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Mostrando postagens de Dezembro, 2009

Ary Florenzano em Carmo da Cachoeira.

É a casa que nos reporta ao bandeirante paulista, através dos "Bueno da Fonseca", onde o genealogista Ary Florenzano passava os fins de semana, onde o primeiro posto de telefonia pública do Distrito de Cachoeira. Hoje no local funciona a Casa Paroquial e é a residência do pároco cachoeirense Padre André Luiz da Cruz.

Juarina¹, nascida em 1892 e falecida soleira em 1970, é de uma geração muito nova em relação aos primeiros momentos de nossa história e, assim sendo, muitas pessoas ainda se lembram de sua casa e dos serviços prestados por ela. Dona Edith e seu Álvaro Dias de Oliveira contam a dinâmica vivida naquela casa - a única com telefone instalado e tornado público aos moradores. Este dado torna a casa um ponto no mental coletivo da cidade, cuja chama é mantida viva através da tradição, e dinamizada nos encontros familiares, tão comuns nesta aconchegante cidadezinha do interior das Minas Gerais. Não só pelo quanto da energia de doação e espírito comunitário a casa manifest…

A busca por João Teixeira Naves.

de: Humberto Teixeira


Procuro a história de minha família por parte paterna. Meu avô se chama João Teixeira Naves e conta que seus pais eram de Lavras mas, foram morar em Dores do Indaiá-MG. Estou feliz por ter descoberto esta parte e naturalmente perguntar mais sobre o passado e pesquisar mais.

Descomplicando a genealogia de Mariana.

Para descomplicar podemos dizer que:
Mariana Vilela do Espírito Santo(*28-06-1774) era filha de Maria do Espírito Santo casada com Domingos Vilela.
Neta Materna de Júlia Maria da Caridade (uma das "Três Ilhôas") e de Diogo Garcia, também nascido na Ilha do Faial, Açores, Portugal.

Mariana se casou com Manoel dos Reis e Silva(*22-01-1754 - Barbacena-MG) , filho de Domingos dos Reis e Silva casado com Andreza Dias de Carvalho. Manoel faleceu em 1845, com testamento em sua fazenda Couro do Cervo, distrito de Boa Vista, Termo de Lavras do Funil. Em 1852, Mariana Faz o inventário de seus bens na mesma fazenda onde ainda morava, assinando-o de próprio punho, pois sabia ler e escrever. Só faleceu em 1865, sendo sepultada a 21-02, dentro da capela do cemitério da Matriz.¹
Profª. Palmira Luiza Novato Faleiros

Próximo documento:
Documento anterior: Sétimo dia de falecimento de Ederval J. dos Reis.

1. (Livro Óbitos-01 (1858-1924) - Carmo da Cachoeira - ACD de Campanha - Pesq. Moacir Vilel…

Um pouco sobre a Fazenda Mata Virgem.

Em Carmo da Cachoeira, pelos idos anos de 1980 a antiga Fazenda da Serra, posteriormente, e até hoje conhecida como Fazenda Mata Virgem, situada às margens da Rodovia Fernão Dias, próximo a Venda do Chico(leia-se, Família Branquinho), pertenceu a Geraldo Leite. Seria um de seus ancestrais. Outros "Leites" estão no antigo caminho Campanha/Lavras, passando pela Fazenda Boa Vista de José Joaquim Gomes Branquinho, quando ainda Distrito de Carmo da Boa Vista.

Projeto Partilha - Leonor Rizzi

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Artigo Anterior: Rol de testemunhas em Cachoeira - 1865.

Um verdadeiro amor em Cachoeira.

Ajude-nos a contar a história de Carmo da Cachoeira. Aproveite o espaço "comentários" para relatar algo sobre esta foto, histórias, fatos e curiosidades. Assim como casos, fatos e dados históricos referentes a nossa cidade e região.

Foto: Rogério Vilela - 2009

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Imagem anterior: Coral Infanto Juvenil na Igreja do Carmo.

Rol de testemunhas em Cachoeira - 1865.

Ilmo Sr. Subdelegado Suplente.

