Pular para o conteúdo principal

Fazenda da Boa Esperança em Minas Gerais.

Districto do Carmo da Cachoeira - Fazenda da Boa Esperança
Propriedade do Cel. José Balbino dos Reis

Da direita para esquerda, Ce. José Balbino dos Reis, Exma. Sr. Dona Francelina Teixeira Reis, Srta. Aracy Reis, Cel. Joaquim Alves Teixeira e as Meninas: Alaide, Maria Apparicida e Thais Figueiredo.

Escaner: Rogério Vilela - 2009- Arte: TS Bovaris

Próxima imagem: Genuína arte em Carmo da Cachoeira, MG.
Imagem anterior: Detalhe da arquitetura de fazenda sul-mineira.

Comentários

projeto partilha disse…
Luiz José Álvares Rubião diz: Da propriedade do Cel. José Balbino dos Reis, a fazenda da "Boa Esperança" é uma das bellas propriedades do nosso município. Suas terras altas, extremamente altas, prestam-se maravilhosamente para o cultivo do café e pastagens. É intelligentemente cultivada pelo seu proprietário que a leva no extremo de sua producção. Seus cafezaes (1918) situados em pontos livres de geadas, produzem 8.000 arrobas de excellente café, que se faz notar pelo seu fino aroma e grãos desenvolvidos. Na fazenda tem uma bem apparelhada uzina de beneficiar café que fornece excellente producto. 300 rezes de criar. A canna é cultivada em larga escala, que possui um completo engenho de cilindro. A cultura de cereaes é bem representada na fazenda que possue grandes fachas de bosques de "barbatimão" que fornecem apreciadas cascas riquíssimas em tanino. A colonia é de famílias italianas.
projeto partilha disse…
Mariana Teodora de Figueiredo, casada com o Capitão Antonio de Morais Pessoa, filho de Escolástica Maria do Bomsucesso e neto de Francisca Maria de Mendonça, sobrinho neto de Rita e Escolástica do Espírito Santo: "de Francisca nasceu Escolástica Maria do Bomsucesso e desta nasceu o Capitão Antonio de Morais Pessoa (...)" Cf.: Projeto Compartilhar.
Capitão Amaro de Mendonça Coelho - Windows Internet Explorer. Atualizado em 19-abril-2009.
No mesmo estudo veja: "Paragem chamada Alimbarra Freguesia de Santa Ana da Lavras, 20-02-1771, Rita da Ascenção (ou Assunção), casada com Cipriano da Cruz, natural de Tiradentes, filho de José da Cruz e Bárbara Moreira, pais, entre os 9 filhos de Felícia Joana da Cruz, casada com Rafael de Araújo.
projeto partilha disse…
Um retorno ao passado com Márcia Amantino. Universo. Uma trajetória civilizadora: o mestre de campo Ignácio Correia de Pamplona e seu tempo. Cf.: www.rj.anpuh.org/Anais/2002/
projeto partilha disse…
Dr. Tarcísio José Martins estuda o Roteiro da Expedição feita por Ignácio Correia Pamplona de São João Del Rei a Patrocínio no ano de 1769. Cf.:
www.mgquilombo.com.br/livros/
Base de estudo: ANAIS DA BIBLIOTECA NACIONAL. Vol.18 de 1988.
projeto partilha disse…
Perdizes, é o antigo nome de Iguatama, onde a viúva de Alexandre Ferreira, dona Maria Alves de Souza adquiriu terras de Inácio Correia Pamplona. Cf. Inventário de Inácio C. Pamplona.
projeto partilha disse…
UM DOCUMENTO, UMA HISTÓRIA.

