio Ministério da Fazenda, por não ser um trabalho registrado, mas administrado pela lei federal do voluntariado, nº 9.608, de 18/02/98 que, segundo o artigo 2º, “será exercido mediante a celebração de termo de adesão entre a entidade, pública ou privada, e o prestador do serviço voluntário, dele devendo constar o objeto e as condições do seu serviço”.

O que é o VOLU?

“VOLU é a abreviatura de Voluntário. É uma unidade padrão equivalente a uma hora de serviço prestado à comunidade, independentemente da tarefa executada. Todo material arrecadado será obrigatoriamente repassado aos voluntários cadastrados no Programa através da troca de VOLUS. A cada pessoa inscrita será permitida a aquisição de 8 (oito) VOLUS por dia, 40 (quarenta) VOLUS por semana e no máximo 160 (cento e sessenta) VOLUS por mês, o que equivalerá a um salário mínimo federal. Ao final de cada semana, serão abertas as portas do MERCADO DO VOLUNTÁRIO para que os voluntários possam fazer as trocas dos VOLUS obtidos durante a semana de trabalho voluntário”. (Cartilha do Programa Trabalho e Dignidade)

Para se ter noção da conversão do VOLU para o REAL, 1 VOLU equivale à R$ 1, 50.

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