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Janny Villela e Pedro Ferreira Pinto.

Os noivos que aparecem na foto tirada na cidade de Aparecida do Norte em São Paulo pelo Photo J. Salomão são: dona Janny Villela, irmão do sr. Percy de Oliveira Villela e de dona Zilah, citado entre os comentários de ontem e postado por Dyrce, filha do casal. Jany, solteira casa-se com o viúvo Pedro Ferreira Pinto, cuja profissão era a de vendedor.

Comentários

Anônimo disse…
CARMO DA CACHOEIRA NO ASPECTO LEGAL. Limite de seu território alterado por lei. Veja Lei n.3442 - de 28 de setembro de 1887. Ela transfere fazendas da freguesia de Sant´Anna de Lavras para a de Carmo da Cachoeira. Está disponibilizada em www.arquivohistórico-mg.com.br/aventureiro/freguesia.html-20k-
Anônimo disse…
No ano de "
1859 é batizado na freguesia de Carmo da Cachoeira a Manoel, filho de Joaquim Baptista Carneiro e Antonia Maria de Ramos. Padrinhos: Sirino da Costa Ramos e Maria Jacintha de Jesus. Assina o Pe. Joaquim Antonio de Rezende".
Num casamento ocorrido na mesma freguesia em 18/06/1864 aparece o casamento de RAFAEL RODRIGUES DA SILVA, tendo como testemunhas JOÃO ALVES DE GOUVEIA, o BARÃO DE LAVRAS e JOAQUIM F. XAVIER e a seguinte referêancia, FELICIANO MARQUES DE ABREU, pai de MARIA JACIANTA DE JESUS
Anônimo disse…
Os noivos que aparecem na foto são dona Janny Villela, irmão do sr. Percy e de dona Zilah, citado entre os comentários de ontem e postado por Dyrce, filha do casal. Janny, solteira casa-se com o viúvo PEDRO FERREIRA PINTO,cuja profissão era a de vendedor.
Anônimo disse…
A FAZENDA SAQUAREMA foi sede da subdelegacia da freguesia do Carmo da Cachoeira. Vi no processo- crime de n.37, onde foi juntado o de n. 39, uma inicial feita em papel timbrado em alto relevo e com marca d´água, onde se lê FAZENDA SAQUAREMA. Vem assinado pelo subdelegado, sr. José Fernandes Avelino, em maio de 1853 e diz o seguinte: "Os abaixo assignados credores de Manoel Januário Pinheiro vem perante V.S. requerer para que sejão aprehendidos e depuzitados os bens daquelle (ilegível)para segurança dos credores visto que deve avarias outras pessoas aém dos abaixo assinados. José Fernandes Avelino; José Celestino Terra; Jeronymo Ferreira Pinto Vieira. Comarca do Rio Verde, neste Arraial do Carmo da Cachoeira, segundo supplente da Subdelegacia ANTONIO SEVERIANO DE GOUVEIA. Relação das dívidas de Manoel Januário Pinheiro:
Francisco, escravo de Manoel da Costa Silva .................7$620;
João da Matta Barbosa........1$300;
Antonio Valentim de Aguiar...3$140;
Camarada de José da Costa....3$280;
José Cardoso da Silva.......12$220;
Leopoldina, da defunta Iria..1$440;
Zefferino José de Carvalho...1$440;
José Ferreira...............20$340;
Joaquim Gonçalves Pimentel...8$320;
Maximiano, da Biana..........1$800
Joaquim Mariano..............4$820;
Manoel Mestre................2$700;
Outros citados sem discriminação de quantias: Ventura, escravo de Luiz de Paula; Geraldo, escravo de Joaquim José Pereira; José Valério; Fermiano; Claro dos Santos; Joaquim, genro do Sr. Joã Cotta; José Carvalho; João da Silva Martins; Francisco da Costa Ramos; José Felippe; Nasciro, agregado da Chamusca; Antonio Valentin Aguiar - Cardozo. Florenciano José Alves - Cardozo; Jeronimo da Silva - Cardoso; Maxiana Valentina; Thomé Pinto Ribeiro; José Albino; Fraancisco de Paula Chagas; Luis de Paula Vasconcellos; Firmino Viana; Francelino Furtado; Antonio da Costa Silva. Credores deste inventário Tristão Bernardes Pinto; Florenço Alves Baptista; José Celestino Terra; José Fernandes Avelino; João Alves de Gouveia; Antonio Rodrigues Dias; Jeronymo Ferreira Pinto Vieira; Antonio Dias Pereira de Oliveira; Manoel Antonio Teixeira. Dívida de Manoel Francisco Xavier Sobrinho e José Cardoso da Silva, assina em 30/05/1849, Três Corações.
Segue documento anexo: A Joaquim Gabriel Pimentel. De ajustes de contas que fizemos a 5 de abril de 1861, 180$840. Fica pertencendo de hoje para sempre a conta acima de 180$840 a meu Mano Tristão Bernardes Pinto por transação que fizemos 1 de abril de 1863. Em 1860. Dinheiro que dei a Manoel Januário`Pinheiro. Assina o Tristão. Credor do Rio Verde, senhor José Cardoso da Silva". A avaliação dos bens foi feita por MANOEL ANTONIO TEIXEIRA, João Alves de Gouveia e José Fernandes Avelino.
Anônimo disse…
Sou Filha de Chryso Rezende,Avó do papai nome Baziliça Teixeira Reis, Casada com Aspholfo Rezende. A casa da praça ,era minha tia avó Gulhermina Rezende Naves ( Famosa Timina),a quem todos amavam, pois morava na fazenda Itamaraty com Tinhota( Agenor), como eles casaram mais velhos não tiveram filhos no entanto a fazenda era o paraíso de todos os sobrinhos de diversas gerações que passavam ferias maravilhosas somente em companhia dos dois,onde viviamos verdadeiras fantasias com descrito no ``sitio do picapau amarelo`` A fazenda era de café onde havia o carro de boi e os rituais de pular no café onde nós saimos todos encardidos , disputavamos quem tomava mais o leite ao pé da vaca, varios copos, não havia luz nem geladeira de vez enquanto matava o porco e a carne era colocada na banha em consrva pra manter!!! Deste mesmo porco aproveitava tudo,fazia o famoso sabão de cinza,( punha o sebo,a cinza de pau de lenha que fazia de quadra gorduras do porco, associada a soda )colçocava no tacho pra ferver durante dias. Minha tia Terezinha Alice mora em Três corações sabe desta receita, 32311425.
O Fogão a lenha onde contavamos piadas até altas horas,sem luz na casa!!!e foram muitas aventuras vividas e aproveitadas naquela fazenda.Infelismente tudo passa mas nossas lembranças serão sempre eternas e agradecidas a eles dois que com muito amor cudavam de toda a sobrinhada.

A Timina foi casada com Agenor Rezende Naves e sua segunda esposa Aurea,quem ficou com a casa.Esta casa foi comprada do seu padrinho Geronimo que era Português.
Hoje moro em BH, cercada de cimento e saudade.
Vilminha

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