Manoel Antonio Rates se instalou junto a uma belíssima CACHOEIRA situada num trecho do percurso do Ribeirão do Carmo, Distrito de Lavras do Funil. O século é o XVIII, o ano, por volta de 1770. Época em que este Sertão começou a ser visitado por bandeirantes paulistas com o intuito de caçar animais e recrutar índios. Como resultado da caça, o mercado era suprido em couro. O povo indígena serviria como mão de obra, entre outras funções que lhe eram atribuídas. Por algum motivo este território, hoje chamado de CARMO DA CACHOEIRA foi escolhido como ponto de morada da Família Rates. A CACHOEIRA do Ribeirão do Carmo passou a ser conhecida, e foi denominada em Lei como CACHOEIRA DOS RATES. As informações sobre a extensão de seu sítio ainda está sendo buscada, no entanto, pelo menos um Registro nos indica um pedacinho de chão em que MANOEL ANTONIO RATES e sua família pisaram. Este pedacinho, parte do todo doado pela Família para a FORMAÇÃO DO PATRIMÔNIO DE NOSSA SENHORA DO CARMO está registrado no Livro 3-R, fls.88 sob o n.12.274. Serviço e Registro de Imóveis - Vargina, Minas Gerais. Praça Champagnat, 29, Sala 201 - Centro - Vargina/MG - CEP37002-150. Oficial em 2009, Viviane Souza Vieira - Registradora Substituta. Registro de Imóveis. Comarca de Varginha, Minas Gerais. Brasil. (continua)
projeto partilha disse…
REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL. Estado de Minas Gerais. Comarca de Varginha. Registro de Imóveis.

