Correspondência recebida:


de: Jefferson

TS Bovaris, vou contar o que vi. Tem uma família aqui muito presente. É o seu Rubens que mora em frente ao supermercado da cidade, é seu irmão Zé, ele e muita gente que queria que você visse com que tristeza ficaram em pé na praça para se despedir da casa. Ficaram meses velando e conversando sobre o seu passado. A criança rodeava e ouvia.

Resposta de: Leonor Rizzi

A casa ficou registrada na memória coletiva como "o Solar dos Vilelas", do qual os descendentes da familia, ainda hoje moradores em Cachoeira, tem o maior orgulho. Exemplo concreto desta postura está no trabalho que o Dudu realizou e postou neste blog "A Fazenda das Abelhas". Aí ele chamou a atenção da propriedade, pincando-a para o artigo. O Projeto Partilha engrandece-se por poder resgatar, registrar através da arte e partilhar esta memória da cidade, como sinal de gratidão aos nossos, aos antepassados.

Comentários

projeto partilha disse…
Atentem para as duas citações que TS Bovaris coloca na página de hoje. São duas casas. Uma, a chamada "Solar dos Vilelas", fica onde está o Banco Itaú hoje e corresponde a do primeiro comentário. Onde a criançada em pé diante do senhor Rubens e outros, de tradicionais famílias acompanhavam a demolição, é uma segunda casa. Foi a casa onde dona Neta e seu marido, o médico Dr. Veiga Lima moraram. A esta casa é que o Jefferson, em sua correspondência ao Projeto Partilha se refere. A leitura não deve induzir a erros conceituais, desde que TS Bovaris utilizou hoje, correspondências de páginas diferentes. Fiquem atentos. Principalmente os estudantes que estão utilizando as páginas de carmodacahoeira.blogspot.com para seus trabalhos escolares. É muito bom que conheçamos nosso passado, pelo menos, através de desenhos e fotos. É muito enriquecedor este estudo. Parabéns jovens, parabéns Lisa (ou Liza), autora do depoimento de que ela, e outros colegas utilizam como fonte de pesquisa, principalmente ligadas ao meio ambiente local, as páginas deste blog.

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