Diz Paulo Francisco Mafra que não tendo o Escrivão deste Juízo achado as testemunhas constantes do Rol que (ilegível), e como só jurassem duas testemunhas nesta audiência (Freguesia do Carmo da Cachoeira, 13 de junho de 1865), por isso requer o Suppe. a V. S. para mandar novamente (ilegível) para comparecerem em dia óra e lugar marcado que lhe será marcado pelo Escrivão quando efetuar as intimações; com todas as providências da Ley ocultando-se, mandando V. S. que se junte esta ao Processo e pelo que (...) Rol de testemunhas: Anna de Tal, moradora no terreiro da May do Réo; Generosa da Costa; Antonia mulher de Marciano José da Costa; Lúcio Telheiro; Ignácia, testemunha informante por ser irmã do Réo. Arogo de Paulo Francisco Mafra, José Fernandes Avelino.

Projeto Partilha - Leonor Rizzi

Próxima matéria: Um pouco sobre a Fazenda Mata Virgem.
Artigo Anterior: O subdelegado e o espancador de escravos.

Coral Infanto Juvenil na Igreja do Carmo.

Ajude-nos a contar a história de Carmo da Cachoeira. Aproveite o espaço "comentários" para relatar algo sobre esta foto, histórias, fatos e curiosidades. Assim como casos, fatos e dados históricos referentes a nossa cidade e região.

Foto: Rogério Vilela - 2009

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Imagem anterior: Casal cachoeirense e o horizonte.

Antônio Carlos e suas orignes cachoeirenses.

de: Antônio Carlos Nogueira Caldeira Leite

Gostei muito de ver estas noticias de Carmo da Cachoeira, minha Terra Natal, a minha familia tem raizes muito profunda na história de Carmo da Cachoeira: os Leite, Caldeira e Nogueira. Leite por parte do meu avô paterno José Flauzino Leite, Caldeira por parte do meu avô materno José Gabriel Caldeira e Nogueira por parte de minha avó materna Josephina Candida Nogueira. Meus pais: Antonio Augusto Leite Sobrinho e Eliza Caldeira Leite. Tenho o maior orgulho de ser Cachoerense de nascimento, onde o meu pai foi protagonista de muitos feitos aos cachoerenses mais humildes, principalmente os da roça, cujos feitos foi de carater de humanidade, em outra palavras a CARIDADE, espero que um dia possa escrever toda a sua trajetória, muitos o desconhecem mas os mais antigos devem lembrar muito bem de tudo de bom que ele fez pelos pobres e para aqueles que o procuravam, sem distinção de credo ou religião.!
Hoje agradecemos o seu feito.
[23 Dec 09 15:27:33]

Um Conto de Natal em Carmo da Cachoeira.

24 de dezembro. Dez horas da noite.
No alpendre de sua nova residência, aguardando a hora da missa do galo, Leonardo conversava com o irmão enquanto, um pouco afastada, Josefa contava aos filhos a história do nascimento de Jesus.
Há uns 20 dias atrás — dizia Leonardo — as pessoas que por mim passassem haveriam de pensar, e não sem razão, que dentro em breve eu iria aumentar o número dos que vivem da caridade pública.
— E se tal viesse a acontecer? Perguntou Pedro.
— Seria a vontade de Deus e eu a ela me submeteria humildemente. Não me julgaria diminuído com isso, por que, como sabemos, São Francisco de Assis, que era rico, lá um dia desprezou a riqueza, o luxo em que vivia e foi procurar a sua santificação metendo-se entre os que viviam miseravelmente de esmolas.

Um dos meninos interrompeu a conversa, dizendo:
— Se papai precisasse viver de esmolas, seria só enquanto nós ainda não tivéssemos forças para trabalhar. Seria uma vergonha pra nós, não é, mamãe?
— Certamente, meu filho. Quem p…

De Carmo da Cachoeira para dona Leonor:

de: Gledes

A você Leonor e ao Projeto Partilha, que realizou o sonho de Jesus, transformando a realidade de nossa comunidade, levando seus filhos a ter um a vida mais digna, unidos fraternalmente, o meu muito obrigada;
que construiu pontes de comunicação material e espíritual, tonando a solidariedade de real em nossa cidade, o meu muito obrigada;que com seu jeitinho e sua inteligência, transformou nossa cidade, o meu muito obrigada;que com seu carisma fêz brotar a Comunidade São Pedro de Rates, o meu muito obrigada. Ouso simbolizar Carmo da Cachoeira, e falar em nome de todos, expressando nosso carinho e gratidão por tudo que você fêz e representa para nós.

Desejamos-lhe um feliz e santo Natal. Que o Menino Deus a cubra com seu manto e a abênçoe.

