Pular para o conteúdo principal

Cena da década de 50 em Carmo da Cachoeira.


Ajude-nos a contar a história de Carmo da Cachoeira. Aproveite o espaço "comentários" para relatar algo sobre esta foto, histórias, fatos e curiosidades. Assim como casos, fatos e dados históricos referentes a nossa cidade e região.

Próxima imagem: Cena cotidiana da antiga Carmo da Cachoeira.
Imagem anterior: A Padroeira da Escola Professor Wanderley Rezende.

Comentários

projeto partilha disse…
Esta foto nos foi cedida pela família moradora hoje e descendentes, do que foi o HOTEL BRASIL, e nos remonta ao tempo de JOÃO VILELA FIALHO que, segundo o professor Wandico, em sua aula de ontem, nos contou sobre sua luta em busca de emancipação da cidade. Ele enviou uma carta a sua primeira instância de recurso, Varginha, Minas Gerais. Hoje, a Câmara Municipal rende-lhe homenagens, através da denominação da sala de reuniões que leva seu nome. Foi o primeiro presidente da Câmara Municipal de Carmo da Cachoeira, Minas Gerais.
projeto partilha disse…
Casamentos realizados na Freguesia do Carmo da Cachoeira, Minas Gerais. Ano - 1871.Foram 27 registros anotados:
Porfírio e Inocência, na Igreja Matriz. Testemunhas: Joaquim P. de Rezende e Francisco de Paula Rezende;
Severo e Júlia, na Ermida da Chamusca. Testemunhas: Vicente e Francisco;
José e Maria de Nação, na Ermida da Chamusca. Testemunhas: Mateus e Gabriel de Nação;
Cândido e Luiza, na Igreja Matriz. Testemunhas: Joaquim da Costa Ramos e José;
Matias e Umbelina, na Ermida dos Terras. Testemunhas: Gabriel Flávio da Costa e Antonio;
Valério e Severina, na Ermida dos Terras. Testemunhas: Tomaz A. da Costa e Julião;
Adão e Leonarda, na Ermida dos Terras. Testemunhas: Francisco Daniel da Costa e Adão;
Maria Antonieta do Nascimento e João Pedro Nicolau, na Matriz. Testemunhas: Francisco F. Rosa e (?)Gruentino José dos Santos;
João e Mariana, na Ermida do ten. Gabriel Flávio da Costa. Testemunhas: Francelino A. da Costa e Manoel;
Inácio e Vitória, na Capela de São Bento. Testemunhas: Germano Gomes da Silva e Francisco;
José Florêncio e Maria Luciana, na Capela São Bento. Testemunhas: Domiciano Ferreira de Oliveira e Estevam;
Joaquim Bernardes da Costa Junqueira e Gabriela de Andrade Junqueira, no Oratório do ATALHO. Testemunhas: Antonio F. de Aquino e João C. da C. Junqueira;
Joaquim Francisco de Souza e Ana Iria da Silva, na Ermida dos Terras. Testemunhas: Francelino A. da Costa e Gabriel José da Costa;
José André de Souza e Rita Cândida do Nascimento, na Ermida dos Terras. Testemunhas: Gabriel F. da C. Junqueira e Joaquim F. da Costa;
Cassemiro José Eduardo e Ana Francisca do Nascimento, na Ermida dos Terras. Testemunhas: João C. da Costa e Domiciano José Faustino;
Joaquim Francisco e Maria Brizida de Assis, na Igreja Matriz. Testemunhas: João Urbano de Figueiredo e Joaquim F. dos Reis;
Tomé Monteiro da Costa e Ana Jacinta da Costa., na Igreja Matriz. Testemunhas: José Fernandes Avelino e Antonio Joaquim Alves;
Cândido José Garcia e Ilizia Cândida de Jesus, na Ermida dos Terras (Elizia?). Testemunhas: Francisco A. da Costa e José M. da Costa;
Martinho Diogo de Oliveira e Ana Severina da Silva, na Ermida do Taquaral. Testemunhas: José Vilela de Rezende e Francisco de Paula Rezende;
Hipólito e Fermina, no Campo Belo. Testemunhas: Manoel Floriano Ferreira e Sabino;
Geraldo e Joana, na Ermida de Manoel Alves Teixeira. Testemunhas: Antonio de Nação e Apolinário;
Francisco e Leodora, na Ermida dos Terras. Testemunhas: Gabriel José da Costa e João C. da Costa;
Martiniano e Maria, no Oratório de Antonio dos Reis e Silva. Testemunhas: Francisco Daniel da Costa e Joaquim F. de Souza;
José dos Reis e Silva e Ana Ricardina, no Oratório de Antonio dos Reis e Silva. Testemunhas: Manoel Antonio dos Reis e Antonio Justiniano dos Reis;
Rafael e Francisca, na Capela de Luminárias. Testemunhas: Azarias V. Diniz (Dinis) e Gabriel Venâncio Diniz (Dinis);
João e Leopoldina, na Capela de São Bento. Testemunhas: Francisco Alves da Costa e Estevam;
Joaquim Martins da Costa e Maria Jacinta de Jesus, na Igreja Matriz. Testemunhas: Antonio Dias Pereira de Oliveira e Tomé Martins da Costa.
projeto partilha disse…
São 41 os casamentos registrados no ano de 1872 na Freguesia do Carmo da Cachoeira, Minas Gerais. São eles:
Cassemiro José de Oliveira e Maria Teodora de Jesus, na Igreja Matriz. Testemunhas: João Alves de Gouveia e João da Matta Ribeiro;
José Felipe de Assis e Prudenciana Maria do Nascimento, na igreja Matriz. Testemunhas: João Alves de Gouveia e José Antonio Pereira;
Joaquim Francisco de Souza e Maria Teodora do Nascimento, na Igreja Matriz. Testemunhas: Severino Ribeiro de Rezende e João Antonio Naves;
Ildefonso Martins Buril e Ana Maria de Jesus, na Igreja Matriz. Testemunhas: ten. cor. José Fernandes Avelino e Jerônimo Ferreira Pinto Vieira;
Gabriel Rodrigues da Costa e Bernardina Luciana de Jesus, na Igreja Matriz. Testemunhas: Jerônimo Ferreira Pinto Vieira e Francisco de P, Cândido;
Antonio José de Fonseca, filho de Antonio José de Fonseca. A noiva,
Iria Flauzina do Nascimento, filha de Domingos Francisco Xavier, na Igreja Matriz. Testemunhas: José Fernandes Avelino e José Vieira de Andrade;
Trajano José Avelino e Idolgina Teresa da Conceição, filha de João Narciso Coelho, na Igreja Matriz. Testemunhas: José Fernandes Avelino e Antonio C. de Lima;
Manoel dos Reis Silva Sobrinho e Maria Emília Teixeira, na Ermida de Manoel A. Teixeira. Testemunhas: José Martins de Andrade e Domingos T. de Carvalho;
José Inácio Nogueira e Ana Cândida de Jesus, filha de JOSÉ ANTONIO DE SANT´ANA, na Igreja Matriz. Testemunhas: José Fernandes Avelino e Antonio Dias Pereira de Oliveira;
Antonio Pereira de Oliveira, filho de João Pereira da Silva, nascido em Carmo da Cachoeira e Maria Rita de Jesus, filha de João Luiz Xavier, nascida e batizada em Carmo da Cachoeira. Testemunhas: Jerônimo Ferreira Pinto Vieira e Jacinta Leopoldina de Jesus.
(continua)

Postagens mais visitadas deste blog

A organização do quilombo.

O quilombo funcionava de maneira organizada, suas leis eram severas e os atos mais sérios eram julgados na Aldeia de Sant’Anna pelos religiosos. O trabalho era repartido com igualdade entre os membros do quilombo, e de acordo com as qualidades de que eram dotados, “... os habitantes eram divididos e subdivididos em classes... assim havia os excursionistas ou exploradores; os negociantes, exportadores e importadores; os caçadores e magarefes; os campeiros ou criadores; os que cuidavam dos engenhos, o fabrico do açúcar, aguardente, azeite, farinha; e os agricultores ou trabalhadores de roça propriamente ditos...” Todos deviam obediência irrestrita a Ambrósio. O casamento era geral e obrigatório na idade apropriada. A religião era a católica e os quilombolas, “...Todas as manhãs, ao romper o dia, os quilombolas iam rezar, na igreja da frente, a de perto do portão, por que a outra, como sendo a matriz, era destinada ás grandes festas, e ninguém podia sair para o trabalho antes de cumprir …

A família do Pe. Manoel Francisco Maciel em Minas.

Ajude-nos a contar a história de Carmo da Cachoeira. Aproveite o espaço "comentários" para relatar algo sobre esta foto, histórias, fatos e curiosidades. Assim como casos, fatos e dados históricos referentes a nossa cidade e região.


Próxima imagem: Sete de Setembro em Carmo da Cachoeira em 1977.
Imagem anterior: Uma antiga família de Carmo da Cachoeira.

Aparições de Nossa Senhora em Carmo da Cachoeira.

A PADROEIRA
Senhora do Carmo
Informativo da Paróquia Nossa Senhora do CarmoEdição ExtraordináriaFEVEREIRO de2012
Carmo da Cachoeira/MG - Diocese da Campanha

NOTA DE ESCLARECIMENTO AOS PAROQUIANOS Pe. André da Cruz


Ultimamente, o fenômeno de supostas “aparições” de Nossa Senhora têm se multiplicado no, Brasil e em outros países, deixando muita gente confusa, tanto na vivência da Fé cristã, como no discernimento da veracidade dos fatos.
Como pastor dos católicos cachoeirenses ou demais participantes da Paróquia Nossa Senhora do Carmo não posso me furtar a trazer algumas reflexões e esclarecimentos de forma refletida, prudente e baseada nos subsídios doutrinais da Igreja Católica e à luz do Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo.
Dessa forma, transmito aos prezados paroquianos algumas orientações feitas pela Conferência Nacional dos Bispos no Brasil, que em seu documento “Aparições e Revelações Particulares”, afirma:
Nos últimos anos, o número de “aparições” e “revelações” particulares, princi…

Antiga foto da cidade de Carmo da Cachoeira.

Ajude-nos a contar a história de Carmo da Cachoeira. Aproveite o espaço "comentários" para relatar algo sobre esta foto, histórias, fatos e curiosidades. Assim como casos, fatos e dados históricos referentes a nossa cidade e região.Foto: Paulo Naves dos ReisPróxima imagem: Imagem da mata da fazenda Caxambu em Minas.
Imagem anterior: Um pouco sobre a região do distrito de Palmital.

Palanques e trincheiras na defesa dos quilombos.

Observando os mapas do Quilombo de São Gonçalo, o da Samambaia e o do Ambrózio, todos com uma duração temporal grande permitindo, em última instância, uma certa estabilidade populacional e social capaz de gerar uma sociedade mais complexa, propiciadora de elementos materiais mais duráveis, percebe-se que eles possuíam muitas semelhanças e dentre elas, a delimitação de seus territórios por fossos, estrepes e trincheiras. Neste território se dava a vida social do grupo, ou seja, as relações econômicas, sociais e provavelmente políticas. As casas dos quilombos estavam divididas entre moradias e casas para atividades específicas, como por exemplo, ferraria, casa do curtume e a casa dos pilões. No Quilombo do Campo Grande, em 1746, foi localizado mais de 600 negros vivendo com “... fortaleza, cautelas e petrechos tais que se entende pretendem se defender-se...”1Uma outra referência sobre o mesmo quilombo, afirma que os quilombolas se defenderam por mais de 24 horas, protegidos por um palan…

A Família Campos no Sul de Minas Gerais.

Pedro Romeiro de Campos é o ancestral da família Campos do Sul de Minas, especialmente de Três Pontas. Não consegui estabelecer ligação com os Campos de Pitangui, descendentes de Joaquina do Pompéu.Pedro Romeiro de Campos foi Sesmeiro nas Cabeceiras do Córrego Quebra - Canoas¹. Residia em Barra Longa e casou-se com Luiza de Souza Castro² que era bisneta de Salvador Fernandes Furtado de Mendonça.Filhos do casal:- Ana Pulqueria da Siqueira casado com José Dias de Souza;
- Cônego Francisco da Silva Campos, ordenado em São Paulo , a 18.12.1778, foi um catequizador dos índios da Zona da Mata;
- Pe. José da Silva Campos, batatizado em Barra Longa a 04.09.1759;
- João Romeiro Furtado de Mendonça;
- Joaquim da Silva Campos, Cirurgião-Mor casado com Rosa Maria de Jesus, filha de Francisco Gonçalves Landim e Paula dos AnjosFilhos, segundo informações de familiares:-Ana Rosa Silveria de Jesus e Campos, primeira esposa de Antônio José Rabelo Silva Pereira, este nascido em Lagoa Dourada³;
- Joaquim da …

Deus Pai, o Divino Espírito e a Sagrada Família.

Ajude-nos a contar a história de Carmo da Cachoeira. Aproveite o espaço "comentários" para relatar algo sobre esta foto, histórias, fatos e curiosidades. Assim como casos, fatos e dados históricos referentes a nossa cidade e região.Foto: Evando Pazini - Arte: TS BovarisPróxima imagem: Manoel Antônio Teixeira da Fazenda Campestre.
Imagem anterior: Antigo telefone da fazenda da Serra.

Foto de família: os Vilela de Carmo da Cachoeira-MG.

Ajude-nos a contar a história de Carmo da Cachoeira. Aproveite o espaço "comentários" para relatar algo sobre esta foto, histórias, fatos e curiosidades. Assim como casos, fatos e dados históricos referentes a nossa cidade e região.
Esta foto foi nos enviada por Rogério Vilela. Da esquerda para a direita: Custódio Vilela Palmeira, Ercília Dias de Oliveira, Fernando de Oliviera Vilela, Adozina Costa (Dozica), Jafoino de Azevedo e José de Oliveira Vilela (Zé Custódio).
Imagem anterior: Sinopse Estatística de Carmo da Cachoeira - 1948

Barleus e a imagem do Quilombo dos Palmares.

..., só se conhece uma imagem feita sobre Palmares durante sua existência. Trata-se da feita por Barleus1 em 1647 e reproduzida em Reis2. Infelizmente, esta imagem não possui riquezas de detalhes ou de informações. Aparentemente, trata-se de um posto de observação à beira de um rio que serve de local de pescaria coletiva.
Trecho de um trabalho de Marcia Amantino.

Próximo Texto: O negro aquilombado e a população colonial.
Texto Anterior: Padre Vieira e a legítima sua organização dos quilombos.
Figura: Imagem de Palmares - Barleus
1 Barleus, Gaspar. História dos feitos recentemente praticados durante oito anos no Brasil. Belo Horizonte: Itatiaia, 1974.
2 REIS, João José e GOMES, Flavio dos S. Liberdade por um fio: história dos quilombos no Brasil. São Paulo: Cia das Letras, 1996. p. 33

A importância e o trabalho dos ferreiros.

Pode-se perceber nos mapasfeitos sobre os quilombos que o espaço interno da estrutura era usado de maneira a indicar uma provável especialização das diferentes construções. Esta espacialidade poderia indicar uma certa hierarquia social dentro da comunidade. O fato de que a casa de ferreiro (São Gonçalo), a Casa do Conselho e do Tear (Perdição), a Casa de audiência (Samambaia) e a Casa do Rei (Braço da Perdição), estarem sempre em local destacado é sugestivo. O que isto pode indicar? É possível a partir destes dados, pressupor que houvesse no interior das comunidades quilombolas uma hierarquização política e social, já que elementos que desempenhavam um papel de destaque para a manutenção dos grupos claramente tinham seu espaço físico igualmente destacado.
O caso das Casas de ferreiro que aparecem no quilombo da Samambaia e no de São Gonçalo é curioso porque pode nos remete à uma prática antiga na África, ou seja, o uso do metal. É provável que os quilombolas utilizaram-se desse conhec…