Em 1893, o vigário de Carmo da Cachoeira presta contas ao bispo.


Carta-resposta enviada pelo Vigário A. J. da Fonseca à Diocese de Campanha, tendo em vista a consulta a ele dirigida:
"Carmo da Caxoeira, 20 de abril de 1893. Em resposta aos quesitos a mim dirigidos no primeiro de setembro do ano de 1893, eu Vigário A. J. da Fonseca, informo:
1 - tem minha matriz um pequeno patrimônio de campo, 16 alqueires;
2 - não possue o título de patrimônio;
3 - o patrimônio reconhecido como tal (ilegível) toda a freguesia, consta de 16 alqueires e mais; 4 - pouquíssimo rendimento tem produzido (ilegível) pela matriz;
5 - está ocupado numa terceira parte e quasi sem (ilegível). Poucos tem pago;
6 - Não possue o archivo da Paróquia, o livro da fundação e os documentos eclesiásticos;
7 - O nome primitivo deste lugar era Cachoeira de Rates creada a Freguesia com o de Cachoeira do Carmo que ainda conserva".
A pasta consultada só traz o documento original e manuscrito, sem no entanto deixar expresso o teor da indagação ou da explanação do Bispo.

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