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O farmacêutico Luiz Galvão Corrêa.

Sô Luiz, ou seja, o farmacêutico Luiz Galvão Corrêa, tem ainda o prédio da Farmácia Nossa Senhora do Carmo, por ele implantada, em perfeitas condições. Situada na Praça do Carmo, mais exatamente, na Rua Dom Inocêncio, se distancia, em apenas duas residências da Casa Paroquial. A casa está representada nas pinturas de Maurício José Nascimento, feitas por ocasião das comemorações do Sesquicentenário da Paróquia.

Quando do período de nossa pesquisa visitamos a nova sede da farmácia na rua Dr. Veiga Lima, 494, no centro de Carmo da Cachoeira em Minas Gerais. Foi nessa ocasião que tivemos contato com o "tesouro" por nossos citados em resposta ao comentário feito pelo Engenheiro Agrônomo, Januzzi Galvão, conhecido pelos cachoeirense por "Nui".

Nui é um filho cachoeirense, casado com Rosana Reis Vilela Bretas Galvão, filha do conceituadíssimo Dr. Bretas, médico adorado pelos cachoeirenses e hoje "emprestado" para Palmas, Tocantins. "Emprestado", pois o cachoeirense não consegue digerir esta separação. Dr. José Vilela Bretas faz parte na genealogia da descendência do Cacique Tibiriça, do qual fala com muito orgulho. Dr. José Bretas foi casado com Eunice Reis Vilela Bretas, nascida na fazenda da Serra, irmã de Hélio Reis Vilela, casado com Maria Tereza Reis Garcia, filha de José dos Reis Garcia e Ismênia de Oliveira; irmã de Elza Vilela Oliveira, casada com Sebastião Modesto de Oliveira, filho de Francisco Modesto de Oliveira e Olintina de Oliveira. Eunice, Elza e Hélio são filhos de Idalina Costa Reis Filha ou Idalina Reis Vilela, nascida na fazenda da Serra, casada com Amintas de Oliveira Vilela, filho de Antônio de Rezende Vilela e Corina Eulália de Oliveira Vilela. Dona Idalina era irmã de Gabriel Justiniano dos Reis, da Fazenda Capitinga (Capetinga), e de Bassiliça Costa Reis, casada em primeiras núpcias com Eduardo, filho do Barão de Lavras, e em segundas núpcias com João Vilhena, entre outros irmãos (Consultar Genealogia Família Reis). Gabriel, o Bié da Capitinga (Biézinho), foi casado em primeiras núpcias com Mariana Teixeira Reis e em segundas núpcias com sua prima Ana Reis (Naninha) , filha de Antônio Marciano dos Reis e Genoveva Cândida Garcia dos Reis. Aqui entra nossa queridíssima Dona Zilah Reis, casada com o mais querido e estimado Percy de Oliveira Vilela, fazendeiro. Suas propriedades: fazenda das Letras, fazenda do Paulista e fazenda Chamusca.

José Ovídio Reis, autor da obra de Genealogia da Família Reis é ligado a um dos ramos pertencente a esta família, cujo patriarca é Gabriel dos Reis Silva, casado em São Tomé das Letras com a filha do alferes Luiz Gonzaga Branquinho e Ana Cândida de Meireles, neta de José Joaquim Gomes Branquinho, da fazenda Boa Vista, do distrito da Boa Vista de Lavras do Funil, e bisneta de Ângela Ribeiro de Moraes (Ângela de Morais Ribeira).

Projeto Partilha - Leonor Rizzi

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Comentários

projeto partilha disse…
Nossa história e um pouco da história de nossos vizinhos. Cf. o site: Um pouco de história ... - Windows Internet Explorer, em
http://gamajr.sites.uol.com.br/historia.htm

"Os antepassados de ambos são predominantemente portugueses que para cá vieram em diferentes momentos desde a descoberta do Brasil. Há de se destacar duas épocas preferenciais de emigração; no século XVI, com o início da colonização, quando vieram os antepassados de MARIA DO ROSÁRIO PEDROSO DE MORAES, bisavó de Marianna (III). Incluem-se entre esses Martim Afonso de Souza, o sobrinho; João Pires, o Gago; Garcia Rodrigues, Baltazar (Balthazar) de Moraes Antas, além de Antonio Rodrigues que já se encontrava aqui desde 1493.
No século XVIII, ciclo do ouro em Minas Gerais vieram os antepassados de Francisco e Marianna (III), José Rodrigues Airão, Manuel da Costa Valle, André Martins Ferreira e Domingos Monteiro Lopes. São João Nepomuceno, atual Nepomuceno - Minas Gerais, foi a terra que serviu de berço a Mariana de Souza Monteiro (III), casada com Francisco Ângelo Rodrigues, nascido em 1823 em Campanha. Francisco é descendente de José Rodrigues Airão, vindo ao Brasil por volta de 1740.
projeto partilha disse…
CIDADE PAULISTA EM PERNAMBUCO. Cf.: Os Comentários de Carlos Beserra e Os Moraes Navarro - Windows Internet Explorer
htpp://trindade.blog.digi.com.br/
"Posteriormente tive muita sorte, pois achei a árvore genealógica do Barão de Aiuruoca, que era unida aos Moraes (Morais) de São Paulo, e em que achei a descendência dos Moraes desde o ano de 419 (quatrocentos e dezenove). (...) existem muitos Pedroso ou Pedrozo (...) tivemos dúvidas quanto a ser Poderosa ou Pedrosa (...).
projeto partilha disse…
A Fazenda Palmital do Rio Preto ficas em Nossa Senhora de Nazareth, freguesia de Aiuruoca, termo e Comarca de São João del Rei. Lá morava o bracanense José Leite Ribeiro, filho de Francisco Leite Ribeiro e Izabel Ferreira. Em sua Fazenda plantava cana e cereais e criava gado, em paralelo à mineração. José se casou com ESCOLÁSTICA MARIA DE JESUS, sobrinha de Ângela de Moraes Ribeiro (Ribeira de Morais), mãe de JOSÉ JOAQUIM GOMES BRANQUINHO, proprietário da FAZENDA BOA VISTA, sede do DISTRITO DO CARMO DA BOA VISTA - Lavras do Funil, Comarca do Rio das Mortes. Escolástica faleceu em São João del Rei em estado de viúva no ano de 1823, embora tenha vivido muitos anos na Fazenda Palmital.
Cf.: Projeto Compartilhar
projeto partilha disse…
Mariana de Almeida e Silva, casada com o bracanense Marcos de Souza Magalhães com testamento redigido em 12-6-1770 e falecido em 03-02-1773 tem o estudo de sua descendência atualizado em 19-abril-2009 pelo PROJETO COMPARTILHAR.

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Texto Anterior: Padre Vieira e a legítima sua organização dos quilombos.
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