Manoel Antônio Rates e Sérgio Buarque.

E o nosso insistentemente buscado Manoel Antônio Rates... (Rattes/Raty/Ratis/Rath)

Um longo, persistente e iluminado caminho de retorno ao passado. É preciso contrariar Sérgio Buarque que afirmou que era ocioso voltar ao tema das câmaras do Brasil Colonial. Ao contrário, "é necessário e urgente voltar a esta temática que se imaginou esgotada, mas com novos olhos e recortes historiográficos de pequena escala. (...) a cidade que não foi construída, mas que antes aconteceu, como na natureza: ao vento cabe a tarefa de espalhar as sementes pelos campos, sem nunca saber onde vão parar e germinar as sementes das futuras plantas (...)"

Flávio Rocha Puff, mestrando no programa de pós graduação em História da Universidade Federal de Juiz de Fora, sob orientação da Prof. Dra. Carla Maria Carvalho de Almeida, cita Fernand Braudel, ao traçar a relação entre estabilidade e diversidade no pequeno comércio mineiro. Como estaria inserido o comerciante e mercador Manoel Antônio Rates neste contexto?

"Porque é certo que nunca houve um país, em qualquer época que fosse onde os mercadores se encontrassem num único nível, igual entre si e a como que intercambiáveis".

Projeto Partilha - Leonor Rizzi

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