A filosofia da Existência e a Cachoeira dos Rates

Rosário de Lavras - Terras dos "Buenos", ou da forma utilizada por diversos judeus, "Boino". Terra também de onde veio para a cachoeira junto a Ribeirão do Carmo, Manoel Antônio Rates (Rattes/Raty/Ratis). Esta cachoeira passou a ser chamada, a partir de então de Cachoeira dos "De Rates", ou seja, da terra de Tomé de Souza.

Segundo Gustavo Henrique Teixeira Ribeiro, do blog Filosofia da Existência, neste espaço físico-geográfico estavam os descendentes de Amador Bueno da Ribeira, casado com dona Maria Pires, em 4-8-1590.

Amador Bueno da Ribeira é ancestral do nosso colaborador, genealogista e historiador, Paulo Costa Campos. Amador Bueno, nascido em Sevilha, veio para o Brasil em 1582, e foi aclamado pelos paulistas de origem espanhola, em 1-4-1641, REI DO BRASIL.

Visite a página Filosofia da Existência, de responsabilidade do professor Gustavo Henrique Teixeira Ribeiro. Você irá conhecer, através de uma leitura leve e despreconceituosa, histórias reais ocorridas neste imenso Sertão das Carrancas - no Reino/Campos e Minas dos índios Cataguás (Cataguases). Irá conhecer inclusive, o romance ocorrido entre uma das filhas de Amador Bueno da Riveira e um dos integrantes da família Goulart Brum, que veio a ser tornar seu genro.

Projeto Partilha - Leonor Rizzi

Próxima matéria: A água como fonte da vida e de nossa história.
Artigo Anterior: As fazendas, os ribeirões e os caminhos.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

A organização do quilombo.