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Biografia de Maria Antonietta de Rezende

Tendo como berço Carmo da Cachoeira, Maria Antonietta Rezende , nasceu a 9 de outubro de 1934 no seio de uma das mais tradicionais famílias do município – a Família Rezende . A professora Maria Antonietta deixou seu legado, o “modelo de compromisso e envolvimento com a terra em que nasceu” . Trabalhou consciências, procurando desenvolvê-las, elevá-las. Fazia isto com seus alunos, com os componentes dos grupos musicais que coordenava, com as crianças ligadas à Igreja, enfim, com toda população. Foi um exemplo vivo de “compromisso com a tradição” e um elo da longa corrente que chegou até nós neste ano comemorativo. Fez sua parte. Nós fazemos a nossa – manter a tradição. No dia-a-dia deixou o exemplo de vida e através de publicações, sua visão de mundo. Editou “Evocações daqui e de além” , “Encontro e desencontros” e “Coletânea de hinos litúrgicos” . Dedicou sua vida ao estudo, à educação e à sua Igreja, como catequista, cantora e liturgista. Patrick A. Carvalho, ao prefaciar sua obra “

Hino de Carmo da Cachoeira em Minas Gerais

Dentre os símbolos municipais de Carmo da Cachoeira está o hino da cidade cuja letra foi escrita pela Profª. Maria Antonietta de Rezende e com arranjo musical do maestro Edgar Xavier A tradição garante a manutenção desta criação Todo cidadão cachoeirense bem informado sabe, conhece e já deve ter ouvido o hino a Carmo da Cachoeira. Ele está aí e não é de hoje. Podendo ser encontrado, cantado e conhecido pelo povo e reconhecido pelo estado, sendo apresentado em nas salas escolares, eventos cívicos e esportivos. O povo canta, reconhece o hino de sua cidade, e atento acompanhou o processo de sua oficialização perante a administração pública e  Câmara Municipal  que apoiaram a manutenção deste hino que foi consagrado pela tradição. Sob a presidência do Vereador Walmir Caldeira a  Câmara Municipal de Carmo da Cachoeira em 10 de dezembro, às 19 horas, no "Plenário João Vilela Fialho" oficializou o Hino Oficial de Carmo da Cachoeira. Dois pontos fortes na letra do hino bastavam para

A igreja e a casa do subdelegado

A história que o tempo não apagou Com as vistas voltadas para o poente, o arraial deixa amostra ao fundo, a casa do subdelegado José Fernandes Avelino , que doou terras para a formação do Patrimônio da Paróquia Nossa Senhora do Carmo. Ele foi casado duas vezes, uma com Maria Clara Umbelina e enviuvando-se, José Avelino casou-se com Rita Victalina de Souza . Encontramos alguns documentos assinados nesta residência e correspondem ao exercício da sua função de subdelegado. Hoje moram na residência os herdeiros de Júlio Garcia , ficando a casa na esquina das ruas Dr. Veiga Lima com Dr. Tibúrcio. A casa a direita é de Mathias Antonio Moinhos de Vilhena e Maria Carolina Gouvêa de Vilhena , país do Doutor Mathias Moinhos de Vilhena . É descrito como "bondoso, alegre, dinâmico, caridoso, verdadeiro, amigo da pobreza" . Foi chamado de "Médico dos Pobres" . Fez da medicina um sacerdócio. Homem íntegro, enérgico e firme, que nasceu na Fazenda Chamusca  no ano de 1905. Fez s

Uma janela aberta para o passado

Cemitério dos Escravos na Fazenda Chamusca A tradição registra e a Paróquia fiel a essa tradição e as crenças populares anota a fala de antigos moradores, quando de pesquisa realizada no Distrito do Palmital do Cervo , por ocasião das solenidades da comemoração dos 150 anos da elevação da Capela de Nossa Senhora do Carmo em Freguesia, no Município de Carmo da Cachoeira MG. Trabalhadores rurais, gente simples, honesta, religiosa e cultuadora da tradição repassam, através da linguagem oral, fragmentos da memória que preserva até hoje. Assim, em algumas pessoas permanece a ideia de que, em cima do muro de pedras que cerca o Cemitério dos Escravos havia figuras simbólicas representadas por aves, ferramentas e instrumentos de trabalho como: martelos, turqueses, escadas e, até cravos, “destes que se vê nos pulsos de Jesus Crucificado”,  diz um ancião com mais de 100 anos. Interessante de se notar é que, esses mesmos elementos aparecem desenhados no Adro da antiga Capela da Fazenda do Palmit

Solene Celebração Eucarística de Ordenação Diaconal

Santa Missa na Catedral de Nossa Senhora das Dores de Januária-MG celebrada pelo Bispo Diocesano Dom José Moreira da Silva O Seminarista Romário de Souza Lima deixa a família na qual nasceu para entrar em uma outra família, a do Presbitério, juntando-se aos seus irmãos religiosos e leigos no serviço de Deus e da Igreja. Reiteramos que, o Neo-Diácono, realizou seu estágio Pastoral na Paróquia de Nossa Senhora do Carmo em Carmo da Cachoeira-MG nos anos de 2011 e 2012, sendo acompanhado pela Comunidade São Pedro de Rates, quando estava na etapa do Discipulado (Filosofia), no Seminário de Nossa Senhora das Dores em Campanha-MG. Período em que a Diocese da Campanha colaborou com o seu processo formativo, acolhendo Seminaristas da Diocese de Januária-MG, de 2011 a 2013. Em conversa com o Néo-Diácono Romário de Souza Lima, ele, em nome da Diocese de Januária-MG, agradece à Diocese da Campanha-MG por colaborar com o seu processo formativo. Além disso, na pessoa do Pe. Ivan, que foi seu companh

Ordenação Diaconal de Romário de Souza Lima

 Catedral Nossa Senhora das Dores, Diocese de Januária - Minas Gerais A Comunidade São Pedro de Rates ligada a Paróquia Nossa Senhora do Carmo em Carmo da Cachoeira, Minas Gerais, agradece ao Seminarista Romário de Souza Lima pelo envio de convite para a Solene Celebração Eucarística na qual pela imposição das mãos e oração consecratória de Dom José Moreira , foi ordenado Diácono para o serviço de Deus e da Igreja. Aproveitamos a oportunidade para relembrar através de imagens momentos vividos por Romário durante seu estágio pastoral na Paróquia Nª. Srª. do Carmo, enquanto seminarista do Seminário Diocesano Nossa Senhora das Dores da Diocese da Campanha , durante o ano de 2012, onde entre as diversas atividades do estágio, se destacou o "Projeto Jovens Construtores da Liberdade" .