Padre José Procópio Júnior em Carmo da Cachoeira

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Paróquia Nossa Senhora do Carmo sob nova guiança Editorial Sai Pe. Daniel Menezes, e assume como administrador paroquial da acolhedora cidade de Carmo da Cachoeira, em fevereiro de 2019, o Pe. José  Procópio Júnior. "Não cabe à pedra escolher o lugar que deve ocupar no edifício. Assim também não cabe à nós criaturas ditar ao Criador o que deve acontecer em nossa vida, pois Deus é quem sabe e dispõe com sabedoria própria." − Dom Servílio Conti, IMC Como página que observa os acontecimentos neste pedaço de chão mineiro, limitado por montanhas e que, segundo o cachoeirense Padre Godinho, “todas são azuis”, registramos o remanejamento ocorrido entre padres ligados a Diocese da Campanha no ano de 2019. Entre as mudanças encontra-se a Paróquia Nossa Senhora do Carmo/Carmo da Cachoeira – MG. Sai nosso querido Padre Daniel Menezes. Por ele continuamos a rezar e o devolvemos, entre lágrimas e a esperança de um dia tê-lo entre nós. Somos eternamente gratos e devedores. Entr

As terras do coronel Francisco Alves da Silva.

José Roberto Sales informa que "as terras da região central de Varginha, com aproximadamente 48 alqueires, ou seja, 2.323.200,00 metros quadrados (calculado pelo valor do alqueire mineiro 1 alqueire = 48.400 metros quadrados) pertenciam ao coronel Francisco Alves da Silva¹ (1756?-1848) e sua mulher D. Thereza Clara Rosa e Silva (1788?-1840) sendo adquiridas anos antes de 1806. O casal vivia de 'engenho de cana e de roça'. No documento '1894 Patrimônio da Matriz do D. E. Santo da Varginha', (...) o capitão Francisco Alves da Silva em 12 de novembro de 1806 vendeu o sítio por quatrocentos mil réis para o procurador dos povos aplicados - ou seja, a população católica de Varginha -, alferes Manuel Francisco de Oliveira"².

José Roberto cita dados documentais dos primeiros moradores. Dona Tereza Clara Rosa de Jesus, que poderá, também vir grafada com "h" Thereza, poderá ter tido outros casamentos, e não apontados por José Roberto, por sair de seu foco de estudo. Existe uma, citada no estudo de Manoel Alves Valle na região, e na mesma época histórica, no entanto, em outro casamento, que poderá vir a nos interessar, pela presença do "Alves", inserido em nossas buscas.

Projeto Partilha - Leonor Rizzi

Próxima matéria: A igreja, os sacramentos e os escravos mineiros.
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1. O Coronel Francisco Alves da Silva (alvares) vinha ser nada mais nada mesnos que tio do meu tataravô (alferes Joaquim Antonio da Silva que ficou orfão ainda criança sendo criado pelo seu avô Rodrigo Alvares da Silva - o açoriano)Rodrigo Alves e Silva (Álvares), açoriano, foi o primeiro morador de Varginha/Catanduvas e era proprietário do local onde hoje esta a Igreja do Divino Espirito Santo, denominação comum dada pelos açorianos as igrejas e regiões (Divino Espirito Santo). Foi pai de Antônio Alves e Silva que foi casado com Margarida Dias de Santa Genoveva, filha de Matheus Tavares da Silva com Maria Luiza Cândida Diniz. - Fonte: HERIBERTO BRITO DE OLIVEIRA
2. Sales, José Roberto, Breve História de Varginha - MG.

Comentários

HERIBERTO disse…
O Coronel Francisco Alves da Silva (alvares) vinha ser nada mais nada mesnos que tio do meu tataravô (alferes Joaquim Antonio da Silva que ficou orfão ainda criança sendo criado pelo seu avô Rodrigo Alvares da Silva - o açoriano)Rodrigo Alves e Silva (Álvares), açoriano, foi o primeiro morador de Varginha/Catanduvas e era proprietário do local onde hoje esta a Igreja do Divino Espirito Santo, denominação comum dada pelos açorianos as igrejas e regiões (Divino Espirito Santo). Foi pai de Antônio Alves e Silva que foi casado com Margarida Dias de Santa Genoveva, filha de Matheus Tavares da Silva com Maria Luiza Cândida Diniz.

abraço

HERIBERTO BRITO DE OLIVEIRA
WWW.CBCSP.ORG.BR/96794

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