Padre José Procópio Júnior em Carmo da Cachoeira

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Paróquia Nossa Senhora do Carmo sob nova guiança Editorial Sai Pe. Daniel Menezes, e assume como administrador paroquial da acolhedora cidade de Carmo da Cachoeira, em fevereiro de 2019, o Pe. José  Procópio Júnior.
"Não cabe à pedra escolher o lugar que deve ocupar no edifício. Assim também não cabe à nós criaturas ditar ao Criador o que deve acontecer em nossa vida, pois Deus é quem sabe e dispõe com sabedoria própria." − Dom Servílio Conti, IMC Como página que observa os acontecimentos neste pedaço de chão mineiro, limitado por montanhas e que, segundo o cachoeirense Padre Godinho, “todas são azuis”, registramos o remanejamento ocorrido entre padres ligados a Diocese da Campanha no ano de 2019. Entre as mudanças encontra-se a Paróquia Nossa Senhora do Carmo/Carmo da Cachoeira – MG.

Sai nosso querido Padre Daniel Menezes. Por ele continuamos a rezar e o devolvemos, entre lágrimas e a esperança de um dia tê-lo entre nós. Somos eternamente gratos e devedores. Entra, aureola…

A Bíblia e os Caminhos Divergentes.


Os caminhos percorridos pelas pessoas nunca se encontram. Parecem retas paralelas que vão para o infinito. Falar que elas se convergem é puro engano. Nem os dois mil anos de cristianismo foram capazes de levar os homens e as mulheres ao puro amor. Por mais que se fale em perdão e amor os pontos estão sempre distantes.

Se Jesus veio anunciar e pedir que as pessoas se amem, por que entre uma pessoa e outra a fé é tão diferente? Por que existe tanto ódio na face da Terra?

Atualmente nos defrontamos com igrejas várias: as históricas e as não históricas. Todas elas seguem a Bíblia, que em outras palavras significam uma biblioteca, uma coleção de livros, contendo setenta e três tomos. Todos são inspirados conforme afirma um deles que se encontra em o Novo Testamento. Uma carta que o apóstolo Paulo escreveu a Timóteo pela segunda vez, e está no capítulo três, versículo dezesseis. Mas se todos eles foram inspirados por Deus e são úteis para ensinar e para proclamar a verdade, por que as chamadas Evangélicas contêm sete livros a menos?

Os sete livros são chamados deuterocanônicos.

Existem ainda os apócrifos, que em resumo são os considerados não inspirados e, portanto não fazem parte das bíblias. São elas mais de cem obras.

Os livros bíblicos foram traduzidos, ou do hebraico ou do grego.

A grega foi a mais usada pelas primeiras comunidades cristãs. É a chamada “septuagentina” ou dos “setenta”. Nela estão os deuterocanônicos, ou seja, os sete livros que não estão na hebraica.

Atualmente existe um grande esforço das Igrejas Históricas em traduzir a Bíblia escrita em grego.

Os judeus da Palestina liam a escrita em hebraico, que não incluía os sete livros, os deuterocanônicos.

Quem lia então a bíblia que estava em grego?

Liam a bíblia em grego os judeus que estavam fora da Palestina, os judeus chamados da diáspora. E aí sim, ela continha os deuterocanônicos.

Quem sabe um dia todos convergirão em só ponto, deixando de serem retas paralelas, pois a proposta de Jesus Cristo é muito clara: “tenho ovelhas que não são deste aprisco, preciso reconduzi-las. Elas ouvirão a minha voz, e haverá então um só rebanho e um só pastor.

E para fundamentar estas palavras, confiram:


Adilson José Cunha
27/12/2009

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