O comerciante Antônio Zeferino da Rocha.


Antônio Zeferino da Rocha, filho de Joaquim Gonçalves da Rocha (ou Francisco Gonçaves da Rocha) e Tereza Maria Rocha, solteiro, possuía uma casa comercial, na antiga Rua Direita, 121, hoje Barão da Boa Esperança, 422, anexa a uma Chácara, cuja testada abrangia o prédio do Pronto Socorro, do Pretório, início da rua Benjamim da Silva Campos (aberta na década de 1980), a residência de José Piedade Campos, trechos da rua Agnelo Araújo e rua Juvenal Corrêa Figueiredo, lado esquerdo de quem desce. Toda a área da atual Vila Vicentina, até os limites do Ribeirão das Araras, fazia parte do imóvel.

Faleceu em 22 de dezembro de 1897, tendo seu inventário sido feito em 1898¹. Como não tinha herdeiros, deixou o usufruto de seus bens para Rita Maria Luiza de Oliveira (conhecida como Rita do Pasto). Após a morte de Rita, todos os bens deveriam ser vendidos, e o produto aplicado em esmolas para pobres da cidade e para 10 órfãos, num total de 1:000$000 (um conto de réis); para 10 viúvas pobres 200$000 (duzentos mil réis); para igreja matriz, 1:000$000 e para o conserto do pretório 200$000.

Artigo de Paulo Costa Campos

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1. Pacote n.41, arquivado no Fórum local.

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