Próximo a Cruzília a busca do Engahy Abaixo.


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Foto feita por Evando Pazzini no mês de outubro, do ano de 2008. Algo intrigava o pessoal do Projeto Partilha. Era a questão da localização citada como Engahy e seus referenciais: Engahy Velho(Pinheirinhos) e Engahy Abaixo. Melhor mesmo, é refazer caminhos. Acompanhados de Evando Pazzini, o grupo tenta reconhecimento da área. Durante a trajetória feita por estrada de terra, foram registrados vários trechos do caminho entre os pontos acima citados. Um dos registros, é hoje partilhado com os internautas. Trata-se do trecho, após passar por Luminárias, e pouco antes de se chegar a Cruzília (Encruzilhada). Está é a paisagem. Este o céu, no momento em que sob ele passávamos.


Próxima imagem: Uma imagem de São Tomé das Letras.
Imagem anterior: Santo Antônio em uma simples e sincera capelinha.

Comentários

projeto partilha disse…
Antonio Bonifácio Maciel foi cartorário em Carmo da Cachoeira durante quase 30 anos, irmão do Pe. Manoel Francisco Maciel, Pároco em Cachoeira, estudou em ENCRUZILHADA, Minas Gerais.
O Projeto Partilha encontrou uma prova realizada por ele. Foi de Química/Física. Está assim identificada:
COLÉGIO PAROQUIAL SÃO SEBASTIÃO. ENCRUZILHADA, 8 de novembro de 1934. Entre algumas das respostas, uma referente a matéria de estudo Química/Física. A questão era:
Defina o significado de FENÔMENO. Antonio responde: Fenômeno é toda modificação pela qual se passa um corpo. O fenômeno pode ser: Quimico ou Físico.
O fenômeno químico altera a íntima constituição dos mesmos. Exemplo: juntando-se o Oxigênio e o Hidrogênio, surge a forma que conhecemos como sendo a
Àgua.
O fenômeno físico não só altera a íntima constituição dos mesmos. Exemplo: barra metálica sendo aquecida não altera a constituição íntima.
projeto partilha disse…
Dica de leitura saudável para fim de semana: Pedagogia da Tolerância. 2005. Editora UNESP.
Para a sociedade cachoeirense em franca integração, vale lembrar, "aquele que ajudou o brasileiro a entender o sentido de CIDADANIA" - o filósofo e pedagogo PAULO FREIRE. Com a leitura da citada obra vem o claro entendimento de como a sociedade responde a um poder econômico que, "de modo totalitário abarca todas as relações sociais e esgarça as possibilidades de convivência com o que lhe é diferente" - sendo excessivamente tolerante. Com Paulo Freire a visão de inclusão e articulação de saberes, como resultado de um processo de interação coletiva. Na Cultura, vê a arte como meio de transformação das pessoas. Irmanadas reconstruirão a autêntica democracia e, de mãos avançarão, rompendo em si mesmas preconceitos e barreiras plantadas em si pelo poderoso SISTEMA ECONÔMICO.
rui nogueira disse…
UMA SÓ HUMANIDADE

Percebemos, com muita frequencia, dentro de nós, aquele sentimento de que a humanidade é uma só, independente de raça ou nação, que todos os homens são iguais.
Sempre ouvimos, desde a infância, que devemos ser autênticos, não podemos ser fingidos, ter uma atitude dentro do lar e outra, diferente, lá fora.
É, talvez, um importante princípio cristão.
Se observarmos o mundo, vamos concluir que esta autenticidade não existe ao nível das nações.
Os países que estabeleceram uma hegemonia no mundo sempre têm um discurso para o seu uso interno e atitudes, às vezes, até agressivas, para o exterior.
Eles querem os países periféricos - ainda com grandes parcelas da sua população em dificuldades - com suas fronteiras inteiramente abertas para a entrada dos seus produtos, mas estabelecem todos os obstáculos possíveis, com taxas e barreiras, para dificultar a chegada dos produtos externos. Protegem, de todos os modos, a sua produção interna. Querem seu povo com emprego, vivendo decentemente. Que se danem os outros!
Os "danados", somos nós!
Segurando toda a tecnologia e usando-a como poder e força para impor vantagens próprias, não permitem que haja sequer uma norma, no direito internacional, que proteja os países periféricos do sistema de dependência. Há uma terrível exploração, como resultado de suas riquezas naturais. Os que produzem, colhem, ou retiram os produtos naturais têm uma paga aviltada que mal lhes permite sobreviver.
O sentimento de uma só humanidade implicaria, obrigatoriamente, no atendimento das necessidades básicas de todos e traria, como atitude fundamental, a condenação de todas as estratégias de dominação, colonização e escravização de boa parcela da humanidade.
Sob a desculpa de "proteção ambiental" os países dominantes (exploradores) bloqueiam projetos que trariam melhoria de vida para regiões e até países. Eles não assinem tratados para diminuir a poluição ou limitar a produção de gás carbônico internos. Os outros que se danem!
Apontam deslizes e violências em governos de países periféricos, mas lançam pesticidas em grandes quantidades ou bombas com ogivas radioativas que produzirão câncer por muitos anos, sem a menor preocupação ética, vangloriando-se da superioridade tecnológica e dizimando indefesos. Sob a capa de defender liberdade, impõe muito sofrimento a várias populações.
Temos de pensar com humanitarismo e agir localmente.
Rejeite, não aceite o "Faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço".
Contribua para proteger e valorizar as coisas da sua terra e construir uma comunidade e um país melhor.
Os dominantes valorizam o que é seu.
A busca da felicidade não pode ser isolada, abrange a família, o bairro, a comunidade, o país, para finalmente, ser mundial.

SABER FAZER.
FAZER AQUI.
ISTO É LIBERDADE, INDEPENDÊNCIA.
projeto partilha disse…
Da obra "encontros e desencontros",p.46. Autora - Maria Antonietta de Rezende.

O HOMEM DO SÉCULO

E, porque Pedro O negara
Três vezes consecutivas,
Jesus lhe possibilita
Reparar seu desamor.
E, por três vezes, lhe faz
A pergunta repetida:
- Simão, tu me amas?
- Eu te amo, meu Senhor!
- Apascenta meus cordeiros!
- Simão, tu me amas?
- Sim, Senhor, eu te amo!
- Apascenta meus cordeiros!
- Simão, tu me amas?
- Senhor, tu sabes que eu te amo!
- Apascenta meus cordeiros!
- João Paulo, tu me amas?
- Sim, Senhor, eu te amo!
- Apascenta meus cordeiros!
- João Paulo, tu me amas!
- Sim, Senhor, eu te amo!
- Apascenta meus cordeiros!
E, assim, a barca de Pedro,
E, assim, a barca de João,
De João Paulo II,
Como uma vela acesa,
Levando calor e luz
Levando a paz e o amor,
Que ele tem por Jesus.
O Homem não tem preguiça,
Vai lutar pela justiça
Seu corpo, um tanto alquebrado,
Já não tem o viço antigo.
É árdua sua missão.
E ele enfrenta o perigo,
Porque seu espírito alado
Vai, nas asas da oração,
Buscar força necessária,
Para levar a pregação,
Até os confins da terra.
Sua vida missionária
Leva paz, onde há guerra
E onde há ódio, amor.
E é assim que ele cumpre
O mandato do Senhor.
- João Paulo, tu me amas?
- Eu te amo, meu Senhor!

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