Padre José Procópio Júnior em Carmo da Cachoeira

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Paróquia Nossa Senhora do Carmo sob nova guiança Editorial Sai Pe. Daniel Menezes, e assume como administrador paroquial da acolhedora cidade de Carmo da Cachoeira, em fevereiro de 2019, o Pe. José  Procópio Júnior.
"Não cabe à pedra escolher o lugar que deve ocupar no edifício. Assim também não cabe à nós criaturas ditar ao Criador o que deve acontecer em nossa vida, pois Deus é quem sabe e dispõe com sabedoria própria." − Dom Servílio Conti, IMC Como página que observa os acontecimentos neste pedaço de chão mineiro, limitado por montanhas e que, segundo o cachoeirense Padre Godinho, “todas são azuis”, registramos o remanejamento ocorrido entre padres ligados a Diocese da Campanha no ano de 2019. Entre as mudanças encontra-se a Paróquia Nossa Senhora do Carmo/Carmo da Cachoeira – MG.

Sai nosso querido Padre Daniel Menezes. Por ele continuamos a rezar e o devolvemos, entre lágrimas e a esperança de um dia tê-lo entre nós. Somos eternamente gratos e devedores. Entra, aureola…

Índios Xáclan visitando acampamento colonial.

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Nesta aquarela de Joaquim José de Miranda de 1771, vemos um grupo de índios Xáclan (Xocleng) visitando o acampamento militar dos colonos, fingindo assim, amizade, enquanto um outro ataca o restante da expedição que havia saído para caçar e fazer o reconhecimento da área.


Comentários

Anônimo disse…
Ontem à noite, após a Audiência Pública para apresentação da Proposta Orçamentaria do Município de Carmo da Cachoeira, para o ano de 2009, objetivando dar conhecimento e colher sugestões dos cidadãos contribuintes em face do interesse comum, realizou-se a sessão regular da CÂMARA MUNICIPAL. Foi a sessão do dia 26 de novembro de 2008.
O Presidente da Casa, WALMIR CALDEIRA, apresentou anteprojeto de lei o qual, após votação UNANIME encaminhará ao Sr. Prefeito Municipal Godofredo José Caldeira Reis. A proposta de oficialização da Bandeira, Hino e Brasão do Município deverá partir do Sr. Prefeito, no entanto, a Câmara Municipal, através de seu presidente, manifestou o anseio da população, e encaminha o anteprojeto que espera ver efetivado, ainda na Administração 2005-2008. Lembrando que, durante o exercício deste mandato, ocorreu a Comemoração do SESQUICENTENÁRIO DA CIDADE. Ver seu HINO oficializado, e sendo interpretado nas comemorações oficiais é tudo o que o cachoeirense espera ver acontecer. Na platéia, após a votação unânime, o público que enchia o "PLENÁRIO JOÃO VILELA FIALHO", aprovou a iniciativa e agradeceu, com palmas, os votos manifestados pelos senhores edis. Segundo a proposta haverá obrigatoriedade de seu ensino nas escolas. É o grande presente que a cidade espera receber e, assim, fechar com chave de ouro a administração que viveu e comemorou os 150 anos desta abençoada terra mineira.
Anônimo disse…
Num dos comentários da página de ontem, auto de medição de uma carta de sesmaria de meia légua. Sesmeiro - Francisco José de Araújo. Cessionária - Felizarda Mathildes de Moraes Salgada. Ano - 1798.Fl.03 - procurador nomeado capitão João da Silva Ribeiro de Queirós. Que fazem - Francisco José de Araújo de sua mulher Rita Profetiza Monteira.

Em Três Pontas - MG, a presença de descendente de dona Rita Profetiza e Francisco José de Araújo.

JOÃO EVANGELISTA DE ARAÚJO - Tenente Coronel da Guarda Nacional e Cavaleiro da Ordem de Cristo. Filho de Francisco José de Araújo e Maria Profetiza de Queíroz Monteiro, casado com Ana Jesuína ADELINDES de Brito. Por ocasião da revolução de 1842, ele era Juiz Municipal e Delegado do Chefe de Polícia, na vila das Lavras do Funil. Os chefes liberais locais apoiaram a insurreição. A vila foi ocupada pelo exército, com uma tropa fortemente armada, sob o comando do Coronel Bezerra. A ocupação perdurou de 14 de junho a 22 de julho de 1842. Várias buscas e prisões ocorreram na vila. Uma senhora da elite lavrense, Ana Joaquina de Oliveira, mulher do membro do Partido Liberal, Tomás A. Alves de Azevedo, protestou com veemência contra as buscas realizadas em sua residência. O incidente gerou séria animosidade contra o senhor ARAÚJO. Ele se afastou do cargo e mudou-se para Três Pontas, onde residiam alguns parentes seus. Conferir em Vida Escolar, n.32, de 15 de outubro de 1908.

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