CERTIDÃO DE INTEIRO TEOR
CERTIFICO: que no Livro 3-R, FLS.88 sob o N.12.274; consta registrado em: 01/06/1953; a AQUISIÇÃO DO SEGUINTE IMÓVEL: UMA CASINHA e seu respectivo terreno situados em CARMO DA CACHOEIRA, a Rua Domingos Ribeiro de Rezende, com a área de 28,00m de frente, por 48,00m de fundos, ou seja 1.204,00m2, confrontando com a Travessa dos Boiadeiros (Rua Tufi Kalil Auad) Odila Alzira de Freitas; a aquisição foi feita por JOSÉ PEDRO DA SILVA, lavrador, residente em Carmo da Cachoeira; houve de: Jorge Tomaz da Silva e s/m Regina Eliza da Silva, proprietários, residentes em Carmo da Cachoeira; conforme: Escritura Pública de Compra e Venda, datada de 30 de outubro de 1951 (...).
projeto partilha disse…
UM DOCUMENTO, UMA HISTÓRIA.
Cartório de PAZ e Notas de Carmo da Cachoeira. "GUIA". 2 vias(art.134 do C.T.) Propriedade: Urbana.
O Sr. José Pedro da Silva vai à Prefeitura de Carmo da Cachoeira pagar o impôsto de transmissão "inter-vivos" sôbre o valor de dois mil e quinhentos cruzeiros Cr$2.500,00 por quanto compra a Jorge Tomaz da Silva e sua mulher, o imóvel denominado uma casinha e seu terreno, nesta cidade havido de A CÂMARA MUNICIPAL DE VARGINHA, o terreno, com a área de 28X43 ms, ou seja, 1.204 metros quadrados, abaixo discriminado, situado no distrito desta cidade, à Rua Domingos Ribeiro de Rezende e travessa dos Boiadeiros do Município de Carmo da Cachoeira. Benfeitorias e acessórios: uma casinha em mau estado Cr$1.000,00.
Carmo da Cachoeira, 8-10-1951. Seguem assinatura e carimbo: O escrivão: Antonio Bonifácio Maciel.
projeto partilha disse…
UM DOCUMENTO, UMA HISTÓRIA.
Serviço Registral e Notarial Privativo. Município de Carmo da Cachoeira. Comarca de Varginha - Estado de Minas Gerais. Brasil. Livro n.44. Folha N.180v a 182v.
ESCRITURA DE COMPRA E VENDA. Comprador: José Pedro da Silva. Vendedor: Jorge Tomaz da Silva e sua mulher. Valor: Cr$4.000,00
Saibam quantos a presente escritura de compra e venda virem que, no ano do nascimento de Nosso Senhor Jesus Cristo, de mil novecentos e cinquenta e um, aos trinta dias do mês de outubro do dito ano, nesta cidade de Carmo da Cachoeira, comarca de Varginha, Estado de Minas Gerais, em meu cartório, compareceram partes entres si, Justas e contratas a saber: de um lado, como outorgantes vendedores, o senhor Jorge Tomaz da Silva e sua mulher, dona Regina Eliza da Silva, casado, brasileiro, comerciante, residentes nesta cidade e, de outro lado, como outorgado comprador, o senhor, JOSÉ PEDRO DA SILVA (...) à Rua Francisco de Assis Reis, fazendo esquina com a Rua Domingos Ribeiro de Rezende (...) confrontando de um dos lados com a travessa da Boiadeiras, e pelos fundos com Odila Alzira de Freitas, e pela frente, com a referida Rua Francisco de Assis Reis; e que houveram a casinha por construção suas e o terreno, havido da CÂMARA MUNICIPAL DE VARGINHA, por escritura particular (...).
projeto partilha disse…
Decreto-Lei N.l0. (Carmo da Cachoeira delimita as áreas urbanas e suburbanas das sédes Municipal e distrital).
Considerando que a delimitação dos perímetros urbanos e suburbanos das cidades e vilas são anexos obrigatórios do mapa municipal que as Prefeituras apresentarão até 31 de Dezembro de 1939, nos têrmos da resolução N.60 da Assembléia Geral do Conselho Nacional de Geografia,
O Departamento Administrativo do Estado de Minas Gerais aprovou e eu, prefeito municipal, sanciono o seguinte decreto-lei:
Art. Primeiro - A área urbana da cidade de Carmo da Cachoeira fica constituída dentro dos seguintes limites: (continua)
projeto partilha disse…
(continuação) DECRETO-LEI N.10.
Artigo Primeiro - A área urbana da cidade de Carmo da Cachoeira fica constituída dentro dos seguintes limites:- Começando no cruzamento das ruas Domingos Ribeiro de Rezende e Artur Tiburcio; segue por esta até a rua Presidente Antonio Carlos e por esta até a rua Primeiro de Janeiro, pêla qual desce até a rua Barão de Lavras, continuando por esta até seu cruzamento com a rua Barão do Rio Branco e, descendo, segue pêla mesma até a rua Domingos Ribeiro de Rezende, pela qual continua até encontrar a rua Artur Tiburcio, ponto de partida. (continua)
projeto partilha disse…
Decreto-Lei N.10. (continuação)
Artigo Segundo - A área suburbana da cidade de Carmo da Cachoeira fica constituída dentro dos seguintes limites: - Começando no córrego da Chácara por um valo que sobe pêla encosta em direção à estrada que vae para São Marcos até o alto do espigão e por êste, acompanhando o valo, até o entroncamento da estrada de São Marcos, seguindo d´aí, à esquerda, pêlo espigão a fora, descendo até o Ribeirão Capetinga (popularmente consagrado, conhecido e reconhecido como Ribeirão do Carmo)até a confluência do córrego da Chácara, pêlo qual continua até encontrar o valo no ponto de partida. (continua)
projeto partilha disse…
DECRETO-LEI N.10.(continuação)
Artigo Terceiro - A área urbana da vila São Bento fica compreendida, digo, delimitada pêlo seguinte perímetro: - Começando no Largo da Matriz, sóbe pêlo lado direito da avenida São Bento até à rua do Cruzeiro, continuando por esta à esquerda até encontrar o lado esquerdo da avenida São Bento, pêla qual desce e segue contornando o Largo da Matriz até o ponto de partida.
Artigo Quarto - A área suburbana da vila São Bento fica compreendida nos seguintes limites:
- Começando no alto do Cruzeiro(continua)
projeto partilha disse…
DECRETO - LEI N.10. (continuação)
- Começando no alto do Cruzeiro, desce à direita pêlo alto do espigão, por uma cêrca de arame existente, até o cemitério, passando por detraz dêste, continua pela cerca de arame, em linha reta, até o rêgo d´água do moinho de Augusto Ferreira; deste ponto, à esquerda, em réta até o espigão, continuando por êste até à fralda da serra e segue costeando a mesma até o alto do cru, digo:Cruzeiro, ponto de partida.
Artigo Quinto - Este decreto-lei entrará em vigor a partir da data da sua publicação, revogadas as disposições em contrário. Prefeitura Municipal de Carmo da Cachoeira, aos 9 de Dezembro de 1939. Augusto de Oliveira Villela, Prefeito Municipal. José Matinada Caldeira, Diretor da Secretaria.
projeto partilha disse…
ERRATA. Tipo de erro: omissão de dados. Referência: Artigo Segundo do Decreto-Lei N. 10. Delimita as áreas em Carmo da Cachoeira, Minas Gerais, nas urbanas e suburbanas das sédes municipal e distrital, em 9 de dezembro de 1939.
Leia:
(...)entroncamento da estrada de São Marcos, seguindo d´aí, à esquerda pêlo espigão a fora, descendo pêlo mesmo até o ribeirão Capetinga (...) ONDE EXISTE UM MOINHO PERTENCENTE A JORGE TOMAZ DA SILVA, SUBINDO pêlo Ribeirão Capetinga até a confluência do córrego da Chácara, pêlo qual continua até encontrar o valo no ponto de partida.

