Pular para o conteúdo principal

Correspondência recebida:





de: Antônio Carlos de Castro - Campinas SP

Boa tarde,

Não conheço a obra citada, mas está disponível para venda em sebos, básicamente trata de famílias de quais regiões?

Envio a seguir texto padrão que envio a colegas genealogistas: tenho ascendentes pela parte paterna em Lavras/Perdões/Nepomuceno/Luminárias/Ribeirão Vermelho, sendo ramos que não consigo avançar. O meu avô paterno, Fanoel da Silva Castro, nascido em Nepomuceno, era filho natural de Maria Luisa da Silva ou Maria Leonarda da Conceição com Ervécio de Castro (de origem espanhola de acordo com informações verbais), Maria Luisa e Maria Leonarda eram filhas naturais de Carolina da Conceição, sendo da linha africana. Sei que a linha africana é complicada, mas gostaria de saber a nação de origem para colocar no meu site pelo ao menos os costumes e história. Vide arquivo fanoel_da_silva_castro.rtf com eventos e locais.
O meu avó, Fanoel, foi casado com Ordália Francisca das Chagas, filha de Pedro Vicente Ferreira (este filho de Vicente Espíndola e Francelina Maria de Jesus) e Ana Petronilha de Jesus (esta filha de Reduzino Frauzino do Nascimento e Maria Nazareth de Oliveira). Minha avó Ordália foi criada junto com o casal Juvêncio Inácio de Lima (nascido em Luminárias em 1864, falecido em Lavras em 28/03/1939) e Galdina Cândida de Jesus (nascida em Ingaí em 1876 e falecida em Lavras em 20/09/1943) com os seus filhos José Galdino de Lima (nascido em Lavras, onde foi taxista) e Alexandre Galdino de Lima (nascido em Lavras, onde foi comerciante). Pelo o que sei o pai da minha avó Ordália, Pedro Vicente Ferreira, que morreu pouco tempo depois que a minha avó nasceu, e minha bisavó, Ana Petronilha, vendeu as terras no campo, indo para Lavras onde abriu um comércio. Penso que para cuidar do comércio a minha bisavó deixava a minha avó com o casal Juvêncio e Galdina, ele conterrâneo de Pedro Vicente. Ana Petronilha veio a falecer queimada em 16/08/1926 em Lavras, ao derrubar um lampião de querosene sobre a cama em que dormia (relatos verbais), pesquisei artigo em jornal da época em Lavras, sem sucesso. Em anexo o arquivo ordalia_francisca.rtf com eventos e locais.

Pela parte materna, os ascendentes são da regiões de Mariana/Ouro Prêto/Piranga e outras cidades da Zona da Mata tenho muito mais informações, conforme pode ser visto no meu site no link Genealogia/Meus Antepassados, no rodapé deste e-mail

Grato

e-mail pessoal: castrokk@uol.com.br
site pessoal: www.genealogiacastro.cjb.net
skype name: castrokkbr

Comentários

Anônimo disse…
Nossos agradecimentos a ANTONIO CARLOS DE CASTRO pela contribuição. Hoje, partilhamos a comunicação na intenção e buscar contribuições que o ajudem, e a nós também, nas ligações. TS Bovaris já deve ter respondido a sua comunicação, bem como, ter lhe informado dos contatos e envios que fizemos visando integrá-lo numa busca maior.
Anônimo disse…
ANTONIO CARLOS DE CASTRO, procure ler a obra de Dr. Marcos Paulo de Souza Miranda, Jurisdição dos Capitães - A história de Januário Garcia Leal, o Sete Orelhas, e seu bando. Belo Horizonte: Del Rey, 2003. ISBN 85-7308-625-4
CDD: 398.28151
CDU: 398.2 (815.1)

Bibliotecária responsável: Maria Aparecida Costa Duarte. CRB 6/1047

Editor: Arnaldo Oliveira.


