Padre José Procópio Júnior em Carmo da Cachoeira

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Paróquia Nossa Senhora do Carmo sob nova guiança Editorial Sai Pe. Daniel Menezes, e assume como administrador paroquial da acolhedora cidade de Carmo da Cachoeira, em fevereiro de 2019, o Pe. José  Procópio Júnior.
"Não cabe à pedra escolher o lugar que deve ocupar no edifício. Assim também não cabe à nós criaturas ditar ao Criador o que deve acontecer em nossa vida, pois Deus é quem sabe e dispõe com sabedoria própria." − Dom Servílio Conti, IMC Como página que observa os acontecimentos neste pedaço de chão mineiro, limitado por montanhas e que, segundo o cachoeirense Padre Godinho, “todas são azuis”, registramos o remanejamento ocorrido entre padres ligados a Diocese da Campanha no ano de 2019. Entre as mudanças encontra-se a Paróquia Nossa Senhora do Carmo/Carmo da Cachoeira – MG.

Sai nosso querido Padre Daniel Menezes. Por ele continuamos a rezar e o devolvemos, entre lágrimas e a esperança de um dia tê-lo entre nós. Somos eternamente gratos e devedores. Entra, aureola…

São José Operário e o povo trabalhador.



José, desde a idade de doze anos, consagrou-se a Deus. Seu pai, Jacó, mudou-se com a família para Nazaré da Galiléia, onde ocupou-se do cultivo da terra que comprou no Vale Esdhron. José e seu irmão mais velho, Cleófas, trabalharam na lavoura, ajudando o pai a produzir alimentos para consumo próprio e comercialização.

Todavia, com o passar dos anos, revelou uma notável habilidade para trabalhar a madeira, deixando o cultivo do solo em segundo plano e passando a empenhar-se na profissão de carpinteiro. José, por ser um homem de poucas palavras, de gênio calmo e recolhido, vivia dedicado ao trabalho e às orações na sinagoga, fazendo desses labores o seu próprio lazer. José tinha 33 anos quando desposou a Virgem Santíssima.

Casado com Maria e vivendo em simplicidade, o santo carpinteiro sustentava sua família com o produto da carpintaria, ofício no qual era mestre e o qual ensinou ao seu Filho, chamado Jesus de José de Nazaré (como o próprio Jesus apresentava-se). Descendente da Casa de Davi, José foi esposo e pai exemplar, amando respeitosamente sua esposa e sabendo zelar pelo bem-estar da família.

José foi agraciado por Deus em sua vida. O Senhor soube compensar sua devoção, lealdade e dedicação manifestada na precoce idade de doze anos, quando consagrou-se. Mas as provações também foram muitas para o chefe da Sagrada Família: ele precisou fugir, viajar, passar noites em claro e derramar muito suor para resguardar a integridade física do Menino-Deus e da Santa Esposa que lhe foram confiados. E José não fez feio. Sua confiança em Deus manifestou-se na provação. Sempre atento aos alertas de Deus, protegeu com sua vida o Salvador da humanidade. A perseguição começou pouco depois do nascimento de Jesus, pois Herodes queria matá-lo. O chefe da Sagrada Família precisava esconder Nosso Senhor: teve de partir para um país longínquo, onde ninguém o conhecesse e onde não sabia como poderia ganhar a vida. Ele partiu pondo toda a confiança na Providência Divina.

São José, guardadas as proporções, deve ter recebido, assim como Jesus e Maria, uma plenitude de graça proporcional à sua missão, já que foi diretamente escolhido por Deus mesmo e unicamente por Ele, não pelos homens, para essa missão única no mundo. São José é um dos santos mais importantes da Igreja, pois além de seus dois títulos, de pai da Sagrada Família e de Padroeiro dos trabalhadores, foi o escolhido pelo próprio Deus para ser o pai adotivo de Jesus, o Filho de Deus feito homem. A comemoração de São José Operário, como Padroeiro dos Trabalhadores, foi instituída diante de uma multidão de 200 mil operários e é celebrada no dia primeiro de maio.

São José Operário, protegei nosso povo trabalhador!

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