Postagens mais visitadas deste blog

A organização do quilombo.

O quilombo funcionava de maneira organizada, suas leis eram severas e os atos mais sérios eram julgados na Aldeia de Sant’Anna pelos religiosos. O trabalho era repartido com igualdade entre os membros do quilombo, e de acordo com as qualidades de que eram dotados, “... os habitantes eram divididos e subdivididos em classes... assim havia os excursionistas ou exploradores; os negociantes, exportadores e importadores; os caçadores e magarefes; os campeiros ou criadores; os que cuidavam dos engenhos, o fabrico do açúcar, aguardente, azeite, farinha; e os agricultores ou trabalhadores de roça propriamente ditos...” Todos deviam obediência irrestrita a Ambrósio. O casamento era geral e obrigatório na idade apropriada. A religião era a católica e os quilombolas, “...Todas as manhãs, ao romper o dia, os quilombolas iam rezar, na igreja da frente, a de perto do portão, por que a outra, como sendo a matriz, era destinada ás grandes festas, e ninguém podia sair para o trabalho antes de cumprir …

A família do Pe. Manoel Francisco Maciel em Minas.

Ajude-nos a contar a história de Carmo da Cachoeira. Aproveite o espaço "comentários" para relatar algo sobre esta foto, histórias, fatos e curiosidades. Assim como casos, fatos e dados históricos referentes a nossa cidade e região.


Próxima imagem: Sete de Setembro em Carmo da Cachoeira em 1977.
Imagem anterior: Uma antiga família de Carmo da Cachoeira.

Aparições de Nossa Senhora em Carmo da Cachoeira.

A PADROEIRA
Senhora do Carmo
Informativo da Paróquia Nossa Senhora do CarmoEdição ExtraordináriaFEVEREIRO de2012
Carmo da Cachoeira/MG - Diocese da Campanha

NOTA DE ESCLARECIMENTO AOS PAROQUIANOS Pe. André da Cruz


Ultimamente, o fenômeno de supostas “aparições” de Nossa Senhora têm se multiplicado no, Brasil e em outros países, deixando muita gente confusa, tanto na vivência da Fé cristã, como no discernimento da veracidade dos fatos.
Como pastor dos católicos cachoeirenses ou demais participantes da Paróquia Nossa Senhora do Carmo não posso me furtar a trazer algumas reflexões e esclarecimentos de forma refletida, prudente e baseada nos subsídios doutrinais da Igreja Católica e à luz do Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo.
Dessa forma, transmito aos prezados paroquianos algumas orientações feitas pela Conferência Nacional dos Bispos no Brasil, que em seu documento “Aparições e Revelações Particulares”, afirma:
Nos últimos anos, o número de “aparições” e “revelações” particulares, princi…

Antiga foto da cidade de Carmo da Cachoeira.

Ajude-nos a contar a história de Carmo da Cachoeira. Aproveite o espaço "comentários" para relatar algo sobre esta foto, histórias, fatos e curiosidades. Assim como casos, fatos e dados históricos referentes a nossa cidade e região.Foto: Paulo Naves dos ReisPróxima imagem: Imagem da mata da fazenda Caxambu em Minas.
Imagem anterior: Um pouco sobre a região do distrito de Palmital.

Palanques e trincheiras na defesa dos quilombos.

Observando os mapas do Quilombo de São Gonçalo, o da Samambaia e o do Ambrózio, todos com uma duração temporal grande permitindo, em última instância, uma certa estabilidade populacional e social capaz de gerar uma sociedade mais complexa, propiciadora de elementos materiais mais duráveis, percebe-se que eles possuíam muitas semelhanças e dentre elas, a delimitação de seus territórios por fossos, estrepes e trincheiras. Neste território se dava a vida social do grupo, ou seja, as relações econômicas, sociais e provavelmente políticas. As casas dos quilombos estavam divididas entre moradias e casas para atividades específicas, como por exemplo, ferraria, casa do curtume e a casa dos pilões. No Quilombo do Campo Grande, em 1746, foi localizado mais de 600 negros vivendo com “... fortaleza, cautelas e petrechos tais que se entende pretendem se defender-se...”1Uma outra referência sobre o mesmo quilombo, afirma que os quilombolas se defenderam por mais de 24 horas, protegidos por um palan…

A Família Campos no Sul de Minas Gerais.

