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Duas ou três coisas sobre a fazenda Ponte Falsa.


- a fazenda Ponte Falsa “... que de uma banda parte com a fazenda de João Francisco de Carvalho, e com a fazenda chamada dos Barreiros.”;
- a fazenda Morro Grande, fica entre a fazenda da Ponte Falsa e sítio da Cachoeira, na Cachoeira dos Rates;
- os Gouveias, Antônio Dias de Gouveia, viviam nas fazendas Ponte Falsa, da Barra e Palmital;
- Jorge Vilela, crê que a origem do nome "Ponte Falsa" foi alguma armadilha criada pelos quilombolas para proteger o acesso ao paiol do quilombo da Chamusca, que se localizava nas proximidades da atual fazenda do Paiol, subdivisão da fazenda Ponte Falsa;
- Antônio Dias de Gouveia em 1776 é citado como habitante em Nepomuceno, e em seu inventário aberto por sua esposa Ana Teresa de Jesus, já residia na paragem chamada de Ponte Falsa, sesmaria que regularizou em 17 de setembro de 1770, na Paragem do Cervo e Bom Caldo da freguesia de Santa Ana das Lavras do Funil do termo de São João del Rey, Minas e Comarca de Rio das Mortes, e onde faleceu vinte anos depois. Antônio Dias de Gouveia era natural da freguesia de São Pedro de Rates do lugar de Lamana Arcebispado de Braga, filho de João Dias de Gouveia e Maria Álvares Barbosa.

Comentários

observatório SP disse…
Colaborando sem interferir na linha de trabalho do Projeto. Sobre Quilombo, veja. Está disponibilizado em http://br.geocities.com/projetocompartilhar5/vicenteferreiradepaivabuenobartolomeubuenodoprado.htm
Trata-se de um requerimento arquivado no Arquivo Histórico Ultramarino, em Avulsos da Capitania de Minas Gerais. Cx 155 doc7 em 09/12/1800. O Capitão Vicente Ferreira de Paiva Bueno e o escrivão Bartolomeu Bueno do Prado são os focos do referido documento. Aí todos verão algumas localizações.
Projeto Partilha@ disse…
Algumas anotações do arquivo do Projeto Partilha em relação a Paragem do Cervo e Bom Caldo, cuja Sesmaria foi requerida pelo Pe. Manoel da Silva de Jesus. De Genere e Moribus do Pe. Inácio Franco Torres diz:"sou natural e batizado na freguesia de Carrancas E HOJE(1783)DE SANTANA DAS LAVRAS DO FUNIL, filho legítimo do Coronel Inácio Franco Torres e de dona Maria Alves da Porciúncula ainda viva(...)". Entre seus bens um importante sítio cuja escritura havia sido passada por Gabriel de Souza Dinis na paragem do Engai (...). Estes dados aproxima um poco mais essas pessoas do território que estamos estudando. O Pe. Manoel da Silva de Jesus é uma das testemunhas neste processo. Aparece também um primeiro MATHIAS GONÇALVES MUNHOS, com quinta testemunha. Este deve ter nascido nos fins do século 17 ou começo do 18. Mons. Lefort cita um coronel Matias Gonçalves Moinhos, nascido em 1753, que deve ser , o segundo com o mesmo nome pelas proximidades. Este foi casado com dona Iria Claudina Umbelina da Silveira. Ver Publicação da revista Vértice, Lisboa, n. 84. De 1998,pp.60-63.
cobrada pela família tenta disse…
Posso colaborar? Lá vai... "sua escrava Bárbara Maria de Morais, mãe da filha natural Felizarda Bárbara da Silva, batizada 29/06/1756 na Capela de Santana, filial de Carrancas. Felizarda foi inventariada na Fz."Congonhal" em São João Nepomuceno. Felizarda Barbara foi casada com Francisco da Silva Teixeira(quinto filho de Caetana Francisca de Jesus e Simão da Silva Teixeira). Francisco da Silva Teixeira era viúvo, e foi casado em 1802 com Felícia Maria de Almeida, filha de Francisco Xavier de Almeida e de dona Maria Bernarda de Toledo. Bem espero não ter confundido tudo, só quero ajudar. Estes dados estão no inventário de Custódia de Moraes casada com Pedro da Silva Portela, portugês. A dona Custódia era irmã de dona Josefa de Moraes, casada com o Capitão-mor Matias Gonçalves Moinhos. Agradeço pela oportunidade de exercitar o trabalho que estou pretendendo desenvolver sobre minha família.
Projeto Partilha disse…
Sobre os Livros verificados na Igreja de Santana, em Lavras, ver referências a alguns eclesiásticos que lá serviram em História de Lavras. Tomo VI. Apontamentos do prof. Firmino disponibilizado pro http://www.portalmuseu.ufla.br/vidas5.htm Entre os prestíberos citados está um de Prados, falecido em 11/09/1766 filho de Francisca de Morais. O pe. João, por ocasião da morte do pai tinha 14 anos. Foi tutor dos órfãos, MANOEL DO VALE RIBEIRO.
a tricordiana Yasmin disse…
José Keitel é morador daqui. Vi um de seus livros com uma foto em que ele aparece junto da espôsa em uma fazenda. É pela zona rural de Cachoeira. A esposa dele é da tradicioal Família Resende da Fazenda do Taquaral/Jaguara. Andei perguntando por aqui porque achei o lugar muito bonito. O pessoal de Três Corações conhece tudo por aquela antiga região e está visitando todos os dias este blog. Eu também.

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Texto Anterior: Padre Vieira e a legítima sua organização dos quilombos.
Figura: Imagem de Palmares - Barleus
1 Barleus, Gaspar. História dos feitos recentemente praticados durante oito anos no Brasil. Belo Horizonte: Itatiaia, 1974.
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