Conselho Editorial:
Antônio Augusto Cançado Trindade;
Antônio Augusto Junho Anastasia;
Ariosvaldo de Campos Pires;
Aroldo Plínio Gonçalves;
Carlos Alberto Penna R. de Carvalho;
Celso Magalhães Pinto;
Edelberto Augusto Gomes Lima;
Eugênio Pacelli de Oliveira;
Hermes Vilchez Guerrero;
José Edgard Penna Amorim Pereira;
Misabel Abreu Maschado Derzi;
Plínio Salgado;
Rodrigo da Cunha Pereira;
Sérgio Lellis Santiago.

Ilustração da capa: Carlos Eduardo de Souza Miranda.

Editor: (31) 3284-9770
delrey@net.em.com.br

Editora/SP Rua Santo Amaro, 582 - Centro
São Paulo - SP - CEP 01315-000
Televendas: 0800- 7722213 - - Telefax: (11) 3101-9775
delreysp@uol.com.br

O Dr. Marcos Paulo de Souza Miranda é natural de Andrelândia, Sul de Minas Gerais. Bacharelou-se em Ciências Jurídicas Sociais no ano de 1998. Atualmente (2003) exerce a titularidade da Promotoria de Justiça da Comarca de São João Evangelista - Minas Gerais.
Promotor de Justiça em Minas Gerais;
Sócio do Colégio Brasileiro de Genealogia
Sócio da Associação Brasileira dos Pesquisadores de História e Genealogia;
Conselheiro Administrativo do Núcleo de Pesquisas Arqueológicas do Alto Rio Grande.
Anônimo disse…
Apparecida Gomes do Nascimento Thomazelli tem como referências: Instituto Genealógico Brasileiro de S. P.; a Academia Paulista de Educação São Paulo; o Instituto Histórico e Geográfico de São João del-Rei e o Instituto Histórico e Geográfico de Campanha. A primeira edição de "As Famílias de Nossa Família (Mineiros e Paulistas), foi editada em Belo Horizonte, no ano de 1984 e em São Paulo, em 1989

O compêndio que o Projeto Partilha consulta, não faz referência a editora.
Anônimo disse…
Ângela Ribeiro de MORAES é mãe e José Joaquim Gomes Branquinho, proprietário da Fazenda Boa Vista e sede do Distrito Boa Vista, Município de Lavras do Funil. Vamos ouvir o que THOMAZELLI diz em sua obra, p.423, sobre um dos filhos do Capitão José Joaquim, da Boa Vista:

O Capitão José Justiniano Branquinho, foi batizado em 09.01.1781. Habilitado em São Tomé das Letras em 1819 para casar com dona Ana Luísa Álvares (Alves), batizada em São Bento do Campo Belo em 28.01.1799, filha de Antônio Joaquim Álvares e de dona Ana Luísa Gonçalves, filha legítima de dona Maria Ângela e esta filha legítima de João Luís Gonçalves e de dona Maria Ângela da Cruz, irmã de dona Ângela Ribeiro de Moraes, mãe do Capitão José Joaquim Gomes Branquinho.
O primeiro filho deste casal, José Porfírio Branquinho, casado em dona Maria Leopoldina da Silva Lara. Viúvo, José Porfírio Branquinho casou-se segunda vez, aos 80 anos de idade com dona Regina Maria Gomes do Nascimento. Dona Maria Leopoldina e José Porfírio foram pais de:

Maria Justiniana Branquinho, casada com José Custódio de Paula;

Maria da Anunciação Branquinho, casada com João Custódio Moreira;

Mário Luís Branquinho;

José Joaquim Branquinho, casado em primeiras núpcias com dona Maria Lepoldina Cândida de Oliveira Garcia, filha legítima de Januário Garcia Leal. José Joaquim foi fundador de Ponte Nova (Jeriquara) e de Cristais Paulista. Era conhecido por José Porfírio Branquinho (II).
Cf. p.425 da referida obra.
Anônimo disse…
Respondendo para ANTONIO CARLOS DE CASTRO:

- a uma pergunta feita por você, foi qual a região, motivo de estudo de THOMAZELLI. Na realidade seu trabalho foi a partir do PATRIARCA DA FAMÍLIA GOMES DO NASCIMENTO, a partir de 1740, com JOÃO GOMES DO NASCIMENTO. Vamos ouví-la: "Em 1747, encontramo-lo a batizar sua primogênita MARIA, na Capela de Ibertioga, filial da Piedade da Borda do Campo (...)". A seguir, (...) seguindo o costume da época, JOÃO, ignorando a barreira natural formada pelo Rio das Mortes,, contraira casamento com uma sua poente, na Capela de Santo Antônio de Ibertioga, da Freguesia de Nossa Senhora da Borda do Campo (...).p.24: "Os Nascimentos", ergueram uma outra sede no Distrito outrora denominado São Francisco do Onça, hoje Emboabas, com o nome de "Fazenda Nova do Pouso Alegre". "As terras de João Gomes Nascimento estendiam-se daí a perder de vista, banhadas pelo Ribeirão do Onça, e pelo Ribeirão dos Motolas, alcançando, para o oeste, São Miguel do Cajuru, hoje Distrito de Arcângelo. Ibertioga ficava mais longe, também ampla, próxima à Borda do Campo".

A partir do que ela coloca inicialmente, vamos percebendo no decorrer da obra a busca incansável da família por melhores lugares, por lugares com condições de vida mais favoráveis, enfim, seus descendentes estão por todo o Sul Mineiro e estado de São Paulo.
Um ótimo trabalho a você. Permaneça conosco, hoje e sempre.
Anônimo disse…
Obrigado a todos que responderam a minha postagem.
Eu já consegui a obra de Apparecida G.N. Thomazelli, e apesar de não conseguir conectar os sobrenomes que pesquiso aos da obra, ela certamente enriquecerá meu acervo. Estou em busca do livro da história de Perdões. Relaciono abaixo os "links" de Estudos (a maioria dos meus ascendentes) que disponibilizei no Projeto Compartilhar, sendo alguns recentes.
http://br.geocities.com/projetocompartilhar/estudoAntonioAlvesdeCastro.htm
http://br.geocities.com/projetocompartilhar/estudoCamargo.htm
http://br.geocities.com/projetocompartilhar/estudoCunhaOsorio.htm
http://br.geocities.com/projetocompartilhar/estudoDomingosCoelho.htm
http://br.geocities.com/projetocompartilhar/estudoGoncalvesLeal.htm
http://br.geocities.com/projetocompartilhar/estudoHorta.htm
http://br.geocities.com/projetocompartilhar/estudoJoseAlvesMaciel.htm
http://br.geocities.com/projetocompartilhar/estudoLeoneldeAbreuLima.htm
http://br.geocities.com/projetocompartilhar/estudoManoelAlvesdeMagalhaeseSenhorinhadeAbreuLima.htm
http://br.geocities.com/projetocompartilhar/estudoPedroAfonsoGalvaodeSaoMartinho.htm
http://br.geocities.com/projetocompartilhar/estudoPintoCoelhodaCunha.htm
http://br.geocities.com/projetocompartilhar/estudoPiresFarinho.htm
http://br.geocities.com/projetocompartilhar/estudoSilvaFerraoSeixasdaFonseca.htm
http://br.geocities.com/projetocompartilhar/estudoSoaresValente.htm



Antonio Carlos de Castro
e-mail: castrokk@uol.com.br
site: http://www.genealogiacastro.cjb.net
O meu site no Geocities foi descontinuado. Abri outro e um blog onde relaciono mihas pesquisaa.As últimas páginas do blog são sobre judeus sefarditas, que permite a cidadania portuguesa. Já consegui minha Justificação Sefardita atraves delas.

Saudações

Antônio Carlos de Castro
 
Campinas-SP

e-mail: castrokk@uol.com.br
face: www.facebook.com/castrokk
site: www.facebook.com/Genealogia-de-Antonio-Carlos-de-Castro-1599244410347916/
blog de genealogia: castrokk.blogspot.com.br/ 
O meu blog foi revisado: http://castrokk.blogspot.com/

Arquivo

Mostrar mais

Postagens mais visitadas deste blog

Tabela Cronológica 10 - Carmo da Cachoeira

Tabela 10 - de 1800 até o Reino Unido - 1815 - Elevação do Brasil a Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves - 1815 ü 30/Jan – capitão Manuel de Jesus Pereira foi nomeado comandante da Cia. de Ordenanças da ermida de Campo Lindo; e ü instalada a vila de Jacuí . 1816 1816-1826 – Reinado de Dom João VI – após a Independência em 1822, D. João VI assumiu a qualidade e dignidade de imperador titular do Brasil de jure , abdicando simultaneamente dessa coroa para seu filho Dom Pedro I . ü Miguel Antônio Rates disse que pretendia se mudar para a paragem do Mandu . 1817 17/Dez – Antônio Dias de Gouveia deixou viúva Ana Teresa de Jesus . A família foi convocada por peritos para a divisão dos bens, feita e assinada na paragem da Ponte Falsa . 1818 ü Fazendeiros sul-mineiros requereram a licença para implementação da “ Estrada do Picu ”, atravessando a serra da Mantiqueira e encontrando-se com a que vinha da Província de São Paulo pelo vale do Paraíba em direção ao Rio de Janeiro, na alt

A organização do quilombo.

O quilombo funcionava de maneira organizada, suas leis eram severas e os atos mais sérios eram julgados na Aldeia de Sant’Anna pelos religiosos. O trabalho era repartido com igualdade entre os membros do quilombo, e de acordo com as qualidades de que eram dotados, “... os habitantes eram divididos e subdivididos em classes... assim havia os excursionistas ou exploradores; os negociantes, exportadores e importadores; os caçadores e magarefes; os campeiro s ou criadores; os que cuidavam dos engenhos, o fabrico do açúcar, aguardente, azeite, farinha; e os agricultores ou trabalhadores de roça propriamente ditos...” T odos deviam obediência irrestrita a Ambrósio. O casamento era geral e obrigatório na idade apropriada. A religião era a católica e os quilombolas, “...Todas as manhãs, ao romper o dia, os quilombolas iam rezar, na igreja da frente, a de perto do portão, por que a outra, como sendo a matriz, era destinada ás grandes festas, e ninguém podia sair para o trabalho antes de cump

A família do Pe. Manoel Francisco Maciel em Minas.

A jude-nos a contar a história de Carmo da Cachoeira. Aproveite o espaço " comentários " para relatar algo sobre esta foto, histórias, fatos e curiosidades. Assim como casos, fatos e dados históricos referentes a nossa cidade e região. Próxima imagem: Sete de Setembro em Carmo da Cachoeira em 1977. Imagem anterior: Uma antiga família de Carmo da Cachoeira.

Postagens mais visitadas deste blog

Tabela Cronológica 10 - Carmo da Cachoeira

Tabela 10 - de 1800 até o Reino Unido - 1815 - Elevação do Brasil a Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves - 1815 ü 30/Jan – capitão Manuel de Jesus Pereira foi nomeado comandante da Cia. de Ordenanças da ermida de Campo Lindo; e ü instalada a vila de Jacuí . 1816 1816-1826 – Reinado de Dom João VI – após a Independência em 1822, D. João VI assumiu a qualidade e dignidade de imperador titular do Brasil de jure , abdicando simultaneamente dessa coroa para seu filho Dom Pedro I . ü Miguel Antônio Rates disse que pretendia se mudar para a paragem do Mandu . 1817 17/Dez – Antônio Dias de Gouveia deixou viúva Ana Teresa de Jesus . A família foi convocada por peritos para a divisão dos bens, feita e assinada na paragem da Ponte Falsa . 1818 ü Fazendeiros sul-mineiros requereram a licença para implementação da “ Estrada do Picu ”, atravessando a serra da Mantiqueira e encontrando-se com a que vinha da Província de São Paulo pelo vale do Paraíba em direção ao Rio de Janeiro, na alt

Carmo da Cachoeira — uma mistura de raças

Mulatos, negros africanos e criolos em finais do século XVII e meados do século XVIII Os idos anos de 1995 e o posterior 2008 nos presenteou com duas obras, resultadas de pesquisas históricas de autoria de Tarcísio José Martins : Quilombo do Campo Grande , a história de Minas, roubada do povo Quilombo do Campo Grande, a história de Minas que se devolve ao povo Na duas obras, vimo-nos inseridos como “Quilombo do Gondu com 80 casas” , e somos informados de que “não consta do mapa do capitão Antônio Francisco França a indicação (roteiro) de que este quilombo de Carmo da Cachoeira tenha sido atacado em 1760 ”.  A localização do referido quilombo, ou seja, à latitude 21° 27’ Sul e longitude 45° 23’ 25” Oeste era um espaço periférico. Diz o prof. Wanderley Ferreira de Rezende : “Sabemos que as terras localizadas mais ou menos a noroeste do DESERTO DOURADO e onde se encontra situado o município de Carmo da Cachoeira eram conhecidas pelo nome de DESERTO DESNUDO ”. No entanto, antecipando

As três ilhoas de José Guimarães

Fazenda do Paraíso de Francisco Garcia de Figueiredo Francisco Garcia de Figueiredo é citado como um dos condôminos / herdeiros da tradicional família formada por Manuel Gonçalves Corrêa (o Burgão) e Maria Nunes. Linhagistas conspícuos, como Ary Florenzano, Mons. José Patrocínio Lefort, José Guimarães, Amélio Garcia de Miranda afirmam que as Famílias Figueiredo, Vilela, Andrade Reis, Junqueira existentes nesta região tem a sua ascendência mais remota neste casal, naturais da Freguesia de Nossa Senhora das Angústias, Vila de Horta, Ilha do Fayal, Arquipélago dos Açores, Bispado de Angra. Deixaram três filhos que, para o Brasil, por volta de 1723, imigraram. Eram as três célebres ILHOAS. Júlia Maria da Caridade era uma delas, nascida em 8.2.1707 e que foi casada com Diogo Garcia. Diogo Garcia deixou solene testamento assinado em 23.3.1762. Diz ele, entre tantas outras ordenações: E para darem empreendimento a tudo aqui declarado, torno a pedir a minha mulher Julia Maria da Caridade e mai

Distrito do Palmital em Carmo da Cachoeira-MG.

A jude-nos a contar a história de Carmo da Cachoeira. Aproveite o espaço " comentários " para relatar algo sobre esta foto, histórias, fatos e curiosidades. Assim como casos, fatos e dados históricos referentes a nossa cidade e região. O importante Guia do Município de Carmo da Cachoeira , periódico de informações e instrumento de consulta de todos os cidadãos cachoeirenses, publicou um grupo de fotos onde mostra os principais pontos turísticos, culturais da cidade. Próxima imagem: O Porto dos Mendes de Nepomuceno e sua Capela. Imagem anterior: Prédio da Câmara Municipal de Varginha em 1920.

Cemitério dos Escravos em Carmo da Cachoeira no Sul de Minas Gerais

Nosso passado quilombola Jorge Villela Não há como negar a origem quilombola do povoado do Gundú , nome primitivo do Sítio da Cachoeira dos Rates , atual município de Carmo da Cachoeira. O quilombo do Gundú aparece no mapa elaborado pelo Capitão Francisco França em 1760 , por ocasião da destruição do quilombo do Cascalho , na região de Paraguaçu . No mapa o povoado do Gundú está localizado nas proximidades do encontro do ribeirão do Carmo com o ribeirão do Salto , formadores do ribeirão Couro do Cervo , este também representado no mapa do Capitão França. Qual teria sido a origem do quilombo do Gundú? Quem teria sido seu chefe? Qual é o significado da expressão Gundú? Quando o quilombo teria sido destruído? Porque ele sobreviveu na forma de povoado com 80 casas? Para responder tais questões temos que recuar no tempo, reportando-nos a um documento mais antigo que o mapa do Capitão França. Trata-se de uma carta do Capitão Mor de Baependi, Thomé Rodrigues Nogueira do Ó , dirigida ao gove

A origem do sobrenome da família Rattes

Fico inclinado a considerar duas possibilidades para a origem do sobrenome Rates ou Rattes : se toponímica, deriva da freguesia portuguesa de Rates, no concelho de Póvoa de Varzim; se antropomórfica, advém da palavra ratto (ou ratti , no plural), que em italiano e significa “rato”, designando agilidade e rapidez em heráldica. Parecendo certo que as referências mais remotas que se tem no Brasil apontam a Pedro de Rates Henequim e Manoel Antonio Rates . Na Europa antiga, de um modo geral, não existia o sobrenome (patronímico ou nome de família). Muitas pessoas eram conhecidas pelo seu nome associado à sua origem geográfica, seja o nome de sua cidade ou do seu feudo: Pedro de Rates, Juan de Toledo; Louis de Borgonha; John York, entre outros. No Brasil, imigrantes adotaram como patronímico o nome da região de origem. Por conta disso, concentrarei as pesquisas em Portugal, direção que me parece mais coerente com a história. Carmo da Cachoeira não é a única localidade cujo nome está vincul

O livro da família Reis, coragem e trabalho.

A jude-nos a contar a história de Carmo da Cachoeira. Aproveite o espaço " comentários " para relatar algo sobre esta foto, histórias, fatos e curiosidades. Assim como casos, fatos e dados históricos referentes a nossa cidade e região. Próxima imagem: 24º Anuário Eclesiástico - Diocese da Campanha Imagem anterior: A fuga dos colonizadores da Capitania de S. Paulo

A Paróquia Nª. Srª. do Carmo completa 155 anos.

O decreto de criação da Paróquia foi assinado pela Assembléia Legislativa Provincial no dia 3 de julho de 1857. Pela Lei nº 805 , a Capela foi elevada para Freguesia, pertencendo ao Município de Lavras do Funil e ficando suas atividades sob a responsabilidade dos Conselhos Paroquiais. O Primeiro prédio da Igreja foi construído em estilo barroco , em cujo altar celebraram 18 párocos . No ano de 1929, esse templo foi demolido, durante a administração do Cônego José Dias Machado . Padre Godinho , cachoeirense, nascido em 23 de janeiro de 1920, em sua obra " Todas as Montanhas são Azuis ", conta-nos: "Nasci em meio a montanhas e serras em uma aldeia que, ao tempo, levava o nome de arraial. (...) Nâo me sentia cidadão por não ser oriundo de cidade. A montanha é velha guardiã de mistérios. Os dias eram vazios de qualquer acontecimento." Ao se referir ao Templo físico dizia: "Minha mãe cuidava do jardim pensando em colher o melhor para os altares da Matriz

O distrito de São Pedro de Rates em Guaçuí-ES..

Localizado no Estado do Espírito Santo . A sede do distrito é Guaçuí e sua história diz: “ ... procedentes de Minas Gerais, os desbravadores da região comandados pelo capitão-mor Manoel José Esteves Lima, ultrapassaram os contrafortes da serra do Caparão , de norte para sul e promoveram a instalação de uma povoação, às margens do rio do Veado, início do século XIX ”.

Simpósio Filosófico-Teológico em Mariana

Aproxima-se a conclusão das obras de restauração na Catedral Basílica de Nossa Senhora da Assunção, Igreja Mãe de nossa Arquidiocese. Trata-se de expressivo monumento religioso, histórico e artístico, tombado no âmbito federal pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN). A Arquidiocese de Mariana, a Faculdade Dom Luciano Mendes (FDLM) e o Instituto Teológico São José (ITSJ) organizam este Simpósio com o objetivo de refletir sobre os trabalhos de restauro que em breve serão entregues à comunidade, bem como debater o significado deste templo, em relação aos aspectos teológicos e sua importância artística e arquitetônica em mais de três séculos de existência. Programação : de 25 à 27 DE MAIO DE 2022 25/05/2022 – Quarta-feira Local: Seminário Maior São José-Instituto de Teologia 19h - SAUDAÇÃO INICIAL - Côn. Nédson Pereira de Assis Pároco da Catedral - Mons. Celso Murilo Sousa Reis Reitor do Seminário de Mariana - Pe. José Carlos dos Santos Diretor da Faculdade Dom