A formatura de Silvio Reis do Carmo Pinto.

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Próxima imagem: Imagem barroca da fazenda Itamaraty, Minas.
Imagem anterior: Brasão de São Pedro de Rattes.

Comentários

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Mais um cachoeirense com formação universitária. Dona Nenê e Cirineu, trabalhadores rurais se conheceram na FAZENDA DO ITAMARATY, onde moraram durante muitos anos Foi aí que nasceram seus filhos. Para atingir o patamar da Universidade, Silvio teve que superar muitas dificuldades, entre elas, a de estudar fora da cidade, onde não existe Ensino Superior, e também superar as dificuldades econômicas. A renda familiar é formada pelo desempenho de Cirineu nas atividades agrícolas. Terminando o segundo grau, Silvio começou a trabalhar no escritório de Engenharia da Família Santana, em Carmo da Cachoeira e, com o recurso vindo desta fonte assumiu as despesas de sua própria formação acadêmica. Foi preciso muito desprendimento, garra, persistência, luta e idealismo para que este diploma pudesse fazer parte de seu currículo. Carmo da Cachoeira se engrandece do você, Silvio. Parabéns, e muito, muito sucesso ao continuar enfrentando o mercado de trabalho. Mais um filho cachoeirense com vida ativa e produtiva em Varginha, Minas Gerais.
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Madalena Francisca de Jesus, natural da freguesia de Carrancas, casou-se em 23 de novembro de 1779 na Ermida de São Bento de Campo Belo, hoje São Bento Abade (fl.121 do Livro de casamentos de Carrancas, n.2, de 1751/1780, com Joaquim Pereira de Macedo, natural da freguesia de Guarapiranga, filho de João Pereira e Joana de Brita. Segundo Ari Florenzano, no ano de 1770 é batizada no Altar Portátil desta mesma localidade uma neta de MANOEL ANTONIO RATES. Em 1773, p.13 do livro Carmo da Cachoeira - Origem e Desenvolvimento, o Professor Wanderley escreve: "Ainda no Livro n.1, de Lavras, com data de 5 de dezembro de 1773, encontra-se o registro do batizado de João da Costa de Morais, filho de Manoel Antonio Rattes." Portanto, essas famílias eram, no mínimo, conhecidas.
Madalena Francisca era irmã de Caetano da Silva Teixeira que, em 1821 era morador na MUTUCA (Elói Mendes). Em 1824, ele aparece como avaliador no inventário do alferes Salvador Garcia Leal, irmão de Januário Garcia Leal - o Sete Orelhas. Salvador nasceu por volta de 1768, em São Bento do Tamanduá. Casou-se em 1786 com Isabel Teodora da Conceição, filha de José Cardoso de Mesquita e de Maria da S. Candeias. Residiu em Lavras, depois em Casa Branca. Foi alferes de Ordenança do Distrito de Cabo Verde, Termo da Vila da Campanha do Rio Verde, conforme documento do Arquivo Público Mineiro, p.227verso e 288.
Madalena Francisca de Jesus é irmão, também, do fundador da cidade de São Simão, onde faleceu com 80 anos. Simão foi casado com Leandra de Souza Fonseca. Em Segundas núpcias, casou-se com Catarina Maria da Silva.
Madalena Francisca é cunhada de Francisco de Oliveira Galante. Sua irmão, Maria da Silva, mulher de Francisco foi madrinha na FAMÍLIA RATES.

CF.: A FAMÍLIA SILVA TEIXEIRA. Árvore de Costado de Miguel da Silva Teixeira
www.imaculada.org/memorias/
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O advogado e genealogista Diego de Leão Pufal, Porto Alegre/RS - Imbituba/SC, Brazil, ao estudar algumas famílias sul riograndenses, encontra seus ancestrais em Minas Gerais.
Cf. Antigualhas, histórias e Genealogia : O Comendador ...

Segundo o que nos transmite o Dr. Diego, como resultado de seus estudos e já disponibilizados, O Comendador José Antônio de Azevedo é Mineiro, de Campanha da Princesa. Foi forte comerciante e filho de Inácia Antônia da Silveira, natural de São João Del Rei e neto dos Faria, da Freguesia de Nossa Senhora do Pilar, Minas Gerais. Por volta de 1800/1810 o Comendador foi para o Rio Grande do Sul, passando pela Corte - Rio de Janeiro). Faleceu em 10 de junho de 1830, com 57 anos.
A filha Teresa Antônia de Azevedo casou-se com José Luiz de Azevedo, nascido em Campanha da Princesa ou na Freguesia de Santo Antônio do Valle, Minas Gerais, filho de Luiz Antônio de Azevedo (tio de José Antônio de Azevedo, eis que irmão de João Antonio de Azevedo) e de Ana Josefa Dias da Silveira, neto de Domingos Dias Chaves e de Inácia Antônia da Silveira (esta mãe do Comendador José Antônio Faustino, através de sua filha Emerenciana Antônia de Azevedo, Lucinda de Azevedo Martins, casou-se com Antônio Rodrigues de Carvalho, natural de Baependi, Minas Gerais.
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Falando no formando SILVIO REIS DO CARMO PINTO reportamo-nos a questão de "Sobrenomes". Aí vem uma pergunta a quem os conhece pelas origens: de onde vem o "REIS" presente no nome do Silvio? Não procede do pai - Cirineu (sua família traz: Martins Costa; Pinto). Não procede de dona Nene, ela traz Meirelles e Bispo, sendo Bispo o mais forte). Então, se todo o sobrenome tem uma história, uma origem, qual seria a história do "Reis", presente na assinatura do Silvio? Quem dá resposta é sua mãe, Maria do Carmo, a dona Nene. Diz ela: "o Silvio nasceu no mês em que se comemora a festa dos "Reis Magos", e foi em homenagem a esses Reis, visitadores do Menino Deus, que colocamos, entre os sobrenomes de origem familiar, um que o ligasse ao Senhor Supremo. Este, então, é o "REIS", assinado pelo Silvio". Neste caso, como em muitos outros, em Carmo da Cachoeira, Minas Gerais, o fundo religioso marcou sua presença que, dependendo de cada caso irá perpetuar-se ou não em suas descendências.
Algumas famílias possuem até Brasões/Escudo que contam as histórias de suas origens. Em algumas famílias, a história vem de centenas de anos atrás com presença em outros territórios geográficos, nesta imensidão que é o Planeta Terra. Em alguns casos, alguns sobrenomes somem durante algumas gerações ressurgindo tempos depois, através de netos, primos, sobrinhos. Árvores Genealógicas são reveladoras de muitas histórias.

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