Padre José Procópio Júnior em Carmo da Cachoeira

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Paróquia Nossa Senhora do Carmo sob nova guiança Editorial Sai Pe. Daniel Menezes, e assume como administrador paroquial da acolhedora cidade de Carmo da Cachoeira, em fevereiro de 2019, o Pe. José  Procópio Júnior.
"Não cabe à pedra escolher o lugar que deve ocupar no edifício. Assim também não cabe à nós criaturas ditar ao Criador o que deve acontecer em nossa vida, pois Deus é quem sabe e dispõe com sabedoria própria." − Dom Servílio Conti, IMC Como página que observa os acontecimentos neste pedaço de chão mineiro, limitado por montanhas e que, segundo o cachoeirense Padre Godinho, “todas são azuis”, registramos o remanejamento ocorrido entre padres ligados a Diocese da Campanha no ano de 2019. Entre as mudanças encontra-se a Paróquia Nossa Senhora do Carmo/Carmo da Cachoeira – MG.

Sai nosso querido Padre Daniel Menezes. Por ele continuamos a rezar e o devolvemos, entre lágrimas e a esperança de um dia tê-lo entre nós. Somos eternamente gratos e devedores. Entra, aureola…

Santa Edwiges − Padroeira dos Endividados



Nasceu em 1174 e faleceu em 15/10/1243, aos sessenta e nove anos. Era alemã da cidade da Baviera.Filha de Bertoldo IV da Morávia e Inês de Rochlitz.

Casou-se com Henrique I, príncipe da Silésia, com quem teve seis filhos. Canonizada pelo Papa Clemente IV, em 26/03/1267 é padroeira da Silésia, principado da Polônia, atualmente uma região administrativa.

Culta e inteligente. Da família cuidou muito bem, principalmente do fator religioso.

Era mulher de oração e de freqüência aos sacramentos. Vivia a vida de Deus e o jejum era uma constante. A simplicidade e a humildade eram suas premissas,embora tenha sido criada em ambiente de luxo e riqueza.

Edwiges foi educada no Mosteiro de Kitzingen onde tornou-se dona de vários conhecimentos, tais como: a arte de escrever com cuidado, ler e bordar artisticamente, cantar e executar vários instrumentos. Aprendeu a cuidar dos doentes e administrar hortas e jardins. A essa instituição deve a sua formação humana, cultural e religiosa.

Naquela época,o analfabetismo era comum entre as mulheres, sendo que encontrar uma letrada e tivesse formação humana esmerada, era raridade.

Viveu num ambiente favorável à cultura e ao pensamento.

Santidade de vida unida ao saber garante à alma, maior glória dos céus “, dizia ela.

Assistiu a morte dos filhos e do marido. Foi morar no mosteiro de Trebnitz, na Polônia, onde a única filha era superiora. Sua vida era sinônimo de santidade. Desapegada das coisas do mundo, embora rica, vivia a pobreza. Fez voto de castidade aos trinta e dois anos, ainda vivendo o matrimônio. Voto entendido pelo marido. A mulher da Baviera vivia com o mínimo possível, pois, seu intento era socorrer os necessitados. Pelas crianças abandonadas e pelas mulheres tinha um carinho especial. Uma senhora misericordiosa que socorria os endividados e os desvalidos da sorte. Encontrou o caminho da paz e da realização espiritual .

Manifestava grande júbilo ao ver os encarcerados livres da prisão, justamente porque eram devedores e não conseguiam saldar suas dívidas, quais ela pagava com alegria, para vê-los em liberdade. Mas não os dava somente a liberdade como também procurava uma colocação empregatícia. E assim , eles recomeçavam a vida com dignidade, evitando a desunião e a destruição das famílias. É considerada a padroeira dos pobres e dos endividados.

Sua festa litúrgica é celebrada em 16 de outubro.

Santa Edwiges... rogai por nós.

Diácono Adilson José Cunha
06/09/2012

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