Padre José Procópio Júnior em Carmo da Cachoeira

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Paróquia Nossa Senhora do Carmo sob nova guiança Editorial Sai Pe. Daniel Menezes, e assume como administrador paroquial da acolhedora cidade de Carmo da Cachoeira, em fevereiro de 2019, o Pe. José  Procópio Júnior. "Não cabe à pedra escolher o lugar que deve ocupar no edifício. Assim também não cabe à nós criaturas ditar ao Criador o que deve acontecer em nossa vida, pois Deus é quem sabe e dispõe com sabedoria própria." − Dom Servílio Conti, IMC Como página que observa os acontecimentos neste pedaço de chão mineiro, limitado por montanhas e que, segundo o cachoeirense Padre Godinho, “todas são azuis”, registramos o remanejamento ocorrido entre padres ligados a Diocese da Campanha no ano de 2019. Entre as mudanças encontra-se a Paróquia Nossa Senhora do Carmo/Carmo da Cachoeira – MG. Sai nosso querido Padre Daniel Menezes. Por ele continuamos a rezar e o devolvemos, entre lágrimas e a esperança de um dia tê-lo entre nós. Somos eternamente gratos e devedores. Entr

Uma página de um livro de orações do Sec. XX.

Imitação de Christo S. N.
Versão Portugueza por um Padre da Missão
Moldurada no testo original latino
seguida de
Reflexões e Orações
colhidas na obras de S. Francisco de Sales
Traduzidapor por um devoto mineiro.

Rio de Janeiro
Collegio da Immda. Conceição.
Botafogo - 1904

Fazenda dos Tachos - Carmo da Cachoeira, MG
Foto: Evando Pazini - 2007 - Arte: TS Bovaris

Próxima imagem: Música e fé em Carmo da Cachoeira, Minas.
Imagem anterior: Missale Romanum de 1875.

Comentários

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Mendes é um sobrenome que nos chama a atenção sempre que deparamos com alguém que o assine. Aliado a "de Andrade" nos reporta a uma personagem que faz parte de nossa história - uma MENDES DE ANDRADE foi nora de Manoel Antonio Rates/Rattes/Raty/Rath/Ratis, pelo casamento com Miguel Antonio, seu filho.
José Mendes, nascido em Douradinho em 27-03-1861, filho de Francisco Sales Mendes foi motivo de trabalho acadêmico. Douradinho, outrora Montuca (Mutuca), e hoje Elói Mendes (Eloy), situa-se na "Província de Minas Gerais", segundo o texto. Esse território faz divisa com o Município de Monsenhor Paulo, Minas Gerais. Douradinho, Espírito Santo da Mutuca, Mutuca, (Montuca, conforme aparece no texto) ou Eloy Mendes, além de ter servido de berço para José Mendes, o foi também para o Barão de Varginha - Joaquim Eloy Mendes, filho de João José Mendes e Bárbara Maria Rangel. A Baronesa chamava-se Marianna Bárbara da Conceição.
Écio Antônio Portes, Doutor em Educação, Professor do Departamento das Ciências da Educação da FUNREI - Fundação de Ensino Superior de São João del-Rei, publica texto em: Écio Antônio Portes - Windows Internet Explorer. O trabalho faz parte do cap. I de sua tese de doutoramento: Trajetórias escolares e vida acadêmica do estudante pobre na UFMG. Tese orientada pela Prof. Dra. Maria Alice Nogueira, Magda Soares e Carlos R. Jamil Cury. A Prof. Maria do Carmo Peixoto assessorou os estudos em caráter individual realizado pelo doutorando. José Mendes foi um dos estudantes citados que, a semelhança do sociólogo Florestan Fernandes, "o engraxate que virou sociólogo", chegou a Universidade. José Mendes tornou-se advogado e, seduzido pelas promessas da modernidade e comprometido com suas origens alça voo, conhece a cultura dominante e dela se apropria e a transforma.
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Trecho da carta enviada ao Pe. Manoel Francisco Maciel pelo genealogista Ary Florenzano em 15-04-1957:
"A mais significativa: Em 8-8-1794, na Ermida de Nossa Senhora das Dores do Paraízo. Foi batizado Inácio, filho de Miguel Antonio Rattes e Antonia Mendes de Andrade. Viu! Uma vez que esses Rattes não batizaram seus filhos em São Bento, é porque fatalmente em sua fazenda já existia Ermida, que ora chamava Bom Sucesso, ora Nossa Senhora das Dores, tudo do ... Paraizo, nome também, é o tronco dos Reis de Carmo da Cachoeira. Quero crer, assim, que o primeiro nome de Carmo da Cachoeira seria Bom-Sucesso do Paraizo, ou Nossa Senhora das Dores do Paraízo, depois Carmo da Boa Vista. Mas os restantes dos livros pedidos, é que dirão a verdade.
Sem mais, aguardando as suas boas notícias aqui o amigo e creado e admirador. Ary Florenzano para Pe. Manoel. Lavras, 15 de abril de 1957."
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Outro trecho da carta de Ary Florenzano ao Pe. Manoel Francisco Maciel:
"Aos 10 de fevereiro de 1796, na Ermida de Nossa Senhora das Dores do Paraízo, batiza-se Mateus, filho de Manuel dos Reis Naves e Maria da Conceição."
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"Os índios cataguases vieram do Ceará, e subiram o Rio São Francisco até as nascentes, ocupando os vales dos rios das Mortes e Grande. (...)antes da chegada dos exploradores portugueses, a primeira ocupação da antiga Província de Minas, foi feita pelos nativos cataguases pertencentes ao tronco Gê." Cf.: Arcos - Cidade Virtual - Windows Internet Explorer. Em www.twister.com.br/historia.htm
Texto: História de Arcos.
Veja também Maria Leônia Chaves de Resende. Professora Adjunto de História da Universidade Federal de São João del-Rei: leonia@ufsj.edu.br
A referida Prof. tem artigo publicado pela Scielo. Tempo Vol.12, No23. Niterói 2007. Título - Os índios na História: abordagens interdisciplinares. Minas Gerais indígena: a resistência dos índios nos sertões e nas vilas de El-Rei. Ao concluir o trabalho diz: "Na perspectiva da história indígena, um novo cenário é revelado a partir da presença e atuação dos nativos em todo o território, seja nas matas mais recônditas, seja nos centros urbanizados (...) a luta não se arrefeceu. Desta vez, os índios recorreram à justiça colonial (...)". Lembra a autora a primitiva denominação do que conhecemos hoje como Estado de Minas Gerais, território batizado desde asa primeiras horas de "Minas dos Cataguases" e que o seu ocaso tenha sido a deflagração da guerra contra os Botocudos".

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