Padre José Procópio Júnior em Carmo da Cachoeira

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Paróquia Nossa Senhora do Carmo sob nova guiança Editorial Sai Pe. Daniel Menezes, e assume como administrador paroquial da acolhedora cidade de Carmo da Cachoeira, em fevereiro de 2019, o Pe. José  Procópio Júnior.
"Não cabe à pedra escolher o lugar que deve ocupar no edifício. Assim também não cabe à nós criaturas ditar ao Criador o que deve acontecer em nossa vida, pois Deus é quem sabe e dispõe com sabedoria própria." − Dom Servílio Conti, IMC Como página que observa os acontecimentos neste pedaço de chão mineiro, limitado por montanhas e que, segundo o cachoeirense Padre Godinho, “todas são azuis”, registramos o remanejamento ocorrido entre padres ligados a Diocese da Campanha no ano de 2019. Entre as mudanças encontra-se a Paróquia Nossa Senhora do Carmo/Carmo da Cachoeira – MG.

Sai nosso querido Padre Daniel Menezes. Por ele continuamos a rezar e o devolvemos, entre lágrimas e a esperança de um dia tê-lo entre nós. Somos eternamente gratos e devedores. Entra, aureola…

Dicas do tropeiro.

Para arreiar-se o burro, põe-se-lhe primeiro, ao lombo, uma albarda, "que é de madeira e tem uma forte saliência vertical nas suas extremidades da parte superior; suspendem-se nelas, de cada lado, as caixas ou sacos a se transportarem. A fim de diminuir a pressão dessa cangalha, forram-se internamente com capim seco, de longas folhas estreitas e que é estendido bem por igual; põe-se por cima desse colchão de capim um coxim feito de esteiras e cobre-se este com um pano de algodão. A albarda assim acolchoada é, ainda, guarnecida de um couro recortado; a parte externa deste tem dois orifícios para deixar passar as pontas da cangalha, em se suspendem as cargas. Amarra-se, na frente dessa cangalha, uma correia larga e, atrás, uma outra comprida: estas duas correias são indispensáveis quando se sobe ou desce uma montanha. Uma tira de couro cru fortemente amarrada e presa a um nó, dá a volta da cangalha e fixa-a solidamente.
O animal, na cabeça, só leva um cabresto de couro cru, ou de crina de cavalo trançada, que passa por trás das orelhas e deixa a boca do animal livre para pastar e beber. A rédea, que se prende ao cabresto e com a qual se amarra o burro, quando este esta arreiado, é presa à cangalha; uma vez tudo isto pronto, deixam-se os animais marchar livremente uns atrás dos outros. No fim de cada dia de viagem dá-se a cada burro, depois de aliviá-los da carga, uma ração de milho: esta é posta, como para os cavalos de guerra, num pequeno saco (bornal) suspenso ao pescoço do animal, ou então espalhada sobre pedaços de couro. É quando o arrieiro raspa os animais com um instrumento próprio chamado "raspadeira", e os solta no pasto, geralmente próximo ao rancho
".

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