Pular para o conteúdo principal

Instrução particular de ensino.


Clique aqui e veja a ilustração da primeira instituição particular de ensino de Carmo da Cachoeira.
Em relatório assinado por Antônio Batista de Sant’Ana, em 28 de fevereiro de 1957, na casa da Professora Maria Amélia Fonseca, haveria ensino particular. Esta residência fica na esquina da Rua Presidente Antônio Carlos com a Rua Antônio Justiniano dos Reis, em frente a Escola Pedro Mestre.

Comentários

Anônimo disse…
Errata. Tipo de erro: Equívoco. A Casa do antigo morador de CACHOEIRA, Manoel Antonio Rates realmente funcionou como escola e também como tabeião. O equívoco é quanto ao imóvel e local. Esta casa, que BATISTA SANTANA nos indica como INSTRUÇÃO PARTICULAR, ficava num terreno baldio existe a Rua Presidente Antonio Carlos, cuja lateral fica em frente a entrada de alunos da Escola Fundamental Estadual, Pedro Mestre. A casa do primeiro morador fica na Várzea das Boiadas, ao pé do morro do Cruzeiro, junto a CACHOEIRA DOS RATES. Existe mais escola por aqui. Falaremos delas aos poucos.
Anônimo disse…
PROJETO PARTILHA

Sentimo-nos imensamente honrados com a iniciativa do Padre André em divulgar a história de nossa querida Carmo da Cachoeira através do Projeto Partilha. E, como fazemos parte desta história, resolvemos incluir neste blog, a nossa pioneira Escola Estadual “Pedro Mestre” hoje, com 105 anos de existência, nosso maior motivo de orgulho, por ter acolhidos em suas salas, cachoeirenses ilustres como Padre Antonio de Oliveira Godinho, Dr. General Genuíno Sant’Ana, seu sobrinho Padre Edgar Sant’Ana e tantos outros.
Aos seus ilustres professores Dona Nair, Dona Zuleica, Dona Hermínia, Dona Lourdes Galvão e muitas outras, o nosso eterno agradecimento, especialmente ao mestre que deu nome a esta instituição, o nosso saudoso “Pedro Juvêncio de Souza, o Sr. Pedro Mestre” – amigo dos alunos, o qual sempre os cativava com deliciosos biscoitinhos de polvilho. Bons tempos aqueles da infância de meu pai Argemiro Sant’Ana, dos quais conheço várias histórias, como esta do Senhor “Pedro Mestre” que sabia ser enérgico, porém generoso e amigo – verdadeiro educador – que se preocupava não apenas com a transmissão de conteúdos; mas também com a formação do indivíduo como ser humano.
Outros mestres também fizeram parte de nossa história. Gostaria aqui de homenagear todos eles. Como o número é imenso, escolhi a nossa querida Dona Emilia Brito Mesquita Arco, imagem de humildade, delicadeza, compromisso, resignação, dedicação e amor ao próximo, especialmente aos alunos mais humildes – uma “santa” que graças a Deus ainda está em nosso meio.
Pessoas como Dona Emilia, são um presente de Deus, digna de representar uma classe tão importante, mas infelizmente tão desvalorizada pela sociedade atual.
Em 2003, ao completar 100 anos resgatamos a história de nossa escola e, junto com ela nos emocionamos com uma linda festa.
A partir de 1998, com a municipalização das escolas estaduais de ensino fundamental (1ª à 4ª séries) passamos a trabalhar com alunos de 5ª a 8ª séries – sendo a maioria da zona rural. Hoje também atendemos os jovens e adultos no noturno (Projeto EJA).
Apesar de todas as dificuldades, fomos escolhidos para participar do Projeto “Escola Referencia”. Iniciamos os trabalhos com dois projetos aprovados dentre aproximadamente 300 escolas contempladas em Minas Gerais.
A sociedade atual é totalmente diferente de alguns anos atrás. Hoje com a influência dos meios de comunicação, a busca dos pais pela sobrevivência, famílias desestruturadas... dificulta muito o trabalho a escola. A escola, mais do que nunca, precisa do apoio dos pais, da sociedade para desempenhar realmente o seu papel. Apesar de tantas dificuldades e da total desvalorização profissional, sentimo-nos escolhidos por Deus para realizar esta tão nobre missão – educar.
Sendo assim, graças à infinita misericórdia de Deus, estamos conseguindo vencer barreiras, estamos a caminho e de braços abertos para recebermos todo tipo de colaboração.

A família da
E.E. “Pedro Mestre”
Desde já agradece.


