Pular para o conteúdo principal

Trabalho Pastoral: Mons. José Nunes Salvador

Compêndio Pastoral — 1988/89

Foi durante o período final da infestação da pandemia do coronavírus, neste ano de 2022, quando após de dois anos vimo-nos reduzidos ou limitados a contatos marcados por distanciamentos e uso de medidas preventivas, que fomos convidados a retornar, com muita cautela, realizando encontro de estudo nas casas.

Momento de expectativa. Conforme Padre Ivan de Souza Carvalho ressaltou na reunião do Conselho Pastoral Paroquial, de 8 de abril de 2022:

Não podemos considerar que a pandemia acabou totalmente. Mantenhamos todos os cuidados orientados pelos órgãos de saúde.

De fato, o mundo e nele o Brasil estão diante de um desafio: redescobrir caminhos para uma reconstrução que não é parcial, mas global; que não atinge somente alguns aspectos, mas que deve chegar às raízes do modo como pessoas e povos compreendem e organizam a totalidade da vida. O mundo de nosso tempo precisa encontrar caminhos para se reconstruir, ouvindo os clamores dos vulneráveis em uma casa comum cada vez mais vulnerabilizada (Manual CF 2022 - CNBB).

Entramos nas casas, depois de um agendamento prévio, levando o subsídio Famílias na CF publicação que nos convida a redescobrir a beleza de uma educação integral que humaniza, promove a cultura do encontro, rompe com as diferenças e dá início a bons processos de transformação que partem de princípios irrenunciáveis: educar é um ato de esperança no ser humano. É direito de todos e compromisso de cada um.

Assim, aproveitamos para divulgar as anotações deixadas por Mons. José Nunes Senador no período em que foi Vigário na Paróquia Nossa Senhora do Carmo, Carmo da Cachoeira, Minas Gerais e, guardadas com muito carinho numa das casas visitadas pela comunidade. Sobre ele, a professora Gledes D’Aparecida Reis Giovanini já escreveu, no artigo Recordações das festas da Srª do Carmelo. Hoje, apresentamos o registro de seu trabalho pastoral, com ênfase especial às comunidades rurais, entre outros movimentos seguidos de fotos nos idos anos de 1988 e 1989:

  • Comunidades rurais;
  • Pastoral Negra;
  • Pastoral da Criança;
  • Pastoral da Família;
  • Renovação Carismática Cristã (RCC);
  • Movimento Cristão dos Jovens Cachoeirenses (MOCRIJOCA);
  • entre tantos outros movimentos.

Pode-se observar na foto da Igreja Matriz reconstruída em 1919, no mesmo local da antiga, demolida — a qual ora tão carinhosamente lembrada pelo Padre Antônio de Oliveira Godinho, tinha uma porta de acesso à sacristia. Hoje, em lugar da porta está o coreto e o acesso se faz pela lateral, ao lado da rampa recém construída.

A Comunidade Batatas está anexada nas Comunidades Recanto e Canhambola
Pastoral Negra
Centro Pastoral Paroquial
reuniões: 19 hs no dia 20 de cada mês
coordenadora: Inês Aparecida Silva

Integrantes da Pastoral
José Ricardo (Diú), Sr. Daé, Eva Aparerida Gustavo, Conceição Aparecida Félix, José Roberto de Oliveira e Antonio Divino Silvério.
Comunidade do Palmital
coordenadora: Ivolina Costa
vice-coordenadora: Iracy Bernardino
Secretária: Maria Aparecida Gouvêa
Tesoureiro: Antonio Brás

Integrantes da Pastoral da Saúde
Luci Bernardino Ana Balbina, Deny Carvalho, Ivo


Comunidade Salto
Padroeira: Santas Almas

coordenador: Jorge Paulo Mantovani
vice-coordenador: Sebastião Guilhermino
tesoureiro: Altamiro Antonio
catequista: Liliane Aparecida Ferreira
secretário: José Antonio Ferreira
Pastoral da Saúde: Vera Lúcia e Zé Roberto
Pastoral da Família: José Mafra e Isabel Dias Ferreira
Pastoral Jovem: Luciana Ferreira e Aparecido Donizete Dias
recepcionista: Célia do Carmo e Aparecido Donizete Dias

