de observador:
Mostalgia, singeleza e simplicidade. Eis o tom. Parabéns.

de tricordiano:
Quanto singela no som desta viola!!!

de Figueiroa:
Nossa Senhora ganhou um presentão.


Comentários

pessoal do vale do Sapucaí disse…
TS Bovaris, parabéns pela produção a partir do som da viola do Zola. Está divina!
Gutierrez disse…
Oi, Figueiroa, concordo com você.Aproveito para parabenizar a todos os envolvidos nesta exaustiva tarefa de resgate e partilha onde tantos juntaram-se. Não gostaria de denominar, mas não há como não citar o Pe. André, pelo que vemos daqui, pelo TS Bovaris, pelos autores de letras e músicas, instrumentistas, vocalistas, enfim a todo cachoeirense. Aqui no Rio Grande do Sul, muito acompanham esta página e segue a luta pela busca.
romantismo disse…
Singelesa. O som da viola troxe-me F E L I CI D A D E e lembre-me de que na vida nem tudo que é luxo é belo.
desafiador disse…
Alguém tem dúvida quanto a singeleza?
Paulo disse…
"Os grandes são sempre os mais simples". Você entende essa Zola?
azuir disse…
O som ficou como luz em minha alma.
voluntário buscador disse…
Lembranças, lembranças. Do Trovador, do Seresteiro, do Menestrel... ... ... ... Onde esses poetas encontram inspirações sem fim?
sonhador disse…
Amor manifestado é amor resolvido e pronto. Está aí o manifestado através da viola deste desconhecido Zola (desconhecido pra para mim desta longura).Se é manifestado é oposto do não concebido que torna-se um peso insuportável. São os da expectativa criada e não realizada. Aí se manifestou, se resolveu, tirou o peso, aliviou tensões, descontraiu. E ao som da viola do desconhecido Zola. Brigadão, parceiro.
Fabíola disse…
TS Bovaris. A produção eleva pela singeleza. Existe um tal encantamento nela que para mim se torna indescritível. É só ouvir, calar e curtir o som leve e revestido de amor SINGELO e SIMPLES. MUITO, MUITO SIMPLES.
de Goiânia (GO) disse…
É ouvir e deixar-se integrar à memória do nosso corpo.
tricordiano disse…
Reitero. Singelo, Lindo, Puro... ... ... ... ... ...rrrrsssss
sala de imprensa disse…
Essa é Adroaldo Bauer(Porto Alegre-RS). Aceita? Auto psicografia.
O poeta é um fingidor.
Finge tão completamente
Que chega a fingir que é dor
A dor que devereras sente.

E os que lêem o que escreve,
Na dor lida sentem bem,
Não às duas que ele teve,
Mas só as que eles não têm.

E assim nas calhas de roda
Gira, a entreter a razão,
Esse comboio de corda
Que se chama coração.

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