Padre José Procópio Júnior em Carmo da Cachoeira

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Paróquia Nossa Senhora do Carmo sob nova guiança Editorial Sai Pe. Daniel Menezes, e assume como administrador paroquial da acolhedora cidade de Carmo da Cachoeira, em fevereiro de 2019, o Pe. José  Procópio Júnior.
"Não cabe à pedra escolher o lugar que deve ocupar no edifício. Assim também não cabe à nós criaturas ditar ao Criador o que deve acontecer em nossa vida, pois Deus é quem sabe e dispõe com sabedoria própria." − Dom Servílio Conti, IMC Como página que observa os acontecimentos neste pedaço de chão mineiro, limitado por montanhas e que, segundo o cachoeirense Padre Godinho, “todas são azuis”, registramos o remanejamento ocorrido entre padres ligados a Diocese da Campanha no ano de 2019. Entre as mudanças encontra-se a Paróquia Nossa Senhora do Carmo/Carmo da Cachoeira – MG.

Sai nosso querido Padre Daniel Menezes. Por ele continuamos a rezar e o devolvemos, entre lágrimas e a esperança de um dia tê-lo entre nós. Somos eternamente gratos e devedores. Entra, aureola…

Os Rates e sua ligação com a mineira Cabo Verde.

O inventário da madrinha de Manoel, filho de Joaquina e neto de Manoel Antônio Rates (Rattes), no ano de 1826. Lá está escrito na folha 62, em Dívidas Passivas: Registro de Cabo Verde por quintos..........21$9000.

Vamos saber que amigos ele tinha na Capela de Nossa Senhora do Rosário de Cabo Verde, existente a partir de 1766. Vamos nos lembrar da carta de Bartolomeu Bueno do Prado em 1759, e a disputa existe nos limites territoriais.

Alguns, para se referirem as origens do local, falam nos irmãos Veríssimo de Carvalho, outros referem-se a lenda do cabo da enxada. O que temos oficial, no entanto, é a figura de seu Barão. O Barão de Cabo Verde, onde existia uma passagem onde se cobrava o quinto - O Registro de Cabo Verde, utilizado por Francisco de Oliveira Galante, e onde, por ocasião de sua morte, havia uma dívida de 21$900.

O Barao de Cabo Verde foi o tenente coronel Luís Antônio de Moraes Navarro. Lembrando que o coronel Carlos de Moraes Navarro, segundo a genealogia paulistana de Silva Leme, foi casado com a filha de Antônio Raposo Tavares com dona Beatriz Furtado de Mendonça, segundo se pode ler na Revista da ABRASP para o ano de 1999. O coronel Carlos e dona Beatriz foram pais de, pelo menos, cinco filhos, sendo um deles, o pioneiro do "Arraial dos Raposos" o capitão mor Pedro de Moraes Navarro. Foi ele autoridade/Superintendente nomeado pelo governador da Capitania do Rio de Janeiro e São Paulo, Artur de Sá e Menezes, em oito de fevereiro de hum mil setecentos e oito, no Distrito do Rio das Mortes. Pedro foi casado com dona Ana Moreira de Godói (Godoy), filha de Gaspar de Godói Moreira1. Dona Caterina de Mendonça era cunhada de João de Godoy Moreira.

O capitão mor João Pedro era irmão, entre outras de dona Francisca de Macedo de Moraes, mãe de dona Teresa de Moraes que foi casada em 1707, na família portuguesa "do Valle", ou seja, com André do Vale Ribeiro. Como temos estudado, dona Teresa e André foram pais de dona Ângela de Moraes Ribeiro (Ribeira), casada com José Gomes Branquinho, pais de José Joaquim Gomes Branquinho, da fazenda da Boa Vista, sede do distrito da Boa Vista, município de Lavras do Funil, comarca do Rio das Mortes.

Projeto Partilha - Leonor Rizzi

Próxima matéria: A descendência do alferes Flávio Antônio.
Artigo Anterior: Alguns descendentes de Maria Ângela da Cruz.

1. Sesmaria em 1711. Cf. em "As Minas e os currais", JOÃO DE GODOY MOREIRA, casado com EUFENIA DA COSTA.

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