A beleza e o progresso.

Comentários

tentado a minha maneira disse…
A pessoa que me enviou este clipe, em primeira instância foi o Criador. A ele peço PERDÃO. Pelas vezes que poderia ser saído a pé, no entanto, por estar com carro novo, desfilei por entre amigos e conhecidos, no afã esnobação; PERDÃO pelas vezes que usei o secador de cabelos, quando poderia deixar que eles se secassem naturalmente. PERDÃO pelas vezes que fui às compras e peguei em número imenso de sacolinhas, tornando a digestão da terra improcessável. PERDÃO pela gula, que levou à morte muitos animais, quando um pouco de alimento diversificado aliviariam minha fome e me supririam. PERDÃO pelo líquido que consumi, jogando na NATUREZA seus invólucros, quando um suco ou a própria água, e uma força de vontade que me ajudaria vencer a INÉRCIA presente em meus corpos fazendo um suco ou me satisfazendo com a simples água, resolveria o problema de minha sede. ESTOU REFLORESTANDO, como resgate e como PREITO DE REVERENCIA a este sofrido PLANETA.
Grupo de Apoio e Proteção aos Animais - GAPA. disse…
LUANA.

Luana foi uma canina nascida em Carmo da Cachoeira, Minas Gerais. Durante algum tempo foi moradora de rua até que, vitimada por uma enfermidade, ficou impossibilitada de viver a liberdade deste espaço. Seu estado exigia cuidados e atenção. Recolhida passou a morar numa instituição. Seus melhores amigos foram: as felinas, Mila e Yahoo, e as caninas, Kity, Shanti e Emy. Durante cinco anos conviveu com a sequela deixada pela doença, com seus guardiães e com suas amigas. Este ano foi bem diferente. Seu estado agravou-se de tal forma que era impedida de locomover-se. Todos sofriam com a vida vegetativa, daquela companheira que foi a personificação da doçura e da paciência. Ontem, uma pessoa deixou na caixa do correio a instituição um informativo. O jornalternativo. São Paulo 2008 - Ano IX - Edição n.61. Redação e Adminstração: Rua Artur de Azevedo, 1191. Pinheiros/SP. Diretor e Editor: Roberto Inácio Neves. Cf. www.somostodosum.com.br/ja
e-mail:j.alternativo@uol.com.br
Na página 8, um texto denominado APRENDENDO A DIZER ADEUS - Despedida. O tema diz respeito a morte e cita Christiane Longaker, estudiosa do assunto. O material básico de seu trabalho é o LIVRO TIBETANO do Viver e do Morrer, de Sogyal Rinpoche (Editora Palas Athena e Talento). Lendo o artigo a guardião da LUANA pensou: Se é bom para humanos, deve ser bom também para os animais, como filhos da criação que são. Coincidência ou não, à noite, diante do imenso céu estrelado, e com a doce Luana ao colo, seu guardião se despediu dela dizendo: Luana, chegou a hora de você trocar de guardião. Um anjo bom a espera. Este Anjo ama você, tanto, ou mais que eu. E tem mais: ele pode fazer por você aquilo que eu não posso, que é libertar seus braços e pernas entravadas. Não se esqueça nunca de que te amo, hoje e sempre. Luana, com a cabeça apoiada em peito humano se esticou, para a seguir tornar-se um corpo sem vida. A vida, a Vida Real, passou para seus níveis internos. Fé, Luz e Harmonia a todos os filhos da Criação - seres animados e inanimados.
Receba oh! Pai a nossa oferta, com nossos agradecimentos pela força ao lhe devolver um ser de sua Criação, e pela clareza com que se pode verbalizar este ato, revestindo-o de imensurável amor.

Postagens mais visitadas deste blog

A organização do quilombo.