Para maiores informações, conheça o histórico de nossa escola:




Histórico Cronológico da E.E. “Pedro Mestre”

• 1903 – Criação da Escola com o nome de Escola Pública de Instrução Primária.
• 1929 – Feita a escritura do terreno medindo 2000m2 de área, onde foi construído o prédio (parte da frente) onde até hoje funciona.
• 1930 – Passou a Escolas Reunidas.
• 1947 – Instalação do Grupo Escolar com a denominação de “Monsenhor Nardf”
• 1952 – O prédio foi ampliado com a construção de um gabinete e duas salas de aula.
• 1957 – Recebeu a denominação de Grupo Escolar “Pedro Mestre”
• 1970 – Foi construído um galpão coberto e mais duas salas de aula.
• 1973 – Passou a denominar-se Escola Estadual “Pedro Mestre”






Diretoras(es) da E.E. “Pedro Mestre”

Amélia Ernestina de Freitas
Pedro Juvêncio de Souza
Nair Caldeira
Hilda Brito Mesquita
Geuza Nazaré de Carvalho Soares
Maria Aparecida Gonçalves Reis
Gina Lúcia Vilela Chagas Sant’Ana

Postagens mais visitadas deste blog

Tabela Cronológica 10 - Carmo da Cachoeira

Tabela 10 - de 1800 até o Reino Unido - 1815 - Elevação do Brasil a Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves - 1815 ü 30/Jan – capitão Manuel de Jesus Pereira foi nomeado comandante da Cia. de Ordenanças da ermida de Campo Lindo; e ü instalada a vila de Jacuí . 1816 1816-1826 – Reinado de Dom João VI – após a Independência em 1822, D. João VI assumiu a qualidade e dignidade de imperador titular do Brasil de jure , abdicando simultaneamente dessa coroa para seu filho Dom Pedro I . ü Miguel Antônio Rates disse que pretendia se mudar para a paragem do Mandu . 1817 17/Dez – Antônio Dias de Gouveia deixou viúva Ana Teresa de Jesus . A família foi convocada por peritos para a divisão dos bens, feita e assinada na paragem da Ponte Falsa . 1818 ü Fazendeiros sul-mineiros requereram a licença para implementação da “ Estrada do Picu ”, atravessando a serra da Mantiqueira e encontrando-se com a que vinha da Província de São Paulo pelo vale do Paraíba em direção ao Rio de Janeiro, na alt

As três ilhoas de José Guimarães

Fazenda do Paraíso de Francisco Garcia de Figueiredo Francisco Garcia de Figueiredo é citado como um dos condôminos / herdeiros da tradicional família formada por Manuel Gonçalves Corrêa (o Burgão) e Maria Nunes. Linhagistas conspícuos, como Ary Florenzano, Mons. José Patrocínio Lefort, José Guimarães, Amélio Garcia de Miranda afirmam que as Famílias Figueiredo, Vilela, Andrade Reis, Junqueira existentes nesta região tem a sua ascendência mais remota neste casal, naturais da Freguesia de Nossa Senhora das Angústias, Vila de Horta, Ilha do Fayal, Arquipélago dos Açores, Bispado de Angra. Deixaram três filhos que, para o Brasil, por volta de 1723, imigraram. Eram as três célebres ILHOAS. Júlia Maria da Caridade era uma delas, nascida em 8.2.1707 e que foi casada com Diogo Garcia. Diogo Garcia deixou solene testamento assinado em 23.3.1762. Diz ele, entre tantas outras ordenações: E para darem empreendimento a tudo aqui declarado, torno a pedir a minha mulher Julia Maria da Caridade e mai

A Família Campos no Sul de Minas Gerais.

P edro Romeiro de Campos é o ancestral da família Campos do Sul de Minas , especialmente de Três Pontas . Não consegui estabelecer ligação com os Campos de Pitangui , descendentes de Joaquina do Pompéu . P edro Romeiro de Campos foi Sesmeiro nas Cabeceiras do Córrego Quebra - Canoas ¹ . Residia em Barra Longa e casou-se com Luiza de Souza Castro ² que era bisneta de Salvador Fernandes Furtado de Mendonça . Filhos do casal: - Ana Pulqueria da Siqueira casado com José Dias de Souza; - Cônego Francisco da Silva Campos , ordenado em São Paulo , a 18.12. 1778 , foi um catequizador dos índios da Zona da Mata ; - Pe. José da Silva Campos, batatizado em Barra Longa a 04.09. 1759 ; - João Romeiro Furtado de Mendonça; - Joaquim da Silva Campos , Cirurgião-Mor casado com Rosa Maria de Jesus, filha de Francisco Gonçalves Landim e Paula dos Anjos Filhos, segundo informações de familiares: - Ana Rosa Silveria de Jesus e Campos , primeira esposa de Antônio José Rabelo Silva Pereira , este nascido

A família do Pe. Manoel Francisco Maciel em Minas.

