Caminhada de Libertação, sou livre para pedí-la!

A vida é uma caminhada de libertação
e há gritos de liberdade

que são verdadeiramente maravilhosos.

O nascimento é a libertação física! Durante nove meses, ligados pelo cordão umbilical, recebíamos o que precisávamos do corpo materno. Cortado o cordão, somos um ser independente fisicamente. Primeiro grito de liberdade!

Andar é também uma libertação! Não mais precisamos de alguém para nos levar de um lado para o outro. Nossas próprias pernas o fazem, cada vez com mais destreza. Oh! cheguei aqui com um segundo grito de liberdade!

Digo o que quero! Falar é um grito de libertação, pois não mais preciso de ninguém para interpretar meus sentimentos. Água, comida, sou livre para pedí-las!

Imaginar um objeto, na ausência deste. Isto é imaginação! Gigantesco grito de libertação, porque aí deixo a condição pura de animal e ingresso no extraordinário caminho do imaginar, do pensar e do raciocinar.

Aprender o que outros sabem. Posso fazê-lo quando sei ler. Pense no que representa um livro! O autor passa anos e anos estudando, um assunto, pesquisando em muitas fontes, refletindo, escreve o livro e você, em poucas horas, pode aprender o que ele sabe! Extraordinário grito de libertação o ler e aprender, para deixar a ignorância e o atraso para trás.

O segundo parto da vida! Nascemos da família para o mundo. A adolescência nada mais representa, com suas crises e ansiedades, que o corte da dependência familiar para a convivência com os grupos, os amigos e o abrir-se para o mundo. É o grito de liberdade para a criação de seus próprios caminhos.

A ignorância é uma prisão.
A falta de conhecimento uma vulnerabilidade.

Como são numerosas, na história da humanidade, pessoas e até povos inteiros que são enganados por não possuírem um conhecimento, não dominarem alguma tecnologia.

Contatos com o autor pelos endereços eletrônicos:
rui.sol@bol.com.br
rui.sol@ambr.com.br

Comentários

projeto partilha disse…
Doutor Rui Nogueira.

Médico de família.
Médico de pronto-socorro.
Médico de medicina comunitária (Projeto Fatinha).
Médico realizando inúmeras palestras e debates em Escolas, Faculdades e Comunidades, na missão de retransmitir os conhecimentos que logrou obter.
Sempre transitou entre a ciência e o trabalho no meio pobre.
Dessa combinação surgiu o questionamento sobre a defasagem entre os discursos e o insuficiente atendimento das necessidades básicas do ser humano.
Sempre foi assim, dizem.
Mas, será que deverá continuar assim no século XXI?
Para da a resposta a tal indagação, após um livro sobre o sistema financeiro (Servos da Moeda) e um sobre a Descoberta do ser brasileiro (Nação do Sol) escreve, NOVA CONSCIÊNCIA - Século XXI.
É a busca de doutrina nacional.
Coisa para todo mundo discutir, em todos os lugares, sem preocupação de importar teorias.

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