Divino Espírito Santo em antiga gravura.

Carmo da Cachoeira, através desta imagem, reverência seus ancestrais e a eles presta homenagem. A presença deste quadro, numa das casas do Município, serve para lembrar às novas gerações sobre a nobreza de suas origens. Que essa nova geração possa, ao mirar a imagem do dia de hoje, refletir sobre o passado glorioso da humanidade e, de sua querida terra natal. Que em seus sonhos possam se sentir engrandecidas, enobrecidas e dignamente respeitadas em nome daqueles que por elas realizaram uma excelente semeadura. Se houve destruição por parte alguns, haverá a oportunidade de reconstrução por parte de outros. Juntos reconstruir-se, certamente, a Civilização do Amor.

Acervo: Fazenda da Serra - Foto: Evando Pazini - 2007 - Arte: TS Bovaris

Próxima imagem: Uma antiga história sobre as pedras da fazenda.
Imagem anterior: Os guarda-livros e tabeliões e seu símbolo.

Comentários

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Esta imagem representa o CENÁCULO. Em Carmo da Cachoeira, Minas Gerais se reza o TERÇO DO CENÁCULO no SANTUÁRIO MÃE RAINHA. Ele acontece às sextas-feiras, 19 horas.
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Manoel Antonio de Mello é o Juiz de Paz em exercício no "Destricto do Carmo da Boa Vista, Termo da Villa d Lavras. Comarca do Rio Verde, no ano de mil oitocentos e cincoenta e sete, trigésimo sexto da Independência do Império do Brasil."
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Trechos de um Fragmento. Escriptura de compra e venda que fazem ANTONIO BERNARDES PINTO, e sua mulher dona Maria Leopoldina Vilella por seo bastante procurador o Tenente Coronel José Fernandes Avelino (...)

Saibão quantos esta escriptura de compra e venda, ou como em direito melhor nome e lugar haja e virem que sendo no Anno do Nascimento de Nosso Senhor Jesus Christo de mil oitocentos e cincoenta e sete (...) neste Destricto do Carmo da Boa Vista Termo da Villa de Lavras. Comarca do Rio Verde em o cartório de mm Escrivão (...)
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Errata. Segundo comentário apresentado na página de hoje: leia-e, MANOEL ANTONIO DE MELLO é ESCRIVÃO do Juiz de Paz e não "JUIZ DE PAZ", como constou.
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Livro Fábrica n.1 - 1859 a 1882. Matriz de Nossa Senhora do Carmo, Carmo da Cachoeira, Minas Gerais, p.29v.Nomes relacionados:
Domingos Francisco Xavier
Francisca Buril e Thomaz Alphonso
Matheus Joaquim Alves
Anna Jacintha da Costa
Maria Jacintha e Manoel da Costa
Sebastião Rodrigues Santhiago
Anna Luiza de Carvalho
José escravo de José Fernandes Avelino
Anna Cândida do Nascimento
Manoel Francisco Xavier Júnior
Francisco Procópio

continua
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Aparece como registro às fls.28 do Livro de batizados da Matriz de Nossa Senhora do Carmo, no dia 8 de abril de 1896 os nomes de Augusta Amélia da Costa e Justino Alves como padrinhos de Antonio, filho de José de Lima e Rozalina Cândida de Jesus.
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Tarcísio José Martins diz, em 16/05/2009:

"Pedro Taques era primo de Bartolomeu Bueno do Prado. Foi contemporâneo ao massacre do Campo Grande. (...) A esta altura, quem duvidou de Pedro Taques, deu um atestado de desatenção aos documentos históricos."
Cf.www.dm.com.br/materias/show/t/um_bueno_
Site DM.com.br - Opinião - Um Bueno (...)

Texto de Ubirajara Galli em 12/09/2008
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Procuração Bastante que faz FRANCISCO IGNÁCIO DE SOUZA como abaixo se declara.