Comunidade Lobos
coordenadora: Maria Vilela de Resende Reis
vice-coordenadora: Ana Emídia Vilela Bocardi
tesoureiro: Sílvio Adeodato Bocardi
catecista: Leny Heverson Vilela Naves
Pastoral da Saúde: Maria da Glória Naves Resende
Pastoral da Família: Mateus e Helena
Pastoral Jovem: Carlos Roberto Rosa
Liturgia: Lucas Vilela de Resende
recepcionista: Pércio Vilela Naves
Ministra da Eucaristia: Judite de Resende Naves
Comunidade da Estação
Padroeiro: Santo Antônio
coordenador: José Mantovani
vice-coordenador: Antonio Vilhena Reis
tesoureiro: Zilva da Silva Gonçalves
catequista: Inês Castelhano e Isabel Mantovani de Souza
secretário: José Moura
Pastoral da Saúde: Ailton José do Nascimento (Ailton Russi)
Pastoral da Família: Antonio Francisco e Rosemeire Aparecida
Pastoral Jovem: Walter Milani, (Flávio e Tânia)
recepcionista: José Mantovani
Comunidade Recanto e Canhambola
Padroeiro: Imaculado Coração de Maria
coordenador: Maria Conceição Ferrari
vice-coordenador: José Becati
catequista: Vanuza de Paula Rosa
Pastoral da Saúde: Olinda Bernardo Nascimento
secretária: Maria Conceição Ferrari
Pastoral da Família: Jair Rosa e Maria de Fátima Rosa
Pastoral Jovem: Suzana Ferrari, Solange e Rosana Ferrari
recepcionista: José Ferrari e Maria Conceição Ferrari
Comunidade Córrego das Pedras
Padroeira: Santa Terezinha

coordenadora: Ana Maria dos Santos
vice-coordenadora: Elza Maria Pereira
tesoureiro: João Grilo
catequista: Simara Santa Cruz
Pastoral Jovem: Simara Santa Cruz
Pastoral da Saúde: Maria Conceição Santa Cruz
recepcionista: Ana Maria dos Santos
Pastoral da Família: João Batista e Mariana Ribeiro

Comunidade João Frota
Padroeiro: São Sebastião

coordenador: Sebastião Ferreira Sobrinho
secretário: Osvaldo Silva
tesoureiro: Antonio Batista
catequista: Joaquina Alves
Pastoral da Família: João Leopoldino e Maria das Graças
Pastoral da Saúde: João Benvindo
recepcionista: Sebastião Juracy
Pastoral Jovem: Adilson Silva e Felisnéia Juracy

Comunidade Santa Helena
Padroeira: Santa Helena

coordenador: Adair Soares Bernardino
vice-coordenador: José Cláudio do Carmo
catequista: Elizabeti Bernardino e Regina de Fátima Bernardinho
Pastoral da Saúde: Adão da Costa e Valdemir Nogueira Bernardino
Pastoral da Família: Levi e Idalina de Paula
Pastoral Jovem: Santos Reis e Antonio Cláudio
recepcionista: Ana da Costa e Rosângela Aparecida
tesoureiro: Carlos Roberto do Carmo
secretária: Patrícia Aparecida Bernardino
Comunidade Mãe Rainha
coordenador: Arildo Domingos da Silva
catequista: Solange Aparecida Naves
Pastoral Jovem: Aguinaldo da Silva
Pastoral da Família: Antonio e Ivone
Pastoral da Saúde: Elenisse Garcia


Comunidade da Serra
coordenador: Rubens Rosário Ricardo
secretária: Neusa Maria Francisca
tesoureiro: Sebastião Fernandes Ricardo
Pastoral Jovem: José Maria e Maria Helena
Pastoral da Família: João de Deus e Divina Íria
Pastoral da Saúde: Benedito Pereira
Ministro da Eucaristia: Vitor Feliciano
Catequista: Cláudia Reis