Que em 2010 você continue o seu incansável trabalho em prol dos irmãos e dos animaizinhos com muita saúde e paz.

Casal cachoeirense e o horizonte.

Nosso querido casal morador na Pça do Carmo. Seu Álvaro Dias de Oliveira e sua esposa, dona Edith. A foto, feita junto ao Ribeirão do Carmo, junto a Cachoeira dos Rates, marca um momento feliz, dentre tantos vividos pelo casal no período de namoro. Recentemente Seu Álvaro completou 80anos. Parabéns, Feliz Natal e um Ano Novo iluminado a todos.

Foto: Rogério Vilela - 2009

Próxima imagem: Coral Infanto Juvenil na Igreja do Carmo.
Imagem anterior: Nas margens do Ribeirão.

O subdelegado e o espancador de escravos.

João de Medeiros Teixeira, assina arogo de Paulo Francisco Mafra, no ano de 1865, conforme pode-se ver:

"Ilmo. Snr. Subdelegado de Pollicia. Diz Paulo Francisco Mafra morador neste Distrito de Caxoeira que para bem de seo Direito e Justissa precisa que V. S. inquira as testemunhas Joaquim Macedo, Ignácio Cubas e Antonio de Brito Cubas para descobrimento da verdade sobre espancamento de seo escravo Manoel para cujo fim precisa que V. S. Mande por despaxo(ilegível) as testemunhas menciadas e ao Réo Thomé Bernardes de Magalhães para ver jurar debaixo da(ilegível) de vivencia ao Réo, e de obdiência as testemunhas".

O documento segue com deferimento. Ano - 1865. Segue a sigla E. R. M. Abaixo segue o seguinte: "Assigna arogo de Paulo Francisco Mafra, João de Medeiros Teixeira."
Projeto Partilha - Leonor Rizzi

Próxima matéria:Rol de testemunhas em Cachoeira - 1865.Artigo Anterior: Genealogia e venda de escravos de Bento Esaú.

Coral Infanto Juvenil canta em evento.

Lembro-me de ter lido: "Os gênios se compõem de 2% de talento e 98% de perseverante aplicação ao trabalho" — o autor da citação: Beethoven. Minha mente registrou a mensagem e, ainda hoje, penso o quanto o autor deve ter investido para a manifestação de seu talento. Para mim, no exercício da vida cristã, o que fica como reflexão nesses momentos natalinos são algumas lembranças. Uma delas é a forma sábia, iluminada e bela que se encontra embutida num simples ato de agradecer. Este ato irradia brilho de dourado reluzente quando percebo-me agradecida a Deus, que me colocou a disposição tudo para eu ser feliz e plenamente realizada; quando agradeço a mim mesma, pela força e determinação na luta para ver realizado o bem comum e, vejo a dignidade sendo restaurada; quando agradeço aos aos outros que, mesmo quando atrapalha, me ajuda a nunca desanimar.


Luz, Paz e Harmonia a todos neste Natal e neste novo reinicio de ano.

Foto: Evando Pazzini - 2009

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IImagem anterior: Nas…

Mensagem do Presidente da Câmara.

A melhor menasgem de Natal é aquela que sai em silêncio de nossos corações e que aquece com ternura os corações daqueles que nos acompanham em nossa caminhada pela vida.


O Legislatico Municipal de Carmo da Cachoeira deseja a todos um Feliz Natal e um Ano Novo de Paz, Amor, Saúde e Amizade.

João Donizete Mantovani - Presidente da Câmara Municipal

Próxima mensagem:
Mensagem anterior: Discurso da Comunidade na 1ª Missa.

Grandioso evento no encerramento da Novena.

Na Véspera de Natal, Carmo da Cachoeira será presenteada com uma Grande Solenidade no encerramento da Santa Novena de Natal de 2009.
Presença de:

Padre André Luiz da Cruz;
Coral Infanto Juvenil; e mais
treze grupos ligados à comunidade.

O Senhor vem nascer na comunidade, através das palavras da consagração trazidas pelo pároco, Padre André.

Compareça e traga sua vela...

Santuário Mãe Rainha de Carmo da Cachoeira
Comunidade São Pedro de Rates
Esquina das ruas Francisco de Assis Reis e Domingos Ribeiro de Rezende.


Projeto Partilha - Leonor Rizzi

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Texto Anterior: Álbum de fotos do Santuário Mãe Rainha.

