Padre José Procópio Júnior em Carmo da Cachoeira

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Paróquia Nossa Senhora do Carmo sob nova guiança Editorial Sai Pe. Daniel Menezes, e assume como administrador paroquial da acolhedora cidade de Carmo da Cachoeira, em fevereiro de 2019, o Pe. José  Procópio Júnior. "Não cabe à pedra escolher o lugar que deve ocupar no edifício. Assim também não cabe à nós criaturas ditar ao Criador o que deve acontecer em nossa vida, pois Deus é quem sabe e dispõe com sabedoria própria." − Dom Servílio Conti, IMC Como página que observa os acontecimentos neste pedaço de chão mineiro, limitado por montanhas e que, segundo o cachoeirense Padre Godinho, “todas são azuis”, registramos o remanejamento ocorrido entre padres ligados a Diocese da Campanha no ano de 2019. Entre as mudanças encontra-se a Paróquia Nossa Senhora do Carmo/Carmo da Cachoeira – MG. Sai nosso querido Padre Daniel Menezes. Por ele continuamos a rezar e o devolvemos, entre lágrimas e a esperança de um dia tê-lo entre nós. Somos eternamente gratos e devedores. Entr

Tentando entender um pouco o período colonial.


Tentando entender um pouco mais o período colonial. O trabalho encontra-se disponibilizado em "Tentando entender um pouco mais o período colonial". O trabalho encontra-se disponibilizado em www.rj.anpuh.org/Anais/2006.

Roberto Guedes Ferreira, professor da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro desenvolveu seu trabalho de Doutorado e apresentou-o com o título: "Pardos: trabalho, família, aliança e mobilidade social. Porto Feliz, São Paulo, c.1798 - c.1850".Ano 2005. O capítulo V,"Cinco gerações dos Rocha: de escravos a senhores. Poro Feliz. São Paulo, 1798-1893, do referido trabalho, foi utilizado como referência para um tema discutido no XII Encontro Regional de História - ANPUH, no ano de 2006.

Analisando a trajetória secular das 5 gerações, que se processa a partir dos finais do século XVIII, o autor evidencia um movimento de ascensão social, para o qual contribuíram alianças com elites e coesão familiar.

Coesão familiar foi um dos fatores que possibilitou se implantar, numa parte do Sul de Minas, uma justiça privada, denominada Jurisdição dos Capitães, tendo a frente o Capitão de Ordenanças Januário Garcia Leal.

Roberto Guedes Ferreira, professor da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro desenvolveu seu trabalho de Doutorado e apresentou-o com o título: "Pardos: trabalho, família, aliança e mobilidade social. Porto Feliz, São Paulo, c.1798 - c.1850". Ano 2005. O capítulo V,"Cinco gerações dos Rocha: de escravos a senhores. Poro Feliz. São Paulo, 1798-1893, do referido trabalho, foi utilizado como referência para um tema discutido no XII Encontro Regional de História - ANPUH, no ano de 2006.

Analisando a trajetória secular das 5 gerações, que se processa a partir dos finais do século XVIII, o autor evidencia um movimento de ascensão social, para o qual contribuíram alianças com elites e coesão familiar.

Coesão familiar foi um dos fatores que possibilitou se implantar, numa parte do Sul de Minas, uma justiça privada, denominada Jurisdição dos Capitães, tendo a frente o Capitão de Ordenanças Januário Garcia Leal.

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