Mensagem de Natal da Câmara Municipal.

Que neste Natal, tempo de reflexão e alegria, possamos avaliar, agradecer e reservar todos os sucessos obtidos e aproveitar as lições que cada experiência vivida proporciona.

Que em 2009 renovemos nossas atitudes, em busca de novas oportunidades em prol de um único objetivo: o bem comum.

Câmara Municipal de Carmo da Cachoeira

Próxima imagem:
Imagem anterior: Terno de Congada, uma festa afro cachoeirense.

Comentários

projeto partilha disse…
O Projeto Partilha agradece os votos recebidos e deseja a todos um NATAL ILUMINADO, lembrando que, se a cada unidade viva da espécie humana é atribuída uma função/tarefa faz-se necessário que cada um desempenhe a sua. Ficar atentos, e não deixar de fazer a sua parte, é uma obrigação, um dever assumido por aqueles que não se sentem isolados. Só assim o Universo poderá se tornar um lugar bom para se viver, se conviver.
Luz e Harmonia a todos.
projeto partilha disse…
Da obra, "encontros e desencontros". Maria Antonietta de Rezende, p.66/67.

No meio da minha cidade,
Existe uma bela praça,
Que me traz sempre à lembrança
O meu tempo de criança.

Mas a praça, hoje, é outra!
Está muito diferente!
E muito mais atraente!

Oh! Praça cheia de graça!
Oh! Praça cheia de vida!
Oh! Praça cheia de árvores!
Oh! Praça cheia de sol!
Oh! Praça cheia de flores!
Oh! Praça cheia de amores!

No meio da minha praça,
Existe uma bela igreja
Que, aos domingos, nos acolhe
Para a ceia benfazeja.

Que igreja cheia de encanto!
Que igreja cheia de santo!
Que igreja cheia de anjos!
Que igreja cheia de luz!
Que igreja cheia de flores!
Que igreja cheia de amor!
Que igreja que nos seduz!

Na torre da minha igreja,
Mora um mocho incoerente,
Que dorme durante o dia
E, durante a noite, chia.

Oh! Que mocho renitente!
Oh! Que mocho impertinente
Que assusta toda a gente!
Quando, à noite, ele chia,
Até o cabelo arrepia!
Francis Vilela - o pianista disse…
De - Pablo Neruda
Tradução - Carlos Nejar

NOS BOSQUES, perdido, cortei um ramo escuro
e aos lábios, sedento, levantei seu sussurro:
era talvez a voz da chuva chorando,
um sino fendido ou um coração cortado.

Algo que de tão longe me parecia
oculto gravemente, coberto pela terra,
um grito ensurdecido, por imensos outonos,
pela entreaberta e úmida escuridão das folhas.

Por ali, despertando dos sonhos do bosque,
o ramo de avelã cantou sob minha boca
e seu vagante olor subiu por meu critério

como se me buscassem de repente as raízes
que abandonei, a terra perdida com minha infância,
e me detive ferido pelo aroma errante.

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