Antiga ilustração do Sagrado Coração de Jesus.

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Acervo: Fazenda dos Tachos
Foto:
Evando Pazini - 2007 - Arte: TS Bovaris

Próxima imagem: Porta de entrada de uma antiga casa mineira.
Imagem anterior: Casinha pequenina em Carmo da Cachoeira, MG.

Comentários

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"Com Maria sejamos protagonistas de uma nova sociedade inspirada nos valores cristãos em defesa da VIDA". Tema básico das reflexões a serem realizadas durante as atividades preparatórias para a comemoração do Dia de Nossa Senhora do Carmo em Carmo da Cachoeira, Minas Gerais, neste ano de 2009, ano em que se comemora 152 anos da Instalação da Freguesia do Carmo da Cachoeira dos Rates. Onde está a PRIVISÃO DA ANTIGA CAPELA?

Outro assunto que não podemos deixar de conhecer e que diz respeito a Família ANDRADE BOTELHO: Escola Estadual Francisco Botelho em Pitangui. Cf.: Centro de Referência Virtual do Professor - Windows Internet Explorer
http://crv.educação.mg.gov.br/sistema_crv/.
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Alguns nomes ligados a história do antigo Distrito de Lavras - Carmo da Boa Vista ou ainda, mais remotamente, a um espaço compreendido entre o Rio Grande e Rio Verde, Comarca do Rio das Mortes. Hoje o antigo Distrito é o Município de São Bento Abade, Minas Gerais. Era proprietário de terra no local, Nicolau Martins Saldanha e Inácia Maria de Barros, em um local citado como "nas proximidades do Rio Verde". Uma das filhas de Nicolau, Maria Joaquina do Espírito Santo foi casada com João Garcia Leal. João e Joaquina passaram a cuidar das terras de seu sogro e pai.
Um outro filho de Nicolau casou-se com Eleadora Rodrigues da Costa, tornando-se assim, cunhada de Maria do Espírito Santo. Eleadora Rodrigues da Costa era filha de Joaquim Rodrigues da Costa, neta de Manuel Rodrigues da Costa e de Helena Inácia de Barros. Era sobrinha do inconfidente mineiro, Pe. Manuel Rodrigues da Costa e prima materna de Januário Garcia Leal. Eleadora foi casada com Luís Correia Neves.
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Translada do próprio Livro N.22 a fls.37 - Primeiro Traslado. Eu, Tabellião Adelino Eustáchio de Carvalho, a escrevi, subscrevi, conferi e assigno em público e razo. Em testemunho da verdade (assinatura).
Escriptura de compra e venda que entre si fazem, como outorgantes vendedores, Joaquim Procópio Villela e sua mulher, e como outorgante comprador Aristides Teixeira Cardôzo: como adiante se declara:
Saibam quantos este público instrumento de escriptura de compra e venda virem que sendo no anno do Nascimento de Nosso Senhor Jesus Christo de mil novecentos e treze, aos vinte e um dias do mês de janeiro do mesmo anno, neste districto do Carmo da Cachoeira, Comarca da Varginha, Estado de Minas Geraes, compareceram como outorgantes e outorgado, d´uma parte Joaquim Procópio Villela e sua mulher Marianna Pinto Villela, e de outra, Aristides Teixeira Cardozo, todos moradores em Três Corações (continua)
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(cont.)Três Corações do Rio Verde, cada (...)foi dito que, sendo os primeiros outorgantes possuidores de uma parte de terras de campos e mattos sita na FAZENDA DO ENGENHO DE SERRA, do districto de Três Corações, (...) dividindo com Pedro Juvêncio de Souza (Pedro Mestre) por uma cerca de arame até um vallo, e por este dividindo sempre com Antonio Fernandes dos Reis até uma cerca de arame e desta dividindo sempre como os outorgantes vendedores até o córrego, e seguindo este até encontrar uma Cóva (...) houverão por sucessão de seos finados sogros e pais, Domingos José Pinto e dona Anna Alexandrina Pinto (...
Testemunhas: Antonio Baptista de Sant´Anna e Francisco Antonio de Rezende. Carmo da Cachoeira, 21 de janeiro de 1913. Seguem as assinaturas de Joaquim Procópio Villela, Marianna Pinto Villela, Aristides Teixeira Cardoso.
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Foi no Brasil Colonial que ocorreu o primeiro sinal público da devoção pelo Sagrado Coração. Um privilégio reservado ao POVO DE DEUS no Brasil. Foi o Jesuíta e Apóstolo do Brasil, José de Anchieta (1534-1591), o primeiro a demonstrar publicamente esta devoção através da construção de uma modesta Igreja sob este orago em Guarapari, no Espírito Santo, no ano de 1552.
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Um fragmento:
Aos vinte oito dias do mês de novembro de mil oitocentos e secenta e um me foi entregue uns authos crimes instaurados pelo (ilegível) de Manoel Rodrigues Barreto com a sentença do Subdelegado deste Destricto do Carmo da Cachoeira José Fernandes Avelino em que condenou o Réo Ignácio Plácido na Ley e que foi competentemente sustentado pelo Doutor Juiz Municipal do que para constar laço aqui os nomes. Eu Aureliano José Mendes, escrivão que a escrevy e assignome (segue a assinatura).

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