Pular para o conteúdo principal

Mãe Peregrina no Santuário Mãe Rainha.

Antigas famílias, desde o Brasil Colonial, mantêm a tradição de fazer circular uma imagem nos lares cristãos. O costume foi mais fortemente marcado em regiões de colonização italiana. Em Carmo da Cachoeira, Minas Gerais, o costume é mantido através da peregrinação da Imagem da Mãe, conforme nos mostra a foto de Evando Pazini e arte de TS Bovaris, mostrada na imagem deste domingo.

A Campanha da Mãe Peregrina é um movimento que possibilita uma imagem, referenciada aqui com "Capelinha", estar presente em lares de fiéis católicos. Estabelecimentos comerciais e outros instituições, podem também recebê-la, desde que solicitem. Há uma coordenadora, e ela monta uma escala e as "Capelinhas" seguem de casa em casa, onde os inscritos recebem-na e a hospedam por um dia. Das "capelinhas" que estavam visando lares, muitas vieram receber as bênçãos do Pároco, durante a Primeira Missa celebrada na Comunidade Paroquial São Pedro de Rates, no último dia 20 de março. Cada Setor tem sua "Capelinha" e, mensalmente, se reúnem durante missa na Igreja Matriz da Cidade. Este mês de março o encontro foi no Santuário Mãe Rainha de Carmo da Cachoeira.


Comentários

projeto partilha disse…
"A função da Igreja de Jesus Cristo, no século XX, é de desatolar a história, demonstrando que a ação não-violenta é a expressão visível da REDENÇÃO, único meio escolhido por Deus para promover a justiça e a paz" (p.246 - Jesus Cristo e a Revolução Não-Violenta).
projeto partilha disse…
Celebre o corriqueiro. Seu coração encontra nas coisas comuns o conforto e a beleza. Deixa-as guiar sua cabeça.
projeto partilha disse…
Um estudo - Uma pérola de nossa região:
Cf.: Projeto Compartilhar.
Ignacia Lemos de Godoy - Windows Internet Explorer. (atualizado em 04-Janeiro-2009)
projeto partilha disse…
Antigas famílias, desde o Brasil Colonial, mantêm a tradição de fazer circular uma imagem nos lares cristãos. O costume foi mais fortemente marcado em regiões de colonização italiana. Em Carmo da Cachoeira, Minas Gerais, Brasil, o costume é mantido através da peregrinação da Imagem da MÃE, conforme nos mostra a foto de Evando Pazini e arte de TS Bovaris, mostrada na imagem deste domingo.
A Campanha da Mãe Peregrina é um movimento que possibilita uma imagem, referenciada aqui com "Capelinha", estar presente em lares de fiéis católicos. Estabelecimentos comerciais e outros instituições, podem também recebê-la, desde que solicitem. Há uma coordenadora, e ela monta uma escala e as "Capelinhas" seguem de casa em casa, onde os inscritos recebem-na e a hospedam por um dia. Das "capelinhas" que estavam visando lares, muitas vieram receber as bênçãos do Pároco, durante a primeira Missa celebrada na Comunidade Paroquial São Pedro de Rates, no último dia 20 de março. Cada Setor tem sua "Capelinha" e, mensalmente, se reúnem durante missa na Igreja Matriz da Cidade. Este mês de março o encontro foi no "Santuário" Mãe Rainha.
projeto partilha disse…
Hoje, 05 de abril é comemorado pela Igreja Católica, Apostólica Romana, o DOMINGO DE RAMOS.


"BENDITO O QUE VEM EM NOME
DO SENHOR!
HOSANA NAS ALTURAS".

Neste Domingo, aclamamos Jesus como o Messias que vem realizar as promessas dos profetas e instaurar definitivamente o Reino de Deus.

Programação para DIA 06 - Segunda-feira Santa

"CHEGOU A HORA, o FILHO DO HOMEM VAI SER ENTREGUE NAS MÃOS DOS PECADORES (Mt. 26,45."

19h00 Missa na Matriz e procissão para a Comunidade Sant´Ana e Frei Galvão, no Bairro Bom Retiro. Sermão da Prisão.

Trajeto da Procissão: Saindo da Igreja Matriz, à esquerda Rua Artur Tibúrcio, à esquerda Rua Dom Inocêncio, à direita Rua Capitão Francisco de Assis Reis, à esquerda Rua Purcina de Campos Reis, à direita Rua Joaquim Vilhena Reis e Igreja de Sant´Ana e Frei Galvão, Sermão da Prisão.