Saibão quantos este publico instrumento de procuração bastante virem que no anno do Nascimento de Nosso Senhor Jesus Christo de mil oitocentos e oitenta e cinco , no primeiro dia do mês de agosto do dito anno, nesta Freguesia do Carmo da Cachoeira, Termo da Cidade de Varginha, Comarca de Três Pontas, em meu Cartório compareceo como outorgante FRANCISCO IGNÁCIO DE SOUZA (...) procurador Antonio Matheus Garcia para receber da PRIMA e herdeira do finado tenente - Coronel JOSÉ FERNANDES AVELINO a quantia de seiscentos e dois mil duzentos e cinco réis que lhe coube em partilha no inventário de seu fallecido Pay JOSÉ IGNÁCIO DE SOUZA. Assina a Rogo ANTONIO JOSÉ PEREIRA.
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Procuração Bastante que faz FRANCISCO IGNÁCIO DE SOUZA como abaixo se declara.

Saibão quantos este publico instrumento de procuração bastante virem que no anno do Nascimento de Nosso Senhor Jesus Christo de mil oitocentos e oitenta e cinco , no primeiro dia do mês de agosto do dito anno, nesta Freguesia do Carmo da Cachoeira, Termo da Cidade de Varginha, Comarca de Três Pontas, em meu Cartório compareceo como outorgante FRANCISCO IGNÁCIO DE SOUZA (...) procurador Antonio Matheus Garcia para receber da PRIMA e herdeira do finado tenente - Coronel JOSÉ FERNANDES AVELINO a quantia de seiscentos e dois mil duzentos e cinco réis que lhe coube em partilha no inventário de seu fallecido Pay JOSÉ IGNÁCIO DE SOUZA. Assina a Rogo ANTONIO JOSÉ PEREIRA.
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complementação da Procuração assinada por FRANCISCO IGNÁCIO DE SOUZA :
Testemunhas: Antonio Francisco Xavier Sobrinho e Antonio Francisco Xavier. Comigo Modesto José Pereira. Escrivão de Paz e Tabellião de Notas (...).
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O ambiente frio deste final de outono embute um convite especial: vão às ruas. Nelas, o calor do sol dissolve a friagem de ambientes internos, armazenadas durante a noite que, nesta época do ano, são longas. Muitas horas sem a presença do astro sol passeando pelos céus. Sair as ruas é muito bom. Os que circulam pela cidade nesta época encontram um fértil campo para ampliar relacionamentos e ou aproveitar os raios dos sol para um bate-papo informal, e sempre muito enriquecedor, quando bem dirigido. Seu Santos Chagas também sai. Ao cruzar uma pessoa envolvida com a história da cidade diz: Sá dona, esqueci de lhe contar: Bonsucesso (Bom Sucesso) era uma estância rural do município de Carmo da Cachoeira. Os mais novos nem se lembram dela. Ficava lá pelos lados da Fazenda dos Coqueiros e, antes da Fazenda Paraíso. Alguns "Souza" moraram lá.
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No século XXI a cidade de Carmo da Cachoeira denominou uma de suas ruas com o nome "Barão de Lavras". Foi um resgate histórico. Aconteceu, e veio quitar uma dívida que o Município tinha com seu passado. Já havia em Carmo da Cachoeira uma rua com esta denominação. A homenagem foi retirada. A antiga Rua Barão de Lavras ficava no centro de Carmo da Cachoeira, Minas Gerais. A atual, fica no Bairro Bom Retiro, Carmo da Cachoeira, Minas Gerais.
O único Barão de Lavras, JOÃO ALVES DE GOUVEIA (Gouvêa), nasceu e faleceu em Carmo da Cachoeira, Minas Gerais. Foi legislador, em 1869, quando da elevação de Lavras a condição de Cidade. Em 1882 pertenceu a Câmara de Varginha, Minas Gerais.
João Alves de Gouveia foi casado com Marianna Clara de Gouveia (Gouvêa).Faleceu em 1889.
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Marianna Alves de Gouveia (Gouvêa) - a Baronesa de Lavras, foi madrinha, juntamente com Antonio Joaquim Alves de Gouvêa de Idelvira, em 21 de junho de 1896: "baptsei Idelvira, filha legítima de AUGUSTO JOSÉ DA SILVA e IZALINA CÂNDIDA DE SOUZA". Livro de batizados da Matriz de Nossa Senhora do Carmo, Carmo da Cachoeira, Minas Gerais.

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