Convidados no casamento em Aparecida do Norte.

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Comentários

projeto partilha disse…
Respondendo a Nilson N. Naves.
Oi Nilson, Obrigado pela participação. Estamos tentando buscar duas coisas com este trabalho: a provisão para funcionamento de uma ermida, um curato, uma capela, um oratório, ou seja a denominação que possa ter tido na ocasião e o nosso primeiro morador, Manoel Antonio Rates. A fim de comprovar tal presença, ou ainda disponibilizar as fontes que contam a história dos primórdios de Carmo da Cachoeira recorrermos a livros oficiais. O Livro sobre o qual você pede informações é o FÁBRICA. É o livro que registra o movimento que diz respeito a movimentação financeira de órgãos ligados a Mitra de uma Diocese. Seria como um livro de contabilidade e prestação de contas.
projeto partilha disse…
Ainda para o Nilson N. Naves.
Nilson, você deve estar se perguntando, de o por que de tantas citações, não é isso? Pois bem, porque enquanto se procura, aproveita-se para atualizar nossa história, com dados que o professor Wanderley Ferreira de Resende não detinha em 1975.
O Projeto Partilha vem se unindo em sua trajetória a muitos outros que estão a fim de fazer vir a tona uma "verdade histórica", que hoje é vista como "meia-verdade". São muitos os que arregaçam as mangas e colocam seu conhecimento a serviço de REESCREVER a história do Brasil Colonial. Aqui fazemos nossa parte, lançando sob forma de partilha, os dados de que temos conhecimento. Colaboradores tem contribuído com outros, numa troca voluntária e saudável. A família Rates também engajou-se no processo. Estudiosos, pesquisadores, intelectuais, estudantes universitários, leigos em geral e blogs de várias famílias, enfim, um universo de pessoas de boa vontade colocando as mãos na massa. Caso você tenha conhecimento de algum dado que possa acrescentar, por favor, informe. Gratidão.
tricordiano disse…
José Ferreira Godinho, negociante, morador no RANCHO DA BOA VISTA, em 19/071862, foi um dos peritos, junto com João Villela Fialho, morador na FAZENDA DOS PINHEIROS, foram os peritos nomeados no "Caso do escravo Lério", sepultado no adro da Capella de São Bento do Campo Bello. O sacristão da referida capela era José Ignácio de Souza. O procurador dela, o tenente Francisco Ignácio de Souza.
O documento, cuja inicial deu-se na FAZENDA RETIRO em 20 de julho de 1862, registra alguns nomes e localizações, que podem auxiliar neste trabalho. Mostra que foram testemunhas no enterro do escravo Lério, Ignácio Lopes Guimarães, Antonio Gomes Martins e Antonio Lopes Guimarães. Assina o documento Aureliano José Mendes.
Em outro momento e relacionado ao mesmo caso outras testemunhas são ouvidas: Jozé Boenno; Joaquim Thomaz; Mogango; Maria Albina mulher de Luís Francisco Motique; Pedro Bernardes da Costa; "Guerino Ferreira de Oliveira, 55 anos, natural e morador deste mesmo Destricto, vive da lavoura, (a assinatura está ilegível, no entanto parece ser dele); José Ferreira, filho do mesmo Guerino Manoel Antonio de Oliveira. MARCIANO JOSÉ DA COSTA, filho de Prudenciana Bernarda da Costa, casado, 45 anos, vive da lavoura, brasileira, natural da Conceição do Rio Verde, morador na freguesia do Carmo da Cachoeira, sabe ler e escrever. "A primeira testemunha, JOAQUIM THOMÁS VILLELA, 25 anos, vive da lavoura, casado, natural da Freguesia dos Três Corações do Rio Verde e morador neste districto. Assina arrogo de Joaquim Thomás, João Antonio da Fonseca"; Segunda testemunha, Maria Albina, 25 anos, casada, natural e moradora da freguesia do Carmo da Cachoeira. Assina por ela, João Antonio da Fonceca"; Terceira testemunha, "Luís Gomes da Silva, 50 anos, cazado, natural e morador nesta Freguesia do Carmo da Cachoeira onde vive da lavoura. Assina arrogo Antonio Dias Pereira de Oliveira. Outros testemunhos de Roza e Paulina escravos de MARCIANO JOSÉ DA COSTA. Assinam por eles a mando, o Juiz JOÃO ANTONIO DA FONCECA e com consciência