Padre José Procópio Júnior em Carmo da Cachoeira

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Paróquia Nossa Senhora do Carmo sob nova guiança Editorial Sai Pe. Daniel Menezes, e assume como administrador paroquial da acolhedora cidade de Carmo da Cachoeira, em fevereiro de 2019, o Pe. José  Procópio Júnior.
"Não cabe à pedra escolher o lugar que deve ocupar no edifício. Assim também não cabe à nós criaturas ditar ao Criador o que deve acontecer em nossa vida, pois Deus é quem sabe e dispõe com sabedoria própria." − Dom Servílio Conti, IMC Como página que observa os acontecimentos neste pedaço de chão mineiro, limitado por montanhas e que, segundo o cachoeirense Padre Godinho, “todas são azuis”, registramos o remanejamento ocorrido entre padres ligados a Diocese da Campanha no ano de 2019. Entre as mudanças encontra-se a Paróquia Nossa Senhora do Carmo/Carmo da Cachoeira – MG.

Sai nosso querido Padre Daniel Menezes. Por ele continuamos a rezar e o devolvemos, entre lágrimas e a esperança de um dia tê-lo entre nós. Somos eternamente gratos e devedores. Entra, aureola…

Prof. Tarcísio, a poesia e a prosa de Rui Barbosa.

O prof. Tarcísio faz seus comentários a respeito de um texto que lhe enviei, cuja autoria seria de Rui Barbosa:

de: Tarcísio José Martins

Amigo Theândrico

Tenho a hora de ter estudado Direito na mesma escola de Rui Barbosa, a Faculdade de Direito do Largo de São Francisco, em São Paulo.

Não sabia de uma POESIA com esse desfecho, mesmo porque, segundo consta, Rui era muito mais de prosa.

O que sei é que a parte final da Poesia que mostra, conteve-se num DICURSO do Senador Rui em 1914.

A falta de justiça, Srs. Senadores, é o grande mal da nossa terra, o mal dos males, a origem de todas as nossas infelicidades, a fonte de todo nosso descrédito, é a miséria suprema desta pobre nação.A sua grande vergonha diante do estrangeiro, é aquilo que nos afasta os homens, os auxílios, os capitais.A injustiça, Senhores, desanima o trabalho, a honestidade, o bem; cresta em flor os espíritos dos moços, semeia no coração das gerações que vêm nascendo a semente da podridão, habitua os homens a não acreditar senão na estrela, na fortuna, no acaso, na loteria da sorte, promove a desonestidade, promove a venalidade, promove a relaxação, insufla a cortesania, a baixeza, sob todas as suas formas.De tanto ver triunfar as nulidades, de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça, de tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar da virtude, a rir-se da honra, a ter vergonha de ser honesto.”

Assim, amigo, caso tenha a fonte que atribua esta belíssima poesia ao Rui, peço que me informe.

Um abraço do
Tarcísio.

Comentários

Anônimo disse…
Professor Tarcísio. Ficamos honrados com sua participação, e lhe ofertamos um regalo. Mais uma pérola, presente em nossas anotações. Esta vem de MACHADO DE ASSIS. Segundo a única nota que registramos em uma antiga caderneta esta: A Semana, 11-11-1900:

"Enquanto o telégrafo nos dava notícias tão graves (...), coisas que entram pelos olhos, eu apertei os meus para ver coisas miudas, coisas que escapam ao maior número, coisas de míopes. A vantagem dos míopes é enxergar onde as grandes vistas não pegam".

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