Comunidade Espraiada
Padroeira: Nossa Senhora Aparecida

coordenador: Horácio Alves Ferreira
vice-coordenador: Horácio Alves Teixeira
tesoureiro: Horácio Alves Teixeira
catequista: Marlene Beatriz M. Teixeira
Pastoral da Saúde: Sílvia Santos
Pastoral da Família: José Joaquim dos Santos e Josefina Maria
Pastoral Jovem: João de Deus e Eliane
recepcionista: Jurema dos Santos Teixeira

Vanguardas do Brasil (VB)
Centro Pastoral Paroquial (sede da VB)
se reúne às quintas-feiras
coordenador: Pe. José Nunes Senador

Membros
Ch Maria Elizabeth Naves, Sandra Ferreira Veiga, Maria Aparecida Pereira, Cecilia Gustavo, Maria Auxiliadora Vilela, José Maria Mesquita, José Ricardo (Diú), Janir Pinto, José Roberto de Oliveira, Joana D'Arc de Souza, Manoelina Maria de Jesus, Selma Francelino, Eva Aparecida Gustavo, Conceição Naves, Maria Elizeti Naves, Mariana Conceição Naves de Oliveira.
Frente Jovem Vebista
Centro Pastoral Paroquial
se reúne aos domingos das 20 hs às 21 hs
coordenador: Geovani Kennedy Vilela

Membros
Antonio Carlos Gomes, Adriano Luiz de Souza Mendes, Benigno Maciel do Nascimento, Cleiton Henrique Motta, Cosmo Aparecido de Oliveira, Denis Castelhano, Devanir de Jesus Borges, Edson Correia Quina, Gilvan Almeida, Helcio Vicente de Oliveira, José Cláudio de Oliveira, Luciano Aparecido Ângelo, Luciano do Prado Castelhano, Marcos Ulisses Guimarães, Rodelci de Souza, Roberto Kennedy dos Santos, Rodnei Raimundo de Souza, Rivelino Gustavo da Silva, Sebastião Ronaldo de Souza, Sebastião da Silva, Carlos Renato do Carmo, Cláudio Mesquita Reis, Gustavo Henrique Naves Faria, Luiz Carlos e Waldecy Donizete Gonçalves.
Comunidade Mata e Cobiça
Padroeiro: São Sebastião

coordenador: Wander Destéfani
vice-coordenador: Geraldo Destéfani
tesoureiro: Ramiro Francelino
catequista: Arriete Rocha e Renata Destéfani
Pastoral da Saúde: José Miguel da Silva
Pastoral da Família: Lázaro e Maria
Pastoral Jovem: Arrite Rocha e Renata Destéfani
recepcionista: João B. Ferreira

Comentários

Quanta recordação Boa deste Padre dinâmico e preocupado com a formação e participação de toda a cidade nas coisas sagradas. Ele sabia envolver a todo . Que sua alma descanse em bom lugar pois ele soube ampliar o Reino de Deus aqui na terra







Arquivo

Mostrar mais

Postagens mais visitadas deste blog

Tabela Cronológica 10 - Carmo da Cachoeira

Tabela 10 - de 1800 até o Reino Unido - 1815 - Elevação do Brasil a Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves - 1815 ü 30/Jan – capitão Manuel de Jesus Pereira foi nomeado comandante da Cia. de Ordenanças da ermida de Campo Lindo; e ü instalada a vila de Jacuí . 1816 1816-1826 – Reinado de Dom João VI – após a Independência em 1822, D. João VI assumiu a qualidade e dignidade de imperador titular do Brasil de jure , abdicando simultaneamente dessa coroa para seu filho Dom Pedro I . ü Miguel Antônio Rates disse que pretendia se mudar para a paragem do Mandu . 1817 17/Dez – Antônio Dias de Gouveia deixou viúva Ana Teresa de Jesus . A família foi convocada por peritos para a divisão dos bens, feita e assinada na paragem da Ponte Falsa . 1818 ü Fazendeiros sul-mineiros requereram a licença para implementação da “ Estrada do Picu ”, atravessando a serra da Mantiqueira e encontrando-se com a que vinha da Província de São Paulo pelo vale do Paraíba em direção ao Rio de Janeiro, na alt

A organização do quilombo.

