Correspondência recebida:

de: Eloá de Alcantâra B. Guimarães

Posso dar uma sugestão? Existe um acadêmico muito envolvido com a história e cultura afro-brasileira. Parece-me que seu primeiro trabalho foi no termo de Curitiba e tratou das relações comunitárias de escravos e forros no período de 1760 a 1830. Havia outro trabalho sendo desenvolvido que tratava da história de libertos: relação de parentes e tradição africana no ordenamento dos incentivos paternalistas na região de Itu. Muitos outros, inclusive seu doutorado foi pela Universidade Estadual de Campinas. Mas, acho que não haverá dificuldade em encontrar referência desse profissional inserido na causa negra.

de: Projeto Partilha

Villas Bôas, um entre outros documentos registrados neste território. Compra e Venda Major Joaquim Antônio de Abreo e sua sogra dona Maria Constança Villa Bôas ao capitão Antônio Joaquim Alves. Fazenda Formiga em 17/02/1871, nesta freguesia de Carmo da Cachoeira, na fazenda do major Joaquim Antônio Alves, denominada Couro do Cervo. Ela, Dona Maria Constança Villas Bôas, viúva do sagento-mor Belchior de Pontes Rego e Figueiredo. Dona Maria Constança moradora da fazenda das contendas.

Comentários

projeto partilha disse…
Oi, Eloá. Gratidão pela participação. Temos acompanhado os trabalhos e ADRIANO BERNARDO MORAES LIMA. Apareça sempre.

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