As inescrupulosas indústrias e as crianças.

Volte os seus olhos para as crianças que são o futuro do mundo.

Com certeza, você cuida delas com amor e carinho.
Cuidar das crianças com desvelo, amor e atenção obriga a algumas observações.
É incrível, mas existe quem não veja as crianças como seres humanos que vão crescer e devem ser preparadas para um futuro feliz, para si e para a humanidade.

Há quem as observe apenas como um mercado para os seus lucros.
É uma tristeza, bem triste, observar uma criança esperneando, chorando e até batendo no pai para que ele compre, nos supermercados, nas padarias e lanchonetes, inúmeras porcarias que não tem nenhum valor nutritivo.
É inaceitável produzirem guloseimas com atrativos para iludir crianças: pirulito que pinta a língua de azul - lógico que há um corante, será totalmente inócuo?; chicles que dão estalos na boca; balas, de baixa qualidade, acompanhadas de miniaturas de plástico sem nenhum valor educativo; cigarro de chocolate, o gostoso chocolate - induzindo que o cigarro é uma coisa boa. Líquidos para matar a sede que são apenas misturas de água, açúcar, sabores artificiais e corantes.

Pai! Pense na sua responsabilidade. Eduque seu filho. Dê-lhe alimentos naturais.
Observe que, além de tudo, todos esses produtos nocivos são importados e, portanto, tiram empregos dos brasileiros e prejudicam as indústrias nacionais.
Comerciante e pai, esqueça um pouco as vantagens pessoais que possa ter em lucros. Venda apenas o que realmente é nutritivo para as crianças.
Cuidar das crianças, com carinho e amor, é protegê-las da ganância de indústrias inescrupulosas.
Ofereça às crianças todas as condições para que tenham um futuro saudável, num mundo bom para todos viverem.

Proteger, cuidar das crianças,
com carinho e amor é defendê-las da
ganância de industrias inescrupulosas.

Contatos com o autor pelos endereços eletrônicos:
rui.sol@bol.com.br
rui.sol@ambr.com.br

Comentários

rui nogueira disse…
A FELICIDADE E O SENSO DE JUSTIÇA

A busca da felicidade é inerente ao ser humano.
A fuga do sofrimento também é básica em todos nós.
Existe, ainda, uma chama interior, que não é encontrada com a mesma intensidade em todas as pessoas, mas está sempre ali no fundinho da alma, pressurosa e esperançosa. É o senso de justiça.
Observe um grupo de crianças fazendo uma divisão qualquer, de um doce, de um pedaço de bolo. Se alguma delas puxa para si um pedaço maior, logo os outros percebem uma situação de injustiça.
Todo o nosso senso de justiça tem sido bloqueado, mantido afastado dos assuntos fundamentais para a construção de um amanhã melhor.
Gastamos a nossa indignação em situações insignificantes para o bem e a mudança da comunidade. Toneladas de papéis, discussões intermináveis em torno de jogos esportivos ou sobre dramas pessoais de habitantes do submundo, que não mereciam estar além das providências das delegacias policiais. O interesse coletivo, os projetos e os trabalhos de valor são omitidos.


EXERCITE SEU SENSO DE JUSTIÇA.


É justo?
. Exportar grãos quando ainda temos tantos brasileiros com fome?
. Vender minérios e matéria-primas por preços que mal pagam a extração e o transporte?
. Haver isenção de impostos para grandes empresas estrangeiras?
. Facilitar importações que acabam com a produção interna e criam desemprego?
. Ver os agricultores sem sementes naturais, tendo que financiar as plantações comprando sementes importadas?
. Ver governantes fazendo empréstimos em moeda estrangeira para financiar obras simples, pagas com moeda nacional?

A felicidade não pode ser separada da visão de um mundo justo.
Se fomos escravos ontem, a nossa felicidade de amanhã estará baseada nos pensamentos de hoje.
Seremos donos do nosso amanhã se soubermos, hoje, usar o senso crítico e o senso de justiça para criá-lo com equidade e solidariedade.


EXPORTAR NÃO SOLUÇÃO. EXPORTAMOS COM TOTAL ISENÇÃO DE IMPOSTOS.
FIRMAS EXPORTADORAS SÃO ESTRANGEIRAS.
QUAL A VANTAGEM?

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