Comemoração pelos 71 anos da cidade.

A Prefeitura Municipal convida para participar das comemorações do 71º Aniversário da Emancipação Político-Administrativa do Município de Carmo da Cachoeira, no dia 17 de dezembro de 2009.

18 horas - Hasteamento das Bandeiras na Prefeitura Municipal com apresentação da Corporação Musical 16 de Julho.

19 horas - Missa festiva na Igreja Matriz Nossa Senhora do Carmo.

Um corpo para inaugurar o novo cemitério.

Antigamente o cemitério de Carmo da Cachoeira ficava na região onde hoje se localiza a rodoviária, e teria sido benta no ano de 1855. A Capela de Nossa Senhora do Carmo tinha sido elevada apenas a um ano e ainda não havia párocos na igreja, apenas um cura era responsável pelas solenidades, o Padre João Tomás de Sousa. Naquele tempo também Carmo da Cachoeira era um ponto perdido no mapa e pertencia ao distrito Boa Vista.

Por muito tempo o cemitério ainda se manteve naquele lugar. Seu Célio Brasiliense Naves nos lembra um fato ocorrido com seu parente João Antônio Naves, seria pitoresco, caso não estivesse envolvido uma "partida"- a de dona Jacinta Naves. O Cemitério estava para se mudar para o local onde hoje está, a data marcada para mudança chegava e dizia João Antonio:

- Temos que encomendar um corpo para inaugurar o novo cemitério.

O primeiro enterro foi o de dona Jacinta Naves, sua esposa.
Projeto Partilha - Leonor Rizzi

Próxima matéria:
Artigo Anterior: Manoel Antônio R…

Nas margens do Ribeirão.

A foto histórica nos mostra Álvaro Dias de Oliveira e sua esposa, na ocasião sua namorada Edith. Ao fundo, na foto, a Cachoeira dos Rates. A casa de Manoel Antonio Rates, Maria da Costa Moraes e filhos ficava atrás da mata ciliar que se vê registrada ao lado da Cachoeira. Esta foi formada no leito do Ribeirão do Carmo e ao passar aos pés do Morro do Cruzeiro, no sentido norte da cidade de Carmo da Cachoeira. No alto do morro e junto ao Cruzeiro há uma palmeira centenária. Cachoeirenses, sobretudo os mais velhos e ligados as lides do campo, sinalizam o coqueiro como o ponto que marca a direção do vento. O pessoal, mirando a posição das folhas, vai logo noticiando a previsão do tempo local, diagnosticado pela sua posição quando tocadas pelo vento. Dizem eles: "a chuva para nós depende do lado que as nuvens tocam as folhas do coqueiro."

Foto enviada por: Rogério Vilela - 2009

Próxima imagem:
Imagem anterior: A transcrição do imóvel do pasto de Izalina.

Anísio Rezende, a bitolinha e a Ponte do Funil.

Anizio Rezende, em novembro, 2007, disse: Coube ao grande lavrense, Comendador José Esteves de Andrade Botelho, a iniciativa de construir em 1844, a Ponte do Funil, que contribuiu poderosamente para melhorar o comércio da cidade. A Ponte do Funil serviu de acesso para os boiadeiros vindos de muitos lugares do Estado e das raras invernadas de Perdões. O leito da ferrovia "bitolinha" que cortava o Rio sentido Bom Sucesso, passava do lado esquerdo do Rio Grande ligando Ribeirão Vermelho a Bom Sucesso. A Ponte do Funil foi construída bem antes da bitolinha.

Projeto Partilha - Leonor Rizzi

Próxima matéria:O subdelegado e o espancador de escravos.
Artigo Anterior: Alguns dados trazidos pelo Prof. Carlos Leonardo.

Fonte: http://www.panoramio.com/photo/6198885

Criança em roupa típica da festa afro-brasileira.

Ajude-nos a contar a história de Carmo da Cachoeira. Aproveite o espaço "comentários" para relatar algo sobre esta foto, histórias, fatos e curiosidades. Assim como casos, fatos e dados históricos referentes a nossa cidade e região.

Grupo de Congada de Oliveira, Minas Gerais em visita a Carmo da Cachoeira.
Foto: Maria do Carmo - Arte: TS Bovaris

Próxima imagem: Ilustração de antigo Missal Cotidiano.
Imagem anterior: Antiga pintura em parede - Nossa Sra. das Dores.