Postagens mais visitadas deste blog

A organização do quilombo.

O quilombo funcionava de maneira organizada, suas leis eram severas e os atos mais sérios eram julgados na Aldeia de Sant’Anna pelos religiosos. O trabalho era repartido com igualdade entre os membros do quilombo, e de acordo com as qualidades de que eram dotados, “... os habitantes eram divididos e subdivididos em classes... assim havia os excursionistas ou exploradores; os negociantes, exportadores e importadores; os caçadores e magarefes; os campeiros ou criadores; os que cuidavam dos engenhos, o fabrico do açúcar, aguardente, azeite, farinha; e os agricultores ou trabalhadores de roça propriamente ditos...” Todos deviam obediência irrestrita a Ambrósio. O casamento era geral e obrigatório na idade apropriada. A religião era a católica e os quilombolas, “...Todas as manhãs, ao romper o dia, os quilombolas iam rezar, na igreja da frente, a de perto do portão, por que a outra, como sendo a matriz, era destinada ás grandes festas, e ninguém podia sair para o trabalho antes de cumprir …

A família do Pe. Manoel Francisco Maciel em Minas.

Ajude-nos a contar a história de Carmo da Cachoeira. Aproveite o espaço "comentários" para relatar algo sobre esta foto, histórias, fatos e curiosidades. Assim como casos, fatos e dados históricos referentes a nossa cidade e região.


Próxima imagem: Sete de Setembro em Carmo da Cachoeira em 1977.
Imagem anterior: Uma antiga família de Carmo da Cachoeira.

Aparições de Nossa Senhora em Carmo da Cachoeira.

A PADROEIRA
Senhora do Carmo
Informativo da Paróquia Nossa Senhora do CarmoEdição ExtraordináriaFEVEREIRO de2012
Carmo da Cachoeira/MG - Diocese da Campanha

NOTA DE ESCLARECIMENTO AOS PAROQUIANOS Pe. André da Cruz


Ultimamente, o fenômeno de supostas “aparições” de Nossa Senhora têm se multiplicado no, Brasil e em outros países, deixando muita gente confusa, tanto na vivência da Fé cristã, como no discernimento da veracidade dos fatos.
Como pastor dos católicos cachoeirenses ou demais participantes da Paróquia Nossa Senhora do Carmo não posso me furtar a trazer algumas reflexões e esclarecimentos de forma refletida, prudente e baseada nos subsídios doutrinais da Igreja Católica e à luz do Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo.
Dessa forma, transmito aos prezados paroquianos algumas orientações feitas pela Conferência Nacional dos Bispos no Brasil, que em seu documento “Aparições e Revelações Particulares”, afirma:
Nos últimos anos, o número de “aparições” e “revelações” particulares, princi…

Antiga foto da cidade de Carmo da Cachoeira.

Ajude-nos a contar a história de Carmo da Cachoeira. Aproveite o espaço "comentários" para relatar algo sobre esta foto, histórias, fatos e curiosidades. Assim como casos, fatos e dados históricos referentes a nossa cidade e região.Foto: Paulo Naves dos ReisPróxima imagem: Imagem da mata da fazenda Caxambu em Minas.
Imagem anterior: Um pouco sobre a região do distrito de Palmital.

Palanques e trincheiras na defesa dos quilombos.

Observando os mapas do Quilombo de São Gonçalo, o da Samambaia e o do Ambrózio, todos com uma duração temporal grande permitindo, em última instância, uma certa estabilidade populacional e social capaz de gerar uma sociedade mais complexa, propiciadora de elementos materiais mais duráveis, percebe-se que eles possuíam muitas semelhanças e dentre elas, a delimitação de seus territórios por fossos, estrepes e trincheiras. Neste território se dava a vida social do grupo, ou seja, as relações econômicas, sociais e provavelmente políticas. As casas dos quilombos estavam divididas entre moradias e casas para atividades específicas, como por exemplo, ferraria, casa do curtume e a casa dos pilões. No Quilombo do Campo Grande, em 1746, foi localizado mais de 600 negros vivendo com “... fortaleza, cautelas e petrechos tais que se entende pretendem se defender-se...”1Uma outra referência sobre o mesmo quilombo, afirma que os quilombolas se defenderam por mais de 24 horas, protegidos por um palan…

A Família Campos no Sul de Minas Gerais.

Pedro Romeiro de Campos é o ancestral da família Campos do Sul de Minas, especialmente de Três Pontas. Não consegui estabelecer ligação com os Campos de Pitangui, descendentes de Joaquina do Pompéu.Pedro Romeiro de Campos foi Sesmeiro nas Cabeceiras do Córrego Quebra - Canoas¹. Residia em Barra Longa e casou-se com Luiza de Souza Castro² que era bisneta de Salvador Fernandes Furtado de Mendonça.Filhos do casal:- Ana Pulqueria da Siqueira casado com José Dias de Souza;
- Cônego Francisco da Silva Campos, ordenado em São Paulo , a 18.12.1778, foi um catequizador dos índios da Zona da Mata;
- Pe. José da Silva Campos, batatizado em Barra Longa a 04.09.1759;
- João Romeiro Furtado de Mendonça;
- Joaquim da Silva Campos, Cirurgião-Mor casado com Rosa Maria de Jesus, filha de Francisco Gonçalves Landim e Paula dos AnjosFilhos, segundo informações de familiares:-Ana Rosa Silveria de Jesus e Campos, primeira esposa de Antônio José Rabelo Silva Pereira, este nascido em Lagoa Dourada³;
- Joaquim da …

Deus Pai, o Divino Espírito e a Sagrada Família.

Ajude-nos a contar a história de Carmo da Cachoeira. Aproveite o espaço "comentários" para relatar algo sobre esta foto, histórias, fatos e curiosidades. Assim como casos, fatos e dados históricos referentes a nossa cidade e região.Foto: Evando Pazini - Arte: TS BovarisPróxima imagem: Manoel Antônio Teixeira da Fazenda Campestre.
Imagem anterior: Antigo telefone da fazenda da Serra.

Foto de família: os Vilela de Carmo da Cachoeira-MG.

Ajude-nos a contar a história de Carmo da Cachoeira. Aproveite o espaço "comentários" para relatar algo sobre esta foto, histórias, fatos e curiosidades. Assim como casos, fatos e dados históricos referentes a nossa cidade e região.
Esta foto foi nos enviada por Rogério Vilela. Da esquerda para a direita: Custódio Vilela Palmeira, Ercília Dias de Oliveira, Fernando de Oliviera Vilela, Adozina Costa (Dozica), Jafoino de Azevedo e José de Oliveira Vilela (Zé Custódio).
Imagem anterior: Sinopse Estatística de Carmo da Cachoeira - 1948

Barleus e a imagem do Quilombo dos Palmares.

..., só se conhece uma imagem feita sobre Palmares durante sua existência. Trata-se da feita por Barleus1 em 1647 e reproduzida em Reis2. Infelizmente, esta imagem não possui riquezas de detalhes ou de informações. Aparentemente, trata-se de um posto de observação à beira de um rio que serve de local de pescaria coletiva.
Trecho de um trabalho de Marcia Amantino.

Próximo Texto: O negro aquilombado e a população colonial.
Texto Anterior: Padre Vieira e a legítima sua organização dos quilombos.
Figura: Imagem de Palmares - Barleus
1 Barleus, Gaspar. História dos feitos recentemente praticados durante oito anos no Brasil. Belo Horizonte: Itatiaia, 1974.
2 REIS, João José e GOMES, Flavio dos S. Liberdade por um fio: história dos quilombos no Brasil. São Paulo: Cia das Letras, 1996. p. 33

A importância e o trabalho dos ferreiros.

Pode-se perceber nos mapasfeitos sobre os quilombos que o espaço interno da estrutura era usado de maneira a indicar uma provável especialização das diferentes construções. Esta espacialidade poderia indicar uma certa hierarquia social dentro da comunidade. O fato de que a casa de ferreiro (São Gonçalo), a Casa do Conselho e do Tear (Perdição), a Casa de audiência (Samambaia) e a Casa do Rei (Braço da Perdição), estarem sempre em local destacado é sugestivo. O que isto pode indicar? É possível a partir destes dados, pressupor que houvesse no interior das comunidades quilombolas uma hierarquização política e social, já que elementos que desempenhavam um papel de destaque para a manutenção dos grupos claramente tinham seu espaço físico igualmente destacado.
O caso das Casas de ferreiro que aparecem no quilombo da Samambaia e no de São Gonçalo é curioso porque pode nos remete à uma prática antiga na África, ou seja, o uso do metal. É provável que os quilombolas utilizaram-se desse conhec…