Padre José Procópio Júnior em Carmo da Cachoeira

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Paróquia Nossa Senhora do Carmo sob nova guiança Editorial Sai Pe. Daniel Menezes, e assume como administrador paroquial da acolhedora cidade de Carmo da Cachoeira, em fevereiro de 2019, o Pe. José  Procópio Júnior.
"Não cabe à pedra escolher o lugar que deve ocupar no edifício. Assim também não cabe à nós criaturas ditar ao Criador o que deve acontecer em nossa vida, pois Deus é quem sabe e dispõe com sabedoria própria." − Dom Servílio Conti, IMC Como página que observa os acontecimentos neste pedaço de chão mineiro, limitado por montanhas e que, segundo o cachoeirense Padre Godinho, “todas são azuis”, registramos o remanejamento ocorrido entre padres ligados a Diocese da Campanha no ano de 2019. Entre as mudanças encontra-se a Paróquia Nossa Senhora do Carmo/Carmo da Cachoeira – MG.

Sai nosso querido Padre Daniel Menezes. Por ele continuamos a rezar e o devolvemos, entre lágrimas e a esperança de um dia tê-lo entre nós. Somos eternamente gratos e devedores. Entra, aureola…

O empreendedor mineiro Caio de Brito.

Caio de Brito, filho de Azarias de Brito Sobrinho e Maria Adelindes de Brito. Foi casado com Maria Antonieta de Luca Araújo Brito. Nasceu na cidade de São Joaquim da Serra Negra (hoje Alterosa). Era um homem de média estatura, elegante, bem trajado, cortês e atencioso, não só com ricos, mas também com pobres. Foi dirigente da Usina Boa Vista, desde os 17 anos, em 1915, até 28 de agosto de 1950, quando se desligou da Empresa. Construiu uma usina de açúcar, em sua propriedade, denominada São Sebastião, situada em Santana da Vargem, Minas Gerais. Em virtude de os proprietários rurais não terem plantado cana para abastecer a Usina São Sebastião, como haviam acordado, o empreendimento fracassou, por falta de matéria prima.

Participou da fundação de um colégio em Santana da Vargem, Minas Gerais e da construção do aeroporto de Três Pontas. Político atuante, ocupou a Presidência do antigo Partido Republicano local. Eleito vereador em 1936, na primeira eleição após a revolução de 1930, tomou posse em 25 de julho do mesmo ano. Nos últimos anos de sua existência, viveu no ostracismo. Após a sua morte, a Câmara Municipal, reconhecendo os bons serviços por ele prestados à comunidade, aprovou a Lei n.706, de 7 de fevereiro de 1972, alterando a denominação da Rua da Prata para Avenida Caio de Brito.

17-AGO-1898 - 01-JAN-1964

Artigo de Paulo Costa Campos

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