Pular para o conteúdo principal

Uma página de um livro de orações do Sec. XX.

Imitação de Christo S. N.
Versão Portugueza por um Padre da Missão
Moldurada no testo original latino
seguida de
Reflexões e Orações
colhidas na obras de S. Francisco de Sales
Traduzidapor por um devoto mineiro.

Rio de Janeiro
Collegio da Immda. Conceição.
Botafogo - 1904

Fazenda dos Tachos - Carmo da Cachoeira, MG
Foto: Evando Pazini - 2007 - Arte: TS Bovaris

Próxima imagem: Música e fé em Carmo da Cachoeira, Minas.
Imagem anterior: Missale Romanum de 1875.

Comentários

projeto partilha disse…
Mendes é um sobrenome que nos chama a atenção sempre que deparamos com alguém que o assine. Aliado a "de Andrade" nos reporta a uma personagem que faz parte de nossa história - uma MENDES DE ANDRADE foi nora de Manoel Antonio Rates/Rattes/Raty/Rath/Ratis, pelo casamento com Miguel Antonio, seu filho.
José Mendes, nascido em Douradinho em 27-03-1861, filho de Francisco Sales Mendes foi motivo de trabalho acadêmico. Douradinho, outrora Montuca (Mutuca), e hoje Elói Mendes (Eloy), situa-se na "Província de Minas Gerais", segundo o texto. Esse território faz divisa com o Município de Monsenhor Paulo, Minas Gerais. Douradinho, Espírito Santo da Mutuca, Mutuca, (Montuca, conforme aparece no texto) ou Eloy Mendes, além de ter servido de berço para José Mendes, o foi também para o Barão de Varginha - Joaquim Eloy Mendes, filho de João José Mendes e Bárbara Maria Rangel. A Baronesa chamava-se Marianna Bárbara da Conceição.
Écio Antônio Portes, Doutor em Educação, Professor do Departamento das Ciências da Educação da FUNREI - Fundação de Ensino Superior de São João del-Rei, publica texto em: Écio Antônio Portes - Windows Internet Explorer. O trabalho faz parte do cap. I de sua tese de doutoramento: Trajetórias escolares e vida acadêmica do estudante pobre na UFMG. Tese orientada pela Prof. Dra. Maria Alice Nogueira, Magda Soares e Carlos R. Jamil Cury. A Prof. Maria do Carmo Peixoto assessorou os estudos em caráter individual realizado pelo doutorando. José Mendes foi um dos estudantes citados que, a semelhança do sociólogo Florestan Fernandes, "o engraxate que virou sociólogo", chegou a Universidade. José Mendes tornou-se advogado e, seduzido pelas promessas da modernidade e comprometido com suas origens alça voo, conhece a cultura dominante e dela se apropria e a transforma.
projeto partilha disse…
Trecho da carta enviada ao Pe. Manoel Francisco Maciel pelo genealogista Ary Florenzano em 15-04-1957:
"A mais significativa: Em 8-8-1794, na Ermida de Nossa Senhora das Dores do Paraízo. Foi batizado Inácio, filho de Miguel Antonio Rattes e Antonia Mendes de Andrade. Viu! Uma vez que esses Rattes não batizaram seus filhos em São Bento, é porque fatalmente em sua fazenda já existia Ermida, que ora chamava Bom Sucesso, ora Nossa Senhora das Dores, tudo do ... Paraizo, nome também, é o tronco dos Reis de Carmo da Cachoeira. Quero crer, assim, que o primeiro nome de Carmo da Cachoeira seria Bom-Sucesso do Paraizo, ou Nossa Senhora das Dores do Paraízo, depois Carmo da Boa Vista. Mas os restantes dos livros pedidos, é que dirão a verdade.
Sem mais, aguardando as suas boas notícias aqui o amigo e creado e admirador. Ary Florenzano para Pe. Manoel. Lavras, 15 de abril de 1957."
projeto partilha disse…
Outro trecho da carta de Ary Florenzano ao Pe. Manoel Francisco Maciel:
"Aos 10 de fevereiro de 1796, na Ermida de Nossa Senhora das Dores do Paraízo, batiza-se Mateus, filho de Manuel dos Reis Naves e Maria da Conceição."
projeto partilha disse…
"Os índios cataguases vieram do Ceará, e subiram o Rio São Francisco até as nascentes, ocupando os vales dos rios das Mortes e Grande. (...)antes da chegada dos exploradores portugueses, a primeira ocupação da antiga Província de Minas, foi feita pelos nativos cataguases pertencentes ao tronco Gê." Cf.: Arcos - Cidade Virtual - Windows Internet Explorer. Em www.twister.com.br/historia.htm
Texto: História de Arcos.
Veja também Maria Leônia Chaves de Resende. Professora Adjunto de História da Universidade Federal de São João del-Rei: leonia@ufsj.edu.br
A referida Prof. tem artigo publicado pela Scielo. Tempo Vol.12, No23. Niterói 2007. Título - Os índios na História: abordagens interdisciplinares. Minas Gerais indígena: a resistência dos índios nos sertões e nas vilas de El-Rei. Ao concluir o trabalho diz: "Na perspectiva da história indígena, um novo cenário é revelado a partir da presença e atuação dos nativos em todo o território, seja nas matas mais recônditas, seja nos centros urbanizados (...) a luta não se arrefeceu. Desta vez, os índios recorreram à justiça colonial (...)". Lembra a autora a primitiva denominação do que conhecemos hoje como Estado de Minas Gerais, território batizado desde asa primeiras horas de "Minas dos Cataguases" e que o seu ocaso tenha sido a deflagração da guerra contra os Botocudos".