A jude-nos a contar a história de Carmo da Cachoeira. Aproveite o espaço " comentários " para relatar algo sobre esta foto, histórias, fatos e curiosidades. Assim como casos, fatos e dados históricos referentes a nossa cidade e região. Próxima imagem: Sete de Setembro em Carmo da Cachoeira em 1977. Imagem anterior: Uma antiga família de Carmo da Cachoeira.

Um poema à Imaculada Conceição Aparecida.

Por esse dogma que tanto te enaltece, Por tua Santa e Imaculada Conceição, Nós te louvamos, ó Maria, nesta prece, Mulher bendita, as nações te chamarão! Salve, Rainha, ó Mãe da Misericórdia! Nossa esperança, nosso alento e vigor, A nossa Pátria, vem, liberta da discórdia, Da ignomínia, da injustiça e desamor! Tu família, aqui, hoje reunida, Encontra forças no seu lento caminhar. A ti recorre, Virgem Santa Aparecida, Nosso caminho vem, ó Mãe, iluminar! Somente tu foste escolhida e preparada Por Deus, o Pai, que com carinho te ornou, Para fazer do Filho Seu, digna morada! Pelo teu sim, a humanidade se salvou. Novo Milênio, com Maria festejamos, Agradecendo tantas graças ao Senhor. Com passos firmes, nova etapa iniciamos, Com muita fé, muita esperança e muito amor. Trecho da obra: Encontros e desencontros de Maria Antonietta de Rezende Projeto Partilha - Leonor Rizzi Próximo Texto: A túnica Inconsútil, um poema de fé. Texto Anterior: A prece da poeta e professora Maria Antonie

Foto de família: os Vilela de Carmo da Cachoeira-MG.

A jude-nos a contar a história de Carmo da Cachoeira. Aproveite o espaço " comentários " para relatar algo sobre esta foto, histórias, fatos e curiosidades. Assim como casos, fatos e dados históricos referentes a nossa cidade e região. E sta foto foi nos enviada p or Rogério Vilela. Da esquerda para a direita: Custódio Vilela Palmeira, Ercília Dias de Oliveira, Fernando de Oliviera Vilela, Adozina Costa (Dozica), Jafoino de Azevedo e José de Oliveira Vilela (Zé Custódio). Imagem anterior: Sinopse Estatística de Carmo da Cachoeira - 1948

Antiga foto da cidade de Carmo da Cachoeira.

A jude-nos a contar a história de Carmo da Cachoeira. Aproveite o espaço " comentários " para relatar algo sobre esta foto, histórias, fatos e curiosidades. Assim como casos, fatos e dados históricos referentes a nossa cidade e região. Foto: Paulo Naves dos Reis Próxima imagem: Imagem da mata da fazenda Caxambu em Minas. Imagem anterior: Um pouco sobre a região do distrito de Palmital.

Eis o amor caridade, eis a Irmã Míriam Kolling.

À Irmã Míria T. Kolling: Não esqueçam o amor Eis o amor caridade , dom da eternidade Que na entrega da vida, na paz repartida se faz comunhão ! Deus é tudo em meu nada: sede e fome de amar! Por Jesus e Maria, Mãe Imaculada todo mundo a salvar! " Não esqueçam o amor ", Dom maior, muito além dos limites humanos do ser, Deus em nós, entrega total! Não se nasce sem dor, por amor assumida: Nada resta ao final do caminho da vida a não ser o amor . Próximo artigo: Até breve, Maria Leopoldina Fiorentini. Artigo anterior: Os Juqueiras, Evando Pazini e a fazenda da Lage

Biografia de Maria Antonietta de Rezende.

O prefeito municipal e a secretária de Educação, Cultura e Lazer, ao assinarem a apresentação da obra: “Atlas Escolar. Histórico e Geográfico do Município de Carmo da Cachoeira – MG. Edição 2007” declararam: “ Este Atlas permite às crianças descobrirem protagonistas de sua história. Conhecendo, passam contribuir para potencializar o que ela tem de bom, preservar seu patrimônio e símbolos do passado .” D entre os símbolos , o Hino da cidade. Escrito pela Professora Maria Antonietta , encontra-se em fase de oficialização. A tradição garante a manutenção desta criação. O povo canta , reconhece o hino de sua cidade, e atento acompanha o processo de sua oficialização. A administração pública e Câmara municipal apoiam a manutenção daquilo que foi consagrado pela tradição. Dois pontos fortes na letra do hino bastam para garantir sua oficialização. O primeiro é o que diz da religiosidade presente na população e que a cada dia se torna mais revelador da identidade e vocação de Carmo da