Nuvens sobre a tradicional fazenda Caxambu.

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Próxima imagem: A pedra de moinho da fazenda Caxambu.
Imagem anterior: O muro de pedras da fazenda Caxambu.

Comentários

projeto partilha disse…
O curral da Fazenda Caxambu, Carmo do Cachoeira, no Sul das Minas Gerais. Fotos de Evando Pazini. Ano - 2006.
projeto partilha disse…
No dia em que o Projeto Partilha, acompanhado por Evando Pazini que fez a foto mostrada na imagem de hoje, Padre André Luiz da Cruz, Pároco da Matriz de Nossa Senhora do Carmo, Carmo da Cachoeira, Minas, fazia parte da equipe.
projeto partilha disse…
Continuação.
Árvore Genealógica Família DIAS DE OLIVEIRA - BUENO. Pesquisada pelo genealogista ARY SILVA que, ao iniciar a obra presta homenagem póstuma a ARY FORENZANO, nos seguintes termos:

A elaboração deste trabalho é dedicado em memória do Sr. ARY FLORENZANO, insigne genealogista, falecido em Lavras, a quem muito devo, pelo incentivo de continuá-la até o possível, a sua obra "OS BUENOS DA FONSECA", Vol. VI-1944, editado pelo Anuário Genealógico Brasileiro - São Paulo, e também aditamentos à Genealogia Paulistana - Silva Leme, Vol. V-433, ns. 2-4. Que Deus o guarde. ARY SILVA.
p.35.
30. D. MENDO ESTEVES DE ANTAS. Casou-se com D. Inez Rodrigues de Morais, filha de Rui Martins de Morais, alcaide-mór de Bragança em 1321, Senhor de Morais, terceiro Padroeiro do Convento de S. Francisco e de sua mulher D. Alga Gonçalves Moreira, filha de Gonçalo Rodrigues Moreira e sua mulher D. Mor Martins (Título Moreiras em Filgueiras Gaio). Rui era filho de Martim Gonçalves de Morais, que viveu nos reinados de D. Sancho segundo e de Afonso segundo, aos quais prestou serviços de guerra, segundo Padroeiro do dito Convento e de sua mulher D. Elvira Pires Tavares. Martim era filho de D. Gonçalo Rodrigues de Morais, primeiro Padroeiro do Convento de S. Francisco e de sua mulher Constança Soares, filha de D. Soeiro Dias Oveques e D. Sancha Pires. D. Gonçalo Rodrigues de Morais, assim se apelidou por ser segundo neto de Fortum Lopes de Morales, que veio para Portugal, no tempo de Afonso Henriques com outros fidalgos espanhóis. D. Gonçalo era filho de D. Rodrigo Garcez de Aza e este filho de D. Garcia Garcez de Aza e de D. Leonor Fortunes, filha de D. Fortum Lopes de Morales. D. Garcia era filho de D. Garcia de Cambra e neto de D. Garcia de Naxara, quarto Senhor de Aza e sua mulher D. Elvira de Tóro, filha de Fernando primeiro, Rei de Castela. D. Garcia de Naxara era terceiro neto de Fernão Gonçalves, Conde Soberano de Castela e sua mulher D. Sancha, Infanta de Navarra, sendo Fernão descendente de Fruela, irmão de Afonso primeiro, de Asturias. D. Mendo e D. Inez, tiveram entre outros filhos:

31. D. AFONSO PIRES DE MORAIS E ANTAS, Senhor de Vimioso e de outras terras, que se casou com D. Aldonça Gonçalves de Morais, filha de Luiz Pires de Távora e sua mulher D. Alda de Morais (Filgueiras Gaio, Títulos Távoras) tendo entre outros filhos:

32 D. MENDO AFONSO DE MORAIS E ANTAS, Sr. de Vimioso, teve de seu casamento com D. Margarida de Vasconcellos (Filgueiras Gaio, Título Antas, parágrafo 69, fls.233, Vs.1 a 4). Esta descendente de Fruela, Rei de Leão e sua mulher D. Nomília Ximenes, filha de Sancho Garcez, Rei de Navarra, entre outros filhos:

33. D. ESTEVAM MENDES DE MORAIS E ANTAS, Senhor de Vimioso, tendo demandado em Viseu contra D. Fernando de Portugal, sobre o Senhorio de Vimioso, no tempo de D. João segundo. Casou-se com D. Maria de Madureira e tiveram outros:

34. D. VASCO RODRIGUES DE MORAIS E ANTAS, que se casou com D. Micaela de Albuquerque Vimioso e

34. D. LEONOR MENDES DE MORAIS DE ANTAS que se casou com Baltasar Mendes, conforme Filgueiras Gaio, parágrafo 69. Título Antas e tiveram entre outros filhos:

35. INEZ NAVARRO DE ANTAS, que se casou com seu primo Pedro de Morais, filho de Vasco Rodrigues de Morais Antas e tiveram entre outros filhos, BELCHIOR DE MORAIS ANTAS e

36. BALTASAR DE MORAIS DE ANTAS, que veio para o Brasil trazendo carta de Nobreza passada perante o Juiz de Mogadouro, em 11 de setembro de 1579, sendo escrivão Gaspar Pereira e fez essa carta ser reconhecida perante o Ouvidor Geral da Bahia, Cosme Rangel de Macedo, estando essa carta nos Títulos 1,530 e 1,805, do "Arquivo Heráldico e Genealógico", de Sanches Baena. Casou-se em São Paulo com Brites Rodrigues Annes, filha de Joannes Annes Sobrinho, português, Juiz Ordinário de Santo André da Borda do Campo em 1556. Procurador do Conselho em 1558 e 1562. Baltasar foi Juiz Ordinário de São Paulo EM 1579. o casal teve 4 filhos: PEDRO DE MORAIS ANTAS;
BALTASAR DE MORAIS ANTAS;
ISABEL DE ANTAS
e

37. D. ANA DE MORAIS ANTAS. Casou-se em primeiras núpcias com Pantaleão Pedroso Bayão Parente, enviuvando-se casou-se com Francisco Velho, português, Juiz Ordinário de São Paulo em 1602.

(Transcrição até a pág. n.73 do notável trabalho do Dr. José de Avellar Fernandes-1951, sendo que me desligo no parágrafo 37 por descender de D. ANA DE MORAIS DE ANTAS do seu primeiro casamento com PNATALEÃO PEDROSO BAYÃO PARENTE).

JOANA BAPTISTA BUENO casada com FRANCISCO CORREA DE LEMOS, era filha de BARTHOLOMEU BUENO, fal. 1685 casado com IZABEL DE FREITAS (SL. primeiro pág.417) fa. de LUCAS DE FREITAS DE AZEVEDO casado com LUCRÉCIA DE MENDONÇA (SL. primeiro pag.387 - parágrafo segundo - 1-2); ele BARTHOLOMEU BUENO, fo. de MARIANA CAMARGO que foi em 1631, casada com BARTHOLOMEU BUENO DA RIBEIRA, o moço (irmão de Amado Bueno), fo. de BARTHOMEU BUENO DE RIBEIRA, o Sevilhano, que ainda vivia pelos anos de 1614, que foi casado em 1590 com MARIA PIRES, ele filho de D. FRANCISCO RAMIRES DE PORROS, que retornou à Espanha em 1599; ela filha de SALVADOR PIRES e de sua segunda esposa MÉCIAS FERNANDES (primeira esposa N... de BRITO) foi procurador do conselho em 1563 e juiz ordinário em 1573. Faleceu em 1592. MARIA PIRES era irmã de SALVADOR PIRES DE MEDEIROS, casada com IGNEZ MONTEIRO DE ALVARENGA; irmãos por pai de BEATRIZ PIRES da primeira esposa N... DE BRITO). SALVADOR PIRES, fo. de SALVADOR PIRES, casado com MARIA RODRIGUES, ele fo. de JOÃO PIRES; ela fa. de GARCIA RODRIGUES casado com ISABEL VELHO; GARCIA RODRIGUES, port. veio para São Vicente cerca de 1540. Exerceu cargos em Santo André e em Piratininga, onde residiu algum tempo, volvendo a morar em Santos, falecendo em 1590. MÉCIA FERNANDES (irmã de Marcos Fernandes) f.. de ANTONIO FERNANDES casado com ANTONIA RODRIGUES, fa. de ANTONIO RODRIGUES casado com ANTONIA RODRIGUES, filha do Cacique PIQUEROBY o maioral de Ururahy, batizada com este nome cristão pelo Padre José de Anchieta. MARIA DE CAMARGO casada com BARTHOLOMEU BUENO DE RIBEIRA o'moço, era filho de JUSEPPE ORTIZ DE CAMARGO, espanhol, nat. de Castrogeriz, prov. de Burgos, foi filho de FRANCISCO DE CAMARGO casado com GABRIELA ORTIZ, np. de LUIS DIAS DE CAMARGO casado com BEATRIZ DE LA PENÃ


Obs.: Penã? Penha/Penna/Pena?
QUEM FOI MARIA DA PENHA/PENNA/PENA, casada com JOSÉ DA COSTA MORAES, filho de

MANOEL ANTÔNIO RATES e
MARIA DA COSTA MORAES, primeiro morador junto ao RIBEIRÃO DO CARMO, na CACHOEIRA DOS "DE RATES", NO SÍTIO CACHOEIRA, Distrito da Boa Vista de Lavras do Funil, Comarca do Rio das Mortes, a partir dos ano 1770?

LUÍS DIAS DE CAMARGO, casado com BEATRIZ DE LA PEÑA, de família oriunda de Sevilha e descendente do célebre navegante espanhol AFFONSO DE CAMARGO. Veio para São Paulo na armada de D. Diogo Flores de Valdez, entre 1582/83 e casou-se na respectiva vila com LEONOR DOMINGUES, fal. 1630, fa. de DOMINGOS LUIS o Carvoeiro casado com ANNA CAMACHO. Exerceu vários cargos públicos e desempenhou papel de relevo por ocasião da reação selvícola de 1590/92 e também nos auxílios prestados ao gov. geral d. Francisco de Souza nas entradas de 1598 a 1602. Foi Juiz de Órfãos em 1607 e 1612, falecendo em 1619. LEONOR DOMINGUES casada com JUSEPPE DE CAMARGO era filha de DOMINGOS LUIS o Carvoeiro, este filho de LOURENÇOA LUIS casado com LEONOR DOMINGUES. ANNA CAMACHO casada com DOMINGOS LUIS era filha de GONÇALO CAMACHO casado com N... FERREIRA fa. de JORGE FERREIRA casado com JOANA RAMALHO fa. de JOÃO RAMALHO casado com IZABEL DIAS fa. do Cacique Tibiriça (Leonor Domingues casada com Jusepe de Camargo era irmã de BERNARDA LUIS, casada com AMADOR BUENO - o ACLAMADO)OU SEJA, AMADOR BUENO DA BIBEIRA / BERNARDA LUIS CAMACHO.
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ANGÉLICA GOMES DA SILVA. Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. PUC-SP. Mestra em Serviço Social, em sua tese DIREITO SOCIAL. PODER JUDICIÁIO E SERVIÇO SOCIAL: Desafios na área da infância e juventude. Ano 2007 www.sapientia.pucsp.br/

"Carmo da Cachoeira é um município predominantemente rural, possui - em seu território - grandes fazendas produtoras de café - principal atividade econômica do município, responsável pela geração de emprego e renda. (...) a população economicamente ativa é constituída, principalmente, por trabalhadores rurais, que recebem cerca de um salário mínimo por mês na colheita do café, pratica mais conhecida na região como "panha". Como ocorre, praticamente, em toda região microrregião, no período da entressafra, as questões sociais se agravam, pois não há outras alternativas de trabalho.
O pequeno município tem sua origem por volta de 1675, período em que expedições dos bandeirantes, no processo de desbravamento de Minas Gerais, passam pela região. Em sua origem, o pequeno povoado era conhecido como SITIO DA CACHOEIRA e pertencia ao município de LAVRAS.
A localização geográfica de Carmo da Cachoeira e seus atrativos naturais tornaram-na ponto de encontro de um grupo que, desde 1987, construiu uma comunidade alternativa no local, conhecida como FAZENDA FIGUEIRA. Os "trigueirinhos", como são chamados os seus membros, têm mudado a realidade do município, pois seus encontros e atividades mobilizam e chamam a atenção dos moradores. Através da Casa Vida e Casa Luz da Colina, o grupo desenvolve um amplo trabalho na área da saúde, alimentação, assistência social, educação, cultura, geração de trabalho e renda".

O Projeto Partilha agradece a Mestra Angélica Gomes da Silva pelas informações que, passando pelo crivo da universidade nos confere esta dádiva - dados de realidade a ser trabalhada pelo poder público.
Temos percebido que nos últimos anos com a mecanização no campo, diminuiu muito o número de empregados no setor, no entanto, a construção civil em Cachoeira foi ativada e absorve muitos trabalhadores. A cidade, conforme a mestra Angélica coloca, está localizada em local privilegiado. Além do clima, e de ser uma cidadezinha interiorana, está situada junto da Rodovia Fernão Dias. Conversando com um funcionário empregado no setor da construção civil, Paulo Sérgio da Silva, ele confirma os dados passados pelo Projeto Partilha. Diz ele:"não existe falta de emprego para os que querem ir para construções". Aqui estão sendo construídas muitas casas. É só olhar a quantidade de telhados novos". Conforme sua fala, existem muitos que optam por trabalhar em outros setores. Estes, saem da cidade e até do País. Cita como exemplo, a Cia. de Comunicação OI, a EGESA, que emprega em ANGOLA. Estas são algumas, dentre muitas firmas que empregam cachoeirenses. Foram muitos os funcionários contratados para trabalhar nas obras do pedágio. Este mesmo pedágio já recrutou os servidores entre cidadãos cachoeirenses.

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