O quilombo funcionava de maneira organizada, suas leis eram severas e os atos mais sérios eram julgados na Aldeia de Sant’Anna pelos religiosos. O trabalho era repartido com igualdade entre os membros do quilombo, e de acordo com as qualidades de que eram dotados, “... os habitantes eram divididos e subdivididos em classes... assim havia os excursionistas ou exploradores; os negociantes, exportadores e importadores; os caçadores e magarefes; os campeiro s ou criadores; os que cuidavam dos engenhos, o fabrico do açúcar, aguardente, azeite, farinha; e os agricultores ou trabalhadores de roça propriamente ditos...” T odos deviam obediência irrestrita a Ambrósio. O casamento era geral e obrigatório na idade apropriada. A religião era a católica e os quilombolas, “...Todas as manhãs, ao romper o dia, os quilombolas iam rezar, na igreja da frente, a de perto do portão, por que a outra, como sendo a matriz, era destinada ás grandes festas, e ninguém podia sair para o trabalho antes de cump

A família do Pe. Manoel Francisco Maciel em Minas.

A jude-nos a contar a história de Carmo da Cachoeira. Aproveite o espaço " comentários " para relatar algo sobre esta foto, histórias, fatos e curiosidades. Assim como casos, fatos e dados históricos referentes a nossa cidade e região. Próxima imagem: Sete de Setembro em Carmo da Cachoeira em 1977. Imagem anterior: Uma antiga família de Carmo da Cachoeira.

Postagens mais visitadas deste blog

Tabela Cronológica 10 - Carmo da Cachoeira

Tabela 10 - de 1800 até o Reino Unido - 1815 - Elevação do Brasil a Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves - 1815 ü 30/Jan – capitão Manuel de Jesus Pereira foi nomeado comandante da Cia. de Ordenanças da ermida de Campo Lindo; e ü instalada a vila de Jacuí . 1816 1816-1826 – Reinado de Dom João VI – após a Independência em 1822, D. João VI assumiu a qualidade e dignidade de imperador titular do Brasil de jure , abdicando simultaneamente dessa coroa para seu filho Dom Pedro I . ü Miguel Antônio Rates disse que pretendia se mudar para a paragem do Mandu . 1817 17/Dez – Antônio Dias de Gouveia deixou viúva Ana Teresa de Jesus . A família foi convocada por peritos para a divisão dos bens, feita e assinada na paragem da Ponte Falsa . 1818 ü Fazendeiros sul-mineiros requereram a licença para implementação da “ Estrada do Picu ”, atravessando a serra da Mantiqueira e encontrando-se com a que vinha da Província de São Paulo pelo vale do Paraíba em direção ao Rio de Janeiro, na alt

Carmo da Cachoeira — uma mistura de raças

Mulatos, negros africanos e criolos em finais do século XVII e meados do século XVIII Os idos anos de 1995 e o posterior 2008 nos presenteou com duas obras, resultadas de pesquisas históricas de autoria de Tarcísio José Martins : Quilombo do Campo Grande , a história de Minas, roubada do povo Quilombo do Campo Grande, a história de Minas que se devolve ao povo Na duas obras, vimo-nos inseridos como “Quilombo do Gondu com 80 casas” , e somos informados de que “não consta do mapa do capitão Antônio Francisco França a indicação (roteiro) de que este quilombo de Carmo da Cachoeira tenha sido atacado em 1760 ”.  A localização do referido quilombo, ou seja, à latitude 21° 27’ Sul e longitude 45° 23’ 25” Oeste era um espaço periférico. Diz o prof. Wanderley Ferreira de Rezende : “Sabemos que as terras localizadas mais ou menos a noroeste do DESERTO DOURADO e onde se encontra situado o município de Carmo da Cachoeira eram conhecidas pelo nome de DESERTO DESNUDO ”. No entanto, antecipando