Postagens mais visitadas deste blog

Tabela Cronológica 10 - Carmo da Cachoeira

Tabela 10 - de 1800 até o Reino Unido - 1815 - Elevação do Brasil a Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves - 1815 ü 30/Jan – capitão Manuel de Jesus Pereira foi nomeado comandante da Cia. de Ordenanças da ermida de Campo Lindo; e ü instalada a vila de Jacuí . 1816 1816-1826 – Reinado de Dom João VI – após a Independência em 1822, D. João VI assumiu a qualidade e dignidade de imperador titular do Brasil de jure , abdicando simultaneamente dessa coroa para seu filho Dom Pedro I . ü Miguel Antônio Rates disse que pretendia se mudar para a paragem do Mandu . 1817 17/Dez – Antônio Dias de Gouveia deixou viúva Ana Teresa de Jesus . A família foi convocada por peritos para a divisão dos bens, feita e assinada na paragem da Ponte Falsa . 1818 ü Fazendeiros sul-mineiros requereram a licença para implementação da “ Estrada do Picu ”, atravessando a serra da Mantiqueira e encontrando-se com a que vinha da Província de São Paulo pelo vale do Paraíba em direção ao Rio de Janeiro, na alt

As três ilhoas de José Guimarães

Fazenda do Paraíso de Francisco Garcia de Figueiredo Francisco Garcia de Figueiredo é citado como um dos condôminos / herdeiros da tradicional família formada por Manuel Gonçalves Corrêa (o Burgão) e Maria Nunes. Linhagistas conspícuos, como Ary Florenzano, Mons. José Patrocínio Lefort, José Guimarães, Amélio Garcia de Miranda afirmam que as Famílias Figueiredo, Vilela, Andrade Reis, Junqueira existentes nesta região tem a sua ascendência mais remota neste casal, naturais da Freguesia de Nossa Senhora das Angústias, Vila de Horta, Ilha do Fayal, Arquipélago dos Açores, Bispado de Angra. Deixaram três filhos que, para o Brasil, por volta de 1723, imigraram. Eram as três célebres ILHOAS. Júlia Maria da Caridade era uma delas, nascida em 8.2.1707 e que foi casada com Diogo Garcia. Diogo Garcia deixou solene testamento assinado em 23.3.1762. Diz ele, entre tantas outras ordenações: E para darem empreendimento a tudo aqui declarado, torno a pedir a minha mulher Julia Maria da Caridade e mai

A Família Campos no Sul de Minas Gerais.

P edro Romeiro de Campos é o ancestral da família Campos do Sul de Minas , especialmente de Três Pontas . Não consegui estabelecer ligação com os Campos de Pitangui , descendentes de Joaquina do Pompéu . P edro Romeiro de Campos foi Sesmeiro nas Cabeceiras do Córrego Quebra - Canoas ¹ . Residia em Barra Longa e casou-se com Luiza de Souza Castro ² que era bisneta de Salvador Fernandes Furtado de Mendonça . Filhos do casal: - Ana Pulqueria da Siqueira casado com José Dias de Souza; - Cônego Francisco da Silva Campos , ordenado em São Paulo , a 18.12. 1778 , foi um catequizador dos índios da Zona da Mata ; - Pe. José da Silva Campos, batatizado em Barra Longa a 04.09. 1759 ; - João Romeiro Furtado de Mendonça; - Joaquim da Silva Campos , Cirurgião-Mor casado com Rosa Maria de Jesus, filha de Francisco Gonçalves Landim e Paula dos Anjos Filhos, segundo informações de familiares: - Ana Rosa Silveria de Jesus e Campos , primeira esposa de Antônio José Rabelo Silva Pereira , este nascido

A família do Pe. Manoel Francisco Maciel em Minas.

A jude-nos a contar a história de Carmo da Cachoeira. Aproveite o espaço " comentários " para relatar algo sobre esta foto, histórias, fatos e curiosidades. Assim como casos, fatos e dados históricos referentes a nossa cidade e região. Próxima imagem: Sete de Setembro em Carmo da Cachoeira em 1977. Imagem anterior: Uma antiga família de Carmo da Cachoeira.

Um poema à Imaculada Conceição Aparecida.

