Padre José Procópio Júnior em Carmo da Cachoeira

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Paróquia Nossa Senhora do Carmo sob nova guiança Editorial Sai Pe. Daniel Menezes, e assume como administrador paroquial da acolhedora cidade de Carmo da Cachoeira, em fevereiro de 2019, o Pe. José  Procópio Júnior.
"Não cabe à pedra escolher o lugar que deve ocupar no edifício. Assim também não cabe à nós criaturas ditar ao Criador o que deve acontecer em nossa vida, pois Deus é quem sabe e dispõe com sabedoria própria." − Dom Servílio Conti, IMC Como página que observa os acontecimentos neste pedaço de chão mineiro, limitado por montanhas e que, segundo o cachoeirense Padre Godinho, “todas são azuis”, registramos o remanejamento ocorrido entre padres ligados a Diocese da Campanha no ano de 2019. Entre as mudanças encontra-se a Paróquia Nossa Senhora do Carmo/Carmo da Cachoeira – MG.

Sai nosso querido Padre Daniel Menezes. Por ele continuamos a rezar e o devolvemos, entre lágrimas e a esperança de um dia tê-lo entre nós. Somos eternamente gratos e devedores. Entra, aureola…

Sílvio, dona Nenê e a crença nos Reis Magos.

Podemos usar nosso amigo Silvio Reis do Carmo Pinto para exemplificarmos a questão dos "sobrenomes". Aí vem uma pergunta a quem os conhece pelas origens: de onde vem o "Reis" presente no nome do Silvio?

→ Não procede do pai - Cirineu (sua família traz: Martins Costa e Pinto);

→ não procede de dona Nenê, ela traz Meirelles e Bispo, sendo Bispo o mais forte; e

→ então, se todo o sobrenome tem uma história, uma origem, qual seria a história do "Reis", presente na assinatura do Silvio? Quem dá resposta é sua mãe, Maria do Carmo, a dona Nenê. Diz ela: "o Silvio nasceu no mês em que se comemora a festa dos 'Reis Magos', e foi em homenagem a esses Reis, visitadores do Menino Deus, que colocamos, entre os sobrenomes de origem familiar, um que o ligasse ao Senhor Supremo".

Este, então, é o "Reis", assinado pelo Silvio. Neste caso, como em muitos outros, em Carmo da Cachoeira, Minas Gerais, o fundo religioso marcou sua presença que, dependendo de cada caso irá perpetuar-se ou não em suas descendências.

Algumas famílias possuem até Brasões (Escudo) que contam as histórias de suas origens. Em algumas famílias, a história vem de centenas de anos atrás com presença em outros territórios geográficos, nesta imensidão que é o Planeta Terra. Em alguns casos, alguns sobrenomes somem durante algumas gerações ressurgindo tempos depois, através de netos, primos, sobrinhos. Árvores Genealógicas são reveladoras de muitas histórias.

Projeto Partilha - Leonor Rizzi

Comentários

Anônimo disse…
Não é só em Carmo da Cachoeira que ocorre a lembrança do termo REIS a ser incorporado como sobrenome, a partir de uma homenagem que a família presta aos REIS MAGOS, visitadores do Presépio de Belém.
Confira, FAMÍLIA REIS, por Dario Zagotta. Ele utiliza, dentre outras fontes de consultas, e como bibliografia, a obra "ARMORIAL LUSITANO". Fala da Baronesa de Ribeirão Vermelho, Urbana Amélia de Andrade Reis e do Barão de Ponte Nova, José Joaquim de Andrade Reis.
Anônimo disse…
Bom dia à todos!
Só Lembrando que a família Reis Que povoou e ainda encontra-se no Sul de Minas Gerais a sua grande maioría, principalmente nas cidades de Carmo da Cachoeira, Varginha, Três Pontas e região; contando com os bisavós de sua matriarca Andressa Dias de Carvalho, Casada com o Capitão Domingos dos Reis e Silva está "em torno" de sua 12a. (décima segunda) geração.
Lembrando-se que o nascimento desta "primeira" geração QUE CONHECEMOS foi por volta de 1600 ....... nossa FAMÍLIA tem mais de 400 anos de "HISTÓRIA" !!!!!
Anônimo disse…
Júnior Caldeira. Gratidão por acompanhar e colaborar com esta página. Tomamos conhecimento de um trabalho que remonta a esta data por você citada, se não anterior. Não consegui exemplar dele, e por falta destes dados da FAMÍLIA REIS na Europa é que deixamos de fazer alusões. Caso você já os tenha, por favor, partilhe conosco. Será uma riqueza a mais para o Sul de Minas. Lutei e não consegui saber onde encontrar a publicação, "ARMORIAL LUSITANO". Lá estão vocês. Caso consiga me avise. Parece que com a linha materna de seus patriarcas estão mais fácil de ligar. Acredite, se não publicamos foi por falta dos dados que tanto buscamos. Aliás, não só os de sua família, também os da Família "DE RATES", através de MANOEL ANTONIO RATES. Que fizeram com nossos documentos, hein, Júnior? Apareça sempre. É um imenso prazer recebê-lo.

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