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Antiga foto da cidade de Carmo da Cachoeira.

Ajude-nos a contar a história de Carmo da Cachoeira. Aproveite o espaço "comentários" para relatar algo sobre esta foto, histórias, fatos e curiosidades. Assim como casos, fatos e dados históricos referentes a nossa cidade e região.

Foto: Paulo Naves dos Reis

Próxima imagem: Imagem da mata da fazenda Caxambu em Minas.
Imagem anterior: Um pouco sobre a região do distrito de Palmital.

Comentários

projeto partilha disse…
Foto publicada no MinaSul/Sicoob Credivar - Dez.2008/Jan./Fev.2009, p.08. A tomada mostra a parte velha da cidade. O espaço que se vê em branco, mostra a superfície no momento em que tinha sido arada. Fica a oeste da cidade. A matinha, beira estrada de terra que dá acesso a Três Pontas, Nepomuceno, Varginha, seguindo pelas casinhas após a curva da estrada. Do lado oposto da parte arada fica a casa sede da Luz da Colina, seguindo a estrada de terra mostrada na foto à direita/alto. No alto/esquerda (de quem olha) fica a antiga "Chácara", com o ribeirão do mesmo nome e o bairro São José operário.
A comunidade Paroquial São Pedro de Rates fica próxima a maior das construções que se vê no canto direito da foto. É a casa de residência do Dr. José. No canto esquerdo/abaixo, a construção redonda é uma casa residencial e, na rua abaixo dela, a Igreja Presbiteriana da cidade. A Matriz de Nossa Senhora do Carmo aparece entre as árvores.
Evando Pazini fotografou o jornal para obter maior qualidade na visualização.
projeto partilha disse…
FAZENDA TAQUARAL, uma das subdivisões da FAZENDA BOA VISTA.

A fazenda Boa Vista foi sede de um dos Distritos de Lavras do Funil. Seu proprietário foi JOSÉ JOAQUIM GOMES BRANQUINHO, filho de Ângela Ribeira de Moraes. Metade da Fazenda Taquaral ficou pertencendo ao descendente Alexandre Gomes Branquinho que, no inventário do pai, no ano de 1821 aparece como solteiro e tendo 27 anos. Alexandre é irmão de Jacinta Ponciana Branquinho da Fazenda das Abelhas. É irmão também, entre outros, de Claudina Marceliana Branquinho, batizada na Capela de São Bento do Campo Belo. A FAZENDA BOA VISTA, segundo inventário de seu pai foi avaliada em 6:716$000.
Ângela Ribeira de Moraes foi inventariada em 1763 na Paragem do Rio Grande, em casa de Manoel Marinho de Moura (Cf.: Projeto Compartilhar) e teve como inventariante seu filho, José Joaquim Gomes Branquinho. Domingos Alves Fontes foi a pessoa que escreveu seu testamento José da Silva Guimarães o assinou, "por eu não saber ler nem escrever pedi a José da Silva Guimarães que por este por mim assinasse."
José Joaquim Gomes Branquinho, falecido em 1821 deixou bens de raiz em São Tomé das Letras, "Morada de casas em São Tomé das Letras - 50$000", portanto, entende-se que seu núcleo populacional de origem não foi CARMO DA CACHOEIRA, Minas Gerais. Aqui em Cachoeira estavam os descendentes de MANOEL ANTÔNIO RATES, do SÍTIO CACHOEIRA - CACHOEIRA DOS RATES (dos 'DE RATES') que, pelo que se pode deduzir, tinha ligações mais próximas com o lado oeste/sul e norte de seu sítio, portanto, Nepomuceno, Três Pontas, Varginha e Vale do Sapucaí(Sapucahy). Parece-nos existir uma tênue linha divisória que poderia, de maneira informal, determinar alguns limites e ações próprias em cada domínio, como se houve um "acordo firmado entre cavalheiros".
Ana Emídia de Resende foi casada com Alexandre Gomes Branquinho, filho de José Joaquim e neto de Ângela. Alexandre foi inventariado em 1862 em Carmo da Cachoeira, Termo de Lavras, Comarca do Rio Verde, "o finado era viúvo de dona Ana Emídia de Resende com quem unicamente foi casado". Entre seus bens consta "metade da morada de casas e rancho de tropa da Fazenda Taquaral no lugar chamado BOA VISTA - 400$000; metade das benfeitorias do terreiro da Fazenda Taquaral - 2:000$000 e metade da Fazenda Taquaral - 19:626$250.
projeto partilha disse…
Conforme se observa na foto, imagem do dia de hoje (25 Abril, 2009), a IGREJA ESTÁ VOLTADA para OESTE, ou seja, para onde MANOEL ANTÔNIO RATES e seus descendentes parece ter mantido maiores ligações. O acesso que os ligava a Campanha se fazia no CAMINHO onde está hoje a CASA LUZ DA COLINA, Carmo da Cachoeira, Minas Gerais. No topo que se vê está a propriedade do NECA DA SELMA. Mais adiante, fica FAZENDA DE MARIA EMÍLIA TEIXEIRA - a Fazenda Saquarema, e a de seu marido ASTOLPHO REZENDE, a Fazenda Itamaraty, conforme nos informou JOÃO REZENDE, ao participar de nossa página de ontem (cf.:carmodacachoeira.blogspot.com/ 24 Apr 09, 22:26 e 24 Apr 09, 22:42)
Um fim de semana iluminado a todos.
projeto partilha disse…
Detalhando um pouco mais a foto mostrada na IMAGEM de hoje.


A Rua Dom Inocêncio, em seu sentido oeste, após passar pela Praça do Carmo, chega ao Córrego da Chácara. Neste ponto se inicia o caminho de subida do morro que dá acesso a Estância do NECA DA SELMA e a CASA LUZ DA COLINA. No ponto onde termina a Rua Dom Inocêncio fica a casa de Célio Brasiliense Naves e dona Fátima. O recanto mantém presente um contínuo aroma de especiarias. Esses vem dos deliciosos doces caseiros feitos com zelo e carinho em fogão a lenha. Os artesão são seu Célio, da FAMÍLIA NAVES e dona Fátima.
Seguindo pouco mais no sentido sul está a FAZENDA MATA NATIVA, ponto turístico forte em Carmo da Cachoeira, Sul de Minas Gerais.
projeto partilha disse…
Errata. A foto realizada foi de Evando Pazini e não como constou.
projeto partilha disse…
Fim de semana com história é outra coisa - é cultura, lazer, entretenimento de alto nível.

Leia, POLIANTETÉIA do centenário de Pinhal. História de Espírito Santo do Pinhal - São Paulo.
"É um livro de valor histórico inestimável para os pinhalenses, contendo não só a história da cidade propriamente dita, como muito bem ilustrada.". Comissão organizadora, a partir do original editado em 1949: Ernesto Rizzoni - Dr. Walter Faustino P. Silva - José Carreiro Sobrinho - Eduardo S. Ramos de Souza - Armando Del Giudice - Roberto O. P. Cruz - Otacílio T. Valim - Omar Barreto Campos - Dr. Januário Nicolela Neto - Prof. Domingos Ramaciotti - Hércules B. da Silva - Antonio Jannini - Francisco Staut - Laurindo A. Marques Júnior - João E. Azevedo Marques - José D´Ávila Sales - João Ferretti - Ângelo Oricchio - Rogério Tito Motta - Frederico Lima Neto.
Cf.; www.ophicinadigital.com/
projeto partilha disse…
Para Felipe:
da obra: A História de Três Pontas, p.192-C.
Autor: Amélio Garcia de Miranda.
Editora JC. Belo Horizonte. Primeira edição - julho de 1980.
Impressão: Rona Editora Ltda. Rua Frutal, 372. CEP-30.000 - Belo Horizonte- Minas Gerais.

PATRIMÔNIO HISTÓRICO
Foi descoberto recentemente que Três Pontas possuía ainda alguns prédios da época da fundação da cidade, construídos por Bento Ferreira de Brito na segunda metade do século XVIII, na zona rural, em direção a Campos Gerais. Eram três prédios. Isso mesmo, eram. O mais antigo, localizado no município de Campos Gerais, na Fazenda da Lagoa, de propriedade de Oswaldo Randal Diniz, a 20 quilômetros do centro de Três Pontas, foi demolido em maio deste ano. Restam, portanto, duas preciosidades históricas que precisam ser preservadas e com esse objetivo o engenheiro Ramon Mesquita, chefe do Departamento de Obras da Prefeitura de Três Pontas, juntamente com outras pessoas e associações da cidade, está iniciando um movimento para conseguir o tombamento e restauração destes dois últimos remanescentes de sua fase colonial.
"Estância do Mota", na fazenda de propriedade de Antero Assunção, foi construída no século XVIII por Bento Ferreira de Brito, É uma pousada. Foi reformada em 1947 e atualmente encontra-se abandonada. Está a cerca de 4 quilômetros da cidade, na confluência dos córregos Pinheiros e Araras. A casa tem 400 metros quadrados de área (fora o porão) e as paredes do porão foram construídas em alvenaria de pedras, assentadas de acordo com a antiga técnica portuguesa. Faz parte também da Estância do Mota um velho moinho de fubá, cujo interior é mostrado na obra. A casa possui 15 quartos e 27 janelas. No vestíbulo, cabides para chapéus. As paredes do piso superior são de pau-a-pique que as chuvas com o passar do tempo vão destruindo. Na cozinha, um forno e fogão de lenha.
Para informações atualizadas consulte nosso colaborador, historiador E pesquisador, o incansável lutador para preservação da história de Três Pontas - Paulo Costa Costa, autor do Dicionário Histórico e Geográfico de Três Pontas. É uma pessoa maravilhosa, você irá amá-lo:
costacampos@tpnet.psi.br
projeto partilha disse…
Maria do Espírito Santo, neta paterna de Custódio Vilela e materna de Diogo Garcia, casada com Domingos Vilela, é citada como Maria do Espírito Santo Garcia, por João Amilcar Salgado. Cf.site - Pela estrada fora: Família Vilela - Windows Internet Explorer
http://dark-side-of-the-moon.blogspot.com/ Diário de um cidadão do mundo.
Uma das filhas de Domingos e Maria do Espírito Santo Garcia veio morar em CARMO DA CACHOEIRA. Foi a filha Mariana Vilela do Espírito Santo, casada em Aiuruoca com Manoel dos Reis Silva (I), nascido em 1747, e falecida com 93 anos em Carmo da Cachoeira, Minas Gerais. Os outros filhos de Domingos e Maria foram para outras paragens. Conheçam o trabalho apresentado por este cidadão do mundo. Ele tem relevante importância histórica para o sul de Minas.
Era desta descendência, Mariana e Manoel, que João Teixeira, neto de Elpídio Alves Teixeira e Júlio Alves Teixeira, avós do ex-prefeito de Varginha Mauro Teixeira, se referia ao comunicar-se conosco no dia 24-ABR, próximo passado. O primeiro filho de dona Mariana Vilela do Espírito Santo, Gabriel dos Reis Silva, no ano de 1813 casou-se com dona Bazilissa Cândida Branquinho, filha de Luiz Gonzaga Branquinho e de Ana Cândida Meireles e foram pais de José dos Reis e Silva, casado em Carmo da Cachoeira no ano de 1871 com sua prima Ana Ricardina dos Reis; de Manuel dos Reis e Silva Sobrinho (Manuel Branquinho (III)- da Saquarema), nascido em Carmo da Cachoeira; de Antônio Justiniano dos Reis, da Fazenda da Serra, Carmo da Cachoeira, Minas Gerais; de Ana Cândida Branquinho.
projeto partilha disse…
Dona Mariana Villela do Espírito Santo, nascida em Serranos de Aiuruoca no ano de 1774 era bem mais nova que MANOEL ANTÔNIO RATES, que estima-se tenha nascido por volta de 1737, portanto, diferença de duas gerações. Mariana Villela veio morar em Carmo da Cachoeira onde faleceu aos 93 anos. Seu marido, Manoel dos Reis Silva (I), nascido em 1747, portanto, 30 anos mais velho que sua esposa deve ter conhecido o primeiro habitante da CACHOEIRA DOS "DE RATES"(dos Rates), pois seu pai havia adquirido terras que pertenciam ao Vigário da Vara e que fica bem próximo das do SÍTIO CACHOEIRA, de MANOEL ANTÔNIO RATES. Segundo o inventário de dona Andreza, essas terras foram adquiridas em sociedade com seu genro JOSÉ JOAQUIM GOMES BRANQUINHO, do Distrito da Boa Vista - Lavras do Funil. José Joaquim era filho de Ângela de Moraes Ribeiro (Morais Ribeira), irmã de Maria de Moraes Ribeiro, casada com Antônio de Brito Peixoto em 1725.
Dona Mariana era neta de Diogo Garcia, latifundiário pelos lados norte do Sítio Cachoeira, de Manoel Antônio Rates. Lá pelos lados de Nepomuceno, Minas Gerais. Era neta também de Custódio Villela e de Felícia Siqueira ou Cerqueira.
Domingos Vilela (II), filho de Domingos Vilela (I) e de Maria Clara do Espírito Santo, batizada na capela de Santo Antônio do Rio das Morte, paróquia de São João del Rey era também neto paterno de Diogo Garcia e de Custódio Vilela e Felícia da Siqueira (Cerqueira), portanto, dois irmãos Villela - Mariana e Domingos (II) casando-se na Família dos patriarcas Domingos e Andreza Dias de Carvalho.
Em José Feliciano Ferreira da Rosa lemos o seguinte, conforme se poderá conferir no estudo de sua descendência, disponibilizado no mundo virtual:
Mariana Clara Villela foi casada com Martinho Dias de Gouvêa e faleceu na Fazenda Chamusca. Mariana foi irmã de Dorothéa Claudina Villela (Dorotéa). Irmã também de Boaventura Tomás Villela, entre outros, filhos de José Joaquim Vilela (Joaquim José Vilela) e de Maria Mendes de Brito, esta filha de Manuel Mendes de Abreu (Manoel) e Dorotéia Maria de Jesus, filha de ANTÔNIO DE BRITO PEIXOTO e de sua mulher MARIA DE MORAES RIBEIRO, tia de JOSÉ JOAQUIM GOMES BRANQUINHO, da Fazenda Boa Vista e genro de Domingos dos Reis Silva, cujas terras tinham sido compradas do vigário da Vara e onde eram sócios, conforme vimos acima.
Joaquim Alves de Gouveia, morador em Carmo da Cachoeira, Minas Gerais, foi casado com Ana Maximina Alves, filha de Rita de Cássia Villela e de Emerenciano Alves de Azevedo (ou Andrade), de Aiuruoca. Emerenciano era filho de Joaquim José Alves e Esméria Mendes de Brito. Mariana e Martinho Dias de Gouvêa foram os pais de Maria Carolina de São Joaquim (ou de Gouveia), casada com Antonio Joaquim Alves, filho de Joaquim José Alves e Esméria Mendes de Brito. Maria Carolina de Gouveia, faleceu em Carmo da Cachoeira com 50 anos em 15-05-17-1872.
projeto partilha disse…
Segundo a genealogia Família Reis. Domingos dos Reis Silva - O patriarca seus descendentes, p.219:

Título 12

12- Luiza Pulquéria dos Reis, batizada na Capela da Bertioga da Borda do Campo, casada na Ermida do Senhor do Bonfim da Boa Vista c. o Alf. Domingos Vilela (II), Batizado na Capela de Nossa Senhora do Bom Sucesso, Aiuruoca - MG, filho do Capitão Domingos Vilela (I), natural de Santa Maria das Palmeiras, Arcebispado de Braga - Portugal e Maria Clara do Espírito Santo, Batizada na Capela de Santo Antônio do Rio das Mortes, Paróquia de São João Del Rey - MG, neto-paterno de Custódio Vilela e Felícia da Siqueira e neto -materno de Diogo Garcia e Júlia Maria da Caridade (Uma das lendárias e famosas Três Ilhoas), ambos naturais da Freguesia de Nossa Senhora das Angustias, Vila da Horta, Ilha do Fayal, Arquipélago dos Açôres, Portugal. Filhos:

- Pe. Domingos Vilela, natural de São Vicente Ferrer, hoje São Vicente de Minas, MG, batizado na Capela de São José do Favacho de Baependi - MG, ordenado no ano de 1816 e falecido no ano de 1877;

- Maria Vilela, nascida em 1789 e falecida ainda criança;

- Mariana Vilela, nascida no ano de 1789 e falecida ainda criança;

- Maria Vilela (segundo nome). falecida ainda criança;

- Ana Hipólita Vilela, nascida na cidade de Aiuruoca - MG e c. no ano de 1813 com o ten. cor. João Francisco Junqueira, fazendeiro, Fazenda Invernada, Mun. de Franca - SP, filho do Cap. João Francisco Junqueira (II), casado com Maria Inácia do Espírito Santo, neto-paterno de Helena Maria do Espírito Santo casado com João Francisco Junqueira (I), natural e batizado na Freguesia de São Simão do "JUNQUEIRA", Portugal.

- Luciana Amatildes Vilela (Matildes), casada com José Joaquim de Andrade, pais de Maria do Carmo Vilela de Andrade, casada com seu primo Quirino dos Reis Silva Rezende, filho de Maria Clara de Rezende, filha de Severino Ribeiro e Josepha Maria de Rezende (Josefa);

- Andresa Vilela, batizada na Ermida do Senhor do Bonfim e falecida ainda criança;

- Generosa Clementina Vilela, batizada na Capela da Boa Vista no ano de 1800, c.c. cel. José de Sousa Meireles, filho do Cap. João de Souza Meireles e Mariana Antônia de Jesus. Filhos:

. José Olímpio de Souza Meireles, nascido em Baependi - MG, c.c. Olímpia Otaviana de Souza Meireles, filha do cap. Manuel de Souza Meireles e Blandina Glaciana Vilela;
. Mariana Honória de Meireles, casada com João do Nascimento Branquinho, filho do alferes Luís Gonzaga Branquinho e Ana Cândida de Meireles;
. Ana Generosa de Souza Meireles, nascida em Carmo da Cachoeira, Minas Gerais, c.c. seu primo alf. MANUEL DOS REIS E SILVA (II) (Manoel, filho de MANUEL DOS REIS E SILVA (I) (Manoel) e MARIANA VILELA DO ESPÍRITO SANTO;
. Maria Generosa de Souza Meireles, batizada na Ermida do Bonfim, Município de Aiuruoca, c.c. Cel. Gabriel Pinto Ribeiro, filho do Alferes João Pinto Ribeiro e Caetana de Jesus. Maria Generosa e João tiveram quatro filhos e muitos netos.

- Leonissa Pulquéria Vilela, batizada na Ermida do Bonfim, Munic. de Aiuruoca - MG, c.c. ANTONIO MENDES DE CARVALHO, batizado na Capela do Rosário em 1779, tendo sido casado duas vezes. A primeira com Silvéria Maria do Sacramento, filha de José Joaquim de Rego Barros e Maria Antônia do Sacramento. Segundas núpcias com Leonissa. Esta família ligou-se aos "Dias de Carvalho", aos "Pereira de Carvalho", "Torquato de Carvalho", "Ribeiro do Vale, através de Joaquina", "Mendes de Carvalho", através de José, casado com Ana Esméria de São José" e a "Esaú dos Santos, através de Francisco e Maria Cândida de Siqueira";

- Francisca Fonorata Vilela, batizada na Ermida do Bonfim, Município de Aiuruoca-MG, c.c. seu primo Francisco Antônio Vilela, filho do alferes Francisco Tomás Vilela e Joaquina Tomásia dos Reis (Tomázia). Francisco contraiu segundas núpcias;

- João Vilela, batizado na Ermida do Bonfim, Município de Aiuruoca- MG, falecido solteiro;

- Modesto Antônio Vilela, batizado na Ermida do Bonfim- Município de Aiuruoca, falecido solteiro.
projeto partilha disse…
Errata. A Igreja citada como "Presbiteriana", no primeiro comentário, na realidade é a CONGREGAÇÃO CRISTÃ DO BRASIL(CCB), e situa-se a Rua Domingos Ribeiro de Resende, 512. Carmo da Cachoeira, Minas Gerais, Brasil. Pedimos desculpas pelo lapso cometido, e propomos ao administrador, desta página, TS Bovaris, retificar o dado.
Anônimo disse…
gostaria que fosse feita uma pesquiza sobre Valentin Jose Machado e sua esposa,Justiniana candida ferreira,meus bisavos,que viveram em coqueiral mg entre 1870 a 1925.Lima
Anônimo disse…
Alguem que tiver informaçoes sobre essas pessoas e quizer cooperar com a pesquisa sera muito bem vindos. Lima
Estou pesquisando sobre a origem da minha família e descobri este blogger que cita Joana Jesuina Pereira Caldas que foi casada em 1°núpcias com Francisco de Paula Nogueira de Meirelles sem filhos e que ficou viúva, e encontrei também que foi casada posteriormente com Pedro Rodrigues Pereira Caldas e que foram pais de Thiago Rodrigues Pereira Caldas meu bisavô. Gostaria de ajuda para encontrar a origem da minha tataravo Joana.Grata,Cassia
Abilon Naves disse…
Prezados.

Gostaria, se possível, de estabelecer contato com os descendentes de Paulo Naves dos Reis, nominado como autor da "Antiga foto de Carmo da Cachoeira, através do E-mail:
blogfamílianaves@hotmail.com

Imensamente grato.

Abilon Naves
Editor do BLOG Família Naves – Projeto Árvore Genealógica
http://familiaresnaves.blogspot.com.br/2012/01/blog-familia-naves-ultrapassa-marca-de.html

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 A Comunidade São Pedro de Rates na Solenidade de Corpus Chisti Celebrando Corpus Christi a Comunidade São Pedro de Rates participou da confecção dos tapetes coloridos nas ruas de Carmo da Cachoeira para a passagem de Jesus Eucarístico pela procissão de Corpus Christi juntamente com toda a Paróquia Nossa Senhora do Carmo. Figuras da Sagrada Eucaristia, Divino Espírito Santo, do Cálice da Ceia e demais motivos eucarísticos embelezam as vias graças aos voluntários das diversas comunidades urbanas e rurais da Paróquia Nossa Senhora do Carmo na Diocese da Campanha em Minas Gerais. Celebrando a festa de Jesus presente na Eucaristia, sobretudo fazendo memória à Quinta-Feira Santa e o início da Eucaristia, no Pão e no Vinho, este dia nos remete uma verdadeira gratidão que nós cristãos devemos ter pelo grande mistério da morte e ressurreição de Cristo, Nosso Senhor. Ao desenhar símbolos religiosos nas ruas cachoeirenses, o povo se une em torno da arte e fé.  Simbolicamente retira a intermediaç

Cemitério dos Escravos de Carmo da Cachoeira

Ativistas culturais preservam nossa memória histórica Fernão Dias Paes Leme  corajosamente embora velho, atendendo ao apelo de seu rei, juntou seus índios agregados e com os seus dois filhos, com seu genro, e alguns amigos que acreditaram nele, partiu de São Paulo chefiando a maior bandeira paulista, entrando no sertão em busca da Lagoa Encantada onde estariam as tão sonhadas esmeraldas. Nesta louca aventura, o Governador das Esmeraldas foi plantando roças e deixando atrás de si “pousos”, para que outros bandeirantes pudessem sobreviver na impiedosa selva pontilhada de perigos. O sertão do Campo Grande estava localizado no trajeto dos bandeirantes quando, em 1739 , Marta Amato encontrou informações de que pertenciam a Carrancas (Freguesia de Nossa Senhora da Conceição das Carrancas ) dois cemitérios que pertenciam a essa freguesia, na Comarca do Rio das Mortes : cemitério do Campo Belo e cemitério do Deserto Dourado (hoje São Bento Abade ) . Segundo Tarcísio José Martins (1995, 1ª