de Marciano José da Costa. Citou-se ainda: "Pedro Bernardes da Costa, 60 anos, cazado, africano, nascido neste destricto onde vive, ofício pedreiro. Assina arrogo João Antonio da Fonseca", e "José João Buenno, 23 anos, solteiro, natural e morador nesta freguesia onde vive da lavoura. Assina arrogo, João Antonio da Fonceca", "José Joaquim de Oliveira, 26 anos, casado, natural e morador deste Destricto, vive da lavoura, assina arrogo, ten. João Antonio da Fonceca", "MANOEL JOAQUIM DE OLIVEIRA, 30 anos, casado, natural e morador deste Destricto onde vive da lavoura, assina arrogo, João Antonio da Fonceca".
"Marciano José da Costa, natural de Conceição do Rio Verde, Fazenda do Rio do Peiche onde reside há 14 anos. Conhece as testemunhas há muitos anos".
família Gomes de Aguiar. disse…
O Projeto Partilha agradece a família Gomes de Aguiar pelo envio dos seguintes dados: Manoel Roiz Matheus e Silva, também encontrado como Manoel Rodrigues Matheos e Silva aparece no "Destricto do Carmo da Caxoeira em 20/12/1859 e assina arrogo por ele numa audiência, Manoel Ferreira Avelino. A inicial traz o seguinte: " Eu, Manoel Antonio de Mello, escrivão que escrevi, e o subdelegado José Fernandes Avelino manda que se notifique as testemunhas: Jerônimo da Silva; Thomé Pinto Ribeiro; João Narciso Coelho; Sebastião Roiz de S. Thiago; Florenciano José Alves e Francisco crioulo. A testemunha Geronimo da Silva, 31 anos, lavrador, cazado, natural e morador desta freguesia. Assina por ele MANOEL JOSÉ PINHEIRO. Testemunha Thomé Pinto Pinheiro, 28 anos, carpinteiro, solteiro, morador nesta freguesia e em atividade, natural da freguesia de Varginha; Testemunha João Narciso Coelho, 25 anos TROPEIRO, cazado, morador nesta freguesia e natural de São João Nepomuceno. Assina arrogo Manoel Ferreira Avelino. Testemunha Sebastião Rodrigues de São Thiago, 35 anos, solteiro, lavrador, natural e morador desta mesma freguesia. Testemunha Florenciano Jozé Alves, 28 anos, lavrador e natural desta freguesia. Assina arrogo Manoel Ferreira Avelino. Testemunha Francisco Jozé Gomes de Aguiar, 20 anos, solteiro, vive de ser camarada, natural e morador nesta mesma freguesia. "Destricto da Boa Vista, Termo da Villa de Lavras. Comarca do Rio das Mortes em residência de Antonio Severiano de Gouveia".
família gomes de aguiar disse…
Fazia parte da comunicação outros nomes. Um deles, muito interessante para o trabalho. Separamos do comentário anterior visando torná-lo mais evidente. Trata-se de GRACIANO DE TAL, morador neste Destricto da Boa Vista, lugar denominado CACHOEIRA DOS RATES. Eu, escrivão José Ignácio de Souza o escrevi. Fazenda do Caxambu, seis de novembro de 1853.
projeto partilha disse…
Os dados abaixo encerram o rol da comunicação recebida. Nossos agradecimentos ao pessoal que nos auxiliou, e de forma voluntária repassou os preciosos dados. Eles vem nos mostrar nomes de antigos moradores, e até então desconhecidos da sociedade cachoeirense. José Rodrigues da Silva, 42 anos, casado, natural da freguesia do Carmo da Cachoeira, destricto do Carmo da Boa Vista, termo da Villa de Lavras, Comarca do Rio Verde, filho de Matheus Rodrigues da Silva e Mariana Mathildes, lavrador, em 08/06/1865 esteve presente a uma audiência Extraordinária. O Juiz de Paz presente foi Antonio Dias Pereira de Oliveira. O oficial de Justiça Luís Antonio da Silva. Estavam presentes também: Manoel Francisco Xavier, 70 anos, empregado na lavoura, natural e morador nesta freguesia, parente de José Rodrigues da Silva; José Joaquim Alves, 35 anos, empregado na lavoura, cazado, morador e natural desta freguesia; José Joaquim de Lima mais adiante citado como Joaquim José de Lima, 24 anos, natural e morador desta freguesia. Testemunha: Francisco de Paula Cândido, 22 anos, empregado público, natural da cidade de Ouro Preto, morador nesta freguesia. São citados ainda: José Felizardo de Assis; Francisco Godinho e Joaquim Pedro da Silva.

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