Pedro Romeiro de Campos é o ancestral da família Campos do Sul de Minas, especialmente de Três Pontas. Não consegui estabelecer ligação com os Campos de Pitangui, descendentes de Joaquina do Pompéu.Pedro Romeiro de Campos foi Sesmeiro nas Cabeceiras do Córrego Quebra - Canoas¹. Residia em Barra Longa e casou-se com Luiza de Souza Castro² que era bisneta de Salvador Fernandes Furtado de Mendonça.Filhos do casal:- Ana Pulqueria da Siqueira casado com José Dias de Souza;
- Cônego Francisco da Silva Campos, ordenado em São Paulo , a 18.12.1778, foi um catequizador dos índios da Zona da Mata;
- Pe. José da Silva Campos, batatizado em Barra Longa a 04.09.1759;
- João Romeiro Furtado de Mendonça;
- Joaquim da Silva Campos, Cirurgião-Mor casado com Rosa Maria de Jesus, filha de Francisco Gonçalves Landim e Paula dos AnjosFilhos, segundo informações de familiares:-Ana Rosa Silveria de Jesus e Campos, primeira esposa de Antônio José Rabelo Silva Pereira, este nascido em Lagoa Dourada³;
- Joaquim da …

Deus Pai, o Divino Espírito e a Sagrada Família.

Ajude-nos a contar a história de Carmo da Cachoeira. Aproveite o espaço "comentários" para relatar algo sobre esta foto, histórias, fatos e curiosidades. Assim como casos, fatos e dados históricos referentes a nossa cidade e região.Foto: Evando Pazini - Arte: TS BovarisPróxima imagem: Manoel Antônio Teixeira da Fazenda Campestre.
Imagem anterior: Antigo telefone da fazenda da Serra.

Foto de família: os Vilela de Carmo da Cachoeira-MG.

Ajude-nos a contar a história de Carmo da Cachoeira. Aproveite o espaço "comentários" para relatar algo sobre esta foto, histórias, fatos e curiosidades. Assim como casos, fatos e dados históricos referentes a nossa cidade e região.
Esta foto foi nos enviada por Rogério Vilela. Da esquerda para a direita: Custódio Vilela Palmeira, Ercília Dias de Oliveira, Fernando de Oliviera Vilela, Adozina Costa (Dozica), Jafoino de Azevedo e José de Oliveira Vilela (Zé Custódio).
Imagem anterior: Sinopse Estatística de Carmo da Cachoeira - 1948

Barleus e a imagem do Quilombo dos Palmares.

..., só se conhece uma imagem feita sobre Palmares durante sua existência. Trata-se da feita por Barleus1 em 1647 e reproduzida em Reis2. Infelizmente, esta imagem não possui riquezas de detalhes ou de informações. Aparentemente, trata-se de um posto de observação à beira de um rio que serve de local de pescaria coletiva.
Trecho de um trabalho de Marcia Amantino.

Próximo Texto: O negro aquilombado e a população colonial.
Texto Anterior: Padre Vieira e a legítima sua organização dos quilombos.
Figura: Imagem de Palmares - Barleus
1 Barleus, Gaspar. História dos feitos recentemente praticados durante oito anos no Brasil. Belo Horizonte: Itatiaia, 1974.
2 REIS, João José e GOMES, Flavio dos S. Liberdade por um fio: história dos quilombos no Brasil. São Paulo: Cia das Letras, 1996. p. 33

A importância e o trabalho dos ferreiros.

Pode-se perceber nos mapasfeitos sobre os quilombos que o espaço interno da estrutura era usado de maneira a indicar uma provável especialização das diferentes construções. Esta espacialidade poderia indicar uma certa hierarquia social dentro da comunidade. O fato de que a casa de ferreiro (São Gonçalo), a Casa do Conselho e do Tear (Perdição), a Casa de audiência (Samambaia) e a Casa do Rei (Braço da Perdição), estarem sempre em local destacado é sugestivo. O que isto pode indicar? É possível a partir destes dados, pressupor que houvesse no interior das comunidades quilombolas uma hierarquização política e social, já que elementos que desempenhavam um papel de destaque para a manutenção dos grupos claramente tinham seu espaço físico igualmente destacado.
O caso das Casas de ferreiro que aparecem no quilombo da Samambaia e no de São Gonçalo é curioso porque pode nos remete à uma prática antiga na África, ou seja, o uso do metal. É provável que os quilombolas utilizaram-se desse conhec…