Por esse dogma que tanto te enaltece, Por tua Santa e Imaculada Conceição, Nós te louvamos, ó Maria, nesta prece, Mulher bendita, as nações te chamarão! Salve, Rainha, ó Mãe da Misericórdia! Nossa esperança, nosso alento e vigor, A nossa Pátria, vem, liberta da discórdia, Da ignomínia, da injustiça e desamor! Tu família, aqui, hoje reunida, Encontra forças no seu lento caminhar. A ti recorre, Virgem Santa Aparecida, Nosso caminho vem, ó Mãe, iluminar! Somente tu foste escolhida e preparada Por Deus, o Pai, que com carinho te ornou, Para fazer do Filho Seu, digna morada! Pelo teu sim, a humanidade se salvou. Novo Milênio, com Maria festejamos, Agradecendo tantas graças ao Senhor. Com passos firmes, nova etapa iniciamos, Com muita fé, muita esperança e muito amor. Trecho da obra: Encontros e desencontros de Maria Antonietta de Rezende Projeto Partilha - Leonor Rizzi Próximo Texto: A túnica Inconsútil, um poema de fé. Texto Anterior: A prece da poeta e professora Maria Antonie

A família Faria no Sul de Minas Gerais.

Trecho da obra de Otávio J. Alvarenga : - TERRA DOS COQUEIROS (Reminiscências) - A família Faria tem aqui raiz mais afastada na pessoa do capitão Bento de Faria Neves , o velho. Era natural da Freguesia de São Miguel, termo de Bastos, do Arcebispado de Braga (Portugal). Filho de Antônio de Faria e de Maria da Mota. Casou-se com Ana Maria de Oliveira que era natural de São João del-Rei, e filha de Antônio Rodrigues do Prado e de Francisca Cordeiro de Lima. Levou esse casal à pia batismal, em Lavras , os seguintes filhos: - Maria Theresa de Faria, casada com José Ferreira de Brito; - Francisco José de Faria, a 21-9-1765; - Ana Jacinta de Faria, casada com Francisco Afonso da Rosa; - João de Faria, a 24-8-1767; - Amaro de Faria, a 24-6-1771; - Bento de Faria de Neves Júnior, a 27-3-1769; - Thereza Maria, casada com Francisco Pereira da Silva; e - Brígida, a 8-4-1776 (ou Brizida de Faria) (ou Brizida Angélica) , casada com Simão Martins Ferreira. B ento de Faria Neves Júnior , casou-se

Foto de família: os Vilela de Carmo da Cachoeira-MG.

A jude-nos a contar a história de Carmo da Cachoeira. Aproveite o espaço " comentários " para relatar algo sobre esta foto, histórias, fatos e curiosidades. Assim como casos, fatos e dados históricos referentes a nossa cidade e região. E sta foto foi nos enviada p or Rogério Vilela. Da esquerda para a direita: Custódio Vilela Palmeira, Ercília Dias de Oliveira, Fernando de Oliviera Vilela, Adozina Costa (Dozica), Jafoino de Azevedo e José de Oliveira Vilela (Zé Custódio). Imagem anterior: Sinopse Estatística de Carmo da Cachoeira - 1948

Antiga foto da cidade de Carmo da Cachoeira.

A jude-nos a contar a história de Carmo da Cachoeira. Aproveite o espaço " comentários " para relatar algo sobre esta foto, histórias, fatos e curiosidades. Assim como casos, fatos e dados históricos referentes a nossa cidade e região. Foto: Paulo Naves dos Reis Próxima imagem: Imagem da mata da fazenda Caxambu em Minas. Imagem anterior: Um pouco sobre a região do distrito de Palmital.

Biografia de Maria Antonietta de Rezende.

O prefeito municipal e a secretária de Educação, Cultura e Lazer, ao assinarem a apresentação da obra: “Atlas Escolar. Histórico e Geográfico do Município de Carmo da Cachoeira – MG. Edição 2007” declararam: “ Este Atlas permite às crianças descobrirem protagonistas de sua história. Conhecendo, passam contribuir para potencializar o que ela tem de bom, preservar seu patrimônio e símbolos do passado .” D entre os símbolos , o Hino da cidade. Escrito pela Professora Maria Antonietta , encontra-se em fase de oficialização. A tradição garante a manutenção desta criação. O povo canta , reconhece o hino de sua cidade, e atento acompanha o processo de sua oficialização. A administração pública e Câmara municipal apoiam a manutenção daquilo que foi consagrado pela tradição. Dois pontos fortes na letra do hino bastam para garantir sua oficialização. O primeiro é o que diz da religiosidade presente na população e que a cada dia se torna mais revelador da identidade e vocação de Carmo da

Eis o amor caridade, eis a Irmã Míriam Kolling.

À Irmã Míria T. Kolling: Não esqueçam o amor Eis o amor caridade , dom da eternidade Que na entrega da vida, na paz repartida se faz comunhão ! Deus é tudo em meu nada: sede e fome de amar! Por Jesus e Maria, Mãe Imaculada todo mundo a salvar! " Não esqueçam o amor ", Dom maior, muito além dos limites humanos do ser, Deus em nós, entrega total! Não se nasce sem dor, por amor assumida: Nada resta ao final do caminho da vida a não ser o amor . Próximo artigo: Até breve, Maria Leopoldina Fiorentini. Artigo anterior: Os Juqueiras, Evando Pazini e a fazenda da Lage