de Figueiroa:
Quantos nomes apagados da história! Um Brasil endividado com relação as vidas humanas.
de extra-muros:
Primeiro traslado. Em 10/12/1887 na freguesia de Congonhas, termo de Boa Esperança, comarca de Três Pontas, em fazenda do Itacy, onde eu Domingos José Pereira, escrivão de paz e tabelião de notas fui vindo comparecerão como "outhorgantes Capitam Manoel Ignácio de Andrade e José Pereira de Carvalho moradores ambos neste freguesia de Congonhas (...) nomeia procuradores na cidade de Boa Esperança e no Sapucahy os advogados Francisco Silva Campos e Julio Olinto para liquidar uma execução que contra elles outorgantes move João Villela Fialho. Testemunhas: José Henrique Vianna e Antônio Pinto Magalhães. Observações:
- Antônio Gularte de Andrade assina a rogo de seu pai, Manoel Ignácio de Andrade;
- consta o seguinte dado: "Ilmo. Snr. Colletor das vendas gerais e (indecifrável), digo provinciaes". Dores N Colletoria das Dores, maio de 1888. O escrivão passou a certidão, Boa Esperança, 10 de maio de 1888. Ramos. João Vilella Fialho (...) suas divisas repartições passar certidão (...) a theor dos talões que o Supperintendente pagou os direitos da compra que fez de uma parte da fazenda da Boa Vista de José Pereira de Carvalho, isto por terem sumido os talões que foram tirados pela Superintendência e entregue ao Primeiro Tabelião, hora falecido. P a V.S. (assim definir. Segue certidão. Colector Francisco da Costa Ramos. Escritura de venda que faz José Pereira de Carvalho (...) fazenda Boa Vista (mapa), em Carmo da Cachoeira. Testemunhas: Álvaro Dias Pereira de Oliveira e Domingos José Teixeira de Carvalho e José Procópio de Abreu Carvalho.
de apoio voluntário:
Tenho uma uma notícia de "Pereira de Carvalho", pois tento juntar papéis para minha árvore genealógica. Aqui em Boa Esperança morou José Procópio de Abreu Carvalho. Ele foi advogado e procurador de Landislau José Naves e sua mulher, na compra e venda de parte de terras na fazenda das Abelhas, no districto do Carmo da Cachoeira. Coletoria de Bôa Esperança, em 12 de maio de 1888. O comprador foi João Antônio Naves. Landislau José Naves era curador da mentecapta Maria, e obteve licença para vender uma sorte de terras no lugar acima citado. O escrivão de orphão, Francisco Julio da Veiga.
de Projeto Partilha@:
Fazenda Capão dos Óleos. O Projeto Partilha recebeu e repassa o seguinte dado: "Escriptura de compra e venda que fazem Antônio Teixeira da Silva Chaves e Olynpia Cândida de Figueiredo em 27/05/1887 d´esta freguesia do Carmo (...) nesta fazenda do Couro do Servo. São proprietários de uma parte de terras e benfeitorias - cuja parte na fazenda do Capão dos Óleos desta freguesia de Carmo da Cachoeira, de Antonio Teixeira da Silva Chaves".
de voluntário em Luminárias:
Francisco de Paula Candido, residente na freguesia do Espírito Santo dos Coqueiros, do município das Dores da Boa Esperança. Como outorgantes João Alves de Azevedo, residente em Lavras do Funil (...) "é legítimo senhor e possuidor de partes de uma caza e quintal na freguesia de Carmo da Cachoeira cita no lugar em que segue-se o arruamento da Estrada Commercial de São João Nepomuceno-Três Corações do Rio Verde e posses de Joaquim Ferreira de Azevedo e Thomé Monteiro da Costa, a direita pela rua que segue-se para a estrada de Lavras e a esquerda pelo mesmo tapume de cazas - cujas partes elle outorgantes houve as por compra feita a Modesto Antônio Naves e sua mulher." Em fev/1887, João Alves de Azevedo.
de New geration:
Apertou, pulou fora. Entre morrer e buscar novas alternativas muitos se foram. Era o grande sertão com lugar para todos, prá que se submeter ao domínio de poucos? Inteligencia está aí para ser usada, e não desperdiçada por incompetência. Poder e mando, prá que te quero? Abraços, beijos e tchau mesmo.

Comentários

estudante antropologia disse…
SEBASTIÃO BERNARDES PINTO, morador no districto de São João de Nepomuceno, "CAPÃO DOS ÓLEOS", margem direita do Ribeirão do Couro do Cervo, do districto do Carmo da Cachoeira, Município da Varginha, cuja fazenda é dividida e compreende as seguintes divizas: Francisco Augusto de Fegueredo(córrego do "MUTAMBA") até o ribeirão do "Couro do Cervo" compradas por Gabriel dos Reis e Silva.

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