Diácono Romário - Ordenação Presbiterial

 A Diocese de Januária, minha família e eu, Diácono Romário de Souza Lima temos a grata satisfação de convidar você e sua família para participarem da Solene Celebração Eucarística, na qual serei ordenado sacerdote pela imposição das mãos e Oração Consecratória do Exmo. Revmo. Dom José Moreira da Silva, bispo diocesano, para o serviço de Deus e do seu povo. Dia 18 de maio de 2022. às 19h, na Catedral Nossa Senhora das Dores em Januária - MG Primeiras Missas 19 de maio às 19hs na Catedral Nª Srª das Dores 20 de maio às 19hs na  Comunidade Santa Terezinha de Januária 21 de maio às 19hs na Comunidade Divino Espírito Santo em Januária Contatos: (38) 99986-6552 e martimdm1@gmail.com Reflexão: João 21, 15 - Disse Jesus a Pedro: "Apascenta meus Cordeiros" Texto de Gledes  D' Aparecida Reis Geovanini O cordeiro é o filhote da ovelha. É conhecido como dócil, manso, obediente. É o símbolo da obediência e submissão. Apascentar refere-se a alimentar, cuidar, proteger e orientar, fu

As três ilhoas de José Guimarães

Fazenda do Paraíso de Francisco Garcia de Figueiredo Francisco Garcia de Figueiredo é citado como um dos condôminos / herdeiros da tradicional família formada por Manuel Gonçalves Corrêa (o Burgão) e Maria Nunes. Linhagistas conspícuos, como Ary Florenzano, Mons. José Patrocínio Lefort, José Guimarães, Amélio Garcia de Miranda afirmam que as Famílias Figueiredo, Vilela, Andrade Reis, Junqueira existentes nesta região tem a sua ascendência mais remota neste casal, naturais da Freguesia de Nossa Senhora das Angústias, Vila de Horta, Ilha do Fayal, Arquipélago dos Açores, Bispado de Angra. Deixaram três filhos que, para o Brasil, por volta de 1723, imigraram. Eram as três célebres ILHOAS. Júlia Maria da Caridade era uma delas, nascida em 8.2.1707 e que foi casada com Diogo Garcia. Diogo Garcia deixou solene testamento assinado em 23.3.1762. Diz ele, entre tantas outras ordenações: E para darem empreendimento a tudo aqui declarado, torno a pedir a minha mulher Julia Maria da Caridade e mai

Distrito do Palmital em Carmo da Cachoeira-MG.

A jude-nos a contar a história de Carmo da Cachoeira. Aproveite o espaço " comentários " para relatar algo sobre esta foto, histórias, fatos e curiosidades. Assim como casos, fatos e dados históricos referentes a nossa cidade e região. O importante Guia do Município de Carmo da Cachoeira , periódico de informações e instrumento de consulta de todos os cidadãos cachoeirenses, publicou um grupo de fotos onde mostra os principais pontos turísticos, culturais da cidade. Próxima imagem: O Porto dos Mendes de Nepomuceno e sua Capela. Imagem anterior: Prédio da Câmara Municipal de Varginha em 1920.

A origem do sobrenome da família Rattes

Fico inclinado a considerar duas possibilidades para a origem do sobrenome Rates ou Rattes : se toponímica, deriva da freguesia portuguesa de Rates, no concelho de Póvoa de Varzim; se antropomórfica, advém da palavra ratto (ou ratti , no plural), que em italiano e significa “rato”, designando agilidade e rapidez em heráldica. Parecendo certo que as referências mais remotas que se tem no Brasil apontam a Pedro de Rates Henequim e Manoel Antonio Rates . Na Europa antiga, de um modo geral, não existia o sobrenome (patronímico ou nome de família). Muitas pessoas eram conhecidas pelo seu nome associado à sua origem geográfica, seja o nome de sua cidade ou do seu feudo: Pedro de Rates, Juan de Toledo; Louis de Borgonha; John York, entre outros. No Brasil, imigrantes adotaram como patronímico o nome da região de origem. Por conta disso, concentrarei as pesquisas em Portugal, direção que me parece mais coerente com a história. Carmo da Cachoeira não é a única localidade cujo nome está vincul

Cemitério dos Escravos em Carmo da Cachoeira no Sul de Minas Gerais

Nosso passado quilombola Jorge Villela Não há como negar a origem quilombola do povoado do Gundú , nome primitivo do Sítio da Cachoeira dos Rates , atual município de Carmo da Cachoeira. O quilombo do Gundú aparece no mapa elaborado pelo Capitão Francisco França em 1760 , por ocasião da destruição do quilombo do Cascalho , na região de Paraguaçu . No mapa o povoado do Gundú está localizado nas proximidades do encontro do ribeirão do Carmo com o ribeirão do Salto , formadores do ribeirão Couro do Cervo , este também representado no mapa do Capitão França. Qual teria sido a origem do quilombo do Gundú? Quem teria sido seu chefe? Qual é o significado da expressão Gundú? Quando o quilombo teria sido destruído? Porque ele sobreviveu na forma de povoado com 80 casas? Para responder tais questões temos que recuar no tempo, reportando-nos a um documento mais antigo que o mapa do Capitão França. Trata-se de uma carta do Capitão Mor de Baependi, Thomé Rodrigues Nogueira do Ó , dirigida ao gove

A Paróquia Nª. Srª. do Carmo completa 155 anos.

O decreto de criação da Paróquia foi assinado pela Assembléia Legislativa Provincial no dia 3 de julho de 1857. Pela Lei nº 805 , a Capela foi elevada para Freguesia, pertencendo ao Município de Lavras do Funil e ficando suas atividades sob a responsabilidade dos Conselhos Paroquiais. O Primeiro prédio da Igreja foi construído em estilo barroco , em cujo altar celebraram 18 párocos . No ano de 1929, esse templo foi demolido, durante a administração do Cônego José Dias Machado . Padre Godinho , cachoeirense, nascido em 23 de janeiro de 1920, em sua obra " Todas as Montanhas são Azuis ", conta-nos: "Nasci em meio a montanhas e serras em uma aldeia que, ao tempo, levava o nome de arraial. (...) Nâo me sentia cidadão por não ser oriundo de cidade. A montanha é velha guardiã de mistérios. Os dias eram vazios de qualquer acontecimento." Ao se referir ao Templo físico dizia: "Minha mãe cuidava do jardim pensando em colher o melhor para os altares da Matriz

O livro da família Reis, coragem e trabalho.

A jude-nos a contar a história de Carmo da Cachoeira. Aproveite o espaço " comentários " para relatar algo sobre esta foto, histórias, fatos e curiosidades. Assim como casos, fatos e dados históricos referentes a nossa cidade e região. Próxima imagem: 24º Anuário Eclesiástico - Diocese da Campanha Imagem anterior: A fuga dos colonizadores da Capitania de S. Paulo

Simpósio Filosófico-Teológico em Mariana

Aproxima-se a conclusão das obras de restauração na Catedral Basílica de Nossa Senhora da Assunção, Igreja Mãe de nossa Arquidiocese. Trata-se de expressivo monumento religioso, histórico e artístico, tombado no âmbito federal pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN). A Arquidiocese de Mariana, a Faculdade Dom Luciano Mendes (FDLM) e o Instituto Teológico São José (ITSJ) organizam este Simpósio com o objetivo de refletir sobre os trabalhos de restauro que em breve serão entregues à comunidade, bem como debater o significado deste templo, em relação aos aspectos teológicos e sua importância artística e arquitetônica em mais de três séculos de existência. Programação : de 25 à 27 DE MAIO DE 2022 25/05/2022 – Quarta-feira Local: Seminário Maior São José-Instituto de Teologia 19h - SAUDAÇÃO INICIAL - Côn. Nédson Pereira de Assis Pároco da Catedral - Mons. Celso Murilo Sousa Reis Reitor do Seminário de Mariana - Pe. José Carlos dos Santos Diretor da Faculdade Dom