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Leonardo Teixeira e o Sete Orelhas.


de: Leonardo Teixeira - São Caetano do Sul – SP

Prezada Sra. Leonor.

Sou Teixeira e pentaneto de
Januário Garcia Leal (vulgo, Sete Orelhas), o que muito me orgulha.

Como genealogista e estudiosa do assunto, o que a senhor pode me dizer sobre meus antepassados.

Comentários

projeto partilha disse…
Olá Leonardo Teixeira. Gratidão por sua participação. Seria interessante o senhor ler uma obra que fala sobre seus antepassados, remontando ao tempo do Brasil colonia com a presença paulista de sua linhagem.Inculi, também, seu lado de imigrante açoriano. Falo daobra do dr. Marcos Paulo de Souza Miranda, Jurisdição do Capitães. Belo Horizonte: Del Rey, 2003. 172p. ISBN 85-7308-625-4
Editora em São Paulo
Rua Santo Amaro, 582 - Centro
São Paulo - CEP - 01315-000
televendas : 0800-7722213
telefax: (011) 3101-9775
delreysp@uol.com.br
editor: tel: (31) 3284-9770.

O senhor irá conhecer a real história, escrita pelo competente e respeitado jurista que documenta toda seu trabalho. Deixando para traz o lado fantasioso, ele mostra o caráter e engrandece a família e suas origens. Deixa-nos, no entanto uma alerta, quanto a presença de uma justiça privada: "Analisando toda a história objeto deste trabalho, chega-se à conclusão de que a ineficiencia da Justiça foi o principal motivo dos fatos que examinamos. A que ponto podem chegar aqueles que crêm na Justiça mas não conseguem alcançá-la pelos meios ordinários!"

São estas as palavras que o dr. Marcos Paulo encontrou para encerrar sua obra:
" Que o conhecimento de fatos como os que foram narrados neste trabalho possa despertar a atenção das autoridades brasileiras para a realidade segundo a qual uma polícia bem preparada e aparelhada, uma justiça forte, célere e eficiente são condições indispensáveis para a tranquilidade social e para a estabilidade de um Estado Democrático de Direito, comprometido com o bem comum.
Que atitudes sérias sejam tomadas para que não se possa presenciar novamente no Brasil, uma justiça privada e paralela à estatal, e às vezes mais forte do que esta, nos moldes do que ocorreu em Minas Gerais há dois séculos atrás, quando vigia na Capitania a jurisdição dos capitães".
Aqui, o que prevalece, ainda, é a força do lendário Januário Garcia. Os seus descendentes mineiros são pessoas respeitadas, não pelo medo ou pela força da figura de Januário, mas por seu caráter, honestidade e presença participativa na sociedade. Famílias das mais respeitadas e honradas na região.
Continue aponhando nosso trabalho.
Sr. Leonardo Teixeira, caso o Sr. queira conhecer outra obra, essa que aborda o caso das sete orelhas através da literatura a partir do ano de 1836, entre em contato comigo em luciano.dalessandro@gmail.com. Nessa obra o sr. vai ver outra versão para o caso das sete orelhas, uma versão que nunca antes foi contada. Segundo essa versão, o caso das sete orelhas foi inventado para separar a elite colonial, a qual tinha no nome Garcia a identificação de cinco grandes troncos de famílias. Um abraço a todos. Luciano D'Alessandro, advogado em São Paulo, bacharel em direito pela Faculdade de Direito do Largo São Francisco, instituição vinculada à Universidade de São Paulo.

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Texto Anterior: Padre Vieira e a legítima sua organização dos quilombos.
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