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Correspondência recebida:


de: da Conceição da Barra
Minha família tem uma antiquíssima escriputa de doação feita por Rita Antônia do Carmo da freguesia do Carmo da Cachoeira. Diz ser moradora na mesma freguesia. A doação foi feita a seu sobrinho Fidelis Dias dos Santos em 1/11/1890. As assinaturas são de uma padre, Antônio Joaquim da Fonseca (1875, 1879, 1889, e V-Limites) e o alferes Joaquim Garcia da Fonseca (1897). Acho que minha parente não podia assinar, e uma pessoa assinou arrogo, foi o senhor João Baptista da Fonseca.Tenho também outras relíquias deixada no baú da família.1- "nesta freguesia do Carmo da Cachoeira, Maria Paula da Conceição, casada com Pedro Rodrigues da Silva (assina Pedro Roiz da Silva), no ano de 1870". 2- Em 23/09/1890, constituei procuradores na freguesia da Conceição da Barra, da comarca e termo de São João del Rey, Nicolau Soares Rodrigues e Constança Maria de Jesus, para inventário de pai e sogro José Soares de Andrade. O procurador foi Antônio Francisco Passos e tem a ver com a Cachoeira dos Rattes. Aproveito a oportunidade que o Projeto Partilha nos propicia para divulgar nossos guardados, que até, não sabemos "o porque" não foram destruidos até hoje. Acompanhamos com assiduidade diariamente a divulgação das notícias vindas através desta imensa rede que se criou através do referido Projeto.
de: estudante ufla
Meu muito obrigado ao colega de São Paulo. Eu tinha uma informação de que João Botelho de Siqueira era morador na fazenda Bocaina daqui. E que Theodolindo da Silva Serra Negra e sua mulher Perciliana Augusta de Oliveira, residente na freguesia de Carmo da Cachoeira, constituiram procurador na freguesia de Lavras, como herança de pai e sogro, tendo como testemunhas Pedro Rodrigues da Silva (na assinatura está Roiz). Demos mais um passo.
de: anônimo
Colaboro com o que posso. Conheci o blog pela referêencia a José Celestino Terra, que tem a ver com voces daí e nós daqui, Sant'Anna da Vargem. Veja o que tenho. A data está meio apagada, mas com lupa e luzes identifico como sendo o ano de 1872. Saí daqui uma ordem para se "passar escriptura", escrivão de Paz que assina é da freguesia do Carmo da Cachoeira dos Rattes. Trata-se do seguinte: "terras havidas a Anna Barbara de Oliveira e seus filhos Joaquim e Francisco".
de: Projeto Partilha
Antônio da Silva Machado foi genro de Francisco Inácio de Souza (1862), casado com Maria Teresa Villela (1871). Antônio casou-se com Maria Paulina de Souza, irmã de Rita Victalina de Souza, segunda mulher do sub-delegado José Fernandes Avelino. A mais próxima referência que se guarda na memória de Cachoeira é a da escrava Esméria, que deixou a seus descendentes propriedades havidas por doação, feita a ela por Rita Victalina de Souza, de quem foi ex-escrava.
de: unicamp
Aproveitando o gancho deixado pelo colaborador da terra, sugiro: Vejam, UNICAMP - Instituto de Filosofia e Ciências Humanas de Campinas, tese de doutorado em Ciências Sociais, Déborah Stucchi, tendo como orientadora a doutora Guita Grin Debert, em trabalho de junho de 2005. Percursos em dupla jornada: o papel da perícia antropológica e dos antropólogos nas políticas de direitos, na página 116 de seu trabalho há a seguinte referência: "Em outubro de 1791, a Igreja Nossa Senhora do Rosário dos Pretos, (...) concorrendo pois Joaquim Machado de Moraes (...). Até a construção da capela, os ofícios religiosos eram realizados por uma proprietária". Já, na página 117 poderá se inteirar do seguinte: "com justa razão parece ainda mais memorável o nome da Joana Maria, natural de Minas Gerais, não pela nobreza de seu sangue, ou por deixar muitos filhos, ou, enfim, pelas riquezas(...). Seu terceiro casamento com João Manuel de Siqueira Lima, natural das Minas Gerais, todos talvez... com estimáveis qualidades desta piedosa mulher, cuja casa em todo o tempo foi o abrigo dos pobres, o hospício dos peregrinos, e o lque é mais, honrada no espaço celebrava o Santo Ofício e se conferiram os demais Sacramentos". Está disponibilizado em www.abdl.org